Dotado de poderosa infra-estrutura para crescer e progredir em direção à modernidade, e situado no epicentro de um gigantesco mercado de milhões de consumidores, o Paraná precisava de investimentos para expandir e dimensionar seu parque industrial.
O Governo Alvaro Dias investiu 583,1 milhões de dólares (o equivalente hoje a mais de US$ 1 bilhão) para estimular o crescimento e a modernização da indústria no Paraná.
Realizou 11.270 operações de crédito que beneficiaram empreendimentos localizados em 254 municípios paranaenses.
O ramo metal-mecânico foi o líder em número de operações, com destaque para a fabricação de peças usinadas de precisão, refrigeradores e freezers e peças fundidas para a indústria automobilística.
O ramo papeleiro manteve o seu dinamismo, absorvendo boa parte dos financiamentos realizados pelo antigo Badep - Banco de Desenvolvimento do Paraná e registrando um crescimento acima da média nacional na produção de pasta mecânica. Na produção de papel de embalagem, consolidou a posição de primeiro produtor nacional. Além disso, tornou-se o segundo produtor de celulose de fibra longa e, à época, o único produtor de papel de imprensa do país.
O ramo têxtil também manteve seu ritmo de expansão, estimulado pelos financiamentos do Badep, que se estenderam ao setor cooperativista, beneficiando modernas fábricas de laticínios, maltearias e produtoras de óleos vegetais.
Recursos foram aplicados em apoio técnico e financeiro a pequenos produtores rurais, beneficiando 45 mil famílias de paranaenses com alternativas de subsistência e geração de renda.
Ao todo, a partir dos projetos de financiamento apoiados pelo Governo Alvaro Dias, foram criadas 26 mil novas oportunidades de empregos diretos e promoveu-se um crescimento de 179 milhões de dólares anuais na arrecadação de ICMS.
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