Ao tomar posse, em março de 87, o Governador Alvaro Dias deu início à obra maior de sua gestão: a Reforma Administrativa, assentada sobre os fundamentos da austeridade, da moralidade pública e da busca permanente do grau máximo de eficiência na prestação dos serviços públicos. Moralizada e modernizada, a administração tornou-se muito mais racional e econômica.
Foi essa Reforma que resultou na extinção de Secretarias, órgãos e departamentos supérfluos; na venda de imóveis e veículos desnecessários; na demissão de funcionários fantasmas e no combate à corrupção. Punições administrativas e ações penais foram efetuadas.
Um novo comportamento administrativo que fez o Estado economizar cem milhões de dólares na batalha judicial da Usina de Segredo e impetrar ações contra os grandes devedores do Paraná, que ninguém tivera a ousadia de tocar.
A máquina administrativa manteve-se rigorosamente enxuta - o quadro de pessoal ativo da administração direta e das autarquias foi menor que o de 1987 - um fato inédito na história da Administração Pública Paranaense.
O Paraná apresentou as finanças públicas totalmente saneadas. O compromisso com seus servidores integralmente cumpridos. O déficit público superado.
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