<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?>
<rss version="2.0">
<channel>
  <title>Senador Alvaro Dias - Senador na Mídia</title>
  <link>http://www.senadoralvarodias.com//externa/</link>
  <description>Canal de Notícias do Senador Alvaro Dias - Senador na Mídia</description>
	  
  <item>
    <title>Receita sabe quem acessou dados de tucano</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3634</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Mas secretário do órgão não divulga os nomes dos funcionários; Serra responsabiliza o PT pelo vazamento
<p>
Jailton de Carvalho
</p>
<p>
BRASÍLIA. O secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, afirmou ontem, em depoimento à Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que identificou os servidores que acessaram dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge. Segundo ele, há registro de cinco ou seis pesquisas fora de Brasília. O secretário, no entanto, se recusou a divulgar os nomes dos servidores envolvidos. Os dados do tucano foram parar num suposto dossiê que teria sido montado por pessoas ligadas à campanha da presidenciável petista, Dilma Rousseff.<br />
Cartaxo não explicou se as pesquisas nas declarações de renda do tucano foram ilegais. Segundo ele, as questões só poderão ser respondidas ao final da investigação da Corregedoria Geral da Receita.
</p>
<p>
Oposição se irrita com depoimento de secretário
</p>
<p>
As explicações do secretário irritaram a oposição. Parlamentares trabalham com a suspeita de que servidores da Receita vazaram os dados de Eduardo Jorge para pessoas ligadas à campanha de Dilma para prejudicar José Serra. Eduardo Jorge acompanhou o depoimento de Cartaxo com uma cópia de suas declarações de renda de 2005 a 2009, vazadas à imprensa. Após o depoimento, Eduardo Jorge protestou. Para ele, a Receita está retardando deliberadamente a conclusão do caso. Perguntado sobre o que achou das explicações do secretário, o tucano respondeu:<br />
- Enrolação. Cartaxo é um cara decente, a Receita é um órgão sério. Mas ele sabe quem foi e sabe qual foi a motivação de cada um. Não tem nenhum impedimento para que ele diga.<br />
Serra disse que admitir o vazamento dos dados de Eduardo Jorge não é suficiente e responsabilizou o PT, citando outros casos de vazamento de informações de órgãos do governo.<br />
- Claro que sou favorável à divulgação. Devo dizer que o secretário da Receita foi honesto ao admitir isso (que sabe quem foi), mas é insuficiente, tem que dar o nome. Uma coisa fica caracterizada: foi usado o aparato governamental para espionar gente. E não é a primeira vez. Isso aconteceu no caso do caseiro (Francenildo Costa, do episódio envolvendo o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci), no caso da (ex-primeira-dama) Ruth Cardoso, dentro da Casa Civil (quando teria sido montado um dossiê sobre os gastos com cartão corporativo), e isso está acontecendo agora com o Eduardo Jorge, que é do PSDB, dentro da Receita. Um partido (o PT) pega informações que são sigilosas e usa na política, desrespeitando os direitos dos cidadãos.<br />
Em resposta a perguntas do Senador Álvaro Dias (PSDB-PR), Cartaxo confirmou que servidores da Receita fizeram buscas aos dados fiscais de Eduardo Jorge, mas não quis dar detalhes das transações.<br />
- Os acessos foram feitos por vários funcionários. Eu sei os nomes dos funcionários, sei as unidades onde estão lotados, sei a hora, o dia, o mês e as máquinas usadas para os acessos. Entretanto, essas informações estão protegidas por sigilo - disse Cartaxo.<br />
Na fase final do depoimento, por insistência dos Senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Geraldo Mesquita (PMDB-AC), Cartaxo cedeu um pouco. O secretário disse que as declarações foram acessadas &quot;cinco ou seis vezes&quot;, mas fora de Brasília. Disse que não recebeu qualquer pedido do Ministério Público ou da Justiça para vasculhar as declarações de Eduardo Jorge:<br />
- Não tramitou no gabinete do secretário nenhum pedido de quebra de sigilo.<br />
Álvaro Dias não gostou das explicações. O Senador afirmou que esta não é a primeira vez que vazam informações da Receita. Dias argumentou que, em 2006, o auditor Washington Afonso Rodrigues foi denunciado por vasculhar o sigilo de 13 mil pessoas e que nenhuma providência teria sido adotada.<br />
- Não houve apenas quebra de sigilo fiscal. Houve quebra de sigilo bancário também. Tudo isso diz respeito a uma central de dossiês que estava sendo organizada e foi desmontada, em razão de divergências internas na campanha da senhora Dilma Rousseff - disse Álvaro Dias. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 15 Jul 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3634</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Receita já sabe quem acessou IR de tucano, mas não conta</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3635</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Órgão se nega a dar nome do suspeito de ver dados de Eduardo Jorge e diz que investigação deve durar 120 dias
<p>
A Receita Federal já tem o nome de ao menos um auditor suspeito de acessar com &quot;motivação duvidosa&quot; a declaração de Imposto de Renda do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas. Os dados fiscais do tucano abasteceram dossiê levantado pelo &quot;grupo de inteligência&quot; da então pré-campanha presidencial de Dilma Rousseff (PT), com o suposto objetivo de atingir a candidatura de José Serra (PSDB). No momento, a sindicância se concentra nos acessos às declarações de 2008 e 2009 do tucano. Ontem, em depoimento no Senado, o secretário da Receita, Otacílio Cartaxo, disse que, após 20 dias de investigação interna, já sabe o dia, a hora, os computadores usados e os nomes dos funcionários que acessaram os dados. Ele se negou a revelar esses detalhes, mas disse que ¿cinco ou seis&quot; acessos foram de &quot;fora de Brasília&quot;. Segundo Cartaxo, a sindicância sobre o vazamento deve durar 120 dias.
</p>
<p>
Receita já tem nome de quem viu IR de tucano, mas se recusa a contar Em depoimento na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o secretário Otacílio Cartaxo se negou a informar a identidade do auditor que teve acesso aos dados de Eduardo Jorge para, supostamente, atingir a candidatura de José Serra ao Planalto
</p>
<p>
Rui Nogueira, Rosa Costa, de Brasília - O Estado de S.Paulo
</p>
<p>
A Receita Federal já tem o nome de pelo menos um auditor suspeito de acessar &quot;com motivação duvidosa&quot; a declaração de Imposto de Renda do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas. No momento, apurou o Estado, a sindicância se concentra nos acessos às declarações de 2008 e 2009 do tucano.<br />
Os demais acessos feitos por outros auditores, entre 2005 e 2009, foram preliminarmente considerados &quot;motivados&quot;, isto é, com &quot;razões explícitas de trabalho&quot;.<br />
Ontem, em depoimento na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o secretário da Receita, Otacílio Cartaxo, disse que, depois de 20 dias de investigação interna, já sabe o dia, a hora, os computadores usados e os nomes dos funcionários que acessaram os dados de Eduardo Jorge. Apesar de ter pelo menos um suspeito, Cartaxo se recusou a dizer o nome desse auditor e dos demais que tiveram acesso ao IR do tucano e apresentaram justificativas aceitáveis para o trabalho.<br />
Os dados fiscais de Eduardo Jorge abasteceram dossiê levantado pelo chamado &quot;grupo de inteligência&quot; da então pré-campanha da petista Dilma Rousseff. A papelada foi amealhada por arapongas ligados ao empresário Luiz Lanzetta, na ocasião integrante do núcleo de comunicação do comitê, para supostamente atingir a candidatura de José Serra (PSDB).<br />
Na apuração preliminar, o auditor suspeito da Receita apresentou justificativas que, segundo fontes do Fisco, precisam de &quot;melhor investigação&quot;.<br />
Segundo Cartaxo, houve, &quot;fora de Brasília, em torno de cinco ou seis acessos&quot; aos dados fiscais do vice-presidente do PSDB. &quot;Sei o nome deles, onde estão lotados, o dia e a hora e a máquina que utilizaram&quot;, afirmou, na audiência pública realizada na CCJ do Senado.<br />
Indagado pelo senador Geraldo Mesquita (PMDB-AC), Cartaxo alimentou a especulação de que a violação teria ocorrido em São Paulo, ao descartar apenas Brasília como local do ocorrido.<br />
Prazo. Convidado por iniciativa do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) para falar sobre o caso, o secretário disse não haver hipótese de a Receita concluir a apuração antes das eleições de outubro. Segundo ele, a comissão de sindicância que investiga o vazamento, iniciada em 21 de junho, deve durar o prazo máximo previsto, de 120 dias. &quot;Caso contrário, há o risco de ser impugnada&quot;, alegou.<br />
Cartaxo reiterou várias vezes que não houve violação nem invasão do sistema de proteção da Receita. &quot;Vazamentos são pontuais e casuais&quot;, justificou. &quot;Felizmente ficou constatado que não houve a violação ou invasão do sistema através de hackers.&quot;<br />
As afirmações de Cartaxo não surpreenderam os senadores. Para Dias, o secretário &quot;confessou&quot; que os dados saíram da Receita, &quot;como se pensava&quot;. Na opinião do tucano ouve &quot;uma orquestração&quot; para tentar atingir os candidatos adversários do governo, referindo-se também ao empresário Guilherme Leal, vice da candidata do PV, Marina Silva.<br />
Francenildo. Nas duas horas em que esteve na comissão, Cartaxo tentou defender os funcionários da Receita, sem muito sucesso. Os senadores citaram episódios de quebra ilícita do sigilo fiscal que até hoje não foram explicadas. Um dos casos citados foi o do caseiro Francenildo dos Santos Costa, cuja violação da conta bancária na Caixa Econômica Federal teria começado pelo acesso a seus dados na Receita. &quot;Pedi informações sobre o episódio e até hoje não me deram&quot;, disse Dias.
</p>
<p>
Quebra de sigilo<br />
12 de junho<br />
&quot;Folha&quot; revela quebra de sigilo de dados fiscais de Eduardo Jorge<br />
14 de junho<br />
PT pede abertura de inquérito para apurar vazamento<br />
23 de junho<br />
Otacílio Cartaxo (foto) é convidado a depor no Senado<br />
24 de junho<br />
Receita Federal abre sindicância<br />
8 de julho<br />
Cartaxo confirma que declarações de tucano foram consultadas
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 15 Jul 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3635</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Secretário nega invasão a banco de dados da Receita</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3636</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Dados de políticos divulgados em jornal foram acessados por servidores
<p>
O secretário da Receita Federal, Otacílio Dantas Cartaxo, afirmou ontem aos Senadores da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado, que investigações preliminares descartam a possibilidade de invasão ao banco de dados da instituição. As apurações, afirmou, apontam para cinco ou seis servidores como possíveis responsáveis pela quebra de sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, e de Guilherme Leal, candidato a vice na chapa da presidenciável Marina Silva (PV).<br />
Ele informou também que a Corregedoria-Geral da instituição investiga o caso e que um processo administrativo disciplinar está em curso para apurar responsabilidades. Os eventuais indícios de crime serão encaminhados ao Ministério Público Federal.<br />
Respondendo ao Senador Alvaro Dias (PSDB-PR), que requereu a audiência pública, o secretário afirmou saber dia, hora e máquina, bem como o nome dos servidores que acessaram as informações, que foram publicadas no jornal Fo lha de S.Paulo. Ele acrescentou, respondendo a questionamento do Senador Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC), que o acesso não se deu em Brasília.<br />
Segundo o secretário da Receita, o acesso às informações é permitido apenas a servidores previamente qualificados, por meio de senha ou certificação digital, e em razão da tarefa desempenhada.<br />
É ilusão pensar que qualquer analista da Receita possa acessar e bisbilhotar declaração de contribuinte.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 15 Jul 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3636</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Receita tem cinco suspeitos de violação</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3637</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Luciana Otoni, de Brasília
<p>
A Corregedoria-Geral da Receita Federal investiga cinco acessos suspeitos de violação dos dados fiscais do Imposto de Renda do vice-presidente executivo do PSDB, Eduardo Jorge Caldas. As conclusões da apuração serão conhecidas no fim de outubro, quando vence o prazo legal de 120 dias para o órgão concluir as investigações.<br />
As informações foram prestadas pelo secretário do órgão, Otacílio Cartaxo, em audiência ontem na Comissão de Fiscalização e Justiça (CCJ) do senado.<br />
O secretário da Receita Federal disse ter conhecimento dos nomes dos servidores que tiveram acesso às informações do Imposto de Renda do tucano, as máquinas usadas, o dia e a hora em que os acessos foram feitos, mas que não poderia revelar as informações sob pena de prejudicar as investigações e abrir precedente para que as conclusões da Corregedoria sejam questionadas pelo Poder Judiciário.<br />
Presente à audiência da Comissão de Constituição e Justiça do senado, Eduardo Jorge cobrou celeridade das apurações por considerar que um suposto dossiê estaria sendo elaborado com fins eleitoreiros. Por isso, argumentou ele, as investigações deveriam ser encerradas antes do primeiro turno das eleições. &quot;Vou dar um voto de confiança à Corregedoria-Geral da Receita. Mas não espero muita coisa e nem que os responsáveis sejam identificados a tempo&quot;, afirmou o vice-presidente do PSDB.<br />
Nas quase três horas de audiência, o secretário fez a defesa do sistema de informações da Receita Federal dizendo ter ficado tranquilizado quando se constatou, nas investigações preliminares, que a invasão ao banco de dados não foi feita por hackers. Ele também defendeu o corpo técnico do órgão. &quot;Os acessos não são permitidos a todos os analistas e auditores. É ilusão pensar que qualquer analista pode acessar o banco de dados e bisbilhotar os dados fiscais. Essa é uma visão equivocada&quot;, frisou Otacílio Cartaxo .<br />
O senador Álvaro Dias (PSDB-PR), autor do requerimento de convocação de Otacílio Cartaxo, criticou a quebra do sigilo fiscal de Eduardo Jorge e também o vazamento de dados fiscais da empresa de cosméticos Natura, cujo presidente, Guilherme Leal, é vice da candidata do PV, Marina Silva, na disputa pela Presidência da República.<br />
O senador tucano voltou a dizer que a quebra do sigilo teria a finalidade de montar dossiês para serem expostos durante o período eleitoral. Álvaro Dias também citou o nome de Washington Afonso Rodrigues, servidor da Receita Federal acusado por ele de ser o responsável por 30 mil acessos nos quais teriam sido violados dados fiscais de 13 mil pessoas, entre políticos, magistrados, juízes e jornalistas.<br />
O banco de dados do fisco federal possui informações de 150 milhões de declarações do Imposto de Renda.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 15 Jul 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3637</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>PF vai apurar vazamento de dados de tucano</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3573</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Inquérito sobre divulgação de informações fiscais de Eduardo Jorge foi ordenado a partir de pedidos de PT e PSDB
<p>
Adriana Vasconcelos e Jailton de Carvalho
</p>
<p>
BRASÍLIA. A Polícia Federal anunciou ontem que vai abrir inquérito para apurar o vazamento de dados fiscais sigilosos do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas. A ordem para a abertura de inquérito foi da CorregedoriaGeral da PF, a partir da análise de pedidos do PT e do PSDB.<br />
Eduardo Jorge disse estar convencido de que o vazamento partiu do banco de dados da Receita Federal para a campanha presidencial da ex-ministra Dilma Rousseff (PT).<br />
O tucano espera ainda ter poderes para pedir diligências à PF. A partir daí, ele entende que poderá desmentir a versão apresentada pelo PT de que seu sigilo fiscal teria sido vazado pelo Ministério Público. Na sessão de interrogatório do delegado Onézimo Sousa, no Senado, na semana passada, o deputado José Genoino (PT-SP) disse que, se o PSDB quisesse mesmo saber a origem do vazamento, poderia consultar o Ministério Público em Brasília. Dilma também sugeriu que os dados saíram do Ministério Público.<br />
Tucano rejeita versão de que dados saíram do MP Parte dos dados fiscais violados faz parte de uma investigação da Procuradoria da República no Distrito Federal sobre suposto envolvimento dele com lavagem de dinheiro. A investigação foi suspensa pela Justiça Federal a pedido de Eduardo Jorge, depois dos primeiros vazamentos, no início de 2009. O tucano alega que os dados fiscais relativos ao ano passado, também divulgados, não constariam nas investigações da Procuradoria.<br />
¿ Se tivesse sido o Ministério Público, o governo mostraria a requisição dos dados, assim como o ofício de encaminhamento e o registro do sistema mostrando que o acesso ocorreu apenas numa data específica ¿ argumenta.<br />
A PF refutou o pedido do deputado Marcelo Itagiba (PSDBRJ) para que fosse investigada formação de quadrilha para produção de dossiês por ex-integrantes da pré-campanha da ministra Dilma. Segundo a polícia, não é crime fazer dossiês.<br />
Para o vice-presidente do PSDB, a quebra do seu sigilo fiscal reforça um modo de operar do PT semelhante ao utilizado em relação ao caseiro Francenildo dos Santos, que teve seu sigilo bancário quebrado após denúncias contra o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, hoje entre os coordenadores da campanha de Dilma.<br />
¿ Parece que está no sangue deles ¿ acusa.<br />
CCJ aprova novo convite a secretário da Receita Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o Senador Álvaro Dias (PSDBPR) aprovou ontem mais um convite para que o secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, esclareça as denúncias de vazamento de dados fiscais do vice-presidente executivo do PSDB.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 24 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3573</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>CCJ convida chefe do Fisco para depor sobre vazamento</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3575</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Para oposição, Cartaxo terá interesse em comparecer para dar sua versão sobre divulgação de dados fiscais do tucano Eduardo Jorge<br />
Rosa Costa<br />
BRASÍLIA
<p>
Para manter pressão sobre a candidatura da petista Dilma Rousseff, a oposição aprovou ontem convite para o secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, depor na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ). A ideia é repercutir o suposto vazamento ocorrido no órgão de dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas.<br />
O convite a Cartaxo, de iniciativa do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), foi aprovado ontem na comissão, antes da sabatina de candidatos ao cargo de ministros do Superior Tribunal Militar (STM) e do Superior Tribunal do Trabalho (TST). Nenhum parlamentar aliado do governo estava presente.<br />
Como foi um convite, Cartaxo não é obrigado a comparecer. Mas a sua recusa abrirá espaço para a CCJ recorrer, para que o plenário transforme a iniciativa numa convocação.<br />
O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) acredita que o secretário terá interesse em comparecer para dar sua versão dos fatos. &quot;Ele não vai querer que prevaleçam apenas as informações do delegado aposentado da Polícia Federal Onézimo Souza&quot;, disse, referindo-se aos fatos relatados pelo policial, na semana passada, à Comissão Mista de Controle de Atividades de Inteligência do Congresso.<br />
Na ocasião, Onézimo disse ter recebido a proposta de assessores da campanha da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, para que preparasse um dossiê contra o adversário do PSDB, José Serra.<br />
Para Dias, é &quot;visível&quot; que tanto o vazamento de dados fiscais como o dossiê têm motivação eleitoral. &quot;E até que se prove o contrário, as informações saíram da Receita&quot;, afirmou. Como indício, o senador diz que informações sobre o empresário Guilherme Leal, controlador da empresa Natura, investigada por supostas irregularidades fiscais, só foram divulgadas após ele aceitar a vaga de vice na chapa presidencial de Marina Silva (PV-AC).<br />
Outro ponto que, segundo Álvaro Dias, torna o convite &quot;irrecusável&quot; para Cartaxo é a iniciativa da CCJ de encaminhar todos os depoimentos sobre suspeitas de espionagem ao Ministério Público Federal. &quot;E se ele não comparecer, sua omissão será entendida como uma falta de argumento para explicar tantos fatos escabrosos&quot;, disse o tucano. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 24 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3575</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Coluna - Cláudio Humberto</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3576</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Com: Tereza Barros e Tiago de Vasconcelos
<p>
E-mail: ch@claudiohumberto.com.br<br />
www.claudiohumberto.com.br
</p>
<p>
FRASE<br />
&quot;Quebra ilegal de sigilo fiscal é um comportamento de marginais&quot;<br />
Senador Álvaro Dias (PSDB-PR) e a violação do sigilo do ex-ministro Eduardo Jorge
</p>
<p>
RECEITA DISPERSA O ESQUEMA DE ARAPONGAGEM<br />
A Receita Federal pulverizou por vários setores funcionários lotados na Coordenação-Geral de Pesquisa e Investigação, que seria encarregada de vasculhar a vida fiscal alheia, sem mandado judicial, por ordem da Presidência da República. O objetivo da dispersão seria dificultar eventual investigação da quebra de sigilo fiscal de generais, revelada nesta coluna em 10 de maio, e do ex-ministro de FHC Eduardo Jorge.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 24 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3576</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Explicações da Receita</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3577</link>
    <description>
    <![CDATA[
    A ausência de senadores governistas permitiu ontem a aprovação, sem nenhuma resistência, do requerimento do PSDB para convidar o secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, para depor na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) sobre a quebra ilegal de sigilo fiscal do vice-presidente do partido, Eduardo Jorge.<br />
Conforme reportagem da Folha de S.Paulo do Jorge, levantados pelo &quot;grupo de inteligência&quot; da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência, saíram diretamente dos sistemas da Receita, como atestam documentos aos quais a reportagem teve acesso.<br />
Os dados de Eduardo Jorge fazem parte do material coletado para fabricar dossiês contra tucanos, incluindo, claro, o candidato à Presidência da República, José Serra.<br />
Como autoridade, Cartaxo deve atender ao chamado do Senado. Ele tem o direito de escolher a data para depor. Em outras ocasiões, como quando os senadores convidaram a candidato do PT à Presidência, Dilma Rousseff, para depor, o governo conseguiu derrubar o requerimento posteriormente.
<p>
VIOLAÇÃO CONFIRMADA<br />
O formato dos documentos obtidos pela reportagem é exclusivo do fisco. Eduardo Jorge confirmou a veracidade das informações e confrontou os papéis obtidos pela Folha de S. Paulo com as copias das declarações que enviou para a Receita. O tucano afirma que o seu sigilo fiscal foi violado.<br />
O requerimento para ouvir Cartaxo é do vice-líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR). Apenas ele e o presidente da CCJ, Demóstenes Torres (DEM-GO), estavam presentes na sessão quando o pedido foi votado.<br />
Dias classificou a quebra ilegal de sigilo de &quot;comportamento de marginais&quot;, que não apenas cometem crime tributário, como também ferem a Constituição. Em seu pedido, Álvaro Dias cita também o vazamento de informações sobre processos que a Receita move contra a Natura, empresa da qual é sócio Guilherme Leal, candidato a vice na chapa de Marina Silva (PV) à Presidência da República. A história do dossiê que seria preparado pelo comitê de Dilma Rousseff acabou provocando a reação do PT de processar Serra por causa de suas afirmações.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 24 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3577</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>A crônica do dinheiro no desastre anunciado</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3570</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Tragédia das águas<br />
Apenas por meio de medidas provisórias, governo gastou mais de R$ 10 bilhões, desde 2002, para &quot;ações imprevisíveis&quot;. Especialistas criticam falta de investimento em prevenção<br />
Edson Luiz, Igor Silveira e Larissa Leite
<p>
Todos os anos, o governo federal se vê em meio a uma agenda quase previsível de desastres naturais. Geralmente são tempestades, alagamentos e deslizamentos de terra de dezembro a março nas regiões Sul e Sudeste. Na mesma proporção, de abril a agosto, esses fenômenos tendem a atingir Norte e Nordeste. Mesmo assim, os gastos com medidas emergenciais seguem cada vez maiores. Do início da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002, até o momento, foram gastos R$ 10,95 bilhões, por meio de medidas provisórias destinadas às chamadas ¿ações imprevisíveis¿, que abrangem os desastres naturais, ajudas a países internacionais e epidemias, por exemplo.<br />
O levantamento realizado pelo PSDB aponta que, só este ano, foram gastos R$ 3,3 bilhões. Coordenador do Centro de Apoio Científico em Desastres (Cenacid), ligado à Universidade Federal do Paraná (UFPR), o professor Renato Lima diz que o governo federal poderia diminuir drasticamente esses valores se os investimentos fossem feitos, adequadamente, em infraestrutura, para prevenir tragédias causadas pelo mau tempo, e em preparação para que profissionais possam ser mais eficientes em momentos críticos.<br />
&quot;Não é possível evitar os desastres naturais, mas essas tragédias vêm se repetindo ano após ano e o governo recebe essas situações como se fossem novidades. Cada real gasto antes economizaria 100 vezes mais depois. O trabalho de prevenção e preparação tem de ser um esforço permanente e não algo esporádico&quot;, ressaltou Lima.<br />
Nóris Costa Diniz, professora de risco geológico do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB), explica que um dos problemas na região atingida pelas chuvas no Nordeste é que as cidades ocupam margens de rios. Isso ficou constatado pela Defesa Civil de Pernambuco e de Alagoas, que registraram os casos mais graves das enchentes que atingiram os dois estados. Nóris explica que não há monitoramento dos leitos dos rios, o que impossibilita a previsão de alagamentos.<br />
A especialista ressalta que a falta de previsão também surpreende as populações que residem às margens dos rios. ¿Da forma como as chuvas vieram, pode ocasionar uma tromba d´água¿, explica Nóris. ¿Tudo é uma questão de planejamento urbano¿, avalia a professora da UnB.<br />
Outra crítica comum feita ao governo federal sobre momentos de desastres naturais foi lembrada pelo senador Álvaro Dias (PSDB-PR). Para ele, há muitas dificuldades para que as verbas cheguem aos destinos, especialmente para a reconstrução das áreas atingidas. ¿Basta lembrar o que aconteceu em Santa Catarina, em 2008, e no Rio de Janeiro, em abril de 2010. Eu vejo muita generosidade por parte do governo para causas internacionais e muito pouca boa vontade com os brasileiros¿, disse.<br />
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, informou, ontem, que enviará ao Congresso, em 45 dias, um projeto para facilitar as transferências de verbas nesses casos de emergência. A reportagem do Correio procurou a Secretaria de Defesa Civil, do Ministério da Integração Nacional, mas não obteve retorno.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 23 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3570</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Serra acusa Lula de uso eleitoral da máquina</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3562</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Tucano afirma que programa de combate ao crack lançado pelo governo federal foi baseado em pesquisas e serviu para ajudar a candidata petista<br />
Carolina Freitas
<p>
AGÊNCIA ESTADO<br />
Estratégia. Para tucano, adversários fazem terrorismo<br />
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, acusou ontem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de usar a máquina pública em benefício da candidata do PT, Dilma Rousseff. Para o tucano, um exemplo disso foi o lançamento de um programa de combate ao crack feito no mês passado pelo governo federal.<br />
Serra disse que, após sete anos e meio de governo, os petistas souberam por pesquisas de opinião da preocupação do eleitor com o crack e lançaram o programa. &quot;É uma tabelinha quase perfeita de uso da máquina. A candidata fala e o governo lança o plano&quot;, afirmou, em sabatina promovida ontem pelo jornal Folha de S. Paulo e pelo portal UOL.<br />
O tucano acusou os adversários de usarem de &quot;terrorismo&quot; para tentar minar sua campanha e sua imagem, principalmente em debates regionais e pela internet. Citou um texto divulgado em blogs por uma pessoa ligada a Lula e Dilma afirmando que ele acabaria com o ProUni caso eleito. &quot;Eu nunca disse isso. Tem tanta coisa maluca espalhada. Esse é o método terrorista. Não violento, mas terrorista.&quot;<br />
Questionado sobre privatizações, tema polêmico que despertou boatos e tirou votos de Geraldo Alckmin, candidato tucano à Presidência em 2006, Serra classificou o tema como um &quot;falso assunto&quot;. &quot;Não vejo muito espaço para mais privatizações, mas esse debate sempre é feito com terrorismo&quot;, disse.<br />
&quot;Esta será uma eleição difícil&quot;, avaliou. Exemplo dessa dificuldade, disse, foi a suposta preparação de um dossiê contra ele por colaboradores da campanha de Dilma. Para o candidato, existe uma tendência de &quot;culpar a vítima&quot; em casos como esse. &quot;Até hoje não houve nenhum pedido de desculpas pelo episódio dos aloprados, o que significa que eles vão continuar fazendo.&quot;<br />
Em Brasília, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, reagiu às declarações de Serra, segundo as quais Dilma deveria se desculpar e afastar os assessores acusados de envolvimento no suposto dossiê. &quot;Quem tem de pedir desculpas é quem está buscando relacionar essa história de dossiê, que não tem nada a ver com a pré-campanha da ministra Dilma&quot;, declarou. &quot;Já está muito claro pela fala dos coordenadores da campanha, de outras pessoas envolvidas na campanha, que não teve nenhuma relação com a coordenação da campanha, com nenhum coordenador da campanha nem com campanha, nem da campanha da ministra Dilma ou com PT nacional.&quot;<br />
O PSDB articula para chamar o secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, para depor na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado sobre a quebra ilegal de sigilo fiscal do vice-presidente do partido, Eduardo Jorge.<br />
Ontem, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) avisou que apresentará amanhã, na comissão, um requerimento para que o pedido de convite seja aprovado.<br />
COLABORARAM TANIA MONTEIRO e ANA PAULA SCINOCCA 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3562</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>PSDB pede explicações à Fazenda sobre quebra de sigilo fiscal</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3563</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Paulo de Tarso Lyra, Raquel Ulhôa e Luciana Otoni, de Brasília
<p>
O PSDB quer explicações do secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, sobre a quebra do sigilo fiscal do vice-presidente do partido, Eduardo Jorge Caldas Pereira, e o vazamento de informações a respeito de processo contra empresa cujo controlador é o candidato a vice-presidente na chapa da senadora Marina Silva (PV-AC) à Presidência, Guilherme Leal.<br />
O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) apresentou requerimento na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) convidando Cartaxo para prestar esclarecimentos sobre os dois assuntos em audiência pública na própria comissão. A reunião da CCJ é quarta-feira. Se tiver quórum, o requerimento pode ser votado amanhã. No entanto, como se trata de convite, o secretário não é obrigado a comparecer. O senador tucano diz que Cartaxo é &quot;moralmente obrigado a comparecer, porque os crimes são graves&quot;.<br />
O jornal &quot;Folha de S. Paulo&quot; publicou reportagem no dia 2 de junho revelando que a empresa Natura, controlada por Leal, responde a cerca de 160 ações tributárias na Justiça. Segundo o jornal, a Natura está numa disputa com Estados e União para evitar o pagamento de R$ 1,2 bilhão em impostos, multas e honorários. A Folha publicou também fac-símile de documento que quebra sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge.<br />
Para o senador Álvaro Dias, o vazamento dessas informações &quot;afronta a Constituição, o Código Tributário e o Código Penal&quot;. Ele levanta suspeitas de haver motivação política, já que as informações foram reveladas durante a pré-campanha eleitoral. &quot;Por que não antes?&quot;, questiona.<br />
Para Dias, o assunto é tão grave que, em tese, poderia ser alvo de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). &quot;É claro que esse episódio surge nos subterrâneos da político e tem um fim extremamente eleitoreiro&quot;, protestou. Para ele, o fato de Guilherme Leal, um empresário conhecido há muito tempo, ter sido alvo de uma quebra de sigilo justamente nesse momento em que apresentou-se como vice de Marina Silva, é uma prova de que está em curso uma ação para desestabilizar as candidaturas de oposição.<br />
O líder do PSDB na Câmara, João Almeida (BA), afirmou estar ainda mais preocupado após as notícias mostrando que o Banco Central adquiriu novos computadores para monitorar constantemente alguns contribuintes especiais. &quot;Em tese, essa ideia é boa. Mas em tempos de disputa eleitoral e de vazamentos sigilosos, tudo pode ser usado de forma mesquinha&quot;.<br />
Para Gustavo Fruet (PSDB-PR), o candidato do PSDB a Presidente, José Serra (SP), não exagerou ao cobrar um pedido de desculpas públicas da candidata do PT, Dilma Rousseff. Para Fruet, está claro nas denúncias publicadas até o momento que o pedido de investigação e a quebra de sigilo partiram da coordenação de inteligência da campanha da petista.<br />
O ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel também cobrou explicações da Receita Federal. Ele citou outras denúncias de vazamento de dados fiscais de contribuintes pessoa jurídica (Banco Santander, BMF&Bovespa) e ressaltou que o Fisco federal brasileiro corre o risco de perder credibilidade. &quot;A Receita tem que investigar, apurar e punir o responsável pela quebra do sigilo fiscal porque essa pessoa tem nome e sobrenome&quot;. A Receita Federal, procurada, não quis falar sobre o assunto. O ministro da Fazenda, a quem a Receita está subordinada, também não quis comentar.<br />
O presidente do Sindifisco Nacional (orgão de representação dos auditores fiscais), Pedro Delarue, explicou ontem, a propósito das denúncias sobre vazamentos de documentos sigilosos na Receita, que há duas formas de vazamento de informações. A primeira seria através de um uso político da Receita na qual um ocupante de cargo de chefia determina a quebra do sigilo. A segunda seria através de um servidor do órgão. Ele, no entanto, descartou as duas possibilidades e disse que prefere não se pronunciar antes de se informar inteiramente sobre o vazamento dos dados. O presidente do Sindifisco Nacional interrompeu as férias para participar de uma reunião hoje em Brasília.<br />
Delarue informou que os servidores do fisco podem ter acesso às informações fiscais do contribuinte. E que, para isso, basta inserir o CPF e a senha no sistema. Esses dados que podem ser rastreados, permitindo a identificação do servidor. Delarue comentou que pretende acompanhará o caso, mas que o Sindifisco não se envolverá na questão.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3563</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>O vice sai até dia 30</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3566</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Eleições 2010<br />
Serra jura não estar estressado com a pressão de tucanos e do DEM pela definição do nome. A lista de favoritos inclui &quot;candidatas&quot;<br />
Ullisses Campbell
<p>
São Paulo ¿ O candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra, vai tentar bater o martelo sobre o nome do vice até o dia 30. Ontem, ele reconheceu que vem sendo pressionado, mas garantiu que não está estressado com a indefinição. Os nomes mais cotados são os senadores tucanos Sérgio Guerra, Tasso Jereissati e Álvaro Dias. O DEM tem esperança de emplacar na chapa o deputado baiano José Carlos Aleluia. A possível escolha de um candidato do Nordeste seria uma estratégia para arregimentar votos na região em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem seu maior reduto eleitoral.<br />
Para conquistar o voto feminino, principal alvo da sua concorrente Dilma Rousseff (PT), o tucano cogita ainda ter uma mulher na vice-presidência. As indicadas são a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) e Valéria Pires Franco (DEM-PA). ¿Também tenho uma enorme curiosidade para saber quem vai ser o meu vice¿, disse Serra, durante sabatina realizada ontem pelo jornal Folha de S. Paulo.<br />
Serra chegou a brincar quando falou da escolha do vice, dizendo que não faz questão de que seja um candidato discreto e que fale pouco, como foi Marco Maciel no governo Fernando Henrique Cardoso. ¿Qualquer indicação acaba em confusão. Por isso, prefiro esperar até o fim do mês. O meu vice pode falar muito, não tem problema. O Fernando Henrique que gosta de vice que fala pouco¿, ressaltou.<br />
Em entrevista ao programa Roda Viva, Serra negou que a demora na escolha do vice tenha gerado reclamações de aliados. Na época da pré-campanha, ele era alvo de críticas dentro do próprio PSDB porque não estava nas ruas dando visibilidade à sua candidatura e porque demorou a deixar o governo de São Paulo.<br />
O candidato assegurou que não vai acabar com o principal programa social do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o Bolsa Família, como vêm dizendo seus adversários políticos. ¿O programa é manipulado politicamente, mas não vou acabar com ele. Vou aprimorá-lo¿, assegurou. Ao ouvir críticas ao Bolsa Família feitas por tucanos, Serra lembrou que Lula chamava o programa social de ¿Bolsa Esmola¿ na época de Fernando Henrique Cardoso.
</p>
<p>
Gays<br />
O tucano estava com aspecto de cansado durante as duas horas de entrevista e tinha a aparência de quem não havia dormido durante a noite. Ele respondeu a questões polêmicas. Afirmou ser a favor da união civil de pessoas do mesmo sexo e da adoção de crianças por casais gays. ¿Tem tanto problema grave de crianças abandonadas no Brasil. Isso vale para qualquer tipo de casal, qualquer tipo de pessoa. Não vejo por que não aprovar isso¿, ressaltou.<br />
Segundo Serra(1), o governo federal errou ao tratar da divisão dos royalties de petróleo em ano eleitoral. ¿Em minha opinião, a questão dos royalties nunca poderia ter sido levantada em ano eleitoral. Acabou criando a sensação de que o pré-sal está ali na esquina.¿ Serra disse também discordar do modelo de partilha dos royalties, já aprovado pelo Congresso, porque tira recursos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. ¿Você não pode chegar para a cidade de Campos e dizer que a partir de amanhã isso acabou. Vai criar um colapso¿, disse.<br />
Sobre as eleições, Serra voltou a dizer que enfrentará uma corrida difícil e vai apostar todas as fichas na sua biografia política. Ele chegou a pedir aos eleitores que escolham o próximo presidente a partir da história dos candidatos, referindo-se veladamente à vida pública de Dilma, que é considerada curta para quem almeja ser presidente do Brasil.
</p>
<p>
1 - Alfinetada em Lula<br />
No início da noite, em Uberaba (MG), diante de plateia formada por produtores rurais e lideranças políticas da região do Triângulo Mineiro, José Serra criticou a aplicação de dinheiro público em instituições e organizações não governamentais (ONGs) ligadas ao MST. Serra foi a principal atração em evento fechado, promovido pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu. ¿Sem produzir o país não vai para frente. O problema maior da reforma agrária é fazer com que os acampamentos produzam para diminuir as desigualdades sociais, mas não pode haver dinheiro público em movimentos sociais`.
</p>
<p>
<br />
Dilma e o ritual dos palanques duplos
</p>
<p>
Ivan Iunes
</p>
<p>
A candidata à Presidência da República Dilma Rousseff (PT) deu a tônica, ontem, do que deve ser a postura de campanha nos estados com o palanque governista dividido entre petistas e o PMDB. A presidenciável teve de se equilibrar para evitar saias justas na convenção peemedebista na Bahia que lançou o deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) ao governo. Para evitar desconforto entre os dois partidos aliados, Dilma voltará ao estado no sábado para a convenção que lançará o governador Jaques Wagner (PT) à reeleição. A presidenciável desviou de responder a perguntas sobre o embate entre Geddel e o atual governador. ¿A gente sempre preferiu um palanque só. Não foi isso que aconteceu, então eu vou agora lidar com esse fato¿, resumiu a candidata.<br />
Em acordo prévio firmado entre Geddel e Wagner, os dois candidatos prometeram à coordenação da campanha de Dilma que evitariam cruzar ataques durante as convenções, para preservar a presidenciável. No encontro de ontem, o deputado e integrantes de 11 partidos da coligação não citaram o atual governo baiano. ¿Não ficarei olhando se saiu de sua boca uma palavra de mais ou menos carinho. Faça o que a sua consciência indica¿, afirmou Geddel, em relação à disputa pelo apoio da candidata. Em retribuição, Dilma afirmou que estará em todos os palanques de apoiadores. Prefeitos e políticos que discursaram no evento antes da chegada da ex-ministra da Casa Civil, contudo, atacaram Wagner.
</p>
<p>
Inexperiência<br />
Aos militantes, Dilma Rousseff minimizou os ataques do candidato tucano, José Serra, que a acusou de não ter experiência administrativa suficiente para disputar o cargo. A petista apontou que os adversários estariam confundindo experiência administrativa com eleitoral, ao atacá-la. ¿Até lamento não ter experiência eleitoral, mas depois de estar à frente de todos os principais projetos do governo Lula, posso dizer que governar eu sei¿, afirmou Dilma. Hoje, a agenda da candidata segue no Nordeste, em Caruaru (PE). Ela vai dar entrevistas, almoçar com o governador, Eduardo Campos (PSB), e, segundo previsões dos assessores, participar do são-joão no município. Amanhã, vai a João Pessoa e deve visitar outra festa regional, em Campina Grande (PB).
</p>
<p>
<br />
Guinada à direita<br />
Se Dilma preferiu o tom mais comedido ontem em relação aos ataques de Serra ao PT e à candidata, o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza, partiu para a linha de frente contra o candidato tucano à Presidência. Vaccarezza sustentou que o principal rival de Dilma na corrida pelo Palácio do Planalto deixou de lado ¿a pele de cordeiro¿, tirou o disfarce e passou a apresentar ideias do que chamou de velha direita.<br />
¿Não sei se você lembra quando a Dilma disse que ele estava vestindo uma pele de cordeiro, mas de vez em quando as patinhas apareciam. Não deu certo. Então, ele tirou a pele de cordeiro e agora é a velha aliança à direta, que governou um país no período do PSDB com o antigo PFL (atual DEM)¿, afirmou.<br />
Para Vaccarezza, a petista está tendo de lidar com um concorrente que não tem proposta e que tenta desviar a atenção do debate de planos. &quot;O Serra deu uma guinada à direita em todas as questões: ataque à Bolívia, ataque ao Mercosul, ataque à independência do Brasil em relação aos EUA. A próxima vai ser a aceitação de um nome do DEM para vice.&quot; 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3566</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Vice não estressa tucano</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3568</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Mas candidato do PSDB diz que tem enorme curiosidade para saber quem será
<p>
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, afirmou ontem, ao ser questionado sobre o vice que irá compor sua chapa, que também tem uma &quot;enorme curiosidade&quot; em saber o nome do político que vai ocupar a vaga. &quot;Eu também tenho uma enorme curiosidade. Até o fim do mês resolve. Essa não tem sido uma questão estressante para mim, nem para grande parte do PSDB&quot;, disse ele durante sabatina da Folha de S.Paulo Hoje, os mais cotados são Sérgio Guerra, Tasso Jereissati e Álvaro Dias, todos senadores do PSDB. No DEM, José Carlos Aleluia, deputado baiano, tem chances também. Respondendo a uma pergunta se seria o candidato da continuidade ou da mudança, o tucano afirmou que será o &quot;candidato do avanço&quot;. Um dos entrevistadores da sabatina, jornalista Fernando Rodrigues, citou uma frase do presidente do PSDB, Sérgio Guerra, criticando o programa Bolsa Família, e Serra emendou: &quot;É uma pena que você tenha pesquisado e deixado de ver o que o Lula falou. Antes de ser presidente, Lula e o PT chamavam o programa de Bolsa Esmola&quot;.<br />
Serra falou sobre sua relação de congressista com o governo Fernando Collor para dizer que não faz oposição do &quot;tudo ou nada, do quanto pior, melhor&quot;. O tucano acusou o PT de fazer &quot;terrorismo&quot; contra sua candidatura. Ele culpou os petistas por boatos de que acabaria com o Bolsa Família ou o ProUni, marcas de sucesso do governo Lula. &quot;Isso nunca me passou pela cabeça. É como dizer que é contra a energia elétrica, a água encanada&quot;, reclamou. &quot;Tem tanta coisa maluca espalhada que eu não quero nem falar. Depois endureceu o tom: &quot;Esse é o método terrorista. Não violento, mas terrorista.&quot;
</p>
<p>
MARCA É TRABALHO<br />
O tucano afirmou que governo não precisa ter uma marca específica. &quot;Eu não acho que tenha que ter uma marca. Acho que tem que trabalhar muito. A minha marca foi trabalhar muito.&quot;<br />
O presidenciável citou suas principais realizações no Ministério da Saúde, como genéricos, programa contra a Aids e campanha de vacinação contra a gripe, para dizer que nenhuma delas foi uma marca de sua gestão, e o famoso vídeo em que orienta a população a tomar cuidado com o porquinho para evitar a gripe suína. &quot;Essa é uma das grandes gozações que eu sofri na minha vida pública, a coisa do porquinho.&quot;<br />
Serra afirmou que o governo errou ao tratar da polêmica sobre os royalties de petróleo em ano eleitoral. &quot;A questão dos royalties nunca poderia ter sido levantada em ano eleitoral. Para quê? Criou-se a sensação de que o pré-sal está aí na esquina. Levantar em ano eleitoral é trazer a discórdia e a desavença para o País.&quot;
</p>
<p>
SAIBA +<br />
Serra diz que discorda da partilha dos royalties do pré-sal, aprovado pelo Congresso, que tira recursos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. &quot;Lógico. Tira tudo do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, que estão crescendo com isso&quot;. Ele acrescentou: &quot;Você não pode chegar para a cidade de Campos e dizer que a partir de amanhã isso acabou. Você vai criar um colapso. Óbvio que há uma reação muito forte. A troco de quê? Não faz sentido.&quot; Ele disse ainda que não se opõe à criação de um nesta tal que administrará o pré-sal.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3568</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>CCJ aprova parcelamento de multas em 6 vezes</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3547</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado projeto de lei que autoriza o parcelamento do pagamento das multas de trânsito em até seis vezes. Para o relator, senador Álvaro Dias (PSDB-PR), a medida reduzirá a inadimplência na quitação de multas. &quot;A depender da natureza da infração cometida, a penalidade pode atingir valores incompatíveis com a capacidade de pagamento de grande parte dos infratores.&quot; O texto agora será encaminhado para a Câmara dos Deputados. <br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 17 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3547</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Oposição e governistas unidos</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3538</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Em ano eleitoral, partidos elogiam decisão pelo aumento
<p>
Adriana Vasconcelos
</p>
<p>
BRASÍLIA. De olho nos votos dos cerca de oito milhões e meio de aposentados que ganham acima do salário mínimo, beneficiados pelo reajuste de 7,7% sancionado pelo presidente Lula, tanto representantes da oposição quanto do governo comemoraram a decisão do governo. Para os governistas, como o líder do PMDB no senado, Renan Calheiros (AL), o presidente acertou ao resistir à pressão da equipe econômica. E a oposição disse que, graças às eleições, Lula fez justiça aos aposentados.<br />
- Foi uma decisão acertada, e o reajuste dos aposentados não afeta o ajuste fiscal. A própria economia vai recompensar esse gasto - comemorou Renan.<br />
O senador Paulo Paim (PT-RS), um dos principais defensores dos aposentados no Congresso, também comemorou, mas avisou que não se contentará com esse aumento:<br />
- Lula tem a sensibilidade dos trabalhadores. Eu esperava a sanção do reajuste. Quanto ao fim do fator previdenciário, continuo lutando pela derrubada.<br />
O líder do governo no senado, Romero Jucá (PMDB-RR), não escondeu o alívio com a decisão. Havia um temor de que o veto provocasse desgaste, com implicações até em votações futuras do Congresso, como a do pré-sal.<br />
Nem mesmo o PSDB considerou que o reajuste seja um problema para as contas públicas. Para o vice-líder do PSDB no senado, Álvaro Dias (PR), Lula acertou:<br />
- O presidente agiu corretamente. Não cabia a ele ir contra um aumento aprovado, quase por unanimidade, pelo Congresso.<br />
Crítico do aumento de gastos do governo, o deputado Arnaldo Madeira (PSDB-MG) disse que seria incorreto o veto, mas ressalvou:<br />
- O discurso de Lula de que não tomaria uma decisão eleitoreira foi para o espaço. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 16 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3538</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Reajuste de 7,7% vira realidade</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3541</link>
    <description>
    <![CDATA[
    ANA PAULA SIQUEIRA , Jornal do Brasil
<p>
BRASÍLIA - Depois da queda de braço travada entre o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto, o presidente Lula sancionou, terça-feira, o reajuste de 7,7% para os aposentados e pensionistas que recebem mais de um salário mínimo. O fim do fator previdenciário, entretanto, foi vetado. O dinheiro a mais virá da redução de despesas com emendas parlamentares e custeio. O benefício é retroativo a janeiro, deve ser processado em julho, e ser concedido a partir de agosto.<br />
Foram cerca de quatro horas de reunião entre Lula, sua equipe econômica e os ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, além do líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza.<br />
O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, a poucas horas da estreia do Brasil na Copa do Mundo. Mantega garantiu que não haverá redução em investimentos e que o reajuste será concedido de modo a não comprometer o equilíbrio fiscal.<br />
- Isso é sagrado - garantiu o ministro.
</p>
<p>
Fazenda nega derrota<br />
Apesar de o governo negar que tenha cedido a pressões, o ministro admitiu que a aprovação do reajuste no Congresso gerou grande expectativa entre os aposentados e pensionistas. Mas descarta ter ocorrido derrota da equipe econômica para os parlamentares.<br />
Já o líder do governo na Câmara descartou que a decisão tenha sido tomada de olho nas eleições de outubro.<br />
- Se não tivesse condição de manter a responsabilidade fiscal, não seria mantido (o reajuste) - garantiu Vaccarezza.<br />
A diferença entre a proposta inicial encaminhada pelo Executivo, de 6,14%, e o que foi sancionado terça-feira pelo presidente, 7,7%, será de cerca de R$ 1,6 bilhão. A expectativa é reduzir os gastos na mesma proporção do reajuste concedido.
</p>
<p>
Tempo<br />
O ministro da Previdência afirmou que o reajuste deverá começar a ser pago em agosto. Segundo Carlos Eduardo Gabas, é preciso tempo para fazer os ajustes necessários entre os 6,14% e os 7,7%. O pagamento retroativo deverá ser processado em julho. A questão operacional será decidida entre os ministérios da Previdência e Fazenda.<br />
Por outro lado, a oposição não descarta o caráter eleitoreiro da decisão tomada por Lua. Entretanto, avalia que foi uma atitude positiva. Para Alvaro Dias (PSDB-PR), um dos líderes da oposição no Senado, a decisão do presidente foi ¿lógica¿, com o objetivo de evitar prejuízos políticos.<br />
- Ele agiu com certa habilidade, já que insinuou que poderia vetar - disse o senador tucano.<br />
Num tom mais crítico, o senador Mario Couto (PSDB-PA) não ficou muito satisfeito com o índice aprovado pelo Congresso.<br />
- É mais um quebra galho do que um aumento real - criticou.
</p>
<p>
Força Sindical<br />
Apesar do clima de vitória, a Força Sindical divulgou nota afirmando que pretende dar continuidade aos debates sobre o fim do fator previdenciário.<br />
- O aumento é uma conquista do movimento sindical e uma derrota para os tecnocratas de alguns setores do governo que desejavam um reajuste bem menor - afirmou Miguel Torres, presidente em exercício da entidade.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 16 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3541</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>DEM faz pressão para garantir vice de Serra</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3536</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Uma vez que Aécio não quer ficar com a vaga, os aliados dos tucanos reagem a ideia de chapa puro-sangue e cobram direito de indicar parceiro de chapa<br />
Julia Duailibi
<p>
No momento em que setores do PSDB pressionam para que a chapa presidencial do tucano José Serra seja puro-sangue, o DEM faz ofensiva para garantir nome ligado à legenda na composição.<br />
Em reunião ontem com a coordenação da campanha de Serra, caciques do DEM reforçaram a tese de indicar um nome ligado à legenda. Uma vez que o ex-governador Aécio Neves (MG) não quer ficar com a vaga de vice, os aliados dos tucanos avaliam que a indicação deve ser deles.<br />
No PSDB, no entanto, as maiores apostas são em torno do presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE), e do senador Álvaro Dias (PR). A favor de Dias, está o fato de a sua indicação fortalecer o palanque no Paraná, onde os tucanos tentam fechar aliança com o irmão dele, senador Osmar Dias (PDT), que também flerta com os petistas.<br />
&quot;É um direito do PSDB e de algumas pessoas, mas não é isso que estamos ouvindo&quot;, comentou ontem o presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), sobre setores tucanos que querem a chapa puro-sangue, ao deixar reunião com Guerra. Maia, que estava acompanhado do ex-senador Jorge Bornhausen (SC), negou que o assunto da vice tenha sido tratado na reunião de ontem. &quot;Acho que caminha para o DEM , mas não tratamos disso.&quot;<br />
O DEM deve ainda ter reunião com Serra para tratar desse tema. Internamente, discute-se o nome do deputado José Carlos Aleluia (BA) e, mais recentemente, tem sido mencionado o de Valéria Pires (PA), mulher do deputado Vic Pires. Essa solução é defendida por ala do PSDB para a qual a vice tem de facilitar a composição nos Estados. A escolha de Valéria facilitaria acordo entre DEM e PSDB no Pará.<br />
&quot;Esse final não é fácil&quot;, comentou Guerra sobre a tentativa de amarrar as alianças nos Estados que garantam um palanque forte para Serra. O senador voltou a dizer que não recebeu um convite para ser o vice de Serra. &quot;Não dá para recusar convite que não recebi&quot;, declarou ao ser questionado se recusaria a indicação.<br />
Indagado se a indicação de um vice do tradicional aliado não causaria constrangimento no PSDB, já que o ex-governador do partido José Roberto Arruda foi envolvido no escândalo conhecido como &quot;mensalão do DEM&quot;, Guerra desconversou: &quot;Não acho isso relevante.&quot;<br />
Santa Catarina. No encontro de ontem, PSDB e DEM trataram dos palanques estaduais onde há maior dificuldade para firmar aliança entre as duas legendas. Além do Pará, entraram na pauta Goiás e Santa Catarina, que era um dos principais impasses regionais.<br />
O caso catarinense avançou ontem. Lá, a tríplice aliança entre PMDB, DEM e PSDB deve ser reeditada nas eleições de outubro. A composição entre as legendas estava à beira do colapso, já que os três partidos queriam lançar candidaturas próprias.<br />
Ontem pela manhã chegou-se a uma solução em torno do candidato do DEM, senador Raimundo Colombo (DEM), que ficará com a cabeça de chapa. O PMDB deve levar uma das vagas ao Senado e a de vice-governador. Os tucanos ficam com a outra indicação ao Senado.<br />
Também com problemas, Goiás deve ser o próximo Estado em que tucanos e democratas tentam uma saída comum. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 15 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3536</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>PT e PSDB pedem apuração de quebra de sigilo</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3537</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Eduardo Jorge convence comando tucano a entrar com ação; advogada petista diz que partido quer colaborar
<p>
Isabel Braga
</p>
<p>
e Flávio Freire
</p>
<p>
BRASÍLIA e SÃO PAULO. O PT entrou ontem com pedido de de inquérito na Polícia Federal para apurar a quebra de sigilo fiscal e financeiro do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira. Ao mesmo tempo, o PSDB decidiu, em São Paulo, entrar com uma ação na Justiça para identificar o responsável pelo vazamento. Conforme o jornal &quot;Folha de S.Paulo&quot;, dados fiscais e bancários de Eduardo Jorge constam do dossiê contra o PSDB que estaria sendo preparado pela campanha da candidata do PT a presidente, Dilma Rousseff.<br />
O PT informou à PF que está à disposição para colaborar com as investigações.<br />
- Os fatos são graves e merecem apuração. O PT pede que se investigue se houve o fato e quem é o responsável - disse a advogada que protocolou o pedido, Danyelle Galvão.<br />
A ação do PSDB vai ser impetrada na Justiça comum. O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), informou que haverá amanhã uma reunião de dirigentes e advogados do partido para acertar detalhes da ação.<br />
- Há um conjunto de ações nos últimos três meses que culminou no episódio envolvendo o Eduardo Jorge - afirmou Guerra.<br />
Durante o dia, a ideia não era partir para a briga judicial. Mas a decisão de entrar com a ação foi tomada após a conversa dos dirigentes com Eduardo Jorge, que se dizia indignado com o problema:<br />
- Não sei por que me investigaram. Nos últimos dez anos, tudo o que eu falo e ouço todo mundo pode saber.
</p>
<p>
Onézimo vai depor no Congresso na quinta-feira<br />
O presidente da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso Nacional, senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), marcou para as 9h de quinta-feira o depoimento do ex-delegado Onézimo das Graças Sousa, que denunciou o interesse de emissários do PT por um dossiê contra o candidato tucano a presidente, José Serra. A comissão também quer ouvir o sargento da Aeronáutica Idalberto Martins, conhecido como Dadá, amigo de Onézimo.<br />
Onézimo contou à revista &quot;Veja&quot; que o jornalista Luiz Lanzetta, que era do comitê de Dilma, pedira para investigar Serra. Dadá teria participado das reuniões entre Onézimo e Lanzetta para discutir a elaboração do dossiê.<br />
Da tribuna do senado, Álvaro Dias (PSDB-PR) rebateu o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que atribuiu à oposição o dossiê:<br />
- É surpreendente ouvir uma afirmação tão esdrúxula como essa, tentando transferir a responsabilidade do malfeito.<br />
O senador Edison Lobão (PMDB-MA), ex-ministro das Minas e Energia do governo Lula, defendeu Lula e Dilma:<br />
- Será que alguém do lado dela (Dilma) tem interesse em tumultuar o processo, quando ela se apresenta como aquela detentora de vastas condições para ganhar as eleições?
</p>
<p>
COLABOROU: Adriana Vasconcelos
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 15 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3537</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Sem vice, DEM ameaça deixar aliança tucana</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3531</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Raymundo Costa e Raquel Ulhôa, de Salvador
<p>
O tucano José Serra mal acabara de discursar quando começou a ser desmontado o palanque armado no Clube Espanhol, local da convenção para homologar o candidato do PSDB a Presidência da República. Havia pressa. Dos militantes, para pegar os ônibus de volta a seus municípios, dos convencionais em fechar a conta nos hotéis, e do Democratas em abrir uma discussão até então represada: a indicação do candidato a vice na chapa de Serra. O partido ameaça não formalizar a aliança entre as duas siglas, até o fim do mês, se o escolhido não for um nome do DEM.<br />
Pano de fundo da convenção tucana para homologar a candidatura tucana, a discussão sobre o nome do vice ameaça o futuro da própria oposição. O DEM já reconhece que não tem condições de ficar mais quatro anos na oposição e vê como inevitável a adesão de alguns de seus principais líderes ao vitorioso, em caso de nova derrota de Serra. Na hipótese de vitória, a discussão ameaça a relação entre as duas siglas, no governo.<br />
Em relação à pré-convenção de fevereiro, Serra perdeu substância nas pesquisas: chegou à convenção empatado com a candidata do PT, Dilma Rousseff. Talvez por isso tenha aumentado o tom das críticas ao governo, mas a reação da plateia foi mais fria que a dos militantes e convidados do partido que fizeram o lançamento da pré-candidatura, em fevereiro (PSDB, DEM e PPS). O formato deu à campanha imagens limpas para o programa de televisão. O custo foi uma convenção sem emoção.<br />
A discussão sobre o vice de Serra ficou congelada à espera de uma decisão do ex-governador mineiro Aécio Neves. Sem Aécio, o DEM só vê justificativa para a indicação de um nome não demista se ele for de um partido que possa contribuir com mais tempo de televisão para Serra. Este seria o caso do PP, atualmente mais inclinado a ficar &quot;solto&quot;.<br />
Para deixar claro que não se trata de blefe, o deputado Rodrigo Maia, presidente do Democratas, já redigiu o edital de convocação da convenção democrata. Tem dois itens: aprovar a coligação com o candidato a presidente do PSDB, José Serra, e indicar o nome do candidato a vice-presidente da chapa tucana. O DEM já avisou o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, que Serra pode escolher quem quiser. O DEM considera que seria uma &quot;humilhação&quot; o veto ao partido, sem uma &quot;argumentação lógica&quot;: alguém que some eleitoralmente. O Valor apurou, no entanto, que a extensão da represália demista divide a sigla: ACM Neto (BA), por exemplo, acha que o DEM não deve radicalizar para ter o direito de indicar o vice. Maia e o ex-presidente do partido, Jorge Bornhausen (SC), estão na posição contrária. A decisão será de Serra. A expectativa é de uma solução até dia 20.<br />
O deputado José Carlos Aleluia (BA) e a candidata ao senado pelo Pará, Valéria Pires Franco, são dois nomes considerados no DEM, além do líder José Agripino (RN). As dificuldades dos tucanos se localizam no próprio Serra, que não mostra entusiasmo com um demista na chapa, e do partido, que precisa da vaga para acomodar questões que julga mais urgentes. Uma hipótese é a indicação do senador Álvaro Dias (SC), numa tentativa de desmontar a candidatura de Osmar Dias, irmão de Álvaro, ao governo do Estado pelo PDT com o apoio do PT. O Dias pedetista poderia até apoiar Serra.<br />
Os arranjos eleitorais do PSDB também se revelaram vulneráveis e atrasados, segundo avaliação de convencionais e convidados do PSDB. Em parte, porque Serra demorou para confirmar que era candidato, mas também porque o PSDB privilegia seus interesses nos Estados, ao contrário do que o presidente Lula da Silva, por exemplo, fez com o PT em relação ao PMDB. O caso paranaense é típico: bastaria que o PSDB apoiasse Osmar e desistisse da candidatura própria de Beto Richa para conseguir montar um palanque forte no Estado.<br />
&quot;O vice, eu já tenho. Agora quero resolver o problema de Santa Catarina, Pará, Goiás....&quot;, dizia o presidente do DEM, Rodrigo Maia, à saída da convenção. Apesar da ameaça de não formalizar a coligação, o mais provável é que, se o vice não for demista, não haja rompimento da aliança nacional. &quot;Mas isso causará um mal estar desnecessário e será uma humilhação para um aliado que sempre foi fiel&quot;, segundo avaliação feita na cúpula demista. O assunto será discutido em reunião da Executiva Nacional amanhã ou depois. &quot;A confusão vai começar&quot;, diz um dirigente.<br />
Há demandas entre PSDB e DEM em vários Estados. No Pará, onde os dois partidos já governaram juntos, as siglas não conseguem conciliar seus interesses. Valéria, bem posicionada nas pesquisas, é a candidata do DEM, posto do qual não abre mão o senador Flexa Ribeiro. Em Goiás o DEM está dividido, com a direção demista local contrária ao apoio à candidatura favorita de Marconi Perillo (PSDB). No Rio Grande do Sul, o DEM está brigado com a governadora Yeda Crusius (PSDB).<br />
A falta de empolgação na convenção reflete a sensação que toma conta dos aliados. Há queixa da centralização da campanha por Serra. Ninguém conhece a estratégia da candidatura ou as diretrizes do programa de governo. A agenda do candidato é um mistério. As decisões são tomadas por ele às vezes na última hora. Não há interlocutores com autoridade para tomar decisões em nome dele.<br />
Na avaliação da tropa, a campanha está repetindo erros que levaram à derrota de Serra em 2002 e de Alckmin em 2006. Há desatenção com os aliados nos Estados. Falta pulso para dirimir confrontos entre os parceiros nos Estados. Serra é apontado como alguém que &quot;só se preocupa com o macro&quot;, sem levar em conta que campanha é feita de contatos, afagos, conversas.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 14 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3531</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Multas poderão ser parceladas</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3507</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Trânsito<br />
Senado pode aprovar hoje projeto que permite dividir em até seis vezes as penalidades impostas por infrações<br />
Ernesto Braga
<p>
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado pode aprovar hoje o Projeto de Lei (PL) nº 20/2010, de autoria do senador Raimundo Colombo (DEM-SC), que prevê o parcelamento das multas de trânsito em até seis vezes. O PL tramita em caráter terminativo, ou seja, se passar pelo CCJ, não precisará ser votado em plenário. A regra entrará em vigor após a sanção do presidente Lula.<br />
Na justificativa do projeto, Colombo destacou que muitos proprietários de automóveis não conseguem quitar em única parcela as multas de valores mais altos, o que aumenta a inadimplência. As penalidades fixadas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) variam de R$ 53,20 (infrações de natureza leve) a R$ 191,54 (gravíssima). No entanto, há casos em que o valor, conforme a gravidade da infração, é multiplicado por duas, três ou cinco vezes, podendo chegar a quase R$ 1 mil.<br />
No seu parecer favorável ao PL 20, o relator da matéria, senador Álvaro Dias (PSDB-PR), argumenta que, ¿se o peso das multas é capaz de induzir os cidadãos ao cumprimento da lei, na prática, a impossibilidade de arcar com o pagamento de valores considerados excessivamente altos tem levado uma legião de infratores à inadimplência¿. Ao admitir a possibilidade de concessão do benefício, o parlamentar ressaltou que a medida não ameaça o rigor da legislação de trânsito, nem a gestão dos recursos gerados pelas multas aplicadas pelos órgãos de fiscalização.
</p>
<p>
Documentação<br />
Sem o pagamento das multas, não é liberado o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV), exigido para que o carro possa rodar nas ruas. Para obter o documento, o motorista deve pagar o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), além do seguro obrigatório e a taxa de licenciamento. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 09 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3507</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Busca por vice vira piada</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3508</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Problemas para definir o segundo integrante na chapa de Serra tornam-se prato cheio para humoristas. Partido diz que o nome não sairá na convenção de sábado<br />
Alana Rizzo
<p>
A demora na escolha do nome do vice de José Serra (PSDB-SP) à Presidência da República transformou-se em brincadeira virtual. Até mesmo um ¿concurso cultural¿ em que o interessado deve escrever uma frase com motivos para ocupar a vaga foi lançado. O cartaz aponta, inclusive, os jurados: o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o senador Arthur Virgílio (PSDB) e o presidente do DEM, Rodrigo Maia. O nome do vice não deve ser anunciado na convenção do partido marcada para este sábado, em Salvador.<br />
O presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), afirmou que a escolha será feita após o encontro que vai oficializar o nome de Serra. O senador já foi cotado para a vaga, mas garante que vai disputar a Câmara dos Deputados. Depois da negativa do ex-governador de Minas Aécio Neves (PSDB) para o cargo, novos nomes surgiram. Entre eles, o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) e Tasso Jereissati (PSDB-CE). O PP negociava a indicação do senador Francisco Dornelles (PP-RJ). Entretanto, o nome dele agora apresenta restrições, já que foi autor da polêmica emenda que alterou o tempo verbal da proposta do Ficha Limpa no Senado. Serra vem minimizando a demora. Disse que o partido tem todo o mês de junho para definir um nome.
</p>
<p>
Cupido<br />
O tucano é protagonista de charges que caíram na rede. Todas destacam a busca do ex-governador de São Paulo por um vice. Aproveitando o Dia dos Namorados, Serra aparece, em uma delas, vestido de Cupido, segurando um coração: ¿Procuro um vice¿. Em outra, o tucano está sentado com caixas de chocolate ao lado. ¿Serra, esquece. Você já comeu um carregamento de kinder-ovo e nada¿, diz um homem. O presidenciável responde: ¿Já falei. Só saio daqui quando encontrar um vice.¿ O kinder-ovo é conhecido por vir com uma supresa em seu interior.<br />
Ontem, o tucano passou o dia em São Paulo e participou de encontro com representantes dos departamentos de psiquatria da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O pré-candidato criticou o Plano Nacional do Crack, lançado pelo governo Lula, e prometeu financiar internações de dependentes químicos em clínicas especializadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). ¿Há uma resistência à ideia de que se possa ter clínica especializada para dependente químico. Isso é considerado equivalente às questões de saúde mental, porque não se poderia segregar o doente mental de outros tipos de doença, mas os hospitais gerais não são bem equipados¿, afirmou.
</p>
<p>
Ameaça de greve de fome no Maranhão<br />
Diante da chance de o Diretório Nacional do PT fazer uma intervenção no Maranhão, o deputado Domingos Dutra (PT-MA) anunciou a realização de vigílias e greve de fome, caso a legenda desfaça o apoio ao candidato Flávio Dino (PCdoB-MA) ao governo do Maranhão. Depois de resolvida a pendência entre PT e PMDB em torno do candidato ao governo de Minas, Hélio Costa (PMDB), a cúpula petista vai se reunir no dia 11 para tratar da questão do Maranhão. Nos bastidores, integrantes da direção nacional afirmam que será anulada a decisão do encontro de 26 e 27 de março na qual os petistas, por 87 a 85 votos, decidiram apoiar Dino. Essa foi a maneira encontrada pela direção para avalizar a reeleição da governadora Roseana Sarney (PMDB) e atender à exigência do pai da governadora, José Sarney (PMDB).
</p>
<p>
<br />
Lula: Dilma ao caneco<br />
Fã de comparações esportivas e apaixonado por futebol, pelo Corinthians e pela Seleção Brasileira, Luiz Inácio Lula da Silva surpreendeu ontem durante entrevista à rádio FM Jangadeiro, de Fortaleza (CE). Perguntado se preferiria o caneco na África do Sul ou a vitória na eleição presidencial para Dilma Rousseff, o presidente afirmou que ficaria com a pré-candidata petista. ¿A resposta vai fazer com que alguns adversários meus coloquem como manchete de jornal que ¿Lula não quer que a seleção ganhe o título¿. Obviamente que eu prefiro que o candidato que eu apoio ganhe porque estou pensando é no Brasil para os próximos quatro, para os próximos oito anos¿, respondeu Lula.<br />
Em seguida, no entanto, o presidente mostrou que, para ele, não existe necessidade de fazer uma opção. ¿Agora, obviamente, a Seleção Brasileira vai ganhar. Eu fico analisando: não temos adversários. Não temos muitos adversários. Não tem muita novidade para a Copa do Mundo. Em 18 Copas, o Brasil sozinho ganhou quase que um terço¿, ponderou o presidente, otimista com a equipe de Dunga. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 09 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3508</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Senado vota fundo social e capitalização da Petrobras</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3500</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Raquel Ulhôa, de Brasília
<p>
Após dois meses e meio tramitando no senado, sem discussão de mérito ou análise pelas comissões técnicas, devem ser votados nesta semana, no plenário da Casa, dois dos quatro projetos do marco regulatório do pré-sal: o que cria o fundo social - ao qual serão incorporados os dispositivos relativos ao novo modelo de exploração do petróleo (partilha de produção) - e o da capitalização da Petrobras.<br />
A oposição vai votar contra e promete criar obstáculos à aprovação, mas não irá obstruir as votações, cumprindo acordo feito com o governo para permitir a votação do projeto de lei que dificulta a candidatura de pessoas condenadas (Ficha Limpa). &quot;Nossa intenção é dificultar o máximo a aprovação dos projetos do pré-sal, porque somos contra o modelo da partilha e a forma proposta de capitalização da Petrobras, por meio de cessão onerosa&quot;, diz o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).<br />
Para &quot;não correr riscos&quot;, o líder do governo na Casa, Romero Jucá (PMDB-RR), pretende usar &quot;telegrama, email e twitter&quot; como meios de convocação dos senadores da base governista para estarem presentes nas sessões de amanhã e quarta-feira. Ele quer garantir 41 senadores de partidos aliados em plenário. &quot;Vou usar tudo que puder para mobilizar a base governista&quot;, afirma.<br />
Como são projetos de lei ordinária, para a aprovação basta maioria simples (metade mais um dos senadores votantes, que precisam ser 42 no mínimo). Os partidos governistas têm 50 senadores, o que seria suficiente para uma votação tranquila, mas nem todos votam alinhados ao Palácio do Planalto. &quot;Não sei se o governo consegue aprovar. Os senadores do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, além dos dissidentes do PMDB, podem votar contra&quot;, avalia o líder do DEM, José Agripino (RN).<br />
Jucá deverá assumir a relatoria do projeto que cria o fundo social, no qual serão incluídos, em forma de emendas, os dispositivos definindo as regras do modelo de exploração baseado na partilha da produção. A alteração fará com que o projeto retorne à Câmara dos Deputados para nova votação.<br />
Da forma como o marco regulatório do pré-sal foi idealizado pelo governo, esses artigos referentes ao regime da partilha faziam parte de um projeto específico. O problema é que os deputados incluíram no texto um novo critério de distribuição dos royalties do petróleo, o que causou muita polêmica e dividiu a base governista, especialmente em ano eleitoral.<br />
Por isso, Jucá e o Palácio do Planalto decidiram deixar para depois da eleição a deliberação sobre o projeto original, com a parte dos royalties. A estratégia foi considerada pelo presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, &quot;uma manobra profundamente antidemocrática destinada a lesar os interesses da federação brasileira&quot;. A CNM defende que a redistribuição dos royalties seja tratada agora.<br />
Pelo cronograma montado pelo líder, em acordo com a oposição, amanhã será votado o projeto do fundo social (com as regras da partilha) e na quarta, o da capitalização da Petrobras - cujo relator será Delcício Amaral (PT-MS). Na próxima semana, está prevista a votação de um terceiro projeto do marco regulatório do pré-sal: o que cria a nova estatal, responsável pela gestão dos contratos no modelo de partilha.<br />
O sistema de partilha de produção na exploração do petróleo do pré-sal vai substituir o modelo atual, de contrato de concessão - que será mantido nas demais regiões fora da área do pré-sal. No regime de concessão, o produto da lavra é propriedade da empresa concessionária, que exerce o direito de explorar, produzir e vender o petróleo de acordo com sua estratégia.<br />
No regime de partilha, a empresa contratada assume os investimentos para a exploração e o petróleo extraído é dividido entre União e empresa. Pela proposta do governo, esse modelo de exploração será adotado também em outras áreas fora do pré-sal, consideradas estratégicas (alto potencial e baixo risco). A Petrobras será a operadora em todos os contratos de partilha, com o mínimo de 30% de participação no consórcio contratado.<br />
O fundo social previsto na proposta do governo terá o objetivo de constituir poupança pública de longo prazo com royalties e receita obtida com a comercialização do petróleo. Os recursos serão usados para financiar projetos e programas nas áreas de combate à pobreza, educação, saúde, ciência e tecnologia e ambiente.<br />
O projeto a ser votado na quarta-feira autoriza a União a ceder onerosamente à Petrobras o exercício das atividades de pesquisa e lavra de petróleo e gás natural em áreas não concedidas, localizadas no pré-sal. Essa cessão será limitada ao volume máximo de 5 bilhões de barris equivalentes de petróleo e o pagamento devido pela Petrobras poderá ser feito em títulos da dívida pública mobiliária federal. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 07 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3500</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Em ano eleitoral, o ônus é de Lula</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3486</link>
    <description>
    <![CDATA[
    CONGRESSO<br />
Com a bênção da base aliada, senadores aprovam a reestruturação de várias carreiras do funcionalismo. Somado a outras benesses recentes, prejuízo anual aos cofres públicos que cabe ao presidente aprovar ou vetar soma R$ 2, 2 bilhões<br />
Alana Rizzo<br />
Flávia Foreque
<p>
Com a ajuda da própria base aliada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva será mais uma vez o protagonista da decisão de vetar ou não matéria de forte apelo popular. Ontem, senadores aprovaram, em votação simbólica, a Medida Provisória nº 479/09, que reestrutura diversas carreiras do serviço público federal e amplia benefícios previstos em reajuste concedido pelo governo em 2008.<br />
Agora, o pacote de bondades(1) aprovado pelo Congresso, em ano eleitoral, prevê impacto adicional de R$ 2,2 bilhões nas contas do governo. E isso porque o cálculo não considera o valor de uma única emenda, estimada em R$ 1,8 bilhão, que equipara o salário de técnico previdenciário ao de analista tributário da Receita. A questão já foi vetada pelo presidente Lula e, segundo aliados, dessa vez não será diferente. O impacto financeiro caiu nas mãos do Planalto com o apoio de governistas, que contribuíram para aprovação, nas últimas semanas, de três matérias de interesse do eleitorado. A mais recente foi a MP aprovada ontem no Senado.<br />
A avalanche de emendas à proposta, ao todo 201,teve como origem gabinetes de parlamentares que compõem a base de apoio do governo. Sou da base, mas se fosse um deputado deles (do PT) não teria acatado nenhuma emenda dos colegas, afirmou a deputada Gorete Pereira (PR-CE), relatora do projeto. Ao menos 60 das emendas seguiram para o Senado. Segundo a parlamentar, a intenção era corrigir distorções nos vencimentos de categorias do serviço público contempladas na MP. Para alguns deputados, foi a chance de agradar determinados setores do funcionalismo.<br />
Quando o governo propõe readequar os quadros, não pode deixar nada de fora. Senão, vai ter que mandar outra MP¿, afirma o deputado petista Roberto Santiago (SP), autor de 24 emendas. O parlamentar critica a proposta do governo por sua extensão. É uma grande colcha de retalhos que revela a bagunça que é a administração pública¿, conclui.<br />
Mesmo diante de tantos penduricalhos, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), afirma que a matéria, em específico, sai do Congresso com despesa extra de R$ 35 milhões ao ano, cerca de R$ 3,3 milhões a mais do que o previsto na matéria originalmente enviada. Não discuti o mérito. Não podia fazer nada. Se fizesse, derrubava a medida provisória, reconheceu Jucá após a votação. Se não fosse votada no Congresso até ontem, a MP perderia a validade. A oposição não atrapalhou os planos do governo. Apesar de ressalvas ao texto, a matéria não foi alterada. O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) disse que o movimento foi acordado anteriormente com a base aliada, para permitir a votação do projeto Ficha Limpa, de forte apelo popular. O tucano avalia que esta será a última proposta de reajuste a ser enviada ainda este ano ao presidente Lula. Reclama-se muito do recesso (parlamentar), mas acho que agora ele é favorável (porque) o Estado não terá mais prejuízo, ironizou.
</p>
<p>
Piso<br />
Diante de reajustes aprovados pelo Legislativo, determinados setores da sociedade voltaram a pressionar as duas casas. Bombeiros e policiais militares, por exemplo, se mantêm empenhados na votação de proposta de emenda constitucional que estabelece um piso nacional para a categoria. Em busca de acordo, eles tiveram ontem nova reunião com o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). O encontro terminou sem consenso. Na próxima semana, a matéria deve ser incluída na pauta do encontro dos líderes da Casa. ¿Há um certo comportamento genérico do Legislativo de nunca querer dizer não a ninguém¿, reconhece o deputado federal Arnaldo Madeira (PSDB-SP). De acordo com a Secretaria da Mesa da Câmara, em maio o plenário da Casa votou três matérias que geram despesas públicas e que ainda aguardam apreciação do Senado.
</p>
<p>
1 - Sangria<br />
Recentemente, além da MP nº 479/09, o Congresso enviou para sanção do presidente Lula outras duas matérias que aumentam as despesas da União. Uma delas trata do reajuste das aposentadorias acima de um salário mínimo. A matéria enviada ao Legislativo previa originalmente reajuste de 6,14%, mas, com a pressão da categoria, foi aumentada para 7,7%. O impacto adicional é de R$ 1,7 bilhão ao ano. Outra matéria trata do reajuste dos servidores da Câmara, cuja estimativa inicial é de R$ 550 milhões a mais na folha de pagamentos da Casa.
</p>
<p>
<br />
Personagem da notícia<br />
Discrição criticada<br />
Relatora da MP nº 479/09 na Câmara, a deputada federal Gorete Pereira (PR-CE) está na terceira passagem pela Casa. Vou para minha sétima eleição¿. Terceira suplente da coligação PMDB-PFL (atual DEM), Gorete assumiu o cargo por 10 meses, no lugar dos deputados Roberto Pessoa e Eunício Oliveira (PMDB). Nas eleições de 2002, obteve 47 mil votos nas urnas. No pleito seguinte, teve o apoio de 74,7 mil eleitores e, assim, conquistou uma das 22 cadeiras reservadas para o Ceará. A receita, segundo ela, é nunca prometer o que não pode cumprir. Parece óbvio. Ela conta também com a ajuda de Deus no próximo pleito. Nascida em Juazeiro do Norte, terra de Padre Cícero, a fisioterapeuta é conhecida pela bandeira social. Foi vereadora e deputada estadual. Nunca fez nada expressivo. Nem para o bem nem Para o mal, afirma um conterrâneo. Atuou sempre na base aliada e trocou de partido algumas vezes. Já foi do PFL, do PMDB e agora do PR.<br />
No estado, seu nome é ligado à Associação Beneficente Cearense de Reabilitação, entidade não governamental que presidiu durante mais de 10 anos. Também é lembrada pelos bem-sucedidos negócios da família. Dois dos seis irmãos são donos de empresas de moda íntima, a Del Rio e a Di Lady. ¿Sou habituada a trabalhar para o ser humano¿, define.<br />
Quando o PR foi acionado para assumir a relatoria da MP nº 479, a deputada garante que ficou empolgada. Foi um prêmio. Só não esperava tanta pressão: dos colegas, que queriam inserir emendas a qualquer preço; do governo, que não queria alteração na proposta; e das categorias, que pleiteavam reajustes. Sei que houve pedidos até para eu não relatar.<br />
O nome da cearense foi criticado nos corredores do Congresso. A principal queixa é de que era despreparada e teria virado marionete nas mãos do líder do PR, o deputado federal Sandro Mabel (GO). Aos 55 anos, mãe de uma estudante de medicina, Gorete compara a relatoria da MP com a da Timemania, em 2007, em que os clubes de futebol também exerceram forte pressão. Mas vencemos, diz, comemorando a aprovação da medida ontem pelo Senado.<br />
(AR e FF) 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 02 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3486</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Projeto sobre reforma do funcionalismo é aprovado</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3487</link>
    <description>
    <![CDATA[
    O Senado aprovou ontem a Medida Provisória (MP) que reestrutura carreiras do serviço público federal. O Projeto de Lei de Conversão (PLV) 4/10 segue para a sanção presidencial.<br />
Segundo o texto assinado pelo ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, na exposição de motivos encaminhada ao Congresso, a medida deveria custar ao governo R$ 31,7 milhões no período de 2010 a 2012.<br />
A MP que deu origem ao PLV 4/10 foi editada pelo Executivo para corrigir problemas surgidos com vetos ao projeto de conversão de outra MP, a 441/08, que concedia reajustes diferenciados para 380 mil servidores de 40 carreiras da União a partir de 1º de julho.<br />
O texto aprovado ontem inclui medidas como remoção de policiais rodoviários e pagamento de auxílio a quem participar de processos de avaliação educacional.<br />
Uma das mudanças feitas na Câmara, a pedido da Polícia Rodoviária Federal, permite a remoção de servidores recém-ingressados no órgão antes de cumprido o período de três anos de estágio probatório.<br />
O Senador Alvaro Dias (PSDB-PR) votou contra a aprovação do projeto, considerando a medida inconveniente e inconstitucional. Ele sugeriu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que vete trechos do texto.<br />
Já o líder do DEM, Senador José Agripino (RN), afirmou que votaria favoravelmente ao projeto para não prejudicar outras carreiras envolvidas, mas pediu ao líder do governo a inclusão, numa próxima medida provisória, de solução para o problema dos Analistas da Receita Previdenciária que desejem migrar para a Receita Federal.<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 02 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3487</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Senado aprova MP que reestrutura funcionalismo</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3488</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Raquel Ulhôa, de Brasília
<p>
Em votação simbólica e com apenas um voto contra - do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) -, o plenário do senado aprovou ontem o projeto de conversão da medida provisória 479, que reestrutura várias carreiras do serviço público federal ao custo de R$ 35 milhões por ano.<br />
O líder do governo no senado, Romero Jucá (PMDB-RR), que relatou a proposta, afirmou que esse será o impacto no orçamento porque o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetará um artigo que enquadra como auditor fiscal os analistas previdenciários. Se esse item fizer parte da lei, a despesa no orçamento seria acrescida de R$ 1,8 bilhão.<br />
Falando em nome da liderança do PSDB, Dias disse que a MP é &quot;inconveniente e inconstitucional&quot; e que votaria contra, mas liberou a bancada tucana. Ele afirmou ainda que não há como calcular o impacto nos gastos públicos depois das emendas aprovadas pela Câmara dos Deputados. No senado, Jucá rejeitou todas as emendas porque qualquer modificação faria o texto retornar à Câmara e não havia tempo para isso, já que o prazo de validade da MP se encerrou ontem.<br />
A MP beneficia diretamente milhares de servidores e foi enviada pelo governo ao Congresso com texto igual ao de um projeto de lei (número 5918, de 2009), feito para corrigir alterações realizadas pelo Congresso durante a tramitação de outras três medidas provisórias (431, 440 e 441). &quot;O governo enviou a MP porque pressentiu que o projeto não seria aprovado. É complexo, mas o governo quer que o senado aprove a toque de caixa, em ano eleitoral&quot;, disse Álvaro Dias.<br />
Entre as emendas aprovadas na Câmara e mantidas pelos senadores, consta a que reduz a jornada de 40 para 30 horas do perito médico previdenciário sem a correspondente redução proporcional de seus vencimentos, como prevê o texto original encaminhado pelo Executivo. Outras emendas ampliam o rol de carreiras do Ministério da Saúde e da Funasa, com direito a receber a Gratificação de Atividade de Combate e Controle de Endemias (Gacen). A MP estabelecia em sete as funções beneficiárias, mas três emendas ampliaram esse número para 40 cargos.<br />
Outra emenda incorpora os professores dos extintos territórios do Acre, Amapá, Rondônia e Roraima ao corpo docente do Ministério da Educação. A MP faz alterações em diversas carreiras da Administração Pública federal, como as de perito médico previdenciário do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), procurador federal e procurador do Banco Central, servidores efetivos da Fundação Nacional do Índio (Funai) e oficial de chancelaria e assistente de chancelaria do Ministério das Relações Exteriores.<br />
Para o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que havia anunciado impacto aproximado de R$ 31,7 milhões em 2010 e nos próximos dois anos, a MP tinha o objetivo de resolver &quot;problemas inadiáveis&quot;. Segundo ele, há reserva orçamentária alocada no Ministério do Planejamento para a reestruturação da remuneração de cargos, funções e carreiras do Poder Executivo.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 02 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3488</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Lula decidirá sobre pacote de bondades de R$ 1,9 bi</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3489</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Caberá ao Planalto vetar ou sancionar medidas que impactam cofres públicos, em ano eleitoral
<p>
Além das decisões difíceis a tomar em torno do aumento dos aposentados e o fim do fator previdenciário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá agora de analisar um pacote de bondades que altera pelo menos 25 carreiras do serviço público. A quatro meses das eleições, os Senadores aprovaram ontem, em votação simbólica, as alterações.<br />
O texto original do governo previa impacto de R$ 31,7 milhões aos cofres públicos anualmente com a aprovação do projeto. Mas a proposta sofreu alterações na Câmara dos Deputados e, da forma como foi aprovada, pode ter impacto de até R$ 1,9 bilhão por ano nas contas públicas.<br />
O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), informou, no entanto, que o presidente Lula deve vetar parte do texto e o custo anual dos reajustes ficará em R$ 35 milhões. Jucá não informou quais partes serão vetadas.<br />
Apesar de a votação ter sido simbólica, sem abertura do painel para votação individual, o Senador Alvaro Dias (PR), vice-líder do PSDB, pediu que o voto dele fosse registrado como contra. Apenas uma das emendas, segundo apontou Dias, teria impacto de R$ 1,8 bilhão por ano. Esta emenda transfere os servidores analistas da Receita Previdenciária para a categoria de auditores da Receita Federal, mas deve ser vetada por Lula, segundo Jucá.
</p>
<p>
Pacote da Câmara beneficiará 6.830 funcionários da Casa
</p>
<p>
Além do Senado, a Câmara também aprovou ontem seu pacote de bondades. O da Câmara beneficia seus próprios servidores com aumento salarial, em média, de 15% para os concursados e de 33% para os sem concurso, e institui o pagamento de um adicional de especialização que poderá significar em torno de mais 30% de acréscimo salarial. O beneficio alcança 6.830 funcionários, 3,3 mil concursados, 1,3 mil nomeados sem concurso e 2.030 aposentados.<br />
De acordo com a direção da Câmara, o reajuste vai significar um aumento de R$ 400 milhões anuais mais R$ 100 milhões com as gratificações.
</p>
<p>
Brasília
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 02 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3489</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Protesto dos advogados públicos contra Inácio Adams</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3481</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Freddy Charlson
<p>
Projeto que reestrutura salários do judiciário e MP pode custar r$ 7,8 bi<br />
Enquanto o presidente Lula faz suspense em relação à aprovação (ou não) do reajuste aos aposentados que ganham acima de um salário-mínimo, o Congresso Nacional tem outro pepino nas mãos. Trata-se de um projeto de lei que reestrutura os salários do Judiciário Federal e do Ministério Público, que custará a bagatela de R$ 7,8 bilhões por ano, com reajustes que chegam a 64,5%. O projeto pode iniciar efeito cascata na administração pública, pois prevê que a remuneração bruta de um funcionário em topo de carreira será de R$ 32 mil, maior do queo teto hoje estabelecido, de R$ 27 mil. Opção é aprovar lei elevando o valor máximo de remuneração do serviço público. Desta forma, seria questão de tempo até que fossem aprovados novos reajustes para o Legislativo e o Executivo. &quot;Isso pode acontecer&quot;, admitiu o deputado Alex Canziani (PTB/PR), presidente da Comissão de Trabalho da Câmara, onde o projeto está em análise. Canziani e um grupo de deputados se reuniram com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que resumiu: &quot;Não tem recursos no Orçamento de 2010&quot;.
</p>
<p>
DISCUSSÃO VAI DE ENCONTRO AO QUE DIZ O ARTIGO 37 DA CONSTITUIÇÃO<br />
Mas isso não é só. A área técnica encontrou outro defeito no projeto. A proposta eleva o salário de um profissional de nível técnico a R$12.271,27, contra R$ 7.538,00 pagos no Executivo. Mas a Constituição diz, no artigo 37, que as remunerações dos poderes Judiciário e Legislativo não podem ser superiores às do Executivo. No nível auxiliar, que exige do trabalhador formação em primeiro grau, a remuneração pode atingir R$ 5.892,59 pela proposta da Justiça. No Executivo, um trabalhador desse nível recebe menos do que R$ 3 mil. A proposta não foi votada na Comissão do Trabalho e terá de ser analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça antes de seguir para o plenário da Câmara. Depois, ainda precisará ser analisado pelo Senado.
</p>
<p>
MOVIMENTO GREVISTA BUSCA MAIS RESPEITO PARA OS SERVIDORES<br />
Não à toa, os servidores do Judiciário continuam em greve. &quot;A maioria dos funcionários está em início de carreira, onde os salários estão abaixo dos pagos no Executivo e no Legislativo&quot;, diz Jailton Mangueira, coordenador administrativo do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário e do Ministério Público no DF (Sindjus-DF). Os funcionários em início de carreira seriam os principais beneficiados da proposta apresentada pelos deputados. Em vez de reajustar os salários, seria pago um subsídio aos funcionários. A coordenadora do Sindjus Ana Paula Cusinato reuniu-se com o procurador-chefe da Procuradoria Regional da República Alexandre Camanho. Ele pautou o tema com o secretário-geral do MPU, Lauro Cardoso, para uma discussão ampla sobre o tema.
</p>
<p>
ATENÇÃO PRIMÁRIAREALIZA OFICINA<br />
A Diretoria da Atenção Básica termina hoje uma oficina para 61 profissionais que integram o Núcleo de Apoio à Estratégia de Saúde da Família (Nasf). O objetivodo evento, no Centro Universitário Planalto do DF (Unipla), na SGAS 913 Bloco H Lotes 54/55, é refletir e discutir papel do profissional, a organização e o desenvolvimento do processo de trabalho. Esta é a primeira capacitação para fisioterapeutas, nutricionistas, assistentes sociais, fonoaudiólogos, psicólogo, farmacêutico, terapeutas ocupacionais, pediatras, ginecologista e homeopata. A chefe do Núcleo de Normas e Procedimentos, Simone Lacerda, informa que o grupo de trabalho do Nasf, está propondo um espaço pedagógico voltado aos profissionais envolvidos. A responsável pelo Nasf no DF, Lauda Baptista Melo, destacou que a capacitação contribuirá para o aumento da resolutibilidade na Atenção Primária à Saúde - APS, utilizando ferramentas como apoio matricial, clínica ampliada, projeto terapêutico singular, o projeto de saúde no território e a pactuação do apoio. O apoio matricial oferece retaguarda assistencial e suporte técnicopedagógico.
</p>
<p>
PROTESTO DOS ADVOGADOS PÚBLICOS CONTRA INÁCIO ADAMS<br />
O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) informou ao Plenário que a União dos Advogados Públicos Federais do Brasil (Unafe) que divulgou nota protestando contra &quot;manifestações em favor de interesses partidários&quot; do advogado-geral da União, Luís Inácio Lucena Adams. Conforme a Unafe, as suas manifestações são incompatíveis com as funções constitucionais destinadas ao advogado-geral. Para Alvaro Dias, o advogado-geral perde isenção ao adotar posicionamento político-partidário eleitoral nesta véspera de campanha, o que ele considerou grave. &quot;A meu ver, o advogado-geral está comprometendo uma instituição que tem de ser preservada, respeitada e valorizada&quot;, acrescentou. Alvaro Dias disse que, em sua nota, a Unafe pondera que, nos estados, as Procuradorias-Gerais não exercem a defesa pessoal de agentes públicos, sobretudo em assuntos eleitorais, cabendo essa defesa aos advogados particulares contratados pelos partidos políticos.
</p>
<p>
POLICIAIS E DEPUTADOS REÚNEM-SE HOJE EM BUSCA DE ACORDO<br />
Zona de equilíbrio na questão da equiparação salarial de policiais e bombeiros militares de todo o País. A Liderança do Governo na Câmara realiza reunião hoje com representantes de policiais e bombeiros militares na busca de acordo para a votação da PEC 300 que iguala a remuneração da categoria nos estados àquela paga aos policiais do DF. Devem participar do encontro parlamentares de vários partidos. O líder do Governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse que a base de texto consensual deverá ter os termos: não definição do valor do piso na Constituição e, sim, em projeto a ser votado após as eleições; e fundo com prazo de validade definido em lei. &quot;Podemos votar a PEC em caso de acordo, mas os valores têm de ser negociados com os governadores que serão eleitos em outubro&quot;, disse.
</p>
<p>
CURSO MELHORA CONDIÇÃO DE ABRIGOS DO DF<br />
Os servidores e profissionais que atuam no sistema de proteção e garantia de direitos de crianças e adolescentes no DF poderão participar da Capacitação para a Rede de Acolhimento de Crianças e Adolescentes. Quatro turmas de 28 alunos serão beneficiadas com as oficinas, voltadas para questões do cotidiano do trabalho. A Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República publicou chamada pública para selecionar propostas que se adequassem ao aprimoramento do trabalho dos agentes de acolhimento. O projeto de Capacitação para Rede de Acolhimento de Crianças e Adolescentes, desenvolvido pela Fundação Universa, foi escolhido. De acordo com Dirce França, assistente técnica do projeto, são três objetivos: entender o caráter de excepcionalidade do abrigamento; garantir que o abrigamento seja de qualidade; e batalhar para que ele seja o mais breve, possibilitando um trabalho com a família de origem, para que a criança possa retornar ao lar. As inscrições para o curso, que é gratuito, foram feitas pela internet. Dirce afirma que a escolha foi cuidadosa: Demos preferência aos profissionais que trabalham na rede de acolhimento e proteção. Ou seja, nos abrigos, conselhos tutelares, vara da infância, promotoria, CREAS, CRAS... Foram identificadas 850 crianças e adolescentes abrigados no DF. Os principais motivos são pobreza (22% dos casos), abandono dos pais ou responsáveis (16%) e dependência química (12%).
</p>
<p>
E-mail: pontodoservidor@jornaldebrasilia.com.br 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 01 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3481</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Bolívia acentua diferenças para política externa</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3472</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Sérgio Bueno, de Gramado
<p>
A pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, fez duras críticas ontem ao adversário José Serra, do PSDB, que na véspera acusou o governo boliviano de ser &quot;cúmplice&quot; dos traficantes que enviam cocaína para o Brasil. Para a ex-ministra, a atitude do tucano representa uma &quot;demonização&quot; do país vizinho e &quot;não é papel de estadista nem de quem quer ser um estadista&quot;.<br />
Dilma e Serra participaram ontem à tarde, em Gramado (RS), do 26º Congresso Nacional das Secretarias Municipais de Saúde, mas não chegaram a se encontrar durante o evento. Na palestra, a petista já afirmou que o Brasil não pode &quot;olhar com soberba os países diferentes de nós&quot; porque &quot;essa é a política que leva à guerra, aos conflitos e ao desprezo por populações diferentes de nós&quot;.<br />
Segundo a ex-ministra, o Brasil provou no governo Lula que pode ser &quot;protagonista&quot; nas relações internacionais sem ser &quot;imperialista&quot;. Depois, em entrevista, acrescentou que &quot;não é possível a gente sair dizendo de forma atabalhoada que um governo é isso ou aquilo; a gente tem que ser cautela&quot;. Para ela, o presidente boliviano Evo Morales garantiu certa &quot;maturidade&quot; à política do país, que antes vivia uma &quot;instabilidade só&quot;.<br />
Questionado sobre a repercussão de suas declarações, que gerou protestos inclusive do ministro da Presidência da Bolívia, Oscar Antezana, Serra afirmou que está preocupado com a disseminação das drogas e do crack no Brasil. &quot;E não pode ser uma preocupação só de discurso, tem que ter efeito prático&quot;, afirmou o tucano, para quem o governo brasileiro deve &quot;pressionar&quot; o vizinho pelo controle da venda de cocaína para o país.<br />
&quot;Não estou propondo intervenção na Bolívia&quot;, respondeu Serra, que não considera necessário &quot;reavaliar&quot; as afirmações que fez. De acordo com ele, é &quot;impossível&quot; que o governo boliviano não consiga controlar o tráfico da droga para o exterior, mas afirmou que o Brasil precisa fazer uma ação diplomática &quot;efetiva e pública&quot; para frear o a entrada da cocaína pela fronteira. &quot;Caso contrário é trololó&quot;, afirmou Serra.<br />
Os comentários de Serra foram alvo de críticas do líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP). Para o deputado, Serra está comentendo &quot;muitas gafes&quot;. &quot;O que ele disse sobre a Bolívia é uma agressão a um país vizinho e amigo. Não cai bem para um candidato sério falar dessa forma&quot;, disse.<br />
Já o presidente da Comissão de Relações Exteriores do senado, Eduardo Azeredo (PSDB-MG), afirmou que o governo brasileiro tem sido &quot;muito tolerante&quot; em relação à Bolívia. De acordo com o senador, o tráfico de drogas tem aumentado muito no Brasil, o que tem representado &quot;um drama para milhares de famílias&quot;. Ele observou ainda que grande parte da cocaína chega ao país proveniente da Bolívia e sustentou a necessidade de o governo brasileiro ter uma posição &quot;mais dura&quot; em relação ao país vizinho. &quot;O presidente Lula não tem uma posição mais dura por afinidades ideológicas com o presidente da Bolívia, Evo Morales. E nós precisamos ter uma política externa mais objetiva e menos ideológica&quot;, sustentou Azeredo.<br />
O senador Sérgio Guerra (PE), presidente do PSDB, não crê na possibilidade de as declarações do pré-candidato virem a prejudicar as relações com a Bolívia. Na sua opinião, o problema no relacionamento bilateral refere-se exatamente ao tráfico de drogas. &quot;A Bolívia não é um país sério. O que atrapalha as relações é o tráfico&quot;, afirmou.<br />
O senador Alvaro Dias (PSDB-PR), membro suplente da comissão, lembrou ter feito pronunciamento na tribuna do senado de crítica ao presidente Lula, por ele ter-se deixado fotografar, em visita à Bolívia em agosto do no ano passado, com um colar feito à base de folhas de coca, ao lado de Morales. &quot;Não me parece ser uma postura didática&quot;, disse Dias em seu pronunciamento. &quot;Ao contrário, parece ser um estímulo às drogas.&quot;<br />
Segundo o deputado Dr. Rosinha (PT-PR), ex-presidente do parlamento do Mercosul, as palavras de Serra aumentam a apreensão nos países vizinhos. &quot;Se Serra ganhar as eleições, vai governar de costas para a América do Sul&quot;, previu. (Com agências noticiosas)
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Fri, 28 May 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3472</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Caiu a ficha nos tucanos - Campanhas anteriores</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3473</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Eleições<br />
Com a recusa oficial de Aécio, PSDB agora corre atrás de um nome para ser o vice da chapa de Serra. Aliados temem que a demora na escolha comece a desgastar a pré-campanha<br />
Denise Rothenburg
<p>
As declarações do ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves reforçando a decisão de concorrer ao Senado deixaram o PSDB dividido sobre datas e nomes para a escolha de um candidato a vice na chapa de José Serra à Presidência da República. Ao mesmo tempo em que o presidente do partido, Sérgio Guerra (PE), cita o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) como um bom nome, o próprio Aécio se desdobra em elogios a Itamar Franco ¿ o que levou muitos a entender que Aécio, nas entrelinhas, estaria apresentando o nome do ex-presidente para a campanha ao Palácio do Planalto. Guerra vai conversar com Serra na próxima semana, para começar a tratar do assunto. ¿Há seis meses, sabemos que Aécio não seria (vice). Mas muita gente no partido achou que ele era o melhor nome¿, disse Guerra, para justificar o fato de o partido não ter tratado seriamente de outros nomes até agora.<br />
Diante da afirmação de Aécio de que será candidato ao Senado, o presidente do Democratas, deputado Rodrigo Maia (RJ), pede calma. ¿Não precisamos tratar disso agora. Se não decidimos até agora, não há por que ter pressa. Temos tempo até 5 de julho, data do registro de candidaturas¿, afirma o chefe democrata, na esperança de que, até lá, Aécio mude de ideia. ¿Se ele é considerado o melhor nome, temos que dar tempo ao tempo. Pressões não ajudam¿, diz ele.<br />
Maia havia dito há alguns meses que, na hipótese de Aécio recusar o convite, o seu partido iria reivindicar a vaga de vice na chapa. Já se especulou sobre o senador José Agripino Maia, por ser do Nordeste, região onde a petista Dilma Rousseff tem hoje a preferência do eleitorado. Falou-se ainda na senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que poderia ajudar a alavancar Serra no interior do país. Um terceiro nome citado foi o do senador Demostenes Torres, de Goiás, promotor, que também tem uma boa imagem no Senado. Ontem, no entanto, Maia não falou de nomes: ¿Não é hora de tratar disso agora. Eu vou propor que se deixe para discutir depois do feriado¿, afirmou.
</p>
<p>
Campanhas anteriores<br />
Fora do centro nervoso da decisão, o senador Álvaro Dias (PR), futuro líder do PSDB no Senado, alerta para o perigo de os partidos ficarem à espera do tucano. ¿Essa especulação só atrapalha o projeto do PSDB. Ele já disse desde abril que não seria candidato a vice. Não entendo o porquê dessa especulação toda. Não precisamos sequer tratar de nomes. É definir um perfil entre as opções que temos e, com base nesse perfil, encaixar um nome. Não há atrito nos partidos, ninguém está desesperado. O melhor é esperar e decidir com calma¿, afirma o senador paranaense.<br />
Enquanto se espera, no entanto, a avaliação dos bastidores é a de que o tema candidato a vice começa a desgastar a pré-campanha. Até agora, todas as apostas falharam. Além de Aécio, falou-se na hipótese do senador Francisco Dornelles (PP-RJ), que não tem o apoio fechado do partido para seguir com os tucanos. E, como lembram alguns integrantes do partido, também não recebeu qualquer convite formal. Agora, vem Tasso Jereissati, candidato ao Senado no Ceará. O próprio Sérgio Guerra, presidente do PSDB que levantou o nome, diz ser uma possibilidade remota.<br />
Nos últimos 16 anos, o PSDB teve problemas para escolha do vice em eleições presidenciais intercaladas. Em 1994, o primeiro nome escolhido para compor a chapa do PSDB foi o do então senador Guilherme Palmeira (PFL-AL). Por causa de notícias na época sobre suposto envolvimento em denúncias de favorecimentos no estado, ele terminou substituído por Marco Maciel (PFL-PE). Em 2002, quando Serra disputou o Planalto pela primeira vez, o nome era o do atual líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves. Mas o deputado terminou fora da chapa por causa de um processo judicial divulgado pela imprensa em que a ex-mulher o acusava de ter recursos depositados no exterior. A escolhida, então, foi a deputada Rita Camata, que recentemente trocou o PMDB pelo PSDB. Em 2006, não houve problemas, foi o então senador José Jorge (DEM-PE). E, para não repetir 1994 e 2002, os tucanos querem escolher com calma e evitar troca de última hora. Já chega o desgaste enfrentado até aqui.
</p>
<p>
<br />
O número<br />
14,37 milhões<br />
Total de eleitores registrados em Minas Gerais, segundo o Tribunal Superior Eleitoral.
</p>
<p>
Os dados são de abril de 2010 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Fri, 28 May 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3473</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Gol</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3471</link>
    <description>
    <![CDATA[
    ARI CUNHA - Visto, Lido e Ouvido
<p>
 
</p>
<p>
Ari Cunha - aricunha@dabr.com.br<br />
Com Circe Cunha - circecunha.df@dabr.com.br
</p>
<p>
Esterco e flores<br />
Agricultores revoltosos jogam caminhões de esterco às portas de repartições tidas como antipáticas pelo trabalhador brasileiro. Pode fazer isso em sinal de protesto. Aproveitando esse estrume, a aplicação na agricultura seria de valor. Fica mais elegante a revolta, e mais representativa a posição contrária. Na França, não há comunidade mais expansiva e expressiva do que os agricultores. Queriam fazer protesto contra autoridades. Escolheram caminho fácil e bonito. No centro de Paris, plantaram em dois dias, na Champs-Élysées, um quilômetro de flores, 150 mil plantas, 650 mil árvores e flores. Era a maneira de manifestar opinião contrária com muita elegância e comprometimento com o belo.
</p>
<p>
A frase que não foi pronunciada<br />
&quot;Político se cria e se perde. Nunca se transforma.&quot;<br />
Dona Dita pensando enquanto faz a listinha dos possíveis candidatos a receber seu voto.
</p>
<p>
Científico<br />
Petra Fortes, da Ruffos, no Gilberto Salomão, tem uma teoria que pode se transformar em tese. O comportamento masculino e feminino ao celular são distintos. Jamais o homem divide a conversa entre o aparelho e o vendedor. Já as mulheres escolhem peças, perguntam e pagam enquanto falam ao telefone.
</p>
<p>
Que coisa!<br />
Duas propostas que definiram compromissos do país sobre o clima tiveram relatoria da senadora Ideli Salvatti. A primeira criou a Política Nacional sobre Mudança do Clima e a outra instituiu o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima. Meses depois de trabalhar no relatório, a senadora viu seu estado, Santa Catarina, mergulhado em enchentes.
</p>
<p>
Vale tudo<br />
Por falar na senadora Ideli, nunca mais se viram debates entre ela e o senador Heráclito Fortes. A picuinha entre os dois acabou?
</p>
<p>
Denúncia<br />
Vem surpresa por aí. A Nota Legal, boa iniciativa do GDF, mostra que o contribuinte consciente é um perigo para o comércio que sonega.
</p>
<p>
Ninho<br />
Defensor da emancipação política de pequenas cidades, o deputado federal Mário Heringer comprova. Além de dividir melhor a riqueza local, o desenvolvimento é consequência natural. Ex-distritos de Manhumirim, Durandé e Martins Soares cresceram e, como ponto positivo, mantiveram seus jovens por lá, evitando a migração.
</p>
<p>
Utopia<br />
Quatro horas no máximo pode ser o tempo definido para os motoristas profissionais trafegarem em rodovias. O deputado federal Chico da Princesa comunicou na Comissão Transporte da Câmara, que o projeto já foi transformado em lei.
</p>
<p>
Livro eletrônico<br />
Muito interessante acompanhar a discussão sobre o futuro do livro. Até hoje, a opinião mais sensata foi a de Fabiano dos Santos, do Ministério da Cultura. Para ele, ¿o livro é um objeto, a leitura é uma atividade¿. A grande questão é se os meios digitais ameaçarão a leitura. A resposta está mais perto dos jovens que dos teóricos.
</p>
<p>
Novidade<br />
Regulamentadas as profissões de pesquisador e técnico de pesquisa de mercado, opinião e mídia. A conquista da classe foi comemorada depois que a CCJ aprovou projeto de lei do deputado federal Luiz Sérgio.
</p>
<p>
<strong>Gol</strong><br />
Comemorado e respeitado pelo planeta Terra, o futebol brasileiro escondia atrás do cortinado fraude cambial, sonegação à Receita Federal, evasão de divisas. Tudo registrado na CPI do Futebol, que aconteceu em 2001, sob o comando do senador Álvaro Dias. O resultado é uma nova legislação que prevê punição para quem escapar às regras.
</p>
<p>
História de Brasília<br />
Havíamos previsto a entrada do nome do sr. Sousa Dantas Forbes no noticiário policial, depois de ter sido bastante citado nas colunas sociais. Pois bem. Foi à polícia para dizer que a transação foi lícita. (Publicado em 4/3/1961) 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 26 May 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3471</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Ameaça ao Ficha Limpa</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3468</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Congresso<br />
Senado aprova projeto que cria regras mais rígidas para o registro de candidaturas, mas deputados avaliam que mudança de última hora abre brecha para impedir que a proposta entre em vigor nas próximas eleições<br />
Flávia Foreque<br />
Tiago Pariz<br />
Diego Abreu
<p>
O Senado aprovou a toque de caixa ontem o projeto Ficha Limpa deixando como resultado um texto questionado por deputados. Depois de uma tramitação relâmpago pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o projeto passou pelo plenário, mas enfrentará polêmica antes de ir à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. <br />
Os senadores concordaram em não apresentar emendas à proposta, para evitar que o texto retornasse à Câmara dos Deputados. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), chegou a apresentar nove emendas, mas acabou convencido a retirá-las ainda na CCJ. A base aliada, inicialmente, defendeu o discurso de que o projeto, que teve a adesão de 1,6 milhão de pessoas, não era uma bandeira do governo. A pressão popular e a proximidade das eleições provocaram a mudança de atitude. <br />
Mas o texto só passou pelo Congresso após ser profundamente alterado desde que chegou na Câmara. Depois dos deputados abrandarem, os senadores também fizeram alterações que ensejam questionamentos sobre a flexibilização da lei. Apresentada ontem ao projeto, emenda do senador Francisco Dornelles (PP-RJ) ¿ para colocar todos os verbos do texto no futuro do subjuntivo ¿ abre brecha para que apenas políticos condenados depois da sanção da proposta fiquem inelegíveis. <br />
O relator da proposta, Demóstenes Torres (DEM-GO), descartou que a emenda de Dornelles impede a retroatividade da lei. Segundo ele, outro artigo do projeto prevê que recursos jurídicos ¿em andamento antes da vigência da lei poderão ser aditados para cancelamento da inelegibilidade.¿ Só isso, segundo ele, bastaria para garantir que os já sentenciados não possam se candidatar. <br />
Na visão de outros parlamentares, no entanto, a mudança de Dornelles não é só de adequação do texto para colocar todos os verbos no mesmo tempo, mas de mérito por propor uma mudança que livraria sentenciados antes da sanção da lei, abrangendo apenas os sentenciados depois da entrada da lei em vigor. Isso seria uma emenda de mérito e não de redação que deveria ter sido votada novamente pela Câmara. 
</p>
<p>
¿Problema constitucional¿ <br />
¿Essa mudança cria um problema constitucional porque ela poderá ser questionada no STF porque não foi votada novamente pela Câmara¿, afirmou o deputado Flávio Dino (PCdoB-MA), um defensores da aprovação do Ficha Limpa no Congresso. O senador Demóstenes Torres rejeitou o questionamento. ¿É uma falsa polêmica. Não houve mudança de mérito, só uma adequação de redação por isso não voltou para a Câmara¿, disse Demóstenes, enfatizando que pessoas respondendo a processo com condenação por órgão colegiado estão proibidas de se candidatar. <br />
A reportagem do Correio não conseguiu contato com o senador Dornelles. <br />
Senadores da base aliada e da oposição, entretanto, ressaltaram que o texto, aprovado como veio da Câmara, poderia ser ajustado e aprimorado. Mas, diante da pressão da sociedade civil para que o teor da proposta entre em vigor ainda nestas eleições, adiaram o debate. Jucá, entretanto, já declarou a intenção de apresentar um projeto paralelo, de conteúdo semelhante, para tramitar pelo Senado. <br />
A principal alteração que ele quer fazer é possibilitar que a candidatura seja impugnada apenas se o político tiver condenação por duas Cortes colegiadas. No caso de crimes eleitorais, por exemplo, pelo atual texto, que vai à sanção do presidente Lula, basta o julgamento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para que o político não possa se candidatar numa eleição. Com a ideia de Jucá, a impugnação só ocorreria se o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmasse a condenação pelo abuso. 
</p>
<p>
Consulta ao TSE <br />
Apesar dos aplausos em plenário após a votação do Ficha Limpa, senadores reconheceram que é preciso ter cautela em relação à aplicação do texto nas eleições de outubro, questão que ainda precisa ser analisada pelo Tribunal Superior Eleitoral. ¿É preciso ter cuidado para não criar falsas expectativas¿, afirmou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR). A possibilidade de a nova regra do Ficha Limpa ser aplicada já nas eleições deste ano ainda será debatida pelas instâncias competentes da Justiça. <br />
Enquanto não existe definição sobre a possível eficácia da lei em caso de sanção do presidente Lula, especialistas divergem sobre a legalidade de a norma valer para o pleito de outubro. Está sob a relatoria do ministro Hamilton Carvalhido uma consulta protocolada no TSE na última terça-feira pelo senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), que pergunta se a lei pode ser aplicada em 2010, caso entre em vigor até 5 de julho, último dia permitido para o registro de candidaturas na Justiça Eleitoral. A consulta ainda não tem data definida para ser julgada. <br />
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) já se posicionaram favoráveis à aplicabilidade da lei já em 2010. Os presidentes das entidades entendem que é juridicamente possível que a norma torne-se válida já no pleito deste ano. A avaliação é que se a matéria for sancionada até 9 de junho, terá eficácia imediata, pois estará em vigor um dia antes do começo das convenções partidárias. 
</p>
<p>
<br />
Frase<br />
&quot;Essa mudança cria um problema constitucional porque ela poderá ser questionada no STF porque não foi votada novamente pela Câmara&quot; <br />
Flávio Dino (PCdoB-MA), deputado federal 
</p>
<p>
<br />
Tira-dúvidas
</p>
<p>
Veja abaixo as dúvidas mais comuns referentes ao projeto Ficha Limpa. 
</p>
<p>
1 - O Ficha Limpa vai valer para a eleição de outubro? <br />
Esse é um dos pontos mais polêmicos da proposta. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entende que tem validade por ter sido aprovado antes das convenções partidárias. Os líderes do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), e no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), no entanto, argumentam que para ter efeito a proposta deveria ter sido aprovada com um ano de antecedência. Caberá à Justiça julgar sua extensão. 
</p>
<p>
2 - Quem tem condenação poderá se candidatar? <br />
O projeto Ficha Limpa impede a candidatura de um político condenado apenas em órgão colegiado (a partir de segunda instância). Quem foi sentenciado por um juiz de primeira instância, estará livre para disputar o pleito. Mesmo que o político tenha a condenação de uma Corte formada por desembargadores, ele poderá entrar com um recurso em outra instância para permitir a candidatura. 
</p>
<p>
3 - Políticos que respondem a processo podem disputar a eleição? <br />
Podem. Só ser citado em processo não muda nada. Eles devem ser condenados por um tribunal colegiado. 
</p>
<p>
4 - Os congressistas abrandaram o projeto original? <br />
Sim, o projeto original fruto da coleta de 1,6 milhão de assinaturas era muito mais rigoroso. Impedia a candidatura de um político que tivesse qualquer tipo de condenação. Os deputados jogaram para segunda instância e criaram o efeito suspensivo que poderá garantir a candidatura. <br />
Os senadores concordaram com a ideia e abriram brecha para permitir que condenados antes da lei possam se candidatar. 
</p>
<p>
5 - Os políticos vão conseguir escapar de processo de cassação? <br />
Políticos que renunciarem ao mandato para escapar de processo de cassação de mandato também ficam inelegíveis. O prazo de inelegibilidade para os fichas sujas será de oito anos, em todas as hipóteses previstas pela lei. 
</p>
<p>
<br />
Tira-dúvidas
</p>
<p>
Veja abaixo as dúvidas mais comuns referentes ao projeto Ficha Limpa. 
</p>
<p>
1 - O Ficha Limpa vai valer para a eleição de outubro? <br />
Esse é um dos pontos mais polêmicos da proposta. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entende que tem validade por ter sido aprovado antes das convenções partidárias. Os líderes do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), e no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), no entanto, argumentam que para ter efeito a proposta deveria ter sido aprovada com um ano de antecedência. Caberá à Justiça julgar sua extensão. 
</p>
<p>
2 - Quem tem condenação poderá se candidatar? <br />
O projeto Ficha Limpa impede a candidatura de um político condenado apenas em órgão colegiado (a partir de segunda instância). Quem foi sentenciado por um juiz de primeira instância, estará livre para disputar o pleito. Mesmo que o político tenha a condenação de uma Corte formada por desembargadores, ele poderá entrar com um recurso em outra instância para permitir a candidatura. 
</p>
<p>
3 - Políticos que respondem a processo podem disputar a eleição? <br />
Podem. Só ser citado em processo não muda nada. Eles devem ser condenados por um tribunal colegiado. 
</p>
<p>
4 - Os congressistas abrandaram o projeto original? <br />
Sim, o projeto original fruto da coleta de 1,6 milhão de assinaturas era muito mais rigoroso. Impedia a candidatura de um político que tivesse qualquer tipo de condenação. Os deputados jogaram para segunda instância e criaram o efeito suspensivo que poderá garantir a candidatura. <br />
Os senadores concordaram com a ideia e abriram brecha para permitir que condenados antes da lei possam se candidatar.
</p>
<p>
5 - Os políticos vão conseguir escapar de processo de cassação? <br />
Políticos que renunciarem ao mandato para escapar de processo de cassação de mandato também ficam inelegíveis. O prazo de inelegibilidade para os fichas sujas será de oito anos, em todas as hipóteses previstas pela lei.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 20 May 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3468</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>TSE unifica coligações para governo e Senado</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3453</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Ricardo Lewandowski, presidente da corte, afirma que decisão promove a coerência política e ideológica para alianças nos Estados<br />
Ana Paula Scinocca<br />
Mariângela Gallucci
<p>
Em freio à poligamia eleitoral, o Tribunal Superior Eleitora (TSE) restringiu a formação de alianças aleatórias no Estados. Ontem, o presidente da Corte, ministro Ricardo Lewandowski, afirmou que as coligações feitas na campanha deste ano terão de ser mais coerentes.<br />
Uma decisão unânime tomada na noite de terça-feira pelo TSE impede que vários partidos se coliguem para governador, mas fiquem separados na disputa pelo Senado. Apesar de a decisão ter reduzido as possibilidades de coligação, Lewandowski considera que não houve um engessamento das alianças.<br />
&quot;Eu não gostaria de usar a palavra engessado. Eu acho que deve haver mais uma coerência. As alianças devem guardar uma coerência maior. A decisão foi no sentido de que as alianças mantivessem uma certa coerência política e ideológica?, disse Lewandowski.<br />
Na prática, a decisão do TSE dificulta as negociações de alianças nos Estados. O tribunal chegou a essa conclusão durante o julgamentodeconsultas do senador Francisco Dornelles (PP-RJ) e do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).<br />
Coerência e sacrifícios. A decisão do TSE foi bem recebida por senadores ontem. &quot;A coligação majoritária tem de ser uma só. Caso contrário, ficaria estabelecida uma anarquia&quot;,afirmou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR). Para o também tucano Sérgio Guerra (PE), presidente do PSDB, a decisão mostra coerência da corte.<br />
A líder do governo no Congresso, senadora Ideli Salvatti (PT-SC), também defendeu a decisão do tribunal.&quot;É muito coerente. Deveria ser assim também em relações às coligações estaduais e nacionais. Não pode haver mais flexibilização&quot;, anotou.<br />
A resposta do TSE terá influência direta nos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. No Rio, a decisão leva o PV a sacrificar sua pré-candidata ao Senado, a vereadora Aspásia Camargo, para dar espaço ao ex-prefeito do Rio, César Maia (DEM). Isso porque a aliança com o DEM é fundamental para que o pré-candidato do partido ao governo, Fernando Gabeira, ganhe mais tempo na propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão.<br />
Caso o TSE tivesse respondido positivamente à consulta de Francisco Dornelles, DEM, PV, PSDB e PPS poderiam se unir em torno da candidatura de Gabeira, mas o primeiro partido ficaria livre para lançar César Maia de forma avulsa.<br />
Em São Paulo, a decisão obrigará o PTB do senador e pré-candidato à reeleição Romeu Tuma a não se coligar formalmente ao PSDB para a candidatura de Geraldo Alckmin. No Estado, já são pré-candidatos formais ao cargo de senador os políticos Orestes Quércia,do PMDB,e Aloysio Nunes, do PSDB.<br />
Renovação<br />
Este ano, do total de 81 senadores, três representantes de cada Estado, serão eleitos apenas 54, apenas 2 por Estado. O restante dos parlamentares ainda terá mais quatro anos de mandato. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 13 May 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3453</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Governo usa ficha-limpa para aprovar pré-sal</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3454</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Projeto de lei que proíbe candidaturas de condenados pela Justiça vira ponto de barganha e corre risco não ser aprovado rapidamente no Senado<br />
Eugênia Lopes<br />
BRASÍLIA
<p>
Aprovado a toque de caixa na Câmara, o projeto que proíbe candidatura de políticos condenados pela Justiça, conhecido como Ficha Limpa, virou ponto de barganha e corre o risco não ser aprovado rapidamente no Senado.<br />
O governo não quer abrir mão da urgência para a aprovação dos projetos que tratam da exploração e produção do petróleo da camada pré-sal. A ideia da base aliada é ?casar? os dois projetos, fazendo do ficha limpa, que tem apoio popular, um motor de propulsão das propostas do pré-sal.<br />
&quot;Não vou tirar a urgência do pré-sal para aprovar o Ficha Limpa&quot;, afirmou o líder do governo no senado, Romero Jucá (PMDBRR). Além do pré-sal, a pauta está trancada por quatro medidas provisórias, que também precisam ser votadas antes.<br />
Tanto o DEM quanto o PSDB estão confiantes na retirada da urgência dos projetos do pré-sal, fruto de acordo que está sendo fechado com os governistas. Para votar logo o Ficha Limpa, a oposição se comprometeria a votar três dos quatro projetos do pré-sal, antes do recesso de julho do Congresso. Sobraria para depois das eleições, o projeto que trata da divisão dos royalties do pré-sal entre os Estados.<br />
&quot;Estamos chegando a um acordo. O governo tira a urgência, nós votamos os projetos do pré sal sem, é claro, nos comprometermos com o mérito. Vamos votar contra as propostas&quot;, disse o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgilio Neto (AM).<br />
&quot;Estamos negociando com o governo a retirada da urgência do projeto. As chances de votar o Ficha Limpa logo são grandes&quot;, afirmou o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN).<br />
&quot;Se o governo não retirar a urgência dos projetos do pré-sal é porque eles não querem a aprovação do Ficha Limpa&quot;, argumentou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).<br />
Pressão. A estratégia do governo é usar o Ficha Limpa para tentar pressionar os senadores, principalmente a oposição, a votar os quatro projetos do pré-sal, considerados prioritários pelo Planalto. A proposta do Ficha Limpa só tem chances de ser votada até 6 de junho, prazo fatal para que as novas regras de inelegibilidade tenham validade nas eleições de outubro, caso o governo concorde em retirar o pedido de urgência para a votação do quatro projetos do pré-sal.<br />
O relator do projeto deverá ser o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que já avisou que não pretende alterar a proposta aprovada na Câmara. Segundo ele, o projeto deverá ser votado na Comissão de Constituição e Justiça provavelmente na última semana de maio.<br />
Ao garantir que votará favoravelmente ao projeto, Jucá pôs em dúvida alguns pontos, como a parte do texto que trata da inelegibilidade de políticos condenados por órgãos colegiados. &quot;O que é colegiado&quot; Tribunal de contas de primeira instância é colegiado? Tribunal regional de primeira instância é colegiado??, questionou.<br />
Integrantes do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral entregaram simbolicamente ontem ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o projeto aprovado na véspera pela Câmara. &quot;Não é o projeto ideal, mas é o possível&quot;, disse o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante.
</p>
<p>
Divergências<br />
DEMÓSTENES TORRES<br />
SENADOR (DEM-GO) &quot;A ideia é não mudar nada, a não ser que seja necessário&quot;
</p>
<p>
ROMERO JUCÁ<br />
SENADOR (PMDB-RR) &quot;Não vamos votar sob pressão. Não temo nada. Aliás, esse projeto não é assunto de governo&quot;
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 13 May 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3454</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Parlamentares defendem que caso seja apurado</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3444</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Ana Paula Scinocca<br />
BRASÍLIA
<p>
Senadores defenderam ontem que a ligação do secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, com Li Kwok Kwen, também conhecido como Paulo Li, e apontado como um dos chefes da máfia chinesa em São Paulo, seja amplamente investigada. O Estado noticiou que a relação de Tuma Júnior com Paulo Li foi mapeada ao longo de seis meses da investigação que deu origem à Operação Wei Jin, deflagrada em setembro do ano passado.<br />
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), defendeu a apuração. &quot;Tudo tem de ser investigado desde que seja observado o princípio de defesa&quot;, disse.<br />
Futuro líder do PSDB na Casa - ele deve assumir a liderança ainda este mês -, o senador Álvaro Dias (PR) também cobrou investigação. &quot;Desta vez eu concordo com o presidente Lula que tem de investigar&quot;, anotou. &quot;Trata-se de um alto funcionário do governo e, neste caso, a exigência de investigação é ainda maior&quot;, prosseguiu.<br />
Confiança. Pai do secretário, o senador Romeu Tuma (PTB-SP) passou o dia ontem evitando comentar o envolvimento do filho.<br />
Depois, ao ser questionado pela reportagem do Estado, o senador disse que tem confiança no filho, a quem classificou como uma pessoa digna.<br />
Por telefone, Romeu Tuma disse ainda que o filho vai falar sobre o assunto. &quot;Ele está pronto para dar esclarecimentos às autoridades competentes&quot;, disse. Em seguida, encerrou a conversa com a reportagem, dizendo que o resto era com o próprio filho mesmo. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 06 May 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3444</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>No Senado, expectativa é de aprovar os 7,7%</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3445</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Tucanos se dividem sobre efeitos na Previdência. Líder do governo acha inviável politicamente reduzir reajuste
<p>
Adriana Vasconcelos
</p>
<p>
BRASÍLIA. Diante da expectativa de o PSDB vencer as eleições presidenciais deste ano, os Senadores tucanos estão divididos sobre o reajuste de 7,72% aprovado anteontem pela Câmara para aposentadorias acima do mínimo. O Senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) admitiu sua preocupação com o impacto produzido pelo novo reajuste e o fim do fator previdenciário:<br />
- Sou cauteloso quanto a isso. Precisamos tomar cuidado com essas bondades, e a Grécia é exemplo bom para isso. Antes de nos posicionarmos, defendo que a bancada faça uma discussão técnica sobre o assunto, pois a Previdência já tem um rombo enorme.<br />
O Senador Álvaro Dias (PSDB-PR) aposta na aprovação do reajuste e aproveita para provocar o presidente Lula, que está sendo aconselhado pela equipe econômica a vetar a proposta, o que poderá ter reflexos negativos na campanha de sua pré-candidata à Presidência, a petista Dilma Rousseff:<br />
- O Senado não deve alterar o texto aprovado pela Câmara. Já o presidente Lula, pressentindo uma derrota de sua candidata, pode ser que não vete o projeto.<br />
Apesar da aliança com os tucanos, o DEM não cogita a hipótese de negar apoio à proposta.<br />
- Vamos votar como votamos há três anos, ou seja, a favor. A base governista que tem de ser questionada por um eventual rombo nas contas da Previdência, pois representantes deles que propuseram isso - provocou o líder do DEM, Senador José Agripino (RN).<br />
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), adiantou que considera inviável politicamente reduzir os 7,72%. Quanto ao fim do fator previdenciário, Jucá disse que será preciso primeiro analisar se é constitucional regulamentar esse tema por MP, e destacou que sua aprovação deverá ser condicionada à fixação de limite de idade para as aposentadorias. A pressão é para que a matéria esteja na pauta do Senado na próxima semana:<br />
- O Senado votará os 7,72%. Dissemos desde o início. Politicamente não temos condição de votar índice menor.<br />
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), considera difícil que o plenário altere o texto aprovado pela Câmara:<br />
- Estamos em ano eleitoral e dificilmente teremos o Senado modificando decisão da Câmara. Politicamente é muito difícil (a modificação). Há simpatia grande com os aposentados.<br />
O Senado já foi a favor do fim do fator previdenciário em 2008, ao aprovar projeto do Senador Paulo Paim (PT-RS). O texto foi remetido para a Câmara, que até hoje não votou a proposta. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 06 May 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3445</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Penetras na festa</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3440</link>
    <description>
    <![CDATA[
    ARTIGO - Rolf Kuntz<br />
<br />
O crescimento econômico é o melhor caminho para o equilíbrio das contas públicas, disse ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Bonito, mas contestável. A economia pode crescer por algum tempo enquanto as contas pioram, como tem ocorrido neste ano. Em contrapartida, uma gestão mais severa e mais eficiente do dinheiro público pode abrir caminho para mais investimentos, mais exportações e expansão econômica mais duradoura. Mas cortar gastos, empregar menos companheiros e produzir mais com cada real desembolsado é politicamente mais difícil. Muito mais confortável é disfarçar o desperdício quando cresce a arrecadação, como tem ocorrido normalmente.<br />
Se o governo tivesse escolhido o melhor caminho, o Ministério da Fazenda poderia ter, há muito mais tempo, reduzido para valer o peso dos impostos sobre a exportação. O ministro prometeu para esta quarta-feira um novo pacote de ajuda ao exportador. Haverá redução de impostos sobre as vendas ao exterior, mas o alívio será limitado e muito menor que o necessário para igualar as condições de competição. Nem o PIS-Cofins será eliminado. Apenas será diminuído o prazo para liquidação dos créditos ? dos novos, somente, porque os acumulados continuarão presos por muito tempo, segundo as informações conhecidas até ontem.<br />
O pacote é pouco ambicioso, mas sua discussão consumiu meses. O governo, segundo o pessoal da Fazenda, não pode renunciar de uma hora para outra a uma parcela maior da tributação, nem tem como eliminar a curto prazo o acúmulo de créditos fiscais. O argumento seria mais sério e respeitável se o Executivo estivesse fazendo um grande esforço de economia. Não está. No primeiro trimestre, o governo central gastou com o funcionalismo 7% mais que um ano antes, em termos nominais. Os &quot;outros custeios&quot; foram 21,5% maiores que os de janeiro a março de 2009. No ano passado, a folha de pessoal consumiu 24,8% mais que em 2008, em valores correntes, embora a crise tenha afetado a arrecadação.<br />
Segundo o ministro da Fazenda, o governo tem mantido os gastos com pessoal abaixo de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) e, portanto, não há exagero nesse item, apesar do aumento em valores absolutos. No primeiro trimestre, essa relação ficou em 5,2%. Mas a alegação é chocha. Nenhum dos Dez Mandamentos ordena manter constante a relação folha de salários/PIB. O aumento real do valor absoluto importa, sim, e muito, principalmente quando não é acompanhado de ganhos de produtividade e qualidade nos serviços.<br />
O ministro foi ao Congresso para a celebração do décimo aniversário da Lei de Responsabilidade Fiscal. Defendeu a responsabilidade na gestão das contas públicas, mas deixou de mencionar um detalhe histórico: essa lei foi aprovada apesar dos votos contrários do PT e de outros partidos da oposição. Quem lembrou esse pormenor foi o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), ao sugerir um acordo para se extinguir a Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta contra a lei há dez anos.<br />
Terão os petistas perdido a memória desse fato? Pode ser. Afinal, muitos parecem ter esquecido a rejeição ao Colégio Eleitoral (e, portanto, à eleição de Tancredo Neves), o movimento contra a Constituição de 1988, a condenação do Plano Real e a execração do Proer. Esse programa, usado no socorro a bancos nos anos 90, foi evocado muito tempo depois como exemplo pelo presidente Lula, durante a quebradeira no setor bancário americano.<br />
Se o governo levasse a sério a responsabilidade fiscal, o superávit primário, usado para o pagamento de juros, não teria diminuído para 1,94% do PIB nos 12 meses terminados em março. Em dezembro, no fim de um ano de crise, havia ficado em 2,05%. Mas isso é só uma parte do estrago. O déficit nominal acumulado em 12 meses cresceu de 3,33% do PIB, em dezembro, para 3,46%, em março. A maior parte da piora das contas deve-se ao governo central. O desequilíbrio tem crescido apesar do aumento da receita. No primeiro trimestre, a arrecadação federal foi 15,8% maior que a de um ano antes, em valores correntes ? um aumento muito superior à inflação do período.<br />
Não é sério deixar o resultado fiscal na dependência do crescimento do PIB e da arrecadação. As autoridades vivem falando em política anticíclica. Mas política anticíclica é economizar na prosperidade para gastar com mais folga em fases de aperto. No Brasil, a ordem tem sido gastar nos bons e nos maus tempos, com uma só variação: em fase de vacas magras, a crise serve para justificar o mau resultado das contas públicas.<br />
Rolf Kuntz<br />
É JORNALISTA <br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 05 May 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3440</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Cada um tem sua história</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3441</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Corrupção<br />
Tesoureiro do PT nega mais de um encontro com doleiro suspeito em São Paulo
<p>
tesoureiro do PT e ex-presidente da Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop), João Vaccari Neto, rechaçou ontem, no Senado, que tenha se reunido mais de uma vez com o doleiro Lúcio Bolonha Funaro para tratar de operações financeiras. Confrontado pelo senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que disse ter informações seguras de que Vaccari e o doleiro &quot;se encontraram uma vez na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo e outras três vezes no sede da Bancoop&quot;, o tesoureiro manteve a versão de uma única reunião, mas afirmou que só aceitaria fazer uma acareação com Funaro se fosse convocado pela CPI das ONGs do Senado, ou seja, se for obrigado a comparecer.<br />
Em depoimento à comissão, Vaccari voltou a chamar de &quot;midiáticas&quot; as denúncias de José Carlos Blat, promotor do Ministério Público de São Paulo, que acusa o petista de desvios de recursos da cooperativa para campanhas do PT e de aplicação irregular de dinheiro de fundos de pensão estatais. &quot;Não houve superfaturamento na Bancoop em nenhuma hipótese, da mesma forma que não houve contribuições a partidos políticos.&quot;<br />
Vaccari também negou ter uma &quot;relação umbilical&quot; com o grupo Schahin ? que, segundo Funaro, &quot;é alvo de uma série de investigações da polícia e do Ministério Público por suspeita de fraudes como lavagem de dinheiro e evasão de divisas&quot;. O grupo Schahin sustenta que as acusações do doleiro são falsas. ACAREAÇÃO &quot;Eu, enquanto pessoa física, não tenho nenhum relacionamento como a Schahin. No caso da Bancoop, tentamos fazer um processo de negociação para conclusão de obras, mas não tivemos sucesso&quot;, afirmou o tesoureiro.<br />
Segundo Vaccari, &quot;não é verdade&quot; que ele recebia dinheiro semanalmente de Luiz Malheiro, presidente da Bancoop de 1996 a 2004, enquanto era presidente do Sindicato dos Bancários. Ele defendeu a captação de R$ 36 milhões de fundos de pensão estatais, argumentando que à época os títulos da Bancoop eram valorizados.<br />
Dias protocolou requerimento pedindo acareação entre o petista e o doleiro. O presidente da CPI, Heráclito Fortes (DEM-PI), afirmou que vai colocar o pedido em votação na próxima terça-feira.<br />
Antes de surgirem essas denúncias, Vaccari era apontado como o tesoureiro da campanha da ex-ministra da Casa Civil Dilma Rousseff à Presidência da República. Quando elas vieram à tona, passou a valer o argumento, no PT, de que o tesoureiro da legenda não se envolveria com recursos da campanha.
</p>
<p>
SAIBA<br />
De acordo com a revista Veja, &quot;depois de quase três anos de investigação, o Ministério Público de São Paulo conseguiu por as mãos na caixa-preta que promete desvendar um dos mais espantosos esquemas de desvio de dinheiro perpetrados pelo núcleo duro do PT: o esquema Bancoop&quot;. Segundo a revista, pelo menos 400 famílias movem processos contra a Bancoop, por terem quitado imóveis, não recebê-los e ainda terem que pagar prestações com valores cada vez mais altos.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 05 May 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3441</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>MP quer apurar possíveis fraudes na Petrobras</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3420</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Procurador defende que TCU investigue prejuízo em licitações
<p>
BRASÍLIA. O procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Marinus Marsico, defendeu a abertura de uma investigação para apuração de denúncia publicada ontem pelo jornal &quot;Folha de S.Paulo&quot; indicando que fraudes nas licitações de cinco grandes obras da Petrobras geraram gastos adicionais de R$ 1,4 bilhão. Esse seria o resultado de acordos e manobras clandestinas de empreiteiras, como a Camargo Correia e a GDK, constatados por peritos da Polícia Federal ao analisar documentos apreendidos em cinco operações realizadas desde 2008.<br />
- Esses fatos narrados pela reportagem devem ser investigados.<br />
Eu não posso falar em nome do TCU, mas como representante do Ministério Público posso provocar o tribunal. O lamentável é que esse tipo de operação envolvendo empreiteiras não é uma coisa nova, mas rotineira - observou Marsico.<br />
O suposto superfaturamento foi apontado em investigações da Polícia Federal (PF) e processos do TCU nos últimos anos e teria ocorrido nas obras das refinarias do Nordeste e do Vale da Paraíba, das unidades de Tratamento de Gás de Caraguatatuba e de Coque da Refinaria Presidente Vargas e na Usina Termelétrica de Cubatão.<br />
Segundo a &quot;Folha&quot;, teria havido indução na formatação de exigências de editais de licitação, para reduzir o número de participantes, combinação do lance vencedor, e repartição dos contratos e do sobrepreço após a realização do certame. A Petrobras não é acusada de conluio.
</p>
<p>
Oposição diz que CPI tinha muito trabalho a fazer
</p>
<p>
Para o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Demóstenes Torres (DEM-GO), esse tipo de problema detectado em cinco contratos da Petrobras é que leva o TCU a propor as suspensões de obras, tão contestadas pelo governo Lula.<br />
Para o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), as novas denúncias mostram que a fracassada CPI da Petrobras - que acabou sendo abandonada pela oposição - tinha muito a investigar.<br />
- Nós fizemos o que podíamos.<br />
Como o governo nos impediu de levar adiante as investigações, optamos por encaminhar 18 representações ao MP para que as denúncias de irregularidades em contratos da Petrobras fossem investigados. Agora só nos resta acompanhar de longe - lamentou Dias.<br />
Em seu blog, a Petrobras publicou respostas aos questionamentos da reportagem. A estatal argumentou que existem diferenças de metodologia para apuração de custo de obras entre o TCU e seu departamento técnico, e que considera a sua fórmula mais abrangente e precisa, especialmente para empreendimentos do setor.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 03 May 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3420</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Oposição entra na Justiça com nova ação contra Lula</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3431</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Para PSDB e DEM, declarações feitas no sábado configuram propaganda eleitoral antecipada<br />
A oposição se prepara para mais um round contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em razão das declarações feitas por ele no sábado, durante os eventos em comemoração ao Dia do Trabalho. Dirigentes de PSDB e DEM entram hoje na Justiça Eleitoral com nova ação contra Lula por campanha antecipada.<br />
A ação sugere que pode pedir a anulação da pré-candidatura do PT pela insistência do presidente em demonstrar publicamente apoio a Dilma Rousseff. Outra frente de ataque será contra as estatais que patrocinaram os eventos de sábado das centrais sindicais. O fato, na avaliação de integrantes de PSDB e DEM, configura um ato de improbidade administrativa.<br />
O presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), informou que o partido encaminhará na segunda-feira os papéis com o pedido da nova ação. É a segunda acusação em menos de uma semana - a oposição entendeu que o pronunciamento feito na quinta-feira por Lula em cadeia de rádio e TV configurou campanha antecipada.<br />
Maia declarou que, se Lula continuar &quot;desrespeitando a Lei Eleitoral&quot;, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deveria futuramente até anular o registro de candidatura de Dilma.<br />
- Ele está passando dos limites - disse, ao destacar que as duas multas já aplicadas pela Justiça Eleitoral por campanha antecipada não foram suficientes conter as declarações.<br />
O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) lembra que o patrocínio estatal podeconfigurar improbidade administrativa:<br />
- As estatais usaram dinheiro público para montar um ato que se transformou em uma festa eleitoral.<br />
Entre os patrocinadores, estão Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
<p>
Brasília<br />
As multas<br />
Lula já recebeu duas multas da Justiça Eleitoral por campanha antecipada - 18 de março: punido com multa de R$ 5 mil porque teria feito campanha a favor de Dilma em maio de 2009, durante inauguração de obra no Rio.<br />
- 25 de março: multado em R$ 10 mil porque teria feito propaganda disfarçada para Dilma durante inauguração de sindicato, em janeiro, em São Paulo.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 03 May 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3431</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Para o PT, mensalão "não cola"</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3386</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Eleições<br />
Petistas avaliam que o tema se esgotou na campanha de 2006, apesar de o presidente Lula admitir que soube do pagamento para a base aliada antes de o escândalo estourar<br />
Tiago Pariz<br />
Ivan Iunes
<p>
Os estrategistas da pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, minimizaram os efeitos na campanha da confissão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que foi alertado sobre o repasse de dinheiro a partidos aliados antes de o escândalo do mensalão estourar. A avaliação é de que a crise que chacoalhou o partido em 2005 passou pelo crivo do eleitor na reeleição de Lula, em 2006.<br />
Petistas e os envolvidos na campanha da ex-ministra dizem que se a oposição alimentar o tema, poderá ser um tiro no próprio pé. Um recado direto ao também ao Democratas, atingido em cheio no Distrito Federal no caso do pagamento a deputados distritais da base aliada para votar projetos de interesses do GDF. No auge de sua administração, Arruda chegou a ser apontado como um vice natural da chapa encabeçada pelo PSDB na corrida pelo Palácio do Planalto, mas acabou expulso do partido e ficou preso por dois meses por interferir nas investigações da Caixa de Pandora.<br />
O presidente do PT, José Eduardo Dutra, disse que a oposição tenta capitalizar nas respostas dadas por Lula ao Supremo Tribunal Federal no processo sobre o mensalão por estar perdida. &quot;Essa estratégia é por falta de projeto e discurso. Como não tem projeto, a oposição tem criado factoides. Eles já usaram isso de maneira exaustiva na campanha de 2006. Como não tem o que propor no lugar do governo que está aí, quer ressuscitar o mensalão&quot;, afirmou Dutra.<br />
O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), discorda que as respostas de Lula ao ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa darão fôlego à oposição, e lembra que a Corte rejeitou incluir o presidente como réu. &quot;O Supremo Tribunal Federal o inocentou. Não acredito que isso dê combustível eleitoral para a oposição, não há, em tese, nenhuma novidade ao que o presidente já vinha afirmando desde o escândalo&quot;, afirmou o petista.
</p>
<p>
Polêmica<br />
O DEM tentou reviver o mensalão no auge da crise no Distrito Federal sob o argumento que diferentemente do PT agiu ao expurgar todos os envolvidos dos seus quadros. Os petistas chegaram a ensaiar um movimento de rebate na Câmara dos Deputados, mas adotou a estratégia do silêncio. Sem alimentar a polêmica, fez água a estratégia dos opositores. Agora, com a confirmação de que Lula soube de Roberto Jefferson do escândalo durante reunião no Palácio do Planalto, como revelado na edição(1) de ontem do Correio, DEM, PPS e PSDB acreditam que as respostas trouxeram nova munição eleitoral.<br />
&quot;Todas as informações devem ser trabalhadas na eleição para poder se fazer uma avaliação mais correta das alternativas&quot;, afirmou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), cobrando que a resposta justifica a inclusão de Lula como réu no processo que corre no STF. Para o líder do DEM no Senado, José Agripino (RN), Lula admitiu por confiar, novamente, no perdão do eleitorado. &quot;O presidente está confiando no veneno dele, na capacidade de ser anistiado. Mas esse é um fato recente. Esse mensalão do DEM é uma oportunidade de mostrar ao eleitor o comportamento que teve o partido acusado de coisas semelhantes. O eleitor vai comparar&quot;, afirmou. O presidente do PPS, Roberto Freire, seguiu na mesma linha do colega de oposição. &quot;Temos um presidente mentiroso e isso só poderá ser resolvido pela cidadania, no processo eleitoral; os brasileiros é que devem analisar isso&quot;, disse.
</p>
<p>
1 - Repasses<br />
O Correio mostrou ontem que em respostas encaminhadas às perguntas elaboradas pelo Ministério Público Federal, Lula admitiu pela primeira ter sido avisado por Roberto Jefferson de que o PT estaria fazendo repasses para os aliados.<br />
O presidente também reconheceu a possibilidade de ter havido um acordo eleitoral de R$ 10 milhões na campanha de 2002 entre o seu partido e o PL. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 14 Apr 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3386</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Coluna - Cláudio Humberto</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3387</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Com: Tereza Barros e Tiago de Vasconcelos
<p>
E-mail: ch@claudiohumberto.com.br<br />
www.claudiohumberto.com.br
</p>
<p>
FRASE
</p>
<p>
&quot;O objetivo é jogar uma ducha de água fria no entusiasmo&quot;<br />
Senador Álvaro Dias, ao comentar a pesquisa que dá empate entre Serra e Dilma
</p>
<p>
LULA SE DIZ MAGOADO COM O MINISTRO AYRES BRITTO<br />
Lula está &quot;muito ressentido&quot; com um dos ministros mais admirados do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto, segundo um assessor palaciano. Como o nomeou, o presidente esperava que o ministro, um ex-filiado ao PT, atuasse como &quot;líder do governo&quot; no STF e no Tribunal Superior Eleitoral. Mas no TSE Ayres Britto atuou com independência e firmeza, inclusive multando-o por propaganda eleitoral fora de época.
</p>
<p>
CALOU FUNDO<br />
Lula não esquece, &quot;nem perdoa&quot;, diz o assessor, a frase de Ayres Britto sobre uma afirmação dele: &quot;Ninguém é eleito para &quot;fazer&quot; sucessor&quot;.
</p>
<p>
POÇO DE MÁGOAS<br />
&quot;O presidente não esquece quem o magoa&quot;, diz o assessor palaciano, ao justificar ressentimentos que o chefe &quot;levará para o túmulo&quot;.
</p>
<p>
PRATO SERVIDO FRIO<br />
Vingativo, Lula considera &quot;questão de honra&quot; a derrota de adversários como Arthur Virgílio (PSDB-AM) e Agripino Maia (DEM-RN) em outubro.
</p>
<p>
DR. FANTÁSTICO<br />
Para Lula, armas nucleares a serem desativadas são como remédios que joga fora. Mas o santo remédio que ele toma precisa envelhecer...
</p>
<p>
CANDIDATA DILMA NO TWITTER É DE MENTIRINHA<br />
Para tentar rivalizar com o tucano José Serra, político brasileiro que primeiro utilizou a rede social Twitter, a assessoria de Dilma Rousseff (PT) divulgou foto em que ela finge &quot;twittar&quot;: a página do computador fotografado à sua frente não permite esse tipo de ação. Curiosamente, Dilma finge &quot;twittar&quot; em ambiente Windows, enquanto sua assessoria faz lobby pelo &quot;software livre&quot;. E contra a Microsoft, dona do Windows.
</p>
<p>
ELE É DILMA<br />
Seu nome é Marcelo Branco, mas pode chamá-lo de Dilma Rousseff: ele é o verdadeiro autor das mensagens que ela assina no Twitter.
</p>
<p>
SEGUIDORES<br />
Os seguidores de Dilma no Twitter já somam mais de 20 mil. Bem menos que os 198 mil que seguem José Serra, veterano na rede social.
</p>
<p>
PAROU POR QUÊ?<br />
A PF, que trabalhou muito este ano, para em todo o País nesta quarta: acusa o Ministério do Planejamento de engavetar o aumento salarial.
</p>
<p>
JULGAMENTO ADIADO<br />
Como antecipou esta coluna, o Supremo Tribunal Federal deverá adiar o julgamento da ação que pede a &quot;revisão&quot; da Lei da Anistia, previsto para esta quarta, por falta de quorum qualificado. Ficará para o dia 28.
</p>
<p>
PROTESTO ARMADO<br />
Liderados por sindicalistas ligados ao ex-governador Joaquim Roriz (PSC) e até ao deputado Geraldo Magela (PT), policiais civis fazem protesto nesta quarta, à tarde, na sede provisória da Presidência da República. Combinaram ir armados, usando coletes e viaturas.
</p>
<p>
AINDA ABALADO<br />
Apesar da liberdade, o ex-governador Arruda preocupa os familiares, que preveem uma difícil recuperação. Emocionalmente abalado, ele se recusa a receber visitas e tem frequentes crises de choro.
</p>
<p>
ENGANA QUE O PT GOSTA<br />
O dr. Lourenço Vieira foi por alguns anos secretário de Saúde de Cruzeiro do Oeste (PR), na prefeitura de Zeca Dirceu (PT). Só que não era médico: acabou preso pela PF atendendo em Imaculada (PB).
</p>
<p>
AI, MEU GAROTO<br />
O que diria vovô Brizola, que não engolia o &quot;sapo barbudo&quot;, do deputado Brizola Neto (PDT-RJ), para quem &quot;onde houver um brasileiro empedernidamente reacionário,haverá um eleitor seu, José Serra&quot;?
</p>
<p>
MOLEZA VOADORA<br />
O governo Lula vai ajudar, por quantia não revelada, o governo de Gana, na África, a comprar um jato 190 da Embraer para sua Força Aérea. O vice-presidente John Mahama, exultou em Brasília com a moleza: dez anos para pagar a 2,5% anuais, e dois anos de carência.
</p>
<p>
BOA PRA TUCANO<br />
Nova pesquisa Vox Populi confirma a liderança de Teotônio vil lela (PSDB) para o governo de Alagoas, com 39% contra 35 de R. Lessa (PDT). Para presidente, José Serra continua em alta no único Estado onde venceu em 2002: tem 46%, contra 32% de Dilma Rousseff (PT).
</p>
<p>
ALEGRIA OBRIGATÓRIA<br />
13 de abril será Dia de Alegria Nacional na Venezuela, em homenagem à &quot;revolução bolivariana&quot; e ao &quot;povo em armas&quot;. Não dá ideia...
</p>
<p>
PERNA, PRA QUE TE QUERO?<br />
A deputada Eurides Brito (PMDB), que filmada enfiando dinheiro na bolsa, fugiu de um encontro com a turma do &quot;CQC&quot;, da Band, ontem. Até esqueceu de entregar sua defesa à comissão de ética.
</p>
<p>
HISTÓRIA DE PADRE<br />
Em 1973, os deputados estaduais Alencar Furtado e Maurício Fruet viajavam pelo interior do Paraná, num carro da Assembleia Legislativa, até que, tarde da noite, precisaram de um balseiro para atravessar o rio. O homem quis saber o que significaram as iniciais &quot;AL&quot;, na placa do veículo. ? Arcebispado de Londrina, meu filho ? inventou Fruet ? Sou padre e acompanho o bispo, que chegou de Roma. Vá lá pedir a bênção. Alencar, que dormia, acordou xingando o homem. Fruet explicou a irritação: ? Ele soube que um padre aqui perto se meteu em histórias pecaminosas... ? Sei quem é ? entregou o balseiro ? Nunca confiei naquele padre safado!
</p>
<p>
E-mail: ch@claudiohumberto.com.br<br />
www.claudiohumberto.com.br 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 14 Apr 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3387</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Largada em Belo Horizonte</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3382</link>
    <description>
    <![CDATA[
    O PSDB vai dar a largada na pré-campanha do ex-governador paulista José Serra à Presidência da República em Minas Gerais, apostando no prestígio do ex-governador Aécio Neves (PSDB) para alavancar o nome do tucano no estado. O partido marcou para o próximo dia 19 um evento político que pretende reunir mais de 300 prefeitos, deputados e senadores tucanos na capital mineira.<br />
A agenda em Minas tem o efeito simbólico de mostrar unidade do partido depois que Aécio abriu mão de disputar o Palácio do Planalto - o que resultou na consolidação do nome de Serra. Os tucanos e aliados de Serra adotam o mesmo discurso de que o partido vive um momento de &quot;unidade&quot; depois do impasse em torno do nome que disputará a Presidência pelo partido.<br />
&quot;O Aécio cancelou viagem para participar da campanha por aqui. Foi uma iniciativa dele propor esse encontro. O Serra vai começar a caminhada dele pelas montanhas de Minas Gerais&quot;, disse o deputado Nárcio Rodrigues (PSDB), presidente estadual do PSDB.<br />
Além do evento político, Serra vai aproveitar a visita a Minas para se reunir com universitários, sindicalistas e líderes empresariais na Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais). &quot;Agora vamos administrar a unidade&quot;, disse o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 13 Apr 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3382</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Oposição: corrupção no PT virou lugar comum</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3366</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Nova denúncia mostra que aloprado teria participado de negócios de R$ 1,5 milhão
<p>
BRASÍLIA. A oposição vê a denúncia de enriquecimento aparentemente incompatível com a renda de Hamilton Lacerda - pego com dinheiro não declarado no &quot;escândalo dos aloprados&quot; - como evidência de que o PT não aprendeu a combater a corrupção e não se preocupa com a punição dos petistas envolvidos em escândalos. Segundo a edição de ontem do jornal &quot;Folha de S. Paulo&quot;, o empresário Hamilton Lacerda, apontado em 2006 pela Polícia Federal como envolvido num esquema de compra de um dossiê contra tucanos - se tornou fazendeiro no Sul da Bahia.<br />
Lacerda foi assessor parlamentar do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), com salário de R$ 5 mil, mas há dois anos participa de negócios no setor rural, com capital social de R$ 1,5 milhão. Lacerda é acusado de entregar uma mala com R$ 1,7 milhão de origem não explicada para que emissários petistas comprassem um dossiê que prejudicava José Serra, então candidato a governador de São Paulo. Na época, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou de &quot;aloprados&quot; os envolvidos no episódio.<br />
Líder do DEM, o senador José Agripino (RN) disse: - É mais uma denúncia (de corrupção). Virou lugar comum a suspeita de corrupção dos petistas. O PT baixou os padrões. Toda hora uma denúncia.<br />
E parece que as pessoas estão se acostumando.<br />
Eles não fazem como nós fizemos com o Arruda (ex-governador do DF José Roberto Arruda, que renunciou ao cargo após denúncias filmadas de corrupção e que está preso desde o Carnaval). Eles não expulsam o Vaccari (atual tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, envolvido em denúncias de desvios de recurso da Bancoop, cooperativa habitacional do Sindicato dos Bancários de São Paulo) - afirmou.<br />
- O PT demonstra que não se preocupa com as denúncias e acredita na impunidade. Usa a estratégia da protelação - acusou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).<br />
O tucano lembrou que ainda está sem explicação a ligação que Vaccari Neto teria feito no dia do dossiê para o telefone de Lacerda.<br />
A oposição diz que é preciso, porém, ver os detalhes da denúncia para tomar providências no Congresso ou fora dele, junto ao Ministério Público, por exemplo.<br />
Vaccarezza vê campanha para desgastar petistas O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PTSP), reagiu às acusações. Ele disse que está havendo uma campanha para desgastar os petistas e acusou a imprensa de não estar publicando de forma correta denúncias contra o PT. Ele voltou a dizer que Vaccari é inocente no caso de desvio de recursos da cooperativa dos bancários: - A imprensa precisa ter cuidado para não se engajar, de forma grosseira, no processo eleitoral.<br />
Segundo a &quot;Folha&quot;, Lacerda é sócio de Juscelino Dourado, ex-assessor do deputado Antônio Palocci (PT-SP) no Ministério da Fazenda, na propriedade Olhos D&quot;Água, no município de Encruzilhada (BA). A fazenda teria 247 hectares, avaliados em R$ 500 mil.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 05 Apr 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3366</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Tucanos: não é hora de discutir vice</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3367</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Oposição reage a artigo de FH, que defende união entre Serra e Aécio
<p>
BRASÍLIA. A menos de uma semana do lançamento oficial do ex-governador José Serra como candidato do PSDB à Presidência, dirigentes do PSDB e do DEM interpretaram o artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso - publicado ontem no GLOBO - como um chamamento para que o ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves se engaje explicitamente na campanha presidencial tucana.<br />
A cobrança de FH por unidade da oposição também foi um recado para que todos superem eventuais divergências e dificuldades na formação dos palanques regionais e tenham como foco uma vitória na eleição de outubro. No artigo, Fernando Henrique diz que &quot;Serra e Aécio estiveram ao lado dos que permitiram derrotar o regime autoritário e que cabe-lhes agora conduzir-nos para uma vitória que nos dê esperança de dias melhores&quot;.<br />
Tucanos e democratas avaliam que este não é o momento de retomar uma discussão sobre a participação de Aécio, com a estratégia devendo se concentrar no lançamento oficial de Serra.<br />
&quot;Se ele está falando em vice do Serra, é inócuo&quot; Mas não há consenso sobre a viabilidade de Aécio ainda aceitar ser vice na chapa de Serra.<br />
Para alguns, Fernando Henrique, que sempre foi um defensor dessa proposta, mostra que nem ele mais acredita nessa possibilidade, ao afirmar que a aliança Minas-São Paulo pode se dar de &quot;forma variada&quot;. O expresidente também faz duras críticas no texto ao PT, ao governo Lula e à ex-ministra Dilma Rousseff, candidata petista à Presidência.<br />
- As opiniões do presidente Fernando Henrique são sempre bem-vindas. Aécio já demonstrou por atos e palavras que está e estará firme na campanha do Serra. Agora se ele está falando em vice de Serra, é inócuo. Isso não vai acontecer - disse o secretário-geral do PSDB, Rodrigo de Castro.<br />
Já o presidente nacional do aliado DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), disse que esse não é o momento de se retomar a discussão sobre quem será o vice de Serra e se poderá ser Aécio.<br />
Para ele, esse debate agora é secundário, pois o principal é o lançamento do Serra no próximo sábado, em festa a ser realizada em Brasília.<br />
- Aécio fará de Serra o mais votado em Minas Gerais, sendo vice ou não. É claro que Aécio é o melhor nome, mas o tempo dele não pode ser um tempo anterior ao tempo de Serra: o Serra decidiu atrasar a pré-campanha. Não podemos transformar o secundário (a discussão da vice) no principal - disse Rodrigo Maia.<br />
O líder do DEM no Senado, Senador José Agripino (RN), acrescenta que o chamamento de Fernando Henrique é maior: é para a oposição.<br />
- O presidente Fernando Henrique dá uma série de recomendações para todos nós. Ele é um conselheiro e não um cabo eleitoral. Defende que a união aconteça pelo bem do interesse nacional. É uma convocação a responsabilidade daqueles que fazem oposição no país - disse José Agripino.<br />
Na mesma linha, o Senador Álvaro Dias (PSDB-PR) acredita que é um pedido de engajamento não só para Aécio, mas sim para todos os envolvidos.<br />
- Parece que o presidente está instando a ele (Aécio) participar, liderando o processo ao lado de Serra. Pela primeira vez, admite não ter esperança de que Aécio será vice. O objetivo do artigo é alcançar o engajamento de todo mundo na campanha - disse Álvaro Dias.<br />
- Ele chama a responsabilidade de todos nós - acrescentou o líder do PSDB na Câmara, João Almeida (BA).<br />
Interlocutores de Aécio disseram que o ex-governador mineiro tem verbalizado estar comprometido com a campanha de Serra, mas que a estratégia imediata é consolidar a candidatura de Antonio Anastasia, que assumiu o comando do governo estadual no lugar de Aécio. Na avaliação de aliados, Aécio tomará uma decisão - ser vice ou candidato ao Senado - no fim abril ou no início de maio.<br />
Quanto aos ataques a Dilma - FH afirma que &quot;não está em jogo admirar as qualidades (ou a falta delas) de Dilma Rousseff&quot; - , o líder do PT na Câmara, deputado Fernando Ferro (PE), minimizou as declarações e dizendo apenas que o ex-presidente &quot;só ajuda&quot; o PT quando faz esse tipo de crítica. No artigo, FH diz que o PT &quot;adotou um programa que se descola da tradição democrática&quot; e sem coerência políticoideológica.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 05 Apr 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3367</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Vaccari vai ao Senado e nega denúncias em tentativa de evitar convocação por CPI</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3365</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Raquel Ulhôa, de Brasília
<p>
Na primeira manifestação pública sobre seu suposto envolvimento em desvios de verba da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) para campanhas eleitorais do PT, o atual tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, negou todas as irregularidades atribuídas a ele pelo promotor José Carlos Blat e pelo corretor de câmbio Lúcio Bolonha Funaro. Coube ao advogado da Bancoop, Pedro Dallari, tentar desqualificar as denúncias e apontar &quot;politização&quot; do assunto.<br />
Os depoimentos foram dados em reunião conjunta das comissões de Fiscalização e Controle e de Direitos Humanos do senado. Estavam na condição de convidados, atendendo a requerimento aprovado pelos governistas. Foi uma tentativa de evitar que Vaccari seja obrigado a comparecer como convocado da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das ONGs, como quer a oposição. A convocação, já aprovada, o obrigaria a fazer juramento de dizer a verdade. Vaccari contou com o apoio do presidente nacional do PT, o ex-senador José Eduardo Dutra, que, num procedimento pouco usual na Casa, esteve presente durante quase todo o depoimento. &quot;Minha obrigação era vir, para mostrar que ele tem apoio e nossa confiança&quot;, disse Dutra. Para ele, a oposição quer levar Vaccari à CPI para transformá-la em &quot;palanque político&quot;. Dutra acha que Vaccari foi convincente. &quot;Para mim, o assunto está encerrado.&quot;<br />
senadores do PSDB, no entanto, discordam. Para os senadores Arthur Virgílio (PSDB-AM), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Álvaro Dias (PSDB-PR), Vaccari não explicou nada e entrou em contradições, o que reforça a necessidade de ele falar à CPI. &quot;É o fórum mais adequado&quot;, disse Arthur. Pressionado a aceitar uma acareação com Lúcio Funaro - que em depoimento ao Ministério Público o acusou de desviar recursos da Bancoop para o esquema do mensalão do PT -, o tesoureiro do PT disse que precisa &quot;discutir com a direção partidária&quot;.<br />
O advogado da cooperativa, sentado ao lado de Vaccari, afirmou que o promotor José Carlos Blat fez acusações contra o ex-presidente da Bancoop por meio da revista &quot;Veja&quot; para &quot;oxigenar o inquérito criminal&quot;, ou seja, usar o fato jornalístico para reascender a investigação.<br />
&quot;Se o promotor, em 2008, achava que a Bancoop era uma organização criminosa, deveria ter tomado providências. Não o fez. Fez pela imprensa, em 2010. Fica evidente que usou a matéria para oxigenar o inquérito criminal&quot;, disse Dallari. Em entrevista, o advogado disse que o promotor &quot;ou não estava convencido (das irregularidades) ou prevaricou&quot;.<br />
Em inquérito sobre desvios da Bancoop, Blat afirma que Vaccari, quando cuidava das finanças da cooperativa, em 2003, cobrava propina para repassar recursos ao PT. A denúncia teria sido feita por Funaro, em depoimento ao Ministério Público após acordo de delação premiada.<br />
Vaccari diz que &quot;não houve superfaturamento na Bancoop nem contribuição a partido político&quot;. Com relação a supostas irregularidades nos empreendimentos da cooperativa, Vaccari disse ter dado ampla publicidade aos cooperados sobre o andamento das obras. Dallari, por sua vez, disse que a Justiça já tem decidido sobre contestações de cooperados, não apontou irregularidades nos valores cobrados pela cooperativa. Segundo o advogado, os cooperados recorreram à &quot;politização&quot; ao levar o assunto para o senado e a Assembleia Legislativa de São Paulo.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 31 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3365</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Rivais em pé de guerra</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3361</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Eleições<br />
Oposição define o evento governamental como ato de campanha e ensaia acionar o TSE
<p>
Pantomima eleitoral, peça de ficção, fantasia, fraude. O repertório da oposição ao definir o evento do governo federal para lançar o PAC 2 colecionou expressões do gênero. Tucanos e lideranças do DEM e do PPS consideraram o lançamento do programa &quot;um ato de campanha completo&quot; da candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência da República. Os três partidos de oposição apoiam a candidatura do tucano José Serra à Presidência<br />
&quot;Teve até choro e emoção. Foi uma ação palanqueira&quot;, disse o líder do PSDB na Câmara, João Almeida (BA). A oposição se reúne hoje para decidir se entra no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com pedido para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff sejam punidos por propaganda eleitoral antecipada. &quot;O PAC 2 foi um lançamento de candidatura com honras e pompas do poder&quot;, afirmou o tucano. &quot;Aquilo foi um verdadeiro comício&quot;, emendou o senador Álvaro Dias (PDSB-PR).<br />
Para ele, a iniciativa governista é peça de ficção. &quot;O primeiro PAC foi apresentado como revolução na administração pública do País e se transformou em uma falácia. O PAC 2 é um passo à frente daquilo que não andou. Um verdadeiro espetáculo surrealista&quot;, criticou. Segundo levantamento feito pelo PSDB, a pedido do deputado Otávio Leite (RJ), o governo executou, em 2007, 72,8% dos recursos destinados ao PAC . No ano seguinte foram pagos 68,1% e, em 2009, apenas 41,9%. &quot;É uma tremenda presunção de o governo apresentar um PAC 2 sem ter alcançado as metas do PAC 1&quot;, argumentou Leite. Este ano, até o dia 26 de março, apenas 2,2% do total de os recursos para obras do PAC 1 haviam sido pagos.
</p>
<p>
Farsa<br />
Para o líder do DEM na Câmara, Paulo Bornhausen (SC), o presidente Lula transformou o lançamento do PAC 2 em comício. &quot;A farsa é inegável. A ponto de o PT anunciar pela imprensa que vai exigir que a ministra-candidata ‘traduza' o PAC para os eleitores. E o comício de hoje é mais uma mentira: só participou dele quem estava devidamente convidado - ou convocado&quot;, afirmou Bornhausen, em nota divulgada hoje pelo DEM.<br />
O PPS também considerou o lançamento do PAC 2 &quot;um pacote eleitoral&quot; . Para o vice-líder do partido na Câmara, Arnaldo Jardim (SP), o programa é um &quot;arremedo&quot;, que reúne &quot;obras isoladas, esparsas e maquiadas&quot;. No início da noite, os presidentes do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE); do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ); e do PPS, Roberto Freire divulgaram nota conjunta, intitulada &quot;pantomima eleitoral&quot;, acusando o PAC 2 de ser &quot;mera peça de campanha eleitoral, movida às custas do contribuinte brasileiro&quot;.
</p>
<p>
<br />
Frase<br />
&quot;Trata-se de uma mera peça eleitoral, movida às custas do contribuinte brasileiro&quot;<br />
Rodrigo Maia, presidente do DEM, em nota conjunta com o PSDB e o PPS
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 30 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3361</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Oposição critica conta maldita do PAC</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3358</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Parlamentares do DEM e do PSDB consideram a gestão do programa incompeten
<p>
Cristiane Jungblut
</p>
<p>
BRASÍLIA. A oposição criticou ontem a baixa execução orçamentária do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o que resultará numa conta do governo Lula para o sucessor de R$ 35,2 bilhões. O valor é referente a obras do PAC cujo pagamento será deixado para o futuro. A projeção do rombo, levando em conta o atual ritmo de realização do PAC, aponta exemplos de obras com problemas em Pernambuco, Ceará, Alagoas e Amazonas.<br />
Para parlamentares do DEM e do PSDB, há uma gestão incompetente e irresponsável do PAC. E, parafraseando o presidente Lula, que diz ter recebido do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso uma herança maldita, parlamentares da oposição dizem que será o PT que deixará uma conta maldita.<br />
Líder do DEM na Câmara, o deputado Paulo Bornhausen (SC) disse que o PAC é um programa falido e citou que o Tribunal de Contas da União (TCU) apontou problemas nas obras, em especial superfaturamento. Recentemente, o presidente Lula liberou quatro obras da Petrobras, cujos contratos foram paralisados pelo TCU dentro da lista de obras irregulares do Orçamento da União de 2010. Lula justificou a medida afirmando que a paralisação das obras geraria desemprego.<br />
Já tinha dito que a Dilma é a madrasta do PAC. Esse é um programa falido. A execução do PAC é exatamente o que acontece nas prefeituras (administradas pelo PT): eles ganham a reeleição, na eleição seguinte eles perdem e deixam uma conta maldita disse Bornhausen, para quem o partido deve retomar a divulgação do andamento do PAC, como fez em 2009.<br />
Na mesma linha, o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN), disse que a marca do governo Lula é o anúncio de obras ambiciosas que depois não se concretizam. Ele cita a obra na BR que liga Natal, João Pessoa e Recife.<br />
O governo Lula é o governo do anúncio fantástico. Vende ilusão porque começa a fazer uma obra e ela fica no começo disse Agripino. O pior é o contencioso da expectativa (que fica) e o contencioso do custo do Estado.<br />
Agripino alerta ainda que um grande problema para o sucessor de Lula será o aumento dos gastos do Estado, em especial o aumento da despesa com o funcionalismo público.<br />
Integrante da Comissão Mista de Orçamento, o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) disse que os números da execução orçamentária do PAC revelam incompetência administrativa.<br />
Com esses números, chega a ser ridículo o governo lançar o PAC 2 disse Otávio Leite.<br />
Para o vice-líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), o PAC tem uma execução orçamentária pífia.<br />
O PAC se transformou numa falácia. Quanto à questão do acúmulo do passivo, ela é uma herança maldita que será deixada em função da incompetência de gerenciamento. E a gerentona é a Dilma. Há muito de irresponsabilidade nisso. E essas inaugurações são uma ideia que não corresponde à realidade, em função do jogo eleitoral disse Dias.<br />
Já o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, e o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (SP), saíram em defesa do andamento do PAC.<br />
Toda obra pública tem um cronograma de pagamentos que não se interrompe com o fim do mandato do presidente.<br />
Não se interrompe um programa porque está terminando o governo. E não se trata de dívida disse Dutra. Os contratos prevêem despesas ao longo da execução da obra.<br />
Isso é natural na administração .<br />
Para Vaccarezza, os pagamentos do PAC serão agilizados em 2010.<br />
Lula vai deixar um ativo muito grande. O governo tem um conjunto de obras não isoladas disse Vaccarezza.<br />
Os parlamentares ainda condenaram a estratégia do governo de fatiar obras (dividilas em etapas). Pela estratégia, o presidente Lula e a pré-candidata do PT à Presidência e ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, podem inaugurar trechos de obras que ainda não foram concluídas ou já estão em funcionamento.<br />
Em levantamento realizado pelo jornal Folha de S. Paulo, das 22 inaugurações feitas por Lula e Dilma desde outubro de 2009, 13 não estão totalmente concluídas ou não entraram em funcionamento.<br />
Otávio Leite disse que a tática foi adotada nas obras do Complexo do Alemão, onde o presidente já esteve quatro vezes: Fiz um requerimento de informações e descobri que o deslocamento do presidente na primeira vez foi de R$ 185 mil. Só na obra do Complexo do Alemão, ele já fez quatro inaugurações.<br />
Isso é uma forma de palanque. As entregas das obras são feitas em cima de obras inacabadas acrescentou Bornhausen.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 29 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3358</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Partilha de recursos futuros</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3359</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Senadores têm até amanhã para emendar projetos devido ao pedido de urgência
<p>
Com a manutenção do regime de urgência constitucional para os projetos do marco regulatório do pré-sal no Senado, os senadores têm até a amanhã para apresentar suas emendas aos textos. Apesar do prazo apertado, até a última sexta-feira algumas lideranças ainda não tinham definido se fariam emendas ao projeto de partilha - o mais polêmico em função da questão dos royalties - e quais seriam elas. As informações são da Agência Brasil. O vice-líder do PSDB, e do bloco da minoria, senador Álvaro Dias (PSDB-PR), disse que o assunto ainda está sendo estudado. ?Primeiro estamos analisando a matéria do ponto de vista da constitucionalidade. A Constituição não pode ser desrespeitada, então nós temos que ter esse cuidado acima de tudo?, disse.<br />
Segundo ele, uma das soluções que pode ser apoiada pelo partido para o fim da briga da divisão dos royalties, no projeto de partilha, é a emenda apresentada nesta semana pelo senador Pedro Simon (PMDB-RS). &quot;Essa ideia é boa desde que seja constitucional e que não seja apenas eventual, mas seja uma proposta definitiva&quot;, afirmou.<br />
A emenda apresentada pelo senador Pedro Simon prevê basicamente que a União pague aos estados produtores de petróleo as perdas que eles tiverem com a nova divisão dos royalties, que inclui todos os estados e municípios.<br />
Uma definição sobre a questão dos royalties ainda não foi fechada. O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) disse que uma emenda para reverter o prejuízo causado pela Emenda Ibsen ao Rio de Janeiro ainda está &quot;em estudo&quot;.
</p>
<p>
COMISSÕES<br />
Quando se encerrar o prazo, na amanhã, as emendas retornarão à Mesa do Senado, que as encaminhará às comissões. Entre alguns relatores já escolhidos, há a tendência de propor a realização de audiências públicas para instruir os projetos. A realização desses debates é apresentada como um contraponto à decisão do governo de fazer as propostas tramitarem com urgência.<br />
Um dos projetos, o que cria a Petro-Sal, poderá entrar na pauta do plenário em 9 de abril, trancando-a partir do dia 19, se não for votado até lá. Os outros três integrarão a ordem do dia até 27 de abril, trancando-a a partir de 5 de maio.<br />
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), já indicou os relatores para as propostas. A senadora Kátia Abreu (DEM-TO) cuidará do projeto mais polêmico, o que institui o regime de partilha para o pré-sal e redistribui os royalties entre todos os estados e municípios, conforme os respectivos fundos de participação.<br />
O projeto desperta um debate ideológico - acusado pela oposição de aumentar a presença do Estado na exploração - e federativo, porque os estados e municípios produtores se sentem prejudicados pela redistribuição dos recursos prevista na emenda do deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS).
</p>
<p>
SAIBA +<br />
O senador Antonio Carlos Junior (DEM-BA) vai relatar na CCJ dois projetos ? que cria o Fundo Social com os recursos obtidos na exploração do petróleo do pré-sal, e o que trata da capitalização da Petrobras.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 29 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3359</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>O kit da candidata e um luxo</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3360</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Jatinho, mansões, assessores e salário, tudo pago pelo PT, esperam Dilma Rousseff quando a campanha decolar.<br />
Partido rico é outra coisa...
<p>
Diego Escosteguy
</p>
<p>
A petista Dilma Rousseff sairá a pé do Palácio do Planalto nesta quarta-feira para percorrer a jornada eleitoral que, daqui a nove meses, poderá conduzi-la de volta ao poder pelo elevador privativo que leva ao gabinete do presidente da República. Dilma deixará o cargo de ministra da Casa Civil para se consagrar exclusivamente à pré-campanha, que dura até o fim de junho, quando a lei eleitoral estabelece o início oficial do pleito presidencial. O PT montou uma estrutura de primeira linha para a ministra. Ela receberá salário, contará com cinco assessores, voará de jatinho e vai se hospedar em uma confortável casa em Brasília (veja o quadro). Quem fechará esses contratos e pagará todas as despesas? Ele, o novo e já notório tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, o homem que, segundo depoimentos em poder da Procuradoria-Geral da República colhidos durante o mensalão, cobrava propina de quem quisesse fechar negócios com os fundos de pensão das estatais e que, de acordo com o promotor José Carlos Blat, participou dos desvios na Bancoop, a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo. À frente dos gastos com a pré-campanha petista, Vaccari por enquanto é o Delúbio Soares de Dilma. Pelo menos na prática.<br />
Na semana passada, o tesoureiro deveria ter comparecido ao Congresso para prestar esclarecimentos sobre as acusações. Mas escapuliu. Argumentando que seu advogado estava em viagem ao exterior, Vaccari pediu que seu depoimento fosse adiado por duas semanas. Os senadores toparam. Na terça-feira, porém, os parlamentares da oposição puderam confirmar que a justificativa de Vaccari era apenas o que parecia ser mesmo um álibi para tentar escapar da CPI. Coube ao líder do governo no Senado, o peemedebista Romero Jucá, investigado no Supremo Tribunal Federal por compra de votos, a tarefa de mostrar os dentes. Ele correu à comissão para levar recados ameaçadores. Jucá ensaiou apresentar requerimentos para convocar promotores que investigam ilegalidades cometidas por tucanos no Rio Grande do Sul e no Paraná e também por democratas em Brasília. &quot;Por mim, podem chamar quem eles quiserem&quot;, respondeu o senador tucano Alvaro Dias, autor da convocação de Vaccari. A tentativa de intimidação de Jucá falhou por enquanto. O tesoureiro terá de depor.<br />
Pressionado por colegas do PT, Vaccari admitiu a pelo menos três deles que realmente recebeu o corretor Lúcio Bolonha Funaro e o deputado Valdemar Costa Neto, réu no STF por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, para uma &quot;conversa rápida&quot;, no fim de 2004 conforme relatado pelo corretor ao Ministério Público Federal e revelado por VEJA. A esses interlocutores, contudo, Vaccari assegurou que, ao contrário do que afirmou Funaro, ali não se discutiram negociatas com os fundos de pensão nem se mencionou a necessidade de pagamento de propina para que as tratativas prosseguissem. O tesoureiro disse que deu detalhes da montagem de um fundo de pensão para os trabalhadores filiados à CUT, a Central Única dos Trabalhadores, aliada do PT, projeto que estaria sendo articulado por ele. Na conversa, jurou Vaccari, Valdemar apresentou Funaro e disse que ambos poderiam &quot;trabalhar juntos&quot; na captação de investimentos para esse fundo. Na versão dele, os três nunca mais se viram.<br />
A explicação do tesoureiro é tão real quanto os prédios que a Bancoop deveria ter construído. Se Vaccari não tinha nada a ver com o caixa clandestino do PT, o que ele teria a tratar com um deputado poderoso como Valdemar e um corretor especializado em operações heterodoxas, ambos envolvidos com o mensalão? Funaro confessou aos procuradores sua participação no esquema entre 2005 e 2006 e incluiu Vaccari na lista de operadores do PT quando nem sequer havia motivos eleitorais para atingi-lo. O corretor só virou o único réu-colaborador no caso do mensalão porque produziu provas. Flagrado em qualquer mentira, perderia automaticamente os benefícios advindos da colaboração. Em 2006, o ministro Joaquim Barbosa, relator do caso no STF, determinou que as denúncias apresentadas por Funaro fossem compartilhadas com procuradores que investigavam a ramificação do mensalão nos fundos de pensão. A Procuradoria da República em Brasília ainda não revelou qual foi o desdobramento da acusação de que o novo tesoureiro petista cobrava 12% de propina para o caixa do partido. A acusação foi registrada em depoimento oficial. Não vai desaparecer. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 29 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3360</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Tesouro não quer se explicar</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3347</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Corrupção<br />
Oposição quer apurar no Senado desvio de dinheiro de cooperativa para o PT Na tentativa de ouvir o depoimento do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, a oposição conseguiu ontem aprovar mais um requerimento que convida o petista a depor no Senado.<br />
A Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle aprovou requerimento de convite a Vaccari para que ele fale sobre o suposto esquema de desvio de recursos na Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo).<br />
De autoria do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), o requerimento aprovado na comissão propõe a realização de audiência pública na próxima terça-feira para que Vaccari seja ouvido. Como o requerimento apenas convida o petista, Vaccari não tem a obrigação de comparecer ao Senado para prestar depoimento. O pedido também estende o convite ao promotor José Carlos Blat, responsável por conduzir as investigações sobre o caso Bancoop.<br />
Mas a base aliada do governo deflagrou movimento para impedir o depoimento de Vaccari ao Senado.<br />
O tesoureiro do PT foi convocado para depor na CPI das ONGs, o que lhe obriga a comparecer à comissão, mas os governistas vão tentar &quot;desconvocá- lo&quot;. Em ano eleitoral, os governistas acusam a oposição de usar o episódio Bancoop para tentar arranhar a imagem do PT.
<p>
ADIAMENTO<br />
O depoimento de Vaccari estava marcado para ontem na CPI das ONGs. O petista, no entanto, pediu para adiá-lo porque seu advogado está em viagem aos Estados Unidos - pedido aceito pela comissão.<br />
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse que os governistas vão tentar anular a ata da sessão que aprovou a convocação de Vaccari. &quot;Se não aprovarmos a ata, cai o requerimento de convocação. A base do governo vai tentar fazer com que a CPI das ONGs investigue o que é ligado a organizações não-governamentais.<br />
Qualquer outro embate não é pertinente à CPI&quot;, afirmou o Romero Jucá. Como os governistas são maioria na CPI das ONGs, Jucá prometeu reunir a base aliada do presidente Lula para rejeitar a convocação de Vaccari ainda ontem. Jucá anunciou a estratégia durante reunião da CPI ontem de manhã. Os senadores da oposição ficaram irritados com a tentativa do governo de barrar a convocação de Vaccari.<br />
&quot;Não há nenhuma razão para se questionar a convocação, nem há razão alguma para a sua desconvocação&quot;, criticou Álvaro Dias. Reportagem da revista Veja mostra que em 2003, na época em que Vaccari era responsável pelas finanças da Bancoop, o petista administrava informalmente a cobrança de propina para fundos de pensão de empresas estatais, bancos e corretoras.<br />
Além de Vaccari, o promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo, que investiga o caso, também adiou o seu depoimento à CPI das ONGs, previsto para ontem.<br />
Em ofício encaminhado à comissão, o promotor afirma que a Bancoop se tornou uma &quot;verdadeira organização criminosa&quot;.
</p>
<p>
SAIBA +<br />
O promotor José Carlos Blat afirma, no ofício que enviou à CPI das ONGs, que a cooperativa recebeu entre os anos de 2001 e 2008 recursos de cooperados, fundos de pensão e empréstimos captados do Sindicato dos Bancários de São Paulo.<br />
Assegura ainda que esses recursos não foram aplicados na construção de imóveis para o cooperados nem foram entregues aos que efetivaram todos os pagamentos. O dinheiro, segundo o promotor, foi desviado e utilizado para financiar várias campanhas eleitorais do PT. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 24 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3347</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Na barreira</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3348</link>
    <description>
    <![CDATA[
    <strong>ILIMAR FRANCO</strong> -<strong> Panorama Político</strong>
<p>
 
</p>
<p>
Com Fernanda Krakovics, sucursais e correspondentes
</p>
<p>
Fora do páreo<br />
A presidente da Confederação Nacional da Agricultura, senadora Kátia Abreu (DEM-TO), está descartada como vice na chapa presidencial do governador José Serra. O vice tucano sairá de um grande colégio eleitoral. Serra não quer um ruralista como vice, pois considera que terá os votos da direita por gravidade. E avalia que perderia os eleitores de Marina Silva (PV) no segundo turno.
</p>
<p>
Sarney: público x privado<br />
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), usou o relatório da Presidência sobre o ano legislativo de 2009, principal documento sobre as atividades da Casa, para se defender das acusações pessoais que enfrentou. Dedicamos uma parte de nosso tempo de trabalho discutindo uma crise artificial, diz ele, na apresentação do relatório.<br />
Depois, dá um puxão de orelha nos senadores que cobraram providências saneadoras: Nossas disputas devem seguir as regras regimentais, nunca resvalar para o uso de instrumentos externos ou antirregimentais para lutas políticas autodestrutivas, que só prejudicam a nossa instituição.<br />
Uma lei Kandir para o petróleo é inaceitável Francisco Dornelles, senador (PP-RJ), rejeitando a proposta de que a União compense as perdas de estados e municípios produtores de petróleo
</p>
<p>
<strong>NA BARREIRA. </strong>Os dirigentes dos clubes de futebol e o ministro Orlando Silva (Esporte) foram ontem ao Senado pedir a aprovação, antes das eleições, do projeto que muda a Lei Pelé. O vice do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO), prometeu votar hoje. Mas o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) quer que seu partido obstrua. Presidente da CPI do Futebol, não se conforma que o relator seja o senador Wellington Salgado (PMDB-MG).
</p>
<p>
Correndo atrás<br />
A Embaixada de Cuba está distribuindo no Senado um kit para defender o país das acusações de violação dos direitos humanos. Um dos textos diz: Hipócritas Acusam Cuba para Atingir Lula. O presidente virou a palmatória do mundo.
</p>
<p>
O QG<br />
O senador Pedro Simon (PMDB-RS) passou o dia reunido ontem, em seu gabinete, com o deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS).<br />
Eles discutiram fórmulas legais para obrigar a União a compensar os Estados produtores de petróleo.
</p>
<p>
O destino de Patrus Ananias<br />
O presidente Lula quer que o ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social) dispute as próximas eleições.<br />
Avalia que ele será um grande puxador de votos para a chapa PMDB-PT. O vice-presidente José Alencar (PRB) deve disputar o Senado, e o grupo do petista Fernando Pimentel não aceita Patrus na vice de Hélio Costa, pois ele entraria como primeiro na fila sucessória. Patrus deve disputar um novo mandato de deputado federal.
</p>
<p>
Lula comenta atuação de Cabral<br />
O presidente Lula criticou a atuação do governador Sérgio Cabral no debate sobre a distribuição dos royalties do pré-sal, em reunião com senadores da base aliada anteontem à noite.<br />
Ele (Cabral) quer ser herói.<br />
Colocou fogo no ambiente, o que não contribui e ainda pode ser um tiro no pé, disse o presidente Lula.<br />
Ele comentou ainda que Cabral geralmente é habilidoso, mas que nessa discussão teria se perdido porque está em campanha pela reeleição.
</p>
<p>
O LÍDER do PMDB, senador Renan Calheiros (AL), tenta emplacar Vandenberg Machado, assessor da CBF, no conselho consultivo da Anatel.
</p>
<p>
A SECRETÁRIA Benedita da Silva, depois de lembrar que seu adversário nas prévias, o prefeito Lindberg Farias, procurou o governador Sérgio Cabral (PMDB), diz: Essa é uma disputa petista, aqui não tem interferência de fora.
</p>
<p>
SOBRE A OBSTRUÇÃO da votação de embaixadores pela oposição, fala o senador Heráclito Fortes (DEMPI): Continuamos em greve.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 24 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3348</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>A pedido de Vaccari, CPI adia depoimento para abril</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3346</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Folhapress, de Brasília
<p>
CPI das ONGs do Senado vai remarcar para depois da Semana Santa o depoimento do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, convocado para explicar o suposto esquema de desvio de recursos na Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop). O presidente da comissão, senador Heráclito Fortes (DEM-PI), disse que aceitou o pedido de Vaccari para adiar o seu depoimento à CPI, marcado para hoje, uma vez que o advogado do petista está no exterior.<br />
&quot;Ele tem esse direito, mandou uma correspondência em que mostra que o seu advogado está fora do país. O adiamento não tem efeitos práticos porque ele está convocado&quot;, afirmou. Na opinião de Heráclito, o adiamento não representa uma manobra de Vaccari para tentar driblar o depoimento à CPI. Pelo regimento do Senado, o petista tem o prazo de 30 dias para atender à convocação da comissão sob pena de responder legalmente pela sua ausência.<br />
Para o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), integrante da CPI, os argumentos de Vaccari permitem o adiamento sem prejuízos à oposição: &quot;Não temos como evitar porque todo depoente tem o direito de se fazer acompanhado do seu advogado.&quot;
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 23 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3346</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Oposição critica conta maldita do PAC</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3337</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Parlamentares do DEM e do PSDB consideram a gestão do programa incompetente
<p>
Cristiane Jungblut
</p>
<p>
BRASÍLIA. A oposição criticou ontem a baixa execução orçamentária do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o que resultará numa conta do governo Lula para o sucessor de R$35,2 bilhões. O valor é referente a obras do PAC cujo pagamento será deixado para o futuro. A projeção do rombo, levando em conta o atual ritmo de realização do PAC, aponta exemplos de obras com problemas em Pernambuco, Ceará, Alagoas e Amazonas.<br />
Para parlamentares do DEM e do PSDB, há uma gestão incompetente e irresponsável do PAC. E, parafraseando o presidente Lula, que diz ter recebido do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso uma &quot;herança maldita&quot;, parlamentares da oposição dizem que será o PT que deixará uma &quot;conta maldita&quot;.<br />
Líder do DEM na Câmara, o deputado Paulo Bornhausen (SC) disse que o PAC é um programa falido e citou que o Tribunal de Contas da União (TCU) apontou problemas nas obras, em especial superfaturamento. Recentemente, o presidente Lula liberou quatro obras da Petrobras, cujos contratos foram paralisados pelo TCU dentro da lista de obras irregulares do Orçamento da União de 2010. Lula justificou a medida afirmando que a paralisação das obras geraria desemprego.<br />
- Já tinha dito que a Dilma é a &quot;madrasta&quot; do PAC. Esse é um programa falido. A execução do PAC é exatamente o que acontece nas prefeituras (administradas pelo PT): eles ganham a reeleição, na eleição seguinte eles perdem e deixam uma conta maldita - disse Bornhausen, para quem o partido deve retomar a divulgação do andamento do PAC, como fez em 2009.<br />
Na mesma linha, o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN), disse que a marca do governo Lula é o anúncio de obras ambiciosas que depois não se concretizam. Ele cita a obra na BR que liga Natal, João Pessoa e Recife.<br />
- O governo Lula é o governo do anúncio fantástico. Vende ilusão porque começa a fazer uma obra e ela fica no começo - disse Agripino. - O pior é o contencioso da expectativa (que fica) e o contencioso do custo do Estado.<br />
Agripino alerta ainda que um grande problema para o sucessor de Lula será o aumento dos gastos do Estado, em especial o aumento da despesa com o funcionalismo público.<br />
Integrante da Comissão Mista de Orçamento, o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) disse que os números da execução orçamentária do PAC revelam &quot;incompetência administrativa&quot;.<br />
- Com esses números, chega a ser ridículo o governo lançar o PAC 2 - disse Otávio Leite.<br />
Para o vice-líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), o PAC tem uma execução orçamentária &quot;pífia&quot;.<br />
- O PAC se transformou numa falácia. Quanto à questão do acúmulo do passivo, ela é uma herança maldita que será deixada em função da incompetência de gerenciamento. E a &quot;gerentona&quot; é a Dilma. Há muito de irresponsabilidade nisso. E essas inaugurações são uma ideia que não corresponde à realidade, em função do jogo eleitoral - disse Dias.<br />
Já o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, e o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (SP), saíram em defesa do andamento do PAC.<br />
- Toda obra pública tem um cronograma de pagamentos que não se interrompe com o fim do mandato do presidente. Não se interrompe um programa porque está terminando o governo. E não se trata de dívida - disse Dutra. - Os contratos prevêem despesas ao longo da execução da obra. Isso é natural na administração .<br />
Para Vaccarezza, os pagamentos do PAC serão agilizados em 2010.<br />
- Lula vai deixar um ativo muito grande. O governo tem um conjunto de obras não isoladas - disse Vaccarezza.<br />
Os parlamentares ainda condenaram a estratégia do governo de &quot;fatiar&quot; obras (dividi-las em etapas). Pela estratégia, o presidente Lula e a pré-candidata do PT à Presidência e ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, podem inaugurar trechos de obras que ainda não foram concluídas ou já estão em funcionamento. Em levantamento realizado pelo jornal &quot;Folha de S. Paulo&quot;, das 22 &quot;inaugurações&quot; feitas por Lula e Dilma desde outubro de 2009, 13 não estão totalmente concluídas ou não entraram em funcionamento.<br />
Otávio Leite disse que a tática foi adotada nas obras do Complexo do Alemão, onde o presidente já esteve quatro vezes:<br />
- Fiz um requerimento de informações e descobri que o deslocamento do presidente na primeira vez foi de R$185 mil. Só na obra do Complexo do Alemão, ele já fez quatro inaugurações. Isso é uma forma de palanque. - As entregas das obras são feitas em cima de obras inacabadas - acrescentou Bornhausen. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 22 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3337</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Lula é multado pelo TSE</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3330</link>
    <description>
    <![CDATA[
    ELEIÇÕES<br />
O valor é de R$ 5 mil. Ministro viu campanha antecipada em inauguração O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Joelson Dias determinou ontem a aplicação de multa de R$ 5 mil ao presidente Lula por propaganda eleitoral antecipada. Segundo o tribunal, a decisão só será levada ao plenário se houver recurso.<br />
Dias acolheu parcialmente uma representação apresentada pelo PSDB contra o presidente Lula e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à sucessão presidencial. Dilma não recebeu nenhuma punição.<br />
Na avaliação do ministro, o presidente Lula cometeu a irregularidade durante a inauguração de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) nas localidades de Manguinhos e Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, em maio do ano passado.<br />
O ministro afirmou que parte do discurso do presidente foi irregular porque Lula teria interagido com participantes do evento que gritavam o nome da ministra. &quot;O primeiro representado acabou realçando a futura candidatura, sendo essa a peculiaridade, a circunstância, que me leva a concluir pela ocorrência de propaganda eleitoral antecipada.&quot;<br />
Segundo a representação do PSDB, as inaugurações, &quot;na realidade, serviram como palanque para as eleições vindouras&quot;. A defesa do presidente negou qualquer intenção de promover a ministra e pré-candidata do PT e que as declarações no evento tinham o objeto de informar à população sobre as realizações do Governo Federal.<br />
&quot;A participação de gestor público federal, seja presidente ou mesmo ministro de Estado, em inauguração de obras públicas, constitui não apenas uma prerrogativa, mas um dever da função, consoante os preceitos da transparência e da prestação de contas.&quot;
<p>
OPOSIÇÃO COMEMORA<br />
Para o ministro, não há provas de que Dilma teve interferência no episódio. &quot;Nada nos autos evidencia o prévio conhecimento da segunda representada sobre o fato de que seu nome seria aclamado por alguns dos presentes ao evento, nem sobre a maneira como o primeiro representado, em discurso realizado de improviso, reagiria àquela manifestação.&quot; A oposição comemorou do ministro Joelson Dias. Na avaliação dos oposicionistas, a condenação será a primeira de uma série a atingir o presidente e a ministra Dilma Roussefff.<br />
&quot;É o começo do fim da farra do descumprimento da lei, por Lula, Dilma e o PT. Ele pode recorrer da sentença, é claro, a desfaçatez petista não tem limites. Mas, o voto do ministro é de uma contundência e de uma clareza inquestionáveis&quot;, disse o líder do DEM na Câmara, deputado Paulo Bornhausen (SC). O vice-líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), diz que a Justiça acha irregular a presença de Lula e Dilma em inaugurações.
</p>
<p>
SAIBA +<br />
&quot;É um avanço, já que outras representações foram arquivadas. Apesar da multa ser irrisória, o que importa é que há interpretação de afronta à legislação&quot;, afirmou o senador Álvaro Dias. Ele acha que a decisão serve como alerta.<br />
Dias frisa que é um alerta para que Lula e Dilma não façam campanha eleitoral antecipada. Já o presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), disse que o TSE demonstrou que o crescimento de Dilma nas pesquisas está relacionado com o uso da máquina do governo. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Fri, 19 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3330</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>CPI das ONGs aprova convocação de Vaccari</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3331</link>
    <description>
    <![CDATA[
    De Brasília
<p>
A oposição conseguiu aprovar ontem, na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das ONGs do senado, convocação do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, ex-presidente e ex-diretor financeiro da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop), para dar explicações sobre as denúncias de irregularidades na aplicação dos recursos dos cooperados e de desvio de dinheiro supostamente para financiar campanhas eleitorais. O depoimento está marcado para terça-feira. PSDB e DEM veem no caso Bancoop, em evidência na mídia, oportunidade para explorar o que consideram um esquema de corrupção envolvendo o PT. O requerimento de convocação, de autoria do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), presidente da CPI, foi aprovado numa sessão relâmpago, de poucos minutos, esvaziada de senadores governistas. Havia quatro senadores da oposição no plenário da comissão e, para atingir o quorum mínimo necessário (seis senadores), Heráclito foi atrás de Neuto de Conto (PMDB-SC), enquanto Tasso Jereissati (PSDB-CE) buscou Patrícia Saboya (PDT-CE). Além da convocação de Vaccari - que fica obrigado a comparecer -, a CPI também aprovou requerimento de Álvaro Dias (PSDB-PR) com &quot;convite&quot; para deporem o promotor de Justiça José Carlos Blat, responsável pelas investigações do caso pelo Ministério Público de São Paulo, o corretor de câmbio Lúcio Funaro, que intermediou operações para dirigentes da cooperativa, e Hélio Malheiro (irmão de um ex-presidente da Bancoop morto em um acidente em 2004),que denunciou desvio de dinheiro da cooperativa para o &quot;caixa dois&quot; do PT.<br />
Na quarta-feira, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do senado aprovou convites a Vaccari, Blat, Funaro e do advogado da Bancoop, Pedro Dallari. Como se trata de convite, eles não estão obrigados a comparecer. A CDH ouviu depoimentos de dirigentes de associações de compradores de imóveis prejudicados pela Bancoop.<br />
Segundo Valter Picanço, um dos advogados de cooperados lesados, 8 mil famílias que compraram imóveis foram prejudicadas pela instituição. Dos 51 empreendimentos lançados pela Bancoop, apenas 18 foram entregues - e sem escritura -, 20 encontram-se inacabados e 13 nem saíram do papel, diz Picanço. A Bancoop recebeu em 2004 aporte de R$ 42,5 mil de fundos de pensão - Previ (dos funcionários do Banco do Brasil), Funcef (da Caixa Econômica Federal) e Petros (da Petrobras). Segundo o advogado, as obras não foram concluídas, o dinheiro desapareceu e os cooperados receberam cobrança de parcelas não previstas. (RU)
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Fri, 19 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3331</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Oposição comemora multa</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3332</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Para grupo, Justiça começa a impor limites à campanha antecipada
<p>
Maria Lima e Adriana Vasconcelos e Cristiane Jungblut
</p>
<p>
BRASÍLIA. O valor da multa imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao presidente Lula pode ser pequeno, mas a oposição comemorou a decisão como uma grande vitória na batalha para provar que a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, está burlando as regras eleitorais e fazendo campanha antecipada com uso da máquina e apoio do governo. As cúpulas do DEM e do PPS divulgaram nota enaltecendo a posição do ministro-auxiliar do TSE Joelson Dias- antes de a Corte absolver Lula e Dilma em outra representação - como um passo importante para impor limites no que consideram campanha fora de época.<br />
O deputado Ronaldo Caiado (GO), ex-líder do DEM na Câmara, disse que a multa de R$ 5 mil é pequena , mas o &quot;significado é simbólico&quot;. - Pela primeira vez o TSE está enxergando que o Lula e a Dilma vêm tratando as regras de forma debochada.<br />
Deixa estar! As pessoas que estiveram com a Dilma em Uberaba me disseram: durma tranquilo, a hora que ela entrar na campanha, e o povo passar a conviver com ela, não terá chance.<br />
Disseram que no encontro com criadores de zebu ela foi o mau humor em forma de gente - contou Caiado.<br />
Na ação, o PSDB sustenta que, em evento realizado em 29 de maio de 2009 no Rio, Lula teria usado a inauguração de um complexo esportivo construído com recursos do (PAC) para promover a ministra.<br />
- A decisão do TSE é saudável, necessária e impõe ordem na casa. De outra forma, seria a &quot;Casa de Noca&quot;.<br />
Não seria uma democracia. O grave é o presidente da República se expor a isso, abrir mão de uma posição de chefe da nação para virar cabo eleitoral - comemorou o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgilio (AM).<br />
Em nota, o líder do DEM na Câmara, Paulo Bornhausen (SC), lembra que Lula pode recorrer da sentença, mas diz que o voto do ministro é de uma contundência e de uma clareza inquestionáveis.<br />
&quot;O comício que gerou a condenação não difere em nada dos outros que Lula e Dilma vêm fazendo.<br />
Por isso, acredito que outras justas e necessárias condenações ocorram.<br />
Ou, numa hipótese ingenuamente otimista, que o presidente tenha um rasgo de decência e passe a obedecer as leis do país que ele governa. Hipótese utópica, pois que ele, na verdade, não governa, apenas faz campanha&quot;.<br />
O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, também comemorou a decisão. Ele disse que finalmente se fez justiça, mas com atraso. - O importante não é a penalidade, é a interpretação da lei, , a compreensão de que há campanha antecipada.<br />
Esse crescimento da ministra Dilma nas pesquisas é resultante do efeito de uma mídia avassaladora e um prêmio à ilegalidade - disse o vice-líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR).
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Fri, 19 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3332</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Oposição fecha cerco a tesoureiro petista</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3333</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Eleições<br />
Após aprovar convite para Vaccari Neto depor na Comissão de Direitos Humanos, PSDB e DEM convocam acusado de fazer caixa dois do PT para prestar esclarecimentos em CPI do Senado<br />
Daniela Lima
<p>
A oposição orquestrou uma plano no Senado para expor, em sessão de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Casa, o mais recente escândalo que conta com ingredientes mágicos para movimentar um ano eleitoral: petistas e propina. Ontem, quando nenhum senador do PT compareceu à reunião da CPI das ONGs, os oposicionistas aprovaram requerimento para convocar João Vaccari Neto, tesoureiro dos cofres petistas e pivô das denúncias que envolvem a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop) a depor no Senado. É a segunda manobra em dois dias: na quarta-feira, a Comissão de Direitos Humanos também aprovou convite ao tesoureiro.<br />
Vaccari irá falar na CPI sobre as denúncias de desvios na aplicação de recursos de fundos de pensão públicos e das contas da Bancoop, entidade que presidiu por anos. O promotor de Justiça José Carlos Blat, responsável pela investigação do caso no Ministério Público (MP) de São Paulo; o corretor de câmbio Lúcio Bolonha Funaro; e Hélio Malheiro, que denunciou o desvio de dinheiro da cooperativa para financiamento de &quot;caixa dois&quot; de campanhas eleitorais, também falarão aos integrantes da CPI.<br />
O depoimento do tesoureiro do PT é um prato cheio para a oposição. Desde que o conteúdo de investigações promovidas pelo MP de São Paulo e pela Procuradoria-Geral da República vieram à tona (leia para saber mais), parlamentares do DEM e do PSDB, que polarizam a disputa com o PT nas eleições deste ano, começaram a explorar o suposto esquema armado para saquear os cofres da Bancoop e abastecer o caixa de campanhas petistas, inclusive a de Lula, em 2002.<br />
O requerimento de convocação dos envolvidos no escândalo aprovado ontem é de autoria do senador Álvaro Dias (PSDB-PR). Para garantir a aprovação do documento, o mesmo requerimento foi apresentado em quatro comissões da casa - na CPI das ONGs, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na de Direitos Humanos (CDH), e na de Fiscalização e Controle.<br />
Antes de elaborar o requerimento de convocação de Vaccari e demais envolvidos no escândalo, tucanos entraram em contato com o promotor Blat para saber se havia disposição da parte dele em colaborar com a CPI. &quot;Não temos esperança de que esses depoimentos estejam no relatório final da CPI, que é comandada pelo governo. Tudo o que for dito aqui servirá para colaborar com as apurações do Ministério Público&quot;, afirmou Álvaro Dias.
</p>
<p>
Impacto<br />
O senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que exerce interinamente a liderança do PT na Casa, tentou minimizar o impacto da convocação, mas afirmou que a oposição tenta ampliar o escândalo da Bancoop para que ele respingue nas campanhas eleitorais. &quot;Já estava definido, com a liderança do governo e a liderança do PT, que o Vaccari e quem mais fosse necessário viria ao Congresso para prestar os esclarecimentos. A oposição quer fazer disso um episódio de campanha. E, para isso, está colocando todos os dentes e um pouco de saliva no canto da boca, para abocanhar o máximo possível nessa história&quot;, avaliou Suplicy.<br />
O senador estava na Casa ontem durante a aprovação do requerimento na CPI das ONGs, da qual é membro. No entanto, estava presidindo os trabalhos de outra comissão, a CCJ, no momento em que a convocação de Vaccari foi aprovada. &quot;Ontem, o senador Demostenes Torres (DEM-GO), que é o presidente da CCJ, perguntou se eu não poderia presidir a sessão. Quero crer que isso não foi orquestrado&quot;, disse Suplicy.<br />
Demostenes, senador do Democratas, partido de oposição ao PT, negou qualquer articulação que visasse tirar Suplicy do plenário da CPI das ONGs. &quot;Na CCJ havia uma audiência pública proposta por ele (Suplicy), e o vice-presidente da comissão não poderia presidir. O convidei por isso. O resto é teoria da conspiração&quot;, rechaçou. Demostenes estava ontem em São Paulo, em encontro com o prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab (DEM).
</p>
<p>
<br />
Frase<br />
&quot;A oposição quer fazer disso um episódio de campanha. E, para isso, está colocando todos os dentes e um pouco de saliva no canto da boca, para abocanhar o máximo possível nessa história&quot;<br />
Eduardo Suplicy, senador do PT-SP
</p>
<p>
<br />
Entenda o caso<br />
Campanha reforçada<br />
No último 6 de março, a revista Veja publicou reportagem sobre o conteúdo das investigações promovidas pelo promotor Justiça José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo. Segundo a revista, o promotor classificou a Bancoop como &quot;uma organização criminosa cuja função principal é captar recursos para o caixa dois do PT e que ajudou a financiar inclusive a campanha de Lula à Presidência em 2002&quot;.<br />
Segundo a investigação do Ministério Público de São Paulo, recursos da Bancoop teriam sido desviados para os cofres e bolsos de dirigentes petistas. Em resposta ao escândalo, o deputado Ricardo Berzoini, ex-presidente do PT e fundador da Bancoop, disse que as denúncias tinham motivação eleitoral e acusou Blat de agir &quot;a serviço de setores do Ministério Público alinhados ao Serra (governador de São Paulo e principal adversário da ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, do PT, na corrida presidencial)&quot;.<br />
Uma semana depois, a revista surgiu com novo desdobramento do escândalo, vinculando desvios em fundos de pensão públicos ao chamado mensalão do PT, descoberto em 2005, e apurado hoje pelo Supremo Tribunal Federal.<br />
(DL) 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Fri, 19 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3333</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Senado convoca tesoureiro do PT</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3324</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Oposição dribla tropa governista e usa Comissão de Direitos Humanos para chamar personagens do escândalo da Bancoop<br />
Ana Paula Scinocca<br />
BRASÍLIA
<p>
A oposição usou um atalho ontem para pôr o escândalo da Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop) sob os holofotes do Congresso. A Comissão de Direitos Humanos do Senado, negligenciada pela tropa governista, serviu para aprovar a convocação do tesoureiro do PT e ex-presidente da cooperativa João Vaccari Neto, do doleiro Lúcio Funaro, do advogado da Bancoop, Pedro Dallari, e do promotor José Carlos Blat.<br />
A ideia é ouvir cada um deles em dias separados. As datas ainda não foram definidas. Como se trata de convocação em comissão, eles não são obrigados a comparecer.<br />
Em reunião de mais de três horas, os senadores também aprovaram a criação de comissão para checar a situação de cooperados lesados pela Bancoop. Alguns deles estiveram no Senado narrando seus dramas para os senadores. A comissão, ainda sem número definido de parlamentares, deverá ir a São Paulo nos próximos dias vistoriar obras abandonadas e atrasadas da cooperativa. A intenção é que essa vistoria ocorra antes do depoimento de Vaccari, Funaro e Dallari.<br />
Reportagem do Estado publicada na semana passada mostrou que pode passar de R$ 100 milhões o total do desvio de recursos da Bancoop, segundo cálculo de Blat, da 1.ª Promotoria Criminal da Capital. Blat está convencido de que uma fatia do montante foi destinada a campanhas eleitorais do PT.<br />
Robocoop. O escândalo da Bancoop dominou a reunião da Comissão de Direitos Humanos e avançou pelos corredores do Congresso. O senador Cícero Lucena (PSDB-PB) chegou a apelidar a Bancoop de &quot;robocoop&quot;, numa alusão às suspeitas de desvios que recaem sobre a cooperativa. Senadores da oposição reforçaram a necessidade de investigar o caso.<br />
&quot;Segundo o promotor Blat, o desvio da Bancoop serviu para financiar a campanha do presidente Lula. O que querem (petistas e governistas) é que o ano da eleição absolva criminosos e corruptos. Mas não vamos permitir&quot;, disse Álvaro Dias (PSDB-PR).<br />
Enquanto os senadores ouviam declarações emocionadas de vítimas da Bancoop na comissão de Direitos Humanos, a líder do governo no Congresso, senadora Ideli Salvatti (PT-SC), defendia na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a centralização das apurações na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização.<br />
Ideli acusou a oposição de tentar paralisar o Senado com o tema e trazer para dentro das respectivas comissões &quot;um problema que nada tem a ver com suas finalidades&quot;. &quot;Não podemos aceitar o que a oposição pretende, que é paralisar as atividades do Senado, trazer a campanha eleitoral cá para dentro e, para isso, sabotar a atividade legislativa, manietando as comissões temáticas&quot;, afirmou. A oposição é minoria nas comissões, inclusive na de Direitos Humanos, mas aproveitou o descuido da base para aprovar as convocações. Os governistas costumam &quot;vigiar&quot; as comissões mais visíveis e importantes, como a CCJ.<br />
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), seguiu o tom de Ideli. &quot;O Senado não pode parar. E escândalos não faltam no País. Há o &quot;mensalão do DEM&quot; em Brasília, o caso da governadora Yeda Crusius no Rio Grande do Sul. Não podemos apurar tudo isso aqui&quot;, disse.<br />
COLABOROU ROSA COSTA 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 18 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3324</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Bancoop: Blat refuta acusações do PT</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3313</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Promotor poderá ser convocado para depor sobre o caso no Senado
<p>
Leila Suwwan<br />
SÃO PAULO. Após uma semana de críticas e acusações do PT, o promotor José Carlos Guillem Blat afirmou ontem, em nota, que as tentativas de intimidação não impedirão a elucidação dos crimes na investigação do esquema Bancoop (cooperativa habitacional dos bancários de São Paulo), suspeita de desviar recursos para campanhas petistas desde 2002. O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que pode ter seu sigilo bancário quebrado pela Justiça após nova análise dos indícios, pode ser chamado a depor a qualquer momento sua convocação já foi aprovada judicialmente em 2009.<br />
Blat pretende passar as próximas duas semanas analisando o lote de mais de oito mil páginas de extratos e dados bancários da cooperativa, mas deve romper o silêncio no Senado, onde sua convocação está sendo articulada pelo Senador Álvaro Dias (PSDB-PR).<br />
Além dele, alguns dos cooperados lesados devem falar amanhã no Senado sobre as investigações e as ações que já correm na Justiça sobre a Bancoop.<br />
A estimativa é de que mais de três mil famílias tenham sido prejudicadas pelas supostas fraudes, que teriam deixado um rombo de pelo menos R$ 100 milhões.<br />
Sites ligados ao PT divulgam textos com acusações a Blat Os ataques pessoais e campanhas difamatórias representam um claro sinal de desrespeito e uma tentativa de intimidação que não alcançou o resultado desejado, diz a nota.<br />
Nada impedirá a continuidade dos trabalhos de investigação e a elucidação cabal dos fatos criminosos, afirma Blat.<br />
Desde a semana passada, sites ligados ao PT divulgam textos com acusações a Blat para tirar credibilidade das denúncias.<br />
Citam a suposta demora nas investigações.<br />
Petistas acusaram o promotor de atuar de forma midiática, partidária e eleitoreira, com o objetivo de prejudicar a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.<br />
Exerço uma carreira de Estado e não de governo e não estou investigando pessoas ligadas a partidos políticos, mas sim dirigentes e ex-dirigentes de uma cooperativa habitacional que lesou milhares de famílias, afirma a nota de Blat. Segundo ele, o pedido de quebra de sigilo bancário de Vaccari estava fundamentado em um contexto comprobatório inegável de documentos bancários, fiscais, contábeis, relatórios e depoimentos.<br />
A Justiça, porém, negou provisoriamente o pedido na sextafeira, até que fossem apresentados elementos mais concretos no inquérito. O juiz argumentou que a atenção da imprensa e o contexto político-eleitoral exigem cautela, para evitar manipulações da opinião pública. O despacho foi celebrado pelo PT.<br />
Apesar de o juiz ter questionado a decisão de ouvir depoimento de Vaccari neste momento, Blat lembrou, na nota, que a oitiva já havia sido deferida judicialmente em 2009, o que não ocorreu porque o inquérito aguardava o trâmite burocrático de chegada de documentos. Blat afirmou que o pedido de quebra de sigilo será refeito, atendendo à determinação do juiz.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 16 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3313</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Cortar na carne - COLUNA - Do Alto da Torre</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3306</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Por Eduardo Brito
<p>
PRESIDENTES DE PARTIDO NA ENCRUZILHADA
</p>
<p>
Vive um momento crucial a frente de sete partidos que se colocaram como alternativa para o futuro político do Distrito Federal, entre Joaquim Roriz e a enrolada candidatura petista. É que, apesar do bom início do movimento, as indefinições em curso começam a criar desagregadoras desconfianças internas. Os compromissos assumidos pelo grupo são ousados. Estão na lista: eleição indireta em caso de vacância do cargo de governador, escolha de nome apartidário, colocar notáveis na Câmara Legislativa, revisão do PDOT e assim por diante. Isso implicaria, também, sacrifícios. Por exemplo, quem fosse escolhido como governador para o mandato-tampão precisaria abrir mão de projeto político futuro. Até agora, nada disso entrou em fase de se tomarem providências concretas.
</p>
<p>
CANDIDATOS DEMAIS<br />
A verdade é que esse desprendimento deveria estar presente também no que tenderia a se tornar o principal vetor dos sete partidos: a escolha de candidato único para enfrentar Roriz e o PT. Nem se entrou nessa fase ainda e já se configura o desastre. &quot;Nós sentamos em torno de uma mesa para mostrar desprendimento e, antes de trocarmos duas palavras, já surgem quatro candidaturas a governador&quot;, diz um dos participantes. Por essas e outras, cresce ? entre os próprios presidentes de partido ? a desconfiança de que a maioria dos que aparecem por ali pretendem apenas se cacifar para obter espaços melhores em uma negociação para compor a chapa do PT.
</p>
<p>
PIOR QUE O DECLÍNIO DO PIB<br />
O senador brasiliense Cristovam Buarque ( foto as alfinetadas contra o governo. Não esqueceu de comentar a queda de 0,2% no Produto Interno Bruto brasileiro, citando-o como o pior resultado desde 1992. Mas engrenou a segunda marcha e foi em frente. Para ele, mais grave que o declínio da economia é a falta de perspectiva da população. &quot;Mesmo que o PIB tivesse crescido&quot;, disse Cristovam, &quot;isso não significaria distribuição de renda, até porque o crescimento econômico verificado nos últimos anos no País não tem sido distribuído&quot;. Sobrou para o presidente Lula. Em sua opinião, isso confirma que um país pode crescer sem melhorar: &quot;É um crescimento para poucos, pois o PIB só deveria ser comemorado quando a gente pudesse, junto a ele, constatar que se distribuem os produtos que ele tem, porque o PIB é nada mais do que a soma dos produtinhos de cada unidade produtiva&quot;. Pelo jeito será difícil, muito difícil, achar uma fórmula de composição com o PT brasiliense que garanta apoio concreto do partido a Cristovam.
</p>
<p>
CALMARIA É SÓ APARENTE<br />
Apesar da calmaria existente no Distrito Federal desde que o deputado Wilson Lima ( foto administração voltou a funcionar, o clima é de intranqüilidade tanto no Executivo quanto na Câmara Legislativa. Há hoje duas fontes de insegurança. A primeira é a crescente convicção de que o inquérito conduzido pela Polícia Federal e mantido em sigilo no Superior Tribunal de Justiça ? aquele que o governador licenciado José Roberto Arruda tenta inutilmente acessar ? contém muito mais informações do que as conhecidas até agora. Sua abertura, mais cedo ou mais tarde, poderia trazer consequências ainda não devidamente avaliadas. Existe, em segundo lugar, o temor de que novas informações venham a surgir do arquivo de vídeos e de informações do ex-secretário Durval Barbosa. &quot;É inimaginável que existam 140 vídeos e só 40 apareçam; que informações sobre alguns sejam dadas e outras não venham nunca à luz&quot;, diz um parlamentar brasiliense.
</p>
<p>
PROFISSIONAIS PARA O TURISMO<br />
Na próxima sexta-feira, a secretária executiva do Ministério do Desenvolvimento Social, Arlete Sampaio, entrega diplomas de conclusão de curso para 800 alunos capacitados na área do Turismo. São garçons, atendentes de agência de viagens e mensageiros, entre outros. Do total, 587 são mulheres e 213, homens. Os formandos integram o programa de qualificação profissional para beneficiários do Bolsa Família, batizado de Próximo Passo.
</p>
<p>
DE VOLTA ÀS URNAS<br />
A propósito, Arlete Sampaio confirmou aos integrantes de sua equipe que deixa o cargo no dia 3 de abril, prazo máximo para desincompatibilização. Mesmo que o ministro Patrús Ananias saia também e que o presidente Lula queira convidá-la para substitui-lo ? o que não parece estar no horizonte do Planalto ? Arlete pretende prosseguir sua carreira política. Será candidata a deputada distrital, em uma eleição que tem tudo para ser tranquila.
</p>
<p>
DO PROCON PARA A ONG<br />
Militante do PPS, Ricardo Pires cumpriu determinação de seu partido e deixou o cargo de diretor geral do Procon. Mas não deixou a área. Assumiu uma ONG de defesa do consumidor, a ad com, com sede na 113 Norte. O instituto faz estudos e presta consultoria em direitos do consumidor.
</p>
<p>
CORTAR NA CARNE<br />
Um a parte do senador Adelmir Santana ainda faturou para seu partido, o combalido DEM do Distrito Federal, um elogio do senador tucano Álvaro Dias. Quando Dias cobrava uma investigação do escândalo do Bancoop, envolvendo petistas, Santana disse que os senadores deveriam dar a mesma atenção a todos os esquemas de corrupção, independentemente de partidos. Dias defendeu então a postura do DEM que, &quot;ao contrário do que faz o presidente da República e o seu Partido, não passou as mãos na cabeça dos desonestos, cortaram na própria carne e adotaram as providências para realizar a limpeza partidária&quot;.
</p>
<p>
COBRANDO AS OBRAS<br />
A propósito, preocupado com a situação das obras em andamento na cidade, o senador Adelmir Santana entregou um ofício pedindo informações sobre elas ao governador em exercício Wilson Lima. O objetivo é conhecer a relação completa das obras em andamento comandadas pelo GDF para garantir o cumprimento de prazos e evitar a paralisação delas. Adelmir prometera antes, da tribuna do Senado, acompanhar o andamento das obras e cobrar resultados, independente do nome que estivesse à frente do governo.
</p>
<p>
PERIGO SOBRE DUAS RODAS<br />
Dados preliminares sobre o primeiro trimestre deste ano, ainda incompleto, mostra que houve um ligeiro aumento no número total de acidentes de trânsito. Essa estabilidade na média não é acompanhada pelas motos. Os incidentes envolvendo motociclistas estão crescendo de vento em popa. Eles é que puxam a média para cima.
</p>
<p>
E-mails: doaltodatorre@jornaldebrasilia.com.br<br />
edubrito@jornaldebrasilia.com.br 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 15 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3306</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Rádio Senado 2 - COLUNA - GILBERTO AMARAL</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3307</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Com Lia Dinorah
<p>
RÁDIO SENADO 1<br />
O presidente do Senado, José Sarney, destacou em Plenário a inauguração da Rádio Senado em Fortaleza. A cerimônia contou com a participação do primeiro-secretário da Casa, Heráclito Fortes, do Secretário de Comunicação Social, Fernando Cesar Mesquita, de senadores cearenses, além do governador do estado, Cid Gomes, entre outras autoridades. ?O projeto de expansão visa levar a Rádio Senado a todas as capitais? lembrou José Sarney. Inaugurada em 1997, a emissora transmitia apenas para o Distrito Federal. Em 2008 chegou a Natal e, no ano passado, a Cuiabá. Além de Fortaleza, neste ano deverá ser inaugurada a Senado FM em Rio Branco.
</p>
<p>
RÁDIO SENADO 2<br />
Durante o pronunciamento, Sarney foi aparteado por senador Álvaro Dias. O senador pelo PSDB do Paraná parabenizou o Senado pela iniciativa e fez um apelo para que também sejam inauguradas transmissoras da Rádio e TV Senado na Região Sul e, especialmente, em Curitiba. ?É importante que a população possa acompanhar de perto o que ocorre no Senado. E o Sul do país aguarda por isso há um bom tempo?, declarou Álvaro Dias.
</p>
<p>
RÁDIO SENADO 3<br />
A Rádio Senado FM poderá ser sintonizada em Fortaleza na frequência 103,3 MHz. A transmissão irá reproduzir toda a programação normal, no ar durante todo o dia. De segunda a sexta-feira, a Rádio Senado transmite, ao vivo, as sessões plenárias. Nas manhãs de terças, quartas e quintas-feiras, o ouvinte pode acompanhar os debates e as votações nas comissões. Além dos noticiários, a emissora veicula programas culturais, radio documentários, peças institucionais de serviço público e uma programação musical dedicada a MPB.
</p>
<p>
A-HA EM BRASÍLIA<br />
O grupo pop norueguês A-ha, com mais de 70 milhões de discos vendidos em 25 anos de carreira, fará uma turnê mundial de despedida em 2010 intitulada Ending on a high note, Farewell Tour 2010 e desembarca em Brasília para uma apresentação digna de figurar na história. A banda presenteará o público, executando clássicos como Take On Me The Sun Always Shines On TV Hunting High And Low You Are The One? Crying In The Rain
</p>
<p>
FÓRUM<br />
Desembarca na capital federal, nesta terça feira, o dr. Andrei Abramov, chefe da seção de ONGs do UN/Desa, que estará em Brasília especialmente para o 7º Fórum Internacional Rede Sociedade Solidária ? 4ª Feira de Inovações em Suporte à Revisão Ministerial Anual do Conselho Econômico e Social da ONU, realizado pela LBV com o apoio do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil. O evento com o tema Igualdade de gênero e valorização da mulher dia 17 de março, a partir das 8h, com um welcome-coffee no ParlaMundi da LBV, na 915 Sul.
</p>
<p>
I.R. ANTECIPADO<br />
O Banco de Brasília - BRB também está antecipando o Imposto de Renda. Os valores antecipados variam de R$ 100 até 100% do valor a ser restituído, sendo que o principal diferencial é a praticidade e comodidade ao cliente, uma vez que o produto está disponível nos terminais de autoatendimento e Banknet.
</p>
<p>
SENADO EM REFORMA<br />
A secretária-geral da Mesa do Senado Federal, Cláudia Lyra, disse que o projeto de resolução prevendo ampla reforma do Regimento Interno do Senado vai acelerar e modernizar os trabalhos da Instituição. Em entrevista ao programa Cidadania, da TV Senado, Cláudia Lyra afirma que a reforma também vai aperfeiçoar mecanismos que garantam a equanimidade entre os partidos políticos nos trabalhos desenvolvidos pelos senadores e harmonizar o conjunto de regras e normas. A entrevista vai ao ar no sábado e no domingo, nos seguintes horários: 1h, 6h, 13h30, 19h.
</p>
<p>
LIVRO<br />
Será lançado amanhã, às 19h, no Instituto Histórico e Geográfico do DF, o livro Missão Cruls ? uma trajetória para o futuro experiência vivida por importantes cientistas que refizeram, em 2003, as trilhas percorridas pela missão em 1892, abrindo os caminhos do Centro-Oeste para o desenvolvimento.
</p>
<p>
UM POUCO DE MUITA GENTE<br />
No programa Gilberto Amaral de hoje, às 13h15 pela Band, a continuação do casamento de Rogério França Athaíde e Paula. O desembargador Lecir Emanuel da Luz dá seu depoimento sobre os 50 anos de Brasília.<br />
Movimenta a sociedade da Corte no dia 17 de abril, o casamento da bonita Paula (foto), herdeira de Adriana coleia e do advogado José Alberto Couto Maciel, com Rafael, filho de Marisa e Antonio Diniz de Azambuja. A cerimônia será realizada às 19h30, na Paróquia São Pedro de Alcântara, seguida com recepção na Mansão Flamboyant.<br />
Nesta terça-feira, Maurizio Mandala oferece coquetel de apresentação de seu novo salão, na QI 09 do Lago Sul.<br />
Em animado jantar, a família do ?Bão Demais? festejou a conquista do troféu &quot;Gerson, Canhotinha de Ouro&quot;, pelo time formado por Wellington, Anival, Tadeu e li mongi; Arlindo, Guto e Kalil.<br />
Os puros cubanos ficaram por conta dos vovôs Eustáquio e Gaspar, pelo aniversário do neto, Enzo .
</p>
<p>
E-mail: gilbertoamaral@jornaldebrasilia.com.br 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 15 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3307</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Governistas evitam que CCJ convoque Blat</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3298</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Raquel Ulhôa, de Brasília
<p>
O governo conseguiu evitar ontem, por apenas um voto, a aprovação de convite ao promotor de Justiça de São Paulo José Carlos Blat para falar à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) sobre o suposto desvio de cerca de R$ 100 milhões da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) supostamente para abastecer campanhas eleitorais do PT.<br />
Foi mais um embate entre oposição e governo na CCJ, que é presidida pelo oposicionista Demóstenes Torres (GO). Nessa comissão, senadores do PSDB e do DEM, aproveitando a ausência dos governistas, aprovaram, em fevereiro, convocação da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) para prestar esclarecimentos sobre o polêmico Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH). Dias depois, a base aliada do Planalto forçou nova votação e conseguiu anular a convocação. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), acusou ontem a oposição de estar usando os requerimentos de convocação ou convite como &quot;instrumento de disputa eleitoral&quot;. E fez um alerta. Disse que os governistas podem adotar a mesma tática, convocando &quot;prefeitos&quot; ou outras lideranças da oposição, acusadas de irregularidades, para dar explicações no Senado.<br />
&quot;O que serve para um lado, serve para o outro. Isso aqui vai virar uma festa que vai, no mínimo, inibir os trabalhos da CCJ&quot;, afirmou.<br />
Assim como na aprovação da convocação de Dilma, também ontem havia poucos governistas no plenário da CCJ quando o requerimento do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) foi lido. Praticamente sozinha, a senadora Ideli Salvatti (PT-SC), líder do governo no Congresso, acusou a oposição de levar o assunto para a CCJ com motivação eleitoral.<br />
&quot;O assunto não é relacionado a nenhuma matéria em tramitação no Senado, não envolve dinheiro público - o que poderia ser um dos motivos para ser discutida aqui - e não há denúncia oficialmente apresentada, só um inquérito aberto. Portanto, trazer esse assunto à CCJ tem viés temporal de campanha eleitoral, política&quot;, disse Ideli. O objetivo, segundo ela, &quot;é tentar atingir uma pessoa que está assumindo cargo importante no PT&quot;.<br />
A senadora petista referia-se ao novo tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que foi presidente e diretor financeiro da cooperativa. Por causa dos indícios de envolvimento dele no esquema de desvio de recursos da Bancoop, o Ministério Público Estadual de São Paulo pediu a quebra do seu sigilo bancário. Enquanto Ideli defendia seu ponto de vista, os governistas, chamados, foram enchendo o plenário da CCJ.<br />
O Alvaro Dias disse ser responsabilidade do Senado ouvir Blat, que depois de três anos de &quot;trabalho árduo&quot;, está sendo &quot;vítima de desconstrução de sua imagem&quot;. O tucano afirmou tratar-se de um escândalo que &quot;alcança mais de R$ 100 milhões desviados e centenas de famílias lesada e envolve fundos de pensão. &quot;Dinheiro da Previdência, da seguridade social, é dinheiro público&quot;, afirmou, contestando Ideli. &quot;O que se estabelece agora é o confronto da tese de que é preciso investigar e o outro lado, que tenta desqualificar a denúncia. Não podemos ficar omissos.&quot;
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 11 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3298</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Jucá derruba convocação de Blat para ir ao Senado</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3300</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Carol Pires
<p>
Coube ao líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), liderar o movimento da base aliada para impedir a convocação do promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo, para falar na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado sobre as denúncias contra o novo tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Ele foi presidente e diretor financeiro da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop).<br />
O promotor calcula que o rombo da Bancoop deve superar R$ 100 milhões e diz não ter dúvida de que parte desse dinheiro foi para o caixa 2 do partido. A ideia de ouvir Blat na CCJ partiu do senador Álvaro Dias (PR), vice-líder do PSDB.<br />
VOTAÇÃO APERTADA<br />
A votação ontem foi apertada. Nove senadores votaram a favor do requerimento do tucano e dez contra. Antes da votação, Jucá acusou a oposição de querer fazer da comissão palco de disputa eleitoral. Ele fez questão de ressaltar que o governo em momento algum cogitou levar para o Senado a discussão sobre a crise política envolvendo &quot;governadores da oposição&quot;, numa referência indireta ao governador afastado do Distrito Federal, José Roberto Arruda, preso há um mês na Polícia Federal. <br />
CPI NA ASSEMBLEIA<br />
Jucá defendeu que denúncias envolvendo a Bancoop sejam investigadas, mas não no Senado, e sim na Assembleia Legislativa de São Paulo, onde os deputados estaduais aprovaram, anteontem, a instalação de uma CPI para apurar o caso. <br />
O presidente da CCJ, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), depois de ouvir os argumentos do líder do governo, colocou o requerimento em votação e chegou a dar o pedido como aprovado. Mas Jucá pediu que a votação fosse refeita, de forma nominal, e Torres teve que se dar por vencido. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 11 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3300</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Convocação de promotor é derrubada pelo governo</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3301</link>
    <description>
    <![CDATA[
    A base do governo conseguiu derrubar ontem, por apenas um voto, requerimento da oposição para que o promotor de São Paulo José Carlos Blat comparecesse ao Senado com o objetivo de falar sobre suposto desvio de recursos na Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop). As irregularidades, de acordo com o vice-líder do PSDB e autor do requerimento, Alvaro Dias (PR), seria da ordem de R$ 100 milhões. A audiência pública estava prevista para ocorr na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ).<br />
Um dos envolvidos na investigação é o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, que ocupava, à época das supostas irregularidades, cargo de direção na Bancoop. O requerimento foi derrubado por 10 votos da base governista contra 9 da oposição.<br />
- Queremos dar a oportunidade de o promotor público relatar procedimentos adotados na investigação, o itinerário da corrupção, quais as provas que pode aprovar e quando fará denúncia à Justiça para que processo civil e criminal possa ter sequência. Não vejo por que a base aliada negar essa oportunidade ao promotor - criticou o vice-líder.<br />
Os governistas argumentaram que o requerimento teria caráter de campanha eleitoral, uma vez que o assunto não está em debate na comissão, nem tampouco no Senado.<br />
- Não podemos trazer para a CCJ assuntos como esse para não politizar uma investigação que está em andamento em São Paulo. Esse requerimento é um desserviço à CCJ e ao Senado. O debate eleitoral deve ocorrer nos níveis de competência, que não são o Senado - rebateu o líder do governo na Casa, Romero Jucá (PMDB-AP).<br />
Já a líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (PT), afirmou que os supostos desvios sob investigação do Ministério Público de São Paulo não envolvem dinheiro público e que a denúncia sequer foi feita à Justiça.<br />
- Se a Justiça não foi acionada, por que a CCJ, que não tem a ver com dinheiro público, vai ouvir o procurador que não fez a denúncia? - questionou a senadora. (Com agências) <br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 11 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3301</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Tucano não sai do cargo antes do dia 30</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3290</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Sérgio Guerra tem a missão de acalmar aliados, e já prepara campanha
<p>
Adriana Vasconcelos e Maria Lima
</p>
<p>
BRASÍLIA. O governador de São Paulo, José Serra, avisou ao presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), na noite de anteontem, que não deixará mesmo o cargo antes do dia 30 deste mês, mas autorizou a cúpula tucana a dar início à organização de sua campanha,que terá no seu comando, além de Guerra, os senadores tucanos Álvaro Dias (PR) e Cícero Lucena (PB). Numa reunião que se estendeu para a madrugada de ontem com Guerra, o governador justificou que aproveitará as próximas três semanas para participar de uma série de inaugurações de seu governo.<br />
O governador Serra disse que vai cumprir seu mandato até o último dia. Se vai ser dia 1º ou dia 2 (de abril), eu não sei. Mas antes do dia 30 (de março), ele não sai confirmou Guerra,para desespero dos aliados do governador paulista, que, ontem, no Congresso, já não disfarçavam mais a preocupação.<br />
Sérgio Guerra voltou de São Paulo para Brasília com a missão de acalmar tucanos e aliados. Passou a manhã de ontem em contatos telefônicos com governadores, prefeitos,candidatos e líderes do PSDB nos estados para reafirmar a candidatura de Serra, e divulgar as iniciativas para estruturar a campanha. Fez o mesmo com candidatos e líderes do DEM.<br />
Ainda ontem, Guerra reuniu a bancada tucana no Senado para discutir com técnicos o programa de campanha da oposição na internet. O PSDB vai organizar uma agenda de pré-campanha para Serra, para o período entre abril e final de junho,quando acontece a convenção.<br />
Para o presidente do PSDB, a discussão sobre candidatura de Serra está superada: Essa questão de Serra ser ou não candidato não é mais relevante. O foco agora é organizar a campanha. Serra tem uma agenda de inaugurações de grandes obras de seu governo e não teria sentido não comparecer disse. E completou: O governador há muito tempo comunica a todos que não vai cuidar da campanha antes de se afastar do governo. Algumas pessoas concordam com isso, outras não, mas o fato é que estamos há 15 dias nesse desenlace.<br />
A opinião do governador vai prevalecer.<br />
Sobre a escolha do vice, Guerra disse que a ideia é adiar essa discussão, já que o prazo final para a montagem da chapa é final de junho.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3290</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Governador fica até fim do prazo, afirma Guerra</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3291</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Christiane Samarco<br />
BRASÍLIA
<p>
O governador José Serra (PSDB) vai ficar no Palácio dos Bandeirantes até o fim do prazo legal de desincompatibilização, quando os candidatos são obrigados a deixar o governo. Em conversa com o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), na madrugada de ontem, Serra afirmou que faz questão de cumprir o mandato até o limite legal, tirando a esperança da cúpula tucana que o pressiona a antecipar o lançamento da candidatura presidencial.<br />
&quot;Ele é candidato a presidente e, até o dia 30, não sai do governo&quot;, resumiu Guerra. &quot;Pode sair dia 1º ou 2 de abril, mas antes do dia 30 não sai.&quot; Outro tucano da direção nacional lembra que, como 31 de março é data do golpe militar de 1964 e 1º de abril é conhecido como &quot;dia da mentira&quot;, Serra tende a oficializar sua participação na corrida sucessória dia 2 de abril, último dia de governo para os candidatos às eleições.<br />
&quot;Tenho muito trabalho para fazer, muita inauguração para ir&quot;, teria justificado Serra, segundo relato de Guerra. &quot;Não me custa terminar o mandato; estamos por 15 dias.&quot; A decisão contraria conselhos de aliados e apelos de auxiliares próximos, angustiados com a demora ante a campanha antecipada da adversária do PT e ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.<br />
Guerra passou o dia procurando acalmar correligionários, com o discurso de que &quot;Serra está firme e as coisas estão se equacionando&quot;. Argumentou que, mesmo sem admitir a candidatura oficialmente, o governador está &quot;cuidando de estruturar a campanha a presidente&quot;. Entre os nomes do PSDB que deverão integrar o staff político do tucano, além de Guerra, estão os senadores Álvaro Dias (PR) e Cícero Lucena (PB). Como têm mais quatro anos de mandato pela frente, ambos estarão mais disponíveis para cuidar da campanha presidencial.<br />
Impaciente com o quadro, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) falou da &quot;falta de entusiasmo que reinou&quot; na recepção a Dilma na sessão para celebrar o Dia Internacional da Mulher. &quot;Estava desanimado com a demora do Serra, mas quando vi a Dilma no palanque que o Sarney arrumou para ela no Senado, me animei. Ela é muito ruim.&quot;
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3291</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Dilma vai manter livre mercado</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3292</link>
    <description>
    <![CDATA[
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu ontem, em entrevista à Associated Press, a pré-candidata do PT a sua sucessão, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, das interpretações de que ela poderia levar o maior país da América Latina para a esquerda e elevar excessivamente o controle do Estado sobre a economia.<br />
- Dilma vai manter a política de livre mercado no Brasil e está preparada para se tornar a primeira presidente mulher, embora nunca tenha se candidatado a um cargo eletivo - argumentou Lula. - Eu não ofereceria ao povo brasileiro uma pessoa em quem eu não confiasse.<br />
Ontem, Dilma praticamente descartou a possibilidade do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, ser o responsável pelas finanças de sua campanha.<br />
A ministra afirmou que a tendência é manter a estratégia adotada pelo partido desde 2006 de separar as duas tesourarias.<br />
- Nós temos tido nasúltimas eleições uma opção por diferenciar as duas tesourarias. A tesouraria do partido tem mais obrigações do que a da campanha presidencial. Então a tendência é manter isso, a mesma coisa que ocorreu em 2006 na época da eleição do presidente Lula - afirmou a ministra.<br />
Vaccari Neto teve o seu sigilo bancário quebrado pelo Ministério Público de São Paulo, que está investigando irregularidades que teriam sido cometidas na Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop) quando ele ocupava a diretoria da entidade.<br />
A Bancoop é uma cooperativa criada em 1996 pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, comandado pelo PT, para construir conjuntos habitacionais para seus cooperados.<br />
A suspeita do MP-SP é de que ela não tenha cumprido a promessa de entregar imóveis quitados aos seus cooperados e que tenha servido, na verdade, para captar recursos para o caixa dois do PT.<br />
A ministra defendeu o companheiro de partido ao ser perguntada sobre o assunto.<br />
- Acho que o Vaccari tem todo o direito de defesa e nós temos tido bastante clareza em defender o direito de as pessoas se defenderem antes de serem condenadas, acusadas e de fato afastadas do que fazem - ponderou.<br />
A oposição, por sua vez, não pretende perder a oportunidade de desgastar o governo em ano eleitoral. O PSDB apresentou ontem requerimento à Mesa Diretora do Senado para que a Casa solicite auditoria ao Tribunal de Contas da União nos recursos aplicados pela Bancoop.<br />
De autoria do senador Alvaro Dias (PSDB-PR), o requerimento pede que o TCU investigue a aplicação de recursos de fundos de pensão de empresas estatais na cooperativa. Segundo o tucano, o MP-SP identificou &quot;milhares de movimentações financeiras fraudulentas&quot; na cooperativa que tinham como objetivo &quot;ludibriar os cooperados que aplicavam suas economias em empreendimentos imobiliários&quot;.<br />
Os tucanos também criaram ontem, na Assembleia Legislativa de São Paulo, uma CPI para investigar o caso.<br />
Em nota publicada na tarde de ontem, o PT disse que vai entrar na Justiça contra veículos de comunicação pedindo reparação pelas &quot;infâmias&quot; publicadas em reportagens. Segundo o presidente do partido, José Eduardo Dutra, que assina a nota, o PT também vai fazer uma representação no Conselho Nacional do Ministério Público contra o promotor José Carlos Blat, responsável pelo inquérito que investiga possíveis irregularidades na cooperativa. (Com agências) <br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3292</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Bancoop: PT acusa promotor de perseguição</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3277</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Para petistas, Blat atua de forma partidária e com intenção de abalar campanha de Dilma
<p>
Leila Suwwan
</p>
<p>
São Paulo. A suspeita de envolvimento do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, no suposto esquema de desvio de recursos da Bancoop, cooperativa habitacional dos bancários de São Paulo, levou o partido a atacar o Ministério Público de São Paulo, que investiga o caso desde 2007. Para petistas, o promotor responsável atua de forma partidária e com a intenção de abalar a pré-candidata Dilma Rousseff.<br />
Líder do governo na Câmara e integrante do grupo de coordenação da pré-campanha de Dilma, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) tentou desvincular o partido das investigações e acusou o promotor José Carlos Blat de fazer &quot;perseguição política&quot;. O promotor solicitou sexta-feira a quebra do sigilo bancário de Vaccari Neto e o bloqueio das contas da Bancoop, por fortes indícios de fraude e desvio que podem ter beneficiado campanhas do PT, inclusive da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002.<br />
- É uma ação criminosa do promotor Blat. Criminosa porque tem um fundamento de perseguição política e de campanha partidária - disse Vaccarezza ontem de manhã na inauguração da nova sede da Força Sindical, em São Paulo. - O PT não tem nada a ver com isso, é um problema do Vaccari.<br />
Vaccari, ex-diretor e presidente licenciado da Bancoop, disse, em nota, que não foi acusado nem responde a processo civil ou criminal. Como secretário de Finanças e Planejamento do PT, a expectativa é que participe da arrecadação de campanha de Dilma.<br />
O presidente do PT, José Eduardo Dutra, não foi localizado ontem. Em entrevista à TV Globo sábado, disse que as acusações já foram rebatidas:<br />
- São acusações falaciosas que já saíram na imprensa outras vezes e que voltam agora, em ano eleitoral, com objetivo claro de atacar o PT.<br />
O PT tenta vincular ação do MP à iniciativa do PSDB na Assembleia Legislativa de São Paulo. Segundo Vaccarezza, os tucanos começaram a coletar assinaturas para uma CPI da Bancoop semana passada. Afirmou que as movimentações bancárias da cooperativa não poderiam ter sido &quot;maquiadas&quot; para disfarçar desvios. A investigação aponta para indícios de que pelo menos R$31 milhões foram sacados em uma agência e não poderiam ser rastreados.<br />
Blat rejeitou as acusações e disse que atua em defesa das três mil famílias que teriam sido lesadas pelo suposto esquema da Bancoop.<br />
- Não pertenço a partido político, não sou filiado nem candidato - disse o promotor, que espera resposta sobre a quebra de sigilo bancário de Vaccari a partir de amanhã.<br />
Para o Senador Álvaro Dias (PSDB-PR), o PT tenta acobertar o escândalo com mentiras e o caso deve ser debatido no Senado nesta semana.<br />
- O PT gosta dessa eficiência delubiana - disse, referendo-se ao ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, envolvido no escândalo do mensalão. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 08 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3277</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Lula: "Agora digam de onde virá o dinheiro"</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3272</link>
    <description>
    <![CDATA[
    ELEIÇÕES 2010: Tucanos saem em defesa de proposta já aprovada no Senado e negam que seja eleitoreira
<p>
Presidente afirma que oposição deve apontar fonte de recurso para aumento do Bolsa Família previsto em projeto de Tasso
</p>
<p>
Chico de Gois
</p>
<p>
BRASÍLIA. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cujo partido foi contra a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal no governo Fernando Henrique, cobrou ontem do PSDB que aponte uma fonte de recursos para pôr em prática o projeto do Senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). A proposta do tucano prevê aumento do benefício do Bolsa Família para famílias cujas crianças tenham um bom desempenho escolar.<br />
O projeto foi aprovado anteontem, em caráter terminativo, na Comissão de Educação do Senado, e agora vai ser discutido na Câmara. Lula provocou a oposição dizendo que, se todo o mal que ela quiser causar ao seu governo redundar em mais benefícios sociais, ele estará feliz. E voltou a responsabilizar os opositores por não aprovarem a prorrogação da CPMF para a saúde.<br />
- Se todo o mal que o meu governo puder causar é os meus adversários tentarem aprovar mais políticas sociais, ótimo. Se eles tivessem feito isso há mais tempo, a gente poderia estar melhor - afirmou o presidente, em entrevista após solenidade de lançamento do novo portal do governo federal: - Eles poderiam ter contribuído para melhorar a saúde se não tivessem derrubado a CPMF. Poderiam ter feito isso. Mas a mesquinharia tomou conta da política. Então eles acharam que iriam prejudicar o governo derrubando a CPMF.
</p>
<p>
Para Lula, Bolsa Família não é para premiar mérito<br />
Para o presidente Lula, o Bolsa Família não é um benefício de mérito, no sentido de premiar quem se sai melhor na escola, mas, sim, um benefício que serve para tirar as pessoas da miséria.<br />
- O Bolsa Família é um programa para garantir as proteínas e calorias necessárias para o povo mais pobre deste país - afirmou.<br />
Mesmo assim, Lula avaliou que a proposta de Tasso pode ser boa, desde que se aponte de onde virá a verba.<br />
- Eu não vi a decisão deles ainda, mas só espero que eles tenham colocado de onde vai tirar o dinheiro. Todo gasto proposto tem de ter uma fonte de receita. Mas tudo o que for aprovado em benefício do povo é bom. Agora, digam de onde virá o dinheiro.<br />
O Senador tucano rebateu as declarações de Lula:<br />
- O projeto sempre teve ligação com a educação. Não há desenvolvimento sem educação. O projeto não traz um custo exagerado. O presidente gasta bilhões com a Venezuela, com a Bolívia, Equador e não pode gastar com educação? Esse não é o Lula que conheci - disse Tasso.<br />
O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), também saiu em defesa do projeto de seu colega e aproveitou para tentar puxar a paternidade do Bolsa Família para o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso:<br />
- O projeto do Senador Tasso visa a dar aperfeiçoamento ao Bolsa Família, que é a síntese de um bom projeto do presidente Fernando Henrique Cardoso. Ele (o projeto do Senador tucano) premia os melhores alunos. O presidente fala que não tem orçamento? Mas dinheiro para dar para Cuba, para inchar a máquina pública, para isso tem.<br />
Outro Senador tucano, Álvaro Dias (PR), afirmou que o projeto não é eleitoreiro, já que entraria em vigor somente em 2011 - quando novo presidente da República estará eleito:<br />
- Tem que ter dotação no Orçamento do ano que vem, não é uma medida eleitoreira. A filosofia do programa foi desvirtuada pelo governo Lula. Queremos transformar o Bolsa Família no Bolsa Escola - afirmou Dias.<br />
O ex-prefeito do Rio Cesar Maia, embora seja um crítico do governo Lula, escreveu em seu ex-blog, criticando o projeto de Tasso: &quot;Vincular valores do Bolsa Família ao aproveitamento do aluno na escola, suas notas e avaliações, é um grave equívoco conceitual. Essa é tarefa da escola&quot;.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 04 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3272</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Serra não se lança, mas já forma time de eleição</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3270</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Pelo menos três integrantes do governo de São Paulo deixarão os cargos para cuidar da campanha do tucano
<p>
Leila Suwwan, Adriana Vasconcelos e Gerson Camarotti
</p>
<p>
SÃO PAULO e BRASÍLIA. A coordenação da pré-campanha à Presidência do governador José Serra (PSDB) já conta com pelo menos três integrantes da equipe do tucano na sua gestão em São Paulo. Devem deixar seus cargos nas próximas semanas José Henrique Reis Lobo, secretário de Relações Institucionais do governo e presidente do diretório municipal do PSDB, e Marcos Antonio Monteiro, secretário-adjunto de Gestão Pública e tesoureiro da executiva estadual do PSDB.<br />
O presidente do Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal (Cepam), Felipe Soutello, deixa o posto hoje para colaborar com o grupo. Lobo ganhou a confiança de Serra nas eleições de 2004 e 2006, quando o governador saiu sem nenhuma dívida dessas campanhas. Soutello é visto como um técnico para organizar o banco de dados da campanha eleitoral.<br />
De forma reservada, o próprio presidente do PSDB, Senador Sérgio Guerra (PE), admite disputar um cargo de deputado federal para ter tempo suficiente de assumir a coordenação da campanha de Serra.<br />
Para a área de internet e textos, está sendo escalado o exsecretário Geral da Presidência Eduardo Graeff. O nome cotado para coordenação jurídica é o do ex-ministro do governo Fernando Henrique e atual secretário-geral do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira. Para a coordenação do programa econômico, o nome forte é o do economista Geraldo Biasoto Junior, professor licenciado do IE/Unicamp e diretor da Fundap.<br />
A elaboração das propostas para o Nordeste ficará a cargo do economista Gustavo Maia Gomes, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também integrará a coordenação de campanha o ex-ministro da Secretaria de Comunicação do governo FH Andrea Matarazzo. Para a coordenação política, já foram escalados os Senadores tucanos Álvaro Dias (PR) e Cícero Lucena (PB), que não disputam reeleição.<br />
- Isso mostra que já estamos organizando a campanha em todas as áreas - disse Sérgio Guerra.<br />
O grupo de Serra pretende passar este mês preparando o terreno da pré-campanha, para evitar uma largada atrasada a partir de 3 de abril, quando termina o prazo de desincompatibilização.<br />
Até lá, Serra cumprirá intensa agenda de inaugurações de obras.<br />
Tucanos tentam amenizar crescimento de Dilma Além desses preparativos, tucanos unificaram o discurso, frisando que era previsível o crescimento da candidata do PT à Presidência, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, - na última pesquisa do instituto Datafolha, ela chegou a 28%, contra os 32% de Serra. Além do efeito da exposição midiática da máquina federal, eles apontam para o patamar cativo de votos do PT, estimado em cerca de 35%.<br />
- Os assuntos de campanha seguem no ritmo normal, nada vai mudar. O crescimento da Dilma nas pesquisas está dentro do previsto, dentro da margem que o PT sempre obteve. A queda de Serra era prevista. Se supõe que quem faz campanha ganha votos. Portanto, quem não faz perde. Ele está cumprindo rigorosamente o que diz a lei eleitoral e, quando a campanha começar, a situação vai se reverter - disse o presidente do diretório estadual do PSDB, o deputado federal Antonio Carlos Mendes Thame (SP).
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 03 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3270</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Notas</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3248</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Deu no www.correiobraziliense.com.br
<p>
<strong>PSDB-PR lança pré-candidatura de Beto Richa</strong><br />
Por 41 votos a um, o diretório paranaense do PSDB definiu que o prefeito de Curitiba, Beto Richa, será o pré-candidato ao governo do estado. A decisão evidenciou os conflitos internos da legenda no estado, uma vez que o senador Álvaro Dias também pretendia concorrer ao cargo. &quot;O projeto nacional foi ignorado, tratado com desdém, o que se colocou em primeiro lugar foi a ambição pessoal. Meu nome estava colocado apenas enquanto circunstancialmente significasse fortalecimento para a candidatura do governador (de São Paulo) José Serra&quot;, reagiu Álvaro. 
</p>
<p>
<strong>Favetti é o novo secretário executivo do MJ</strong><br />
O consultor jurídico do ministério da Justiça, Rafael Thomaz Favetti, é o novo secretário executivo do órgão. Ele substitui Luiz Paulo Barreto, que assumiu o posto de ministro. A nomeação foi publicada na edição de ontem do Diário Oficial da União. A mudança faz parte de uma série de modificações no escalão do ministério desde a saída do ministro Tarso Genro, que se afastou para se candidatar ao governo do Rio Grande do Sul, nas eleições de outubro. Doutorando em direito das relações internacionais no Centro de Ensino Universitário de Brasília (Uniceub), Favetti atuava como consultor jurídico em 2007. Durante cinco anos (2002-2007), trabalhou como assessor no ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). 
</p>
<p>
<strong>Justiça determina identificação de ossadas</strong><br />
Por determinação da Justiça Federal, os governos estadual e federal deverão retomar os trabalhos de identificação das ossadas encontradas na década de 1990 em uma vala do Cemitério de Perus, na Zona Norte da capital paulista. Os ossos seriam de pessoas desaparecidas no período da ditadura militar (1964-1985). Os restos mortais estão guardados no Cemitério do Araçá, na região central da cidade. A decisão atende a pedido feito em novembro do ano passado pelo Ministério Público Federal (MPF). Caberá ao governo estadual selecionar, em seis meses, o material a ser encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames de DNA. Pelo governo federal, a Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos terá de reestruturar, num prazo de 60 dias, uma equipe de especialistas no exame de ossadas. 
</p>
<p>
<strong>Mineração pode ter novo marco regulatório</strong><br />
O secretário de Assuntos Estratégicos, ministro Samuel Pinheiro Guimarães, defendeu ontem o novo marco regulatório da mineração, que está em discussão no governo e deverá incentivar a exploração de minas no país. &quot;Estuda-se um novo código, novas normas, para que efetivamente sejam explorados os recursos e não fiquem ali como uma reserva de valor&quot;, afirmou Guimarães, após participar, no Rio, de seminário sobre o Bric - grupo de países em desenvolvimento, formado pelo Brasil e pela Rússia, Índia e China. Há cerca de 15 dias, o ministro de Minas Energia, Edison Lobão, disse à imprensa que o governo busca uma forma de retomar as minas que não forem exploradas em curto espaço de tempo, mas &quot;sem rasgar contratos&quot;. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 23 Feb 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3248</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Oposição critica discurso</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3245</link>
    <description>
    <![CDATA[
    O PSDB e o DEM criticaram o discurso da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) no lançamento de sua pré-candidatura no 4º Congresso do PT.<br />
O Estado forte pregado por Dilma foi considerado sinônimo de governo autoritário. Já as referências feitas pela ministra às privatizações foram vistas como tentativa de atribuir à oposição uma prática de aumentar o espaço da iniciativa privada a qualquer preço.<br />
O presidente tucano relacionou o &quot;Estado forte&quot; defendido por Dilma a um discurso ideológico aliado &quot;à sua notória capacidade de desenvolver ações autoritárias&quot;. Na mesma linha, o presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), considerou que a pré-candidata reproduz o que Lula fez em campanhas anteriores:<br />
- Ela repete o clichê de tentar colar na oposição a pecha de que íamos privatizar a qualquer preço. Isso não é verdade - disse Maia.<br />
Mais contundente, o Senador Alvaro Dias (PSDB-PR) afirmou que Dilma usa mentira:<br />
- Como boa aluna do mestre Lula, ela usa a mentira como arma essencial para a busca de popularidade. Ignorar os efeitos anteriores é desonestidade intelectual.<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 22 Feb 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3245</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Congresso mantém verba para obras suspeitas</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3235</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Oposição ameaça ir ao STF para impedir que projetos da Petrobras, considerados irregulares pelo TCU, sejam beneficiados
<p>
Isabel Braga e Maria Lima
</p>
<p>
BRASÍLIA. O polêmico veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Orçamento da União de 2010 - que libera recursos para obras da Petrobras sob suspeita de irregularidade, na análise do Tribunal de Contas da União (TCU) - foi mantido pelo Congresso Nacional. A oposição agora tenta anular a sessão realizada anteontem à noite, com o argumento de que não havia número suficiente de senadores para apreciar o veto.<br />
Caso não consiga que o Congresso anule a sessão, a oposição pretende recorrer até ao Supremo Tribunal Federal (STF).<br />
Só 26 senadores compareceram para votar; o quórum constitucional para derrubar um veto é de pelo menos 41 senadores.<br />
Os deputados, em quórum alto, votaram e mantiveram o veto. Na interpretação dos governistas, é o suficiente para confirmar a decisão de Lula.<br />
- A sessão deveria ter caído.<br />
Queremos saber quando será remarcada. Não pode existir votação sem quórum. A decisão da Mesa Diretora, de manter a votação, foi precipitada e abre um precedente perigoso.<br />
É inconstitucional manter uma votação sem quórum. A base governista no Senado não apareceu para votar - protestou o líder do DEM na Câmara, Paulo Bornhausen (SC).<br />
Muitos senadores da oposição também não estiveram presentes à sessão. Bornhausen e o líder da minoria na Câmara, Otávio Leite (PSDB-RJ), pediram que o presidente do Senado, José Sarney (PMDBAP), anule a sessão. O mesmo pedido foi feito pelo senador Álvaro Dias (PSDB-PR) e por outros senadores que criticaram a manutenção da sessão.<br />
Para Otávio Leite, a Constituição é clara e exige a presença da maioria absoluta dos parlamentares, nas duas Casas, para que haja votações: - Não faz sentido validar uma sessão com a presença de apenas 26 senadores. O presidente Sarney vai decidir e, se ele não acatar nosso argumento, iremos ao Supremo.<br />
Base aliada diz que decisão não fere Constituição Os governistas se defendem: argumentam que a decisão de manter a sessão, mesmo diante da ausência de quórum de senadores, tem base no regimento das duas Casas, e não fere a Constituição. Segundo o vice-líder do governo no Congresso, deputado Gilmar Machado (PT-MG), no momento em que a sessão foi aberta, 64 senadores estavam na Casa.<br />
- Havia número regimental.<br />
Iniciamos a votação. Na Câmara, os vetos foram mantidos pelo voto de 359 deputados e a oposição conseguiu, no máximo, 122 votos para tentar derrubálo. Para nós, está encerrado.<br />
As importantes obras continuarão a receber recursos - afirmou Machado. A secretária-geral do Senado, Cláudia Lyra - que orientou o vice-presidente do Congresso, Marco Maia (PT-RS), na condução da sessão - também defende a decisão de manter a apuração dos votos na Câmara, mesmo sem o quórum no Senado.<br />
Segundo Cláudia, os vetos sempre começam a ser apurados pela Câmara. A Constituição prevê que vetos só podem ser derrubados se a maioria absoluta das duas Casas (257 deputados e 41 senadores) apoiar.<br />
- Se na apuração na Câmara o veto foi mantido, não há a apuração no Senado. Só abriríamos os votos do Senado, se o veto fosse derrubado na Câmara. Se o veto tivesse sido derrubado na Câmara, como não havia quórum no Senado, seria convocada nova sessão do Congresso para que os senadores apreciassem o veto - disse Cláudia.<br />
As quatro obras da Petrobras beneficiadas pelo veto presidencial são o Complexo Petroquímico (RJ); a refinaria Abreu e Lima (PE); o terminal que ampliará a capacidade de escoamento de gás liquefeito de petróleo, em Barra do Riacho (ES); e a refinaria Presidente Getúlio Vargas (PR)
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 11 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3235</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Chama o Serra</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3236</link>
    <description>
    <![CDATA[
    FERNANDA KRAKOVICS - Panorama Político 
<p>
 <br />
 <br />
  <br />
Com Evandro Éboli, sucursais e correspondentes
</p>
<p>
O desagregador<br />
Há uma insatisfação generalizada no PSB com a atuação de Ciro Gomes. O presidente do partido, Eduardo Campos, fez uma rodada de conversas anteontem em Brasília. Seus correligionários reclamam que, em vez de ficar atacando o PT, o PMDB e até o PCdoB, Ciro tem que procurar outros partidos para tentar romper seu isolamento.<br />
&quot;Não dá para ficar só esculhambando todo mundo.<br />
Não é atitude de quem está construindo uma candidatura&quot;, reclama uma liderança do PSB.
</p>
<p>
Ele quer mais?<br />
Em entrevista à revista &quot;Voto&quot; deste mês, questionado se voltaria a disputar a Presidência em 2014, o presidente Lula não descartou.<br />
&quot;2014 está muito longe.<br />
Vamos ver primeiro o que acontece em 2010, 2011, 2012 e 2013. Os governantes que fizeram planos para voltar no futuro não foram muito felizes. Meu objetivo, agora, é eleger a Dilma. Como tenho certeza de que ela tem tudo para fazer um ótimo governo, é mais provável que ela queira disputar a reeleição&quot;, disse ele, que provocou a oposição: &quot;Eles vivem dizendo que o governo gasta muito. Onde vão cortar? Vão suspender a política de ganho real para o salário mínimo?&quot;.
</p>
<p>
Campanha no Rio, antes do carnaval, só para Rei Momo&quot; Fernando Gabeira , deputado federal (PV-RJ), sobre sua pré-candidatura a governador do Rio
</p>
<p>
TÊTEAgrave;-TÊTE. O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), perguntou ontem ao ministro do STF Dias Toffoli (à direita) se haveria o julgamento da destinação de 10% do imposto sindical para as centrais.&quot;Peraí que vou lá ver.<br />
Você sabe que não posso votar, né? Eu que fiz a argumentação da AGU&quot;, disse Toffoli. &quot;Você sabe que isso aqui é que nem o Congresso Nacional&quot;, emendou o ministro. Questionado, Paulinho disse que Toffoli referia-se à necessidade de conquistar voto a voto.
</p>
<p>
Chama o Serra<br />
O presidenciável José Serra vai ter que entrar no circuito para resolver o impasse entre o prefeito de Curitiba, Beto Richa, e o Senador Álvaro Dias a respeito da candidatura do PSDB ao governo do Paraná.<br />
Eles conversaram ontem
</p>
<p>
Velha guarda<br />
Presidente eleito do PT, José Eduardo Dutra está mancando devido à participação no Encontro da Juventude do partido. Ele acompanhou a garotada, que saía do chão e cantava: &quot;Quem não pula é tucano!&quot;.<br />
Está com hérnia.
</p>
<p>
Governadores brigam por usinas<br />
Os governadores petistas Jaques Wagner (BA) e Marcelo Déda (SE) baixaram em Brasília para brigar pelas duas usinas nucleares que serão instaladas no Nordeste. Déda pediu ontem apoio ao presidente Lula, que ligou para o ministro Edison Lobão (Minas e Energia) e solicitou que ele receba o governador. Já Wagner tem reunião hoje com Lobão. O investimento é de R$ 13 bilhões em cada uma delas.
</p>
<p>
Ziraldo não terá anistia de Cony<br />
A juíza federal Cristiane Pederzolli, de Brasília, negou, dia 20, pedido de Ziraldo para aumentar sua prestação mensal de anistiado político de R$ 4,3 mil para R$ 19,4 mil. O cartunista argumentou que merece receber valor equivalente ao do jornalista Carlos Heitor Cony, que teve aprovada mensalidade de R$ 19,1 mil, em 2004. A juíza alegou que Ziraldo, se na ativa estivesse, não chegaria ao cargo de diretor de redação por ocupar o posto de &quot;chargista político&quot;. Cabe recurso.
</p>
<p>
O MINISTRO Edson Santos (Igualdade Racial) diz que não houve interferência da Casa Civil na decisão de engavetar o Plano de Proteção à Liberdade Religiosa
</p>
<p>
PRETERIDO para líder do DEM, o deputado Abelardo Lupion vai presidir a Comissão de Agricultura.
</p>
<p>
LOVE STORY. Secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Jr. foi abordado ontem por uma funcionária do Ministério da Justiça, que o apresentou a seu namorado ucraniano. O casal se conheceu durante a negociação da cooperação jurídica entre os dois países.
</p>
<p>
 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 11 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3236</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Congresso mantém vetos de Lula</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3237</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Oposição não reúne votos suficientes e ameaça questionar validade da sessão no Supremo 
<p>
BRASÍLIA <br />
O governo fez uso de sua ampla maioria no Congresso e manteve os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Orçamento Geral da União que liberam obras da Petrobras nas quais o Tribunal de Contas da União encontrou indícios de irregularidades.<br />
Apesar dos protestos da oposição, a maioria dos deputados e Senadores acatou a posição de Lula de que o Orçamento deve garantir os repasses para que as obras sejam retomadas.<br />
Como a votação foi secreta em sessão realizada na noite de terça-feira, técnicos do Congresso finalizaram a contabilidade dos votos somente ontem.<br />
Para derrubar os vetos, era necessário que pelo menos 257 deputados votassem contra a sua aprovação, mas o máximo que a oposição conseguiu reunir foi 122 votos contrários em uma das votações.<br />
A oposição, no entanto, trabalha para anular a sessão que endossou os vetos de Lula.<br />
O argumento é o de que não havia número suficiente de Senadores no plenário do Congresso para a votação dos vetos - que teria ocorrido mesmo sem o número mínimo previsto pelo regimento do Congresso.<br />
Apenas 26 dos 81 Senadores votaram na sessão, enquanto 359 deputados estavam presentes. Segundo técnicos do Senado, a votação é válida porque havia quorum na Câmara - uma vez que os vetos seriam, pelo regimento da Casa, analisados inicialmente pelos deputados.<br />
- Defendemos a tese de que o processo de votação deveria começar pelo Senado. Se não houve quorum de Senadores, a sessão cai. O Senado é quem deveria comandar esse processo - argumentou o Senador Álvaro Dias (PSDB-PR).<br />
(Com agências) 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 11 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3237</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Racha</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3225</link>
    <description>
    <![CDATA[
    ILIMAR FRANCO - Panorama Político <br />
<br />
FERNANDA KRAKOVICS  com Evandro Éboli, sucursais e correspondentes
<p>
de Brasília
</p>
<p>
Financiamento<br />
As centrais sindicais dos trabalhadores estão apostando na virada dos votos dos ministros Ricardo Lewandowski e Cezar Peluso para garantir a manutenção do repasse de 10% do imposto sindical para elas. O julgamento deve ser retomado amanhã, e as centrais estão perdendo por 3 a 2. Se Lewandowski e Peluso não mudarem seus votos, a expectativa dos sindicalistas é de perder por 6 a 4.<br />
O ministro José Antonio Dias Toffoli não votará.
</p>
<p>
Dilma: o risco é o PSDB<br />
A ministra Dilma Rousseff rebate as críticas da oposição de que o programa elaborado pelo PT para sua candidatura, mais à esquerda, seria rasgar a Carta ao Povo Brasileiro. &quot;Nós implantamos a Carta ao Povo Brasileiro. Não é carta mais. A gente não precisa mais dela&quot;, afirmou. Para Dilma, o risco agora seria o PSDB, e não mais o PT. &quot;Não somos nós hoje que falamos que tem que mexer nos juros, no câmbio e acabar com o PAC&quot;, disse ela, sobre entrevista do presidente do PSDB, Sérgio Guerra.<br />
Para Dilma, essa preocupação é anacrônica: &quot;Nem em Davos a gente recebe mais essa crítica. A gente recebe prêmio&quot;.
</p>
<p>
Compor coisa nenhuma, sou candidatérrimo&quot; - Geddel Vieira Lima, ministro da Integração Nacional, précandidato ao governo da Bahia, refutando acordo com o PT
</p>
<p>
IMPASSE. Apesar das conversas com a cúpula do PT, as relações entre o deputado Jader Barbalho (PMDB-PA) e a governadora Ana Júlia Carepa (PT) continuam estremecidas. &quot;Há um dado importantíssimo em política que é confiabilidade, que foi quebrada&quot;, diz Jader. Para apoiar a reeleição da governadora, ele quer a garantia de que vai ter o apoio do PT à sua candidatura ao Senado e para aumentar a bancada de deputados do PMDB.
</p>
<p>
Racha<br />
Em reunião sexta-feira, o prefeito de Curitiba, Beto Richa, pediu o apoio do Senador Álvaro Dias (PSDB-PR) para sua candidatura a governador.<br />
Ele respondeu que, se ele próprio não for o candidato, vai apoiar o irmão, Osmar Dias (PDT-PR).
</p>
<p>
Nó<br />
E continua em suspenso a aliança entre PT e PDT no Paraná. Osmar Dias quer que os petistas abram mão da candidatura de Gleisi Hoffman para o Senado e a indiquem para vice. O PT bate o pé e ainda quer Jorge Samek para vice.
</p>
<p>
Defesa x Dnit<br />
Os ministérios dos Transportes e da Defesa estão em uma queda de braço por causa de um projeto de lei que destina 5% do dinheiro do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para batalhões de engenharia do Exército. A Casa Civil desempatou o jogo a favor do ministro Alfredo Nascimento (Transportes), candidato a governador do Amazonas pelo PR. O projeto está em tramitação na Câmara dos Deputados.
</p>
<p>
O provocativo legado de Tarso<br />
Um grupo de 32 juristas enviou carta ao presidente Lula elogiando o trabalho de Tarso Genro no Ministério da Justiça, que foi marcado por temas polêmicos.<br />
Citam iniciativas como a defesa de punição para o crime de tortura durante a ditadura, o refúgio a Cesare Battisti e a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol. Entre eles está Fábio Konder Comparato, um dos autores da ação que considera o coronel Brilhante Ustra responsável pela tortura de ex-presos políticos
</p>
<p>
GUINNESS. Já chega a 122 o número de requerimentos protocolados na CPI do MST. Excluídos os 19 do relator Jilmar Tatto (PT-SP), os ruralistas estão na frente da turma dos sem-terra: 59 a 44.
</p>
<p>
O EX-MINISTRO José Dirceu é esperado no Congresso do PT, no qual será lançada a pré-candidatura da ministra Dilma Rousseff à Presidência da República
</p>
<p>
ALIADOS da governadora Yeda Crusius (RS) reclamam que, em vez de esperar as pesquisas para avaliar se apoia sua reeleição, a direção nacional do PSDB deveria ajudá-la a melhorar seu desempenho.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 09 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3225</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Um novo papel para FHC</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3227</link>
    <description>
    <![CDATA[
    FHC é escalado para atacar Lula e defender tucanos
<p>
Vasconcelo Quadros
</p>
<p>
BRASÍLIA - O PSDB não pretende esfriar o debate aberto pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que em artigo publicado no fim de semana criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e traçou comparações entre o seu governo e o do petista. Os tucanos decidiram que não fugirão do confronto entre os dois governos, mas deixarão esse papel a FHC, que continuará buscando números, escrevendo artigos ou fazendo pronunciamentos para comparar programas e chamar Lula para a briga. A ideia é preservar o governador de São Paulo, José Serra, do confronto direito com Lula, que, no entanto, precisa ser feito por alguém, avaliam os tucanos.<br />
- Lula e Fernando Henrique são passado. Serra e Dilma são o futuro. Não vamos cair na isca petista - avisa o Senador Álvaro Dias (PSDB-PR).<br />
- O ex-presidente Fernando Henrique vai debater com o Lula e Serra com Dilma - acrescenta o deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR), para quem esse é o sentido de fazer política &quot;olhando para a frente e não no retrovisor&quot;, como defendeu FHC no artigo.<br />
Ao contrário da estratégia adotada na eleição de 2006, quando o então candidato Geraldo Alckmin se desviou do confronto, deixando que o PT estigmatizasse os tucanos com críticas sobre as privatizações, agora o PSDB quer a queda de braço e encontrou no ex-presidente, figura evitada nos palanques de Alckmin nas eleições passadas, o homem ideal para fazer o contraponto a Lula.<br />
- O Fernando Henrique plantou muito e colheu pouco. O Lula foi espertalhão e colheu muito. Não temos que nos intimidar. O Fernando Henrique vai fazer sempre, tantas vezes quantas forem necessárias, a reposição da verdade. Se deixá-los soltos, vão repetir a mentira à exaustão - alerta o líder do PSDB na Câmara, José Aníbal.<br />
O artigo do ex-presidente, Sem Medo do Passado, reanimou os tucanos, que estão buscando mais munição para Fernando Henrique. O confronto será pela mídia, mas passará à margem dos espaços destinados à campanha eleitoral, como o horário político gratuito. Bom orador e dono de um texto primoroso, FHC não poderia encontrar melhor espaço para fazer o contraponto a Lula, deixando Serra à vontade para concentrar o debate com Dilma.<br />
Segunda-feira em São Paulo, ele mais uma vez colocou a ministra na alça de mira. - A Dilma não teve possibilidade de mostrar liderança. Serra inspira confiança e tem liderança, já demonstrada no Ministério da Saúde, na Prefeitura de São Paulo e no governo do Estado. Ela não é líder. É reflexo de um líder - provocou o ex-presidente. Questionado por jornalistas, disse que Lula é, sim, um líder, mas voltou a criticar o presidente.<br />
- Todos achavam que o Lula mudaria tudo. Não mudou. Seguiu em frente no que eu tinha feito. Eu achei bom - ironizou, repetindo o desafio a Lula feito no domingo. - Eleição é futuro. Se quiser, a gente compara. Desde que seja dentro de um contexto, não há o que temer.<br />
O deputado Arnaldo Madeira (SP) afirmou que o tom da campanha tucana será propositivo. Mas, segundo ele, o ex-presidente foi muito atacado por Lula e pelo PT e agora está apenas se defendendo.<br />
- Mas esse não será o tema da campanha eleitoral. O forte será o para onde vamos e como desenvolver o país. O PSDB terá um discurso unificador - adianta Madeira. O deputado lembra que até a Carta ao Povo Brasileiro, que Lula assinou em 2002 para acalmar os mercados, o PT era contra tudo.<br />
- Quando assumiu, foi de forma desonesta, sem ética ou respeito intelectual. O PT passou a atribuir a nós coisas que não falamos, como a privatização da Petrobrás e do Banco do Brasil - observa Madeira.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 09 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3227</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Senado retoma trabalhos com pauta trancada</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3213</link>
    <description>
    <![CDATA[
    A volta aos trabalhos no Senado, que acontece nesta terça-feira (2), deverá ocorrer em ritmo lento e ainda dependerá de acordos políticos para garantir o retorno do funcionamento normal da Casa. Já nesta primeira semana, os senadores vão enfrentar dificuldades para votar, pois a pauta permanece trancada por medidas provisórias e projetos considerados de urgência pelo governo. Congresso em Foco<br />
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 01 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3213</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Oposição minimiza pesquisa e diz que Dilma ataca com canhão e Serra usa estilingue</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3214</link>
    <description>
    <![CDATA[
    A oposição minimizou nesta segunda-feira o crescimento da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) na corrida à Presidência da República frente ao pré-candidato do PSDB, governador José Serra (SP), de acordo com pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje. <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u687714.shtml" target="_blank">Folha Online<br />
</a>    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 01 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3214</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>CPI da Petrobras vira elogios à estatal</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3195</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Relatório de Jucá isenta empresa, mas votação é adiada a pedido de Collor
<p>
Bernardo Mello Franco
</p>
<p>
BRASÍLIA. O relator da CPI da Petrobras, senador Romero Jucá (PMDB-RR), propôs ontem o arquivamento das denúncias contra a estatal e seus dirigentes. Apresentou relatório com elogios à empresa e sem pedido de indiciamento, apesar das suspeitas de fraudes e favorecimento na distribuição de patrocínios. Os governistas já se preparavam para sepultar a CPI, abandonada pela oposição em outubro, mas o senador Fernando Collor (PTB-AL) surpreendeu ao pedir vista e adiar a votação.<br />
De semblante fechado, o expresidente chegou à CPI atrasado e deixou a sala sem explicar o pedido. Segundo o líder de um partido aliado, ele estaria irritado por ter ficado fora da comitiva brasileira na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague. Sua assessoria sustenta que ele foi convidado e não quis viajar.<br />
Collor se recusou a abrir mão do prazo regimental de cinco dias para devolver o texto. O presidente da comissão, João Pedro (PT-AM), marcou sessão para hoje. O relatório provocou protestos da oposição, que deixou a CPI acusando o governo de barrar as investigações.<br />
- Nem vou olhar. O relatório foi escrito pela Petrobras e assinado pelo Jucá. O governo escancara sua face corrupta - disse Álvaro Dias (PSDB-PR). Jucá defendeu o relatório. O texto classifica de &quot;inconsistentes&quot; os indícios de superfaturamento na construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que segundo o Tribunal de Contas da União chegaria a R$ 94 milhões. Sobre a suspeita de direcionamento nos patrocínios, o relator admite a existência de problemas de execução. O texto ignora as denúncias envolvendo repasses à Fundação José Sarney, cuja investigação foi barrada pela maioria governista. Jucá apresentou dois projetos de lei para atender a pedidos da Petrobras. Um deles libera a estatal de seguir a Lei de Licitações.<br />
O outro autoriza as empresas a mudarem o regime tributário durante o ano, regulamentando a manobra contábil que permitiu à petroleira deixar de recolher R$ 4,3 bilhões até maio.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 16 Dec 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3195</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>CPI isenta Petrobras de irregularidades</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3196</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Cristiane Agostine, de Brasília
<p>
O relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras, divulgado ontem pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), isentou a estatal de irregularidades, mas propôs mudanças nos contratos, licitações e nos patrocínios feitos pela empresa. Jucá apresentou dois projetos de lei para criar regras exclusivas à estatal em processos licitatórios e para regulamentar a manobra contábil feita pela Petrobras. O documento deve ser votado hoje, na última sessão da CPI. O término da comissão estava previsto para ontem, mas foi adiado a pedido do senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL).<br />
Um dos projetos de lei apresentados por Jucá estabelece que a adoção do regime de caixa ou competência poderá ser feita em qualquer mês do ano e seus efeitos serão aplicados &quot;a todo o ano calendário&quot;. Neste ano, a Petrobras envolveu-se em polêmica ao mudar o regime durante o ano com o eventual objetivo de pagar menos impostos. Dentro da Receita Federal houve divergência quanto à legalidade da mudança. A proposta de Jucá foi direcionada a setores da Receita que entendem que a mudança no regime de caixa tem de ser feito no início do exercício cambial e não no segundo semestre, como fez a Petrobras. Para o líder do governo, &quot;obrigar o contribuinte a fazer a opção pelo regime de competência ou de caixa&quot; no início do ano é &quot;um exercício de futurologia&quot;.<br />
O projeto de lei complementará a Medida Provisória 2.158-35, de 2001, que trata da mudança no regime de apuração da base de cálculo do Imposto de Renda, para atenuar os efeitos fiscais com a variação cambial. A mudança no regime de caixa foi o primeiro objeto de investigação da CPI da Petrobras. A outra proposta apresentada por Jucá deverá criar novas regras para contratos e licitações que serão feitos pela Petrobras. A medida, segundo o relator da CPI, poderá reduzir os conflitos entre a estatal e o Tribunal de Contas da União. &quot;Hoje a Petrobras se baseia em um decreto do governo FHC, com regras próprias, mas o TCU discute a validade desse decreto, por entender que deveria haver uma lei para regulamentar essa alteração. Queremos resolver isso&quot;, disse. &quot;Se depender do TCU, a Petrobras não construirá nenhuma plataforma, não fará nada&quot;, reclamou Jucá. O projeto de lei regulamenta o procedimento licitatório simplificado para a contratação de obras, serviços, aquisições e alienações da estatal. Em muitos casos, não será necessário fazer licitação.<br />
Há uma proposta semelhante em tramitação no Congresso, de autoria do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Apresentada às vésperas da instalação da CPI da Petrobras, o projeto de Sarney institui o Estatuto das Estatais, das Sociedades de Economia Mista e suas Subsidiárias e regulamenta o artigo 173 da Constituição, que trata da exploração de atividade econômica pelo Estado. Entre as propostas estão o aumento da transparência das estatais e a divulgação, em meio eletrônico, completa e atualizada, da execução de contratos e do orçamento destas empresas. O projeto, no entanto, está parado. A proposta de Jucá é mais flexível e deve ser votada em 2010.<br />
A apresentação do relatório ontem foi acompanhada por uma plateia restrita: apenas Paulo Duque (PMDB-RJ) e Valdir Raupp (PMDB-RO) participaram da sessão desde o começo, além do presidente da CPI, João Pedro (PT-AM), do vice-presidente, Marcelo Crivella (PRB-RJ) e do relator. No texto de 359 páginas Jucá recomenda mais controle na contratação de convênios e revisão nos critérios de patrocínios da estatal. &quot;O relatório é imbatível. Não há críticas a fazer&quot;, comentou Crivella . &quot;O silêncio da oposição mostra que trabalho foi feito com rigor&quot;, disse.<br />
&quot;Essa CPI se encerra melancolicamente&quot;, registrou Paulo Duque. A CPI foi instalada em julho, mas os trabalhos da comissão começaram em agosto, depois do recesso parlamentar. Foram 13 reuniões, das quais dez foram para depoimentos. A oposição abandonou a comissão no fim de outubro, antes do depoimento do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli.<br />
Para o autor do requerimento de criação da CPI, Álvaro Dias (PSDB-PR), o texto de Jucá foi &quot;patrocinado&quot; pela Petrobras e assinado pelos governistas.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 16 Dec 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3196</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Relatório chapa branca encerra CPI</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3192</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Jornal do Brasil
<p>
BRASÍLIA - Abandonada pela oposição, a Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras deve chegar ao seu esvaziado fim em uma última reunião, no Senado, marcada para terça-feira pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). A expectativa é de que os senadores da comissão votem o relatório final da CPI, elaborado por Jucá, o qual isenta a estatal de qualquer irregularidade e apenas sugere mudanças na legislação para beneficiar a empresa. Sem nenhum oposicionista, o parecer deve ser aprovado por unanimidade.<br />
No relatório, que ainda está sendo revisado pela equipe do líder governista, serão apresentadas duas propostas de lei. Uma tratará de um novo marco regulatório para reger as licitações feitas pela Petrobrás. A outra proposta regulamentará a mudança de regime de tributação no meio do ano em situações de crise financeira. No final do ano passado, a estatal mudou a contabilidade da empresa e deixou de pagar cerca de R$ 4 bilhões em tributos federais, um procedimento polêmico que resultou em choque com a Receita Federal e foi apontado como uma das possíveis causas da saída da ex-secretária Lina Vieira, do Leão.
</p>
<p>
Tribuna<br />
Em protesto contra o relatório antecipado da CPI - que tem prazo regimental para funcionar até fevereiro - a oposição pretende usar a tribuna do plenário para fazer discursos contra a atuação da base aliada que, segundo eles, impediu a oposição de convidar depoentes importantes para as investigações.<br />
- Nós encerramos a CPI antes que o governo e encaminhamos ao Ministério Público as representações todas. Pretendo usar a tribuna para contestar esse relatório chapa branca e essa CPI que se constitui numa farsa sem precedentes - acusou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), autor do requerimento de criação da CPI da Petrobras.<br />
Na última semana de novembro, a oposição levou ao Ministério Público Federal 18 representações pedindo investigação contra a estatal. Nelas, sugere investigação, entre outros fatos, sobre as suspeitas de superfaturamento na construção da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco. A líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (PT-SC), disse que a comissão está cumprindo o cronograma e promovendo debates sobre questões essenciais.<br />
O presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PSDB-PE), também afirmou que a base aliada foi responsável pela rejeição dos requerimentos de depoimentos e quebras de sigilo que poderiam &quot;ameaçar a versão oficial do governo&quot;.<br />
- Não eram objetos desta comissão - rebateu Jucá. O relator também antecipou parte das propostas que serão sugeridas pela CPI. - O projeto vai regular a medida provisória que trata de mudança na sistemática do Imposto de Renda. Vai ficar fixado que pode ocorrer em qualquer momento, desde que mantido por 12 meses. Uma vez escolhido esse mecanismo, não poderá se voltar atrás.<br />
O relator também vai sugerir mudanças no funcionamento da fiscalização sobre a estatal através de projeto de lei para esclarecer &quot;dúvidas&quot; sobre as interpretações produzidas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para alguns dados da empresa.
</p>
<p>
(Com agências) 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 15 Dec 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3192</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>A terceira opção de Rossoni, que preside um “Partido” partido no Paraná.</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3185</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Análises de Guilhobel, sobre um PSDB do Paraná em vias de extinção, por administração de um presidente regional que só visa interesses pessoais.
<p>
 
</p>
<p>
Poderia iniciar essa análise tecendo comentários sobre o afastamento da sucessão estadual para as eleições do ano que vem do ex-ministro Euclides Scalco, padrinho de Beto Richa e que é um dos fundadores do PSDB. Limito-me a lembrar que Scalco disse que estaria fora da política, nessas eleições, por conta das companhias do seu afilhado Beto Richa. E paro por aqui.
</p>
<p>
 
</p>
<p>
Hoje o Hora do H, que nitidamente é escrito por um comitê de um candidato a governador no Paraná, diz que o senador Alvaro Dias é a 3ª opção do PSDB.
</p>
<p>
 
</p>
<p>
A turma do Rossoni, gerentão de qualquer candidatura contra a do senador Alvaro Dias, não podendo mais esconder, pois antes dizia que Alvaro era a 20ª opção, já admite que Alvaro é a 3ª, o que quer dizer que o senador está chegando. 
</p>
<p>
 
</p>
<p>
Mas Rossoni esconde que o senador Alvaro é o primeiro na opinião pública em todas as pesquisas feitas esse ano com a colocação dos nomes de Alvaro, Beto e Osmar. Não fosse isso, o Beto Richa não estaria correndo o trecho toda a noite. 
</p>
<p>
 
</p>
<p>
Diz o Rossoni naquele H, que é site porta-voz do comitê &quot;de um único candidato&quot;, que também tem o &quot;jornalista&quot; Campana com H (Campanha), que o senador Alvaro &quot;não tem vivido&quot; o PSDB/PR .
</p>
<p>
 
</p>
<p>
É obvio que Alvaro &quot;não tem vivido&quot; o PSDB/PR, pois o PSDB do Paraná não é um partido político e sim um &quot;Comitê Eleitoral  de um Único Candidato a Governador &quot;. 
</p>
<p>
 
</p>
<p>
A cara de pau do Rossoni é tamanha, que quer elogios do senador Alvaro Dias para esse comitê. Rossoni diz no site Hora do H, que, isso é um partido que ele preside. 
</p>
<p>
 
</p>
<p>
Brincadeira tem hora senhor Rossoni.  
</p>
<p>
 
</p>
<p>
Que partido é esse, que sob sua presidência não elegeu um único vereador em 140 municípios do Paraná?
</p>
<p>
 
</p>
<p>
Que partido é esse, que sob sua presidência só elegeu um vereador em outros 150 municípios do Estado do Paraná? 
</p>
<p>
 
</p>
<p>
Que partido é esse, que foi desmontado pelas suas manobras de não ter um candidato a governador em 2006 (Rossoni trabalhou a candidatura derrotada do PDT) e só elegeu 40 prefeitos em 2008, quando antes tinha 140 prefeituras? 
</p>
<p>
 
</p>
<p>
Que partido é esse, que sob sua presidência conseguiu eleger somente 100 vereadores em todo o Estado, quando antes tinha 1.000 vereadores? 
</p>
<p>
 
</p>
<p>
Que presidente de partido é esse que em sua terra natal não criou um candidato para disputar as últimas eleições para prefeito? E que também não elegeu um único vereador. 
</p>
<p>
 
</p>
<p>
Quem não percebe que o Rossoni só tem feito, como presidente do PSDB, campanhas para a sua própria candidaturas e campanhas contra o senador Alvaro Dias, deve assistir o programa da Xuxa porque tem mente de criancinha. 
</p>
<p>
 
</p>
<p>
E Rossoni dizer que o senador Alvaro não está bem com o PSDB do Paraná. Rossoni deveria dizer que Alvaro não está bem é com o &quot;Comitê Eleitoral  de um Único Candidato a Governador&quot; o candidato Beto Richa. 
</p>
<p>
 
</p>
<p>
Mas Rossoni também não diz que Alvaro está muito bem com o PSDB maior, verdadeiro do Brasil. PSDB que tem em ata lavrada que será candidato, no Paraná, aquele que estiver melhor nas pesquisas e que - por conseqüência - formar o melhor palanque para o Serra. Como pode o candidato do Rossoni ser o melhor palanque se do jeito que lida com o PSDB/PR pode colocar o senador Alvaro em campanha adversária? Como pode o candidato do Rossoni ser o melhor palanque para Serra se entrega a Prefeitura para o partido adversário de Serra, que é o PSB? Como pode ser o melhor palanque para Serra o &quot;Comitê Eleitoral de Rossoni&quot; que pode ainda fazer o senador Osmar Fernandes (PDT) ser a segunda opção, quando o PDT em todo o Brasil estará com o PT de Dilma? 
</p>
<p>
 
</p>
<p>
O que está mesmo acontecendo é que Rossoni, Osmar e Beto voltaram a falar às escondidas.
</p>
<p>
 
</p>
<p>
Estão falando às escondidas porque o senador Alvaro não pode saber de mais essa traição, contrário ao que foi combinado com a Executiva nacional. 
</p>
<p>
 
</p>
<p>
Estão falando às escondidas porque se o &quot;Comitê de Um Único Candidato&quot; sentir que Beto não tiver firmeza para enfrentar o Pessutão - que já tem robustez como candidato -, a segunda opção é Osmar do PDT.
</p>
<p>
 
</p>
<p>
E mais uma vez o PSDB do Paraná desmorona. 
</p>
<p>
 
</p>
<p>
Se as coisas continuarem assim, com Rossoni jogando contra o PSDB verdadeiro, sou capaz de apostar que o PSB do Luciano Ducci elegerá  mais deputados em 2010 que o PSDB &quot;comitê de Rossoni.&quot;
</p>
<p>
 
</p>
<p>
E o óbvio, Pessuti (PMDB) será o governador e o Serra derrotado, até no Paraná, onde o PT sempre levou uma surra.  <br />
 
</p>
<p>
 Guilhobel Aurélio Camargo
</p>
<p>
 www.gazetadenovo.com  
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 10 Dec 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3185</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>PSDB decide deixar governo do DF</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3164</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Dirigentes do partido, porém, não falam de envolvimento de secretário tucano 
<p>
BRASÍLIA. Preocupada com a contaminação do partido pelo escândalo do mensalão envolvendo seu principal aliado, o DEM, a executiva nacional do PSDB determinou ontem o afastamento imediato de todos os tucanos da equipe do governador José Roberto Arruda (DEM-DF). Os dirigentes tucanos classificaram como &quot;gravíssimas&quot; as denúncias de corrupção no GDF. Mas não se manifestaram, na nota da executiva, sobre o suposto envolvimento do presidente do PSDB no Distrito Federal e secretário de Obras de Arruda, Márcio Machado, no esquema de propina investigado pelo Ministério Público. O tucano, que não entregar o cargo, deverá ser expulso do PSDB.<br />
A cúpula tucana acredita que a decisão de retirar o apoio ao governo de Arruda elimina a versão de que o partido poderia ter uma posição dúbia. A nota de ontem foi a primeira manifestação oficial do PSDB desde que a operação Caixa de Pandora foi deflagrada, sexta-feira. O comando nacional decidiu endurecer depois que o escândalo começou a respingar no partido.<br />
- O que queremos evitar com essa posição é a contaminação do PSDB com esse escândalo - resumiu o Senador Álvaro Dias (PSDB-PR), integrante da Executiva.<br />
Dirigentes tucanos estiveram ontem com Márcio Machado, quando se confirmou que praticamente toda a executiva do partido no DF está acomodada no governo de Arruda, e saíram do encontro acreditando que o secretário deverá continuar na equipe do governador do DEM.<br />
- Quem quiser ficar no governo com Arruda, está fora do partido. Ou seja, será automaticamente expulso - avisou o deputado Jutahy Junior (PSDBBA), integrante da Executiva.<br />
O presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), não conseguiu disfarçar a irritação com a decisão: - Cada partido toma a decisão que achar conveniente.<br />
No Rio Grande do Sul, por exemplo, o Democratas foi solidário com o PSDB e não fez nenhum julgamento. Mas nós respeitamos a decisão agora do PSDB.<br />
O tom das declarações de Maia subiu ainda mais quando questionado se o escândalo que atingiu o governador Arruda poderá abalar a aliança do DEM e PSDB nas eleições de 2010, levando alguns tucanos a vetarem uma eventual composição de chapa com um vice democrata.<br />
- Se crises como esta fossem impeditivas de alguma coisa, o PSDB talvez nem pu desse lançar candidato à Presidência - alfinetou Maia, sem citar diretamente o chamado mensalão mineiro que atingiu o ex-governador e atual Senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG).<br />
Em nota assinada pelo presidente nacional do PSDB, Senador Sérgio Guerra (PE), a executiva nacional disse esperar que &quot;as denúncias sejam apuradas com toda a energia&quot;.<br />
Machado seria um dos &quot;captadores do governador&quot; Segundo depoimento do exsecretário de Relações Institucionais do Distrito Federal Durval Barbosa ao Ministério Público, o presidente do PSDB local, Márcio Machado, era o &quot;responsável pelo pagamento de outros grupos de apoiadores do candidato Arruda&quot;. Em outro trecho, Durval também afirmou que nas eleições de 2006, Machado era &quot;um dos captadores do governador Arruda, compareceu à sua sala e, às vezes, até na residência com vistas à deliberação de dinheiro para saldar compromissos assumidos com os políticos coligados&quot;. Procurada pelo GLOBO, a assessoria de imprensa do secretário de Obras Márcio Machado negou o envolvimento dele na arrecadação de recursos pelo caixa dois de campanha, em 2006.<br />
(Gerson Camarotti e Adriana Vasconcelos)
</p>    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 02 Dec 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3164</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Acusação afeta aliança PSDB/DEM</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3158</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Raymundo Costa, Raquel Ulhôa e Paulo de Tarso Lyra, de Brasília
<p>
A Polícia Federal descobriu um suposto esquema de pagamento de propinas envolvendo o governador José Roberto Arruda, o único eleito pelo Democratas em 2006. A revelação tem reflexos na aliança entre PSDB e o DEM na eleição de 2010. O esquema envolveria o pagamento de R$ 600 mil a aliados do governador na Câmara Distrital, a versão candanga do mensalão que envolveu o PT e do mensalinho do PSDB de Minas Gerais.<br />
A direção do DEM rapidamente se deu conta da gravidade da denúncia, mas atendendo um pedido de Arruda, ouvirá hoje suas explicações. A tendência é expulsar ou pedir que Arruda se desfilie do Democratas. Ainda assim a avaliação dos demistas é que o efeito das denúncias contra o governador tenham um efeito eleitoral devastador para a sigla, independentemente da decisão que vier a ser tomada pela Justiça.<br />
O PSDB, parceiro do DEM, quer uma solução rápida para o caso, mas evitou se envolver institucionalmente. Houve manifestações individuais como a do senador Álvaro Dias, do Paraná. A cúpula tucana quer uma solução rápida por temer um desgaste ainda maior do que o que teve com as denúncias que envolveram a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, cuja reprovação do eleitorado chegou a 74%. O destino de Arruda deve ser o mesmo: &quot;sangrar&quot; lentamente, se antes não renunciar ou for destituído do cargo.<br />
Colegas de partido que estiveram com Arruda no final de semana dizem que o governador ainda não parece ter se dado conta da gravidade da situação. Prova disso é a nota por ele divulgada ontem: &quot;Queremos dizer que estamos tranquilos, porque sabemos de nossa inocência, e confiamos no sereno e isento trabalho da Justiça de nosso País, onde a verdade sempre acaba se afirmando&quot;.<br />
No segundo parágrafo, a nota diz que Arruda repele &quot;os açodados juízos que, muito mais que atingir o princípio constitucional da presunção de inocência, colocam em risco a soberania da verdade&quot;.<br />
Arruda se diz vítima de uma &quot;trama&quot; engendrada por adversários, &quot;valendo-se de pessoa que, à busca das benesses da delação premiada, por atos que praticou nos oito anos do governo anterior, urdiu, de forma capciosa e premeditada, versão mentirosa dos fatos para tentar manchar o trabalho sério e bem sucedido que tem sido feito pela nossa administração&quot;.<br />
O problema de Arruda é de credibilidade: em 2000, o então senador do PSDB e líder do governo Fernando Henrique Cardoso subiu à tribuna do Senado para declarar inocência no episódio da quebra do sigilo da votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão. Jurou inclusive pela família. No dia seguinte voltou à tribuna para confessar o crime e se desculpar. Em 2002 foi o deputado federal mais votado do DF.<br />
O DEM, que nos últimos anos, tem resolvido sumariamente casos de denúncia de corrupção contra seus filiados, soltou nota assinada por seu presidente, Rodrigo Maia (RJ), logo depois de a denúncia ter-se tornado pública: &quot;As graves denúncias feitas contra o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda exigem esclarecimentos convincentes. O partido tem o compromisso com a verdade e aguarda a manifestação oficial do governador para poder se pronunciar&quot;<br />
Com a denúncia contra Arruda o Democrata perde o pouco poder de negociação junto ao PSDB. A partir de agora, o partido não pode mais reivindicar a vice-presidência, cargo para o qual o governador do Distrito Federal era um dos cotados. Na realidade, ninguém no partido ganha com a desgraça de Arruda - o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, já era uma engrenagem no esquema eleitoral do governador paulista José Serra, em franca rota de colisão com a ala do presidente do partido, Rodrigo Maia (RJ).<br />
No PSDB as acusações contra Arruda causam preocupação. O governador José Serra, o mais provável candidato dos tucanos, perde de uma vez por todas o argumento do mensalão para ser usado contra o PT na eleição de 2010 - o que de uma certa forma já havia ocorrido com o mensalinho mineiro, pelo qual se tornou réu no Supremo Tribunal Federal (STF) o ex-governador e atual senador Eduardo Azeredo. O assunto também não é bom para o governador de Minas Gerais, Aécio Neves.<br />
O tucano mineiro, além de ter aliados envolvidos no mensalinho, é o candidato preferido de Arruda, entre os tucanos, à Presidência da República. Dirigentes do PSDB, aliás, fizeram uma busca no Youtube tão logo foram veiculadas as denúncias contra Arruda. Nenhuma aparição de Serra com o governador foi achada - mas há o filme de uma visita de dirigentes do DEM a Aécio que termina com um discurso do governador de Brasília em apoio à candidatura do colega mineiro a presidente.<br />
Com a eleição de Arruda para o governo, em 2006, Brasília havia se transformado em uma espécie de &quot;governo do PFL no exílio&quot; - o DEM é o sucessor da sigla pefelista. Vários expoentes pefelistas como o ex-senador José Jorge, atual ministro do TCU, e o ex-governador do Paraná Jaime Lerner prestaram ou prestam serviços ao GDF. Mas o episódio é ruim para a oposição como um todo, num momento em que PSDB e Democratas já tinham dificuldades em lidar com a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 30 Nov 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3158</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Oposição pede que MP investigue Petrobras</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3148</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Senadores do PSDB e do DEM encaminharam ontem à Procuradoria Geral da República 18 representações contra a Petrobras. As denúncias, segundo os parlamentares da oposição, não foram investigadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras, no Senado.<br />
A oposição abandonou a CPI em represália, com críticas à atuação do governo na comissão. A base governista, segundo os senadores de partidos oposicionistas, vetou a aprovação de requerimentos pedindo o convite a dirigentes da estatal e de pedidos de informação sobre eventuais irregularidades.<br />
Das onze vagas na comissão, PSDB e DEM ocuparam apenas três. Os parlamentares decidiram encaminhar diretamente as representações para que a procuradoria investigue as denúncias.<br />
&quot;O procurador manifestou o desejo de instaurar procedimentos necessários para atender o nosso pleito. Ele disse que o Ministério Público vai cumprir o seu papel de investigar. Essa foi a alternativa que encontramos em função do cerceamento dos trabalhos na CPI&quot;, disse o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), autor do pedido de criação da CPI da Petrobras.<br />
A oposição fez uma espécie de &quot;relatório final paralelo&quot; da CPI da Petrobras, que resultou nas 18 representações encaminhadas ontem à Procuradoria Geral da República. O relatório seria apresentado à comissão no fim dos seus trabalhos, mas foi antecipado com o anúncio da saída da oposição da CPI.<br />
Entre as supostas irregularidades encaminhadas ao Ministério Público, está a denúncia de superfaturamento da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Também há suspeitas de benefício irregular de empresas contratadas pela estatal, irregularidades em obras e improbidade administrativa.<br />
A oposição argumentou, para deixar a CPI, que não conseguiu garantir a convocação de nenhum representantes da Petrobras, nem teve os seus requerimentos analisados pela comissão. O relator da CPI, senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Senado, ainda não apresentou o relatório final sobre os trabalhos da comissão de inquérito que investigou supostas irregularidades na CPI.
<p>
(Com agências noticiosas) 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 25 Nov 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3148</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Constrangimento e protestos</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3145</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Manifestações contra iraniano ocorrem no Congresso, diante do Itamaraty e durante entrevista
<p>
BRASÍLIA. O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, foi recebido ontem no Congresso em clima de constrangimento e protestos da oposição. Já na chegada, uma faixa de protesto levantada pelos deputados tucanos Marcelo Itagiba (RJ) e Zenaldo Coutinho (PB) dizia: &quot;Holocausto nunca mais&quot;. O iraniano foi recebido pelos presidentes do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), que frisaram a posição do Brasil em favor da solução de conflitos pelo diálogo, ressaltando a opção do país pelo uso da energia nuclear apenas para fins pacíficos.<br />
Antes da chegada do presidente iraniano ao Congresso, o tom crítico do pronunciamento de alguns parlamentares já denunciava o malestar.<br />
Da tribuna, o senador Álvaro Dias (PSDBPR) considerou um equívoco a recepção preparada para o presidente do Irã.<br />
- Que razões teria o Parlamento brasileiro para receber o chefe de um governo ditatorial e repressivo? - condenou Dias.<br />
Diplomático, Sarney revelou preocupação com os rumos da política nuclear iraniana: - Esperamos que o Brasil possa contribuir neste sentimento para que no Oriente Médio possa ser encontrada uma área sem conflitos e de paz entre os povos.<br />
Apesar do protesto de alguns deputados, Temer justificou a recepção: - É protocolo, visita de um chefe de Estado.<br />
Um presidente convida o outro, é uma visita protocolar. Pode haver manifestação crítica, mas não há como deixar de recebê-lo.<br />
Apenas sete parlamentares, além de Sarney e Temer, apareceram para receber Ahmadinejad.<br />
Entre eles o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que citou os protestos provocados pela presença do iraniano.<br />
- O senhor tem consciência que causa reações no mundo por onde passa. Somos solidários ao sofrimento do povo judeu e do palestino.<br />
É importante ressaltar que nós, brasileiros, defendemos o uso da energia nuclear para a paz - disse ele, que ofereceu ao iraniano uma cópia de seu projeto de renda mínima.<br />
Aconselhado pelo Gabinete de Segurança Institucional, o presidente do Irã cancelou uma palestra que daria numa faculdade. O GSI avaliou que não havia condições de segurança no local, repleto de estudantes. À noite, uma entrevista coletiva do iraniano foi interrompida por Júlio Cardia, um defensor dos direitos dos homossexuais. Ele exibiu um cartaz em que se lia &quot;Pela vida dos gays, contra Ahmadinejad&quot;.<br />
Pela manhã, manifestantes a favor e contra a visita quase brigaram diante do Itamaraty. Eles bateram boca e deram trabalho a um funcionário da Presidência que tentava esfriar os ânimos.<br />
O grupo contrário a Ahmadinejad reuniu 60 pessoas e o favorável, 20 - menos gente do que os 100 policiais no local. <br />
(Adriana Vasconcelos, Demétrio Weber e Chico de Góis)
</p>
<p>
 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 24 Nov 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3145</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Lideranças regionais do PSDB cobram definição de nome</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3135</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Cristiane Agostine, de Brasília 
<p>
Os dirigentes estaduais do PSDB reuniram-se, em Brasília, com o presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE), na quarta-feira, e cobraram o lançamento do candidato à Presidência da República o mais rápido possível. Nem José Serra nem Aécio Neves, governadores de São Paulo e Minas Gerais e pré-candidatos, participaram do encontro em Brasília. O governador de São Paulo, no entanto, estava em Brasília e encontrou-se, depois da reunião, com Guerra, deputados e senadores do PSDB.<br />
Em jantar na casa do presidente do partido, os tucanos conversaram com Serra sobre a eleição presidencial, o lançamento do candidato e a manutenção da aliança com o DEM.<br />
&quot;O desejo do partido é que o entendimento venha de uma conversa entre Serra e Aécio&quot;, disse o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que participou do jantar e acompanhou o governador paulista em viagem ao Paraná. &quot;Há muita ansiedade do partido para definir logo quem será o candidato e quando será lançado. Mas o prazo será definido por eles&quot;, disse Dias.<br />
Ontem estava previsto um almoço entre lideranças do PSDB e DEM, para minimizar divergências geradas com críticas feitas pelo presidente do DEM, Rodrigo Maia, e seu pai, Cesar Maia, ex-prefeito do Rio. O encontro foi adiado para a próxima semana, porque o presidente do PSDB retornou a Pernambuco. &quot;Estamos unidos&quot;, disse Guerra.<br />
Aécio, que vem aumentando a pressão pela definição até dezembro, voltou a falar ontem do assunto para destacar que tem a mesma opinião dos dirigentes estaduais, mas mesmo após a reunião, as divergências continuam. Serra mantém a data do fim do prazo de desincompatibilização, em março de 2010, para anunciar sua candidatura.<br />
&quot;O argumento dos dirigentes estaduais é que o governo já lançou sua candidata e precisamos combatê-la. Mas não vamos apressar a escolha&quot;, disse ontem Sérgio Guerra.<br />
Aécio Neves reafirmou, também ontem, seu desejo de definir logo o candidato. Ele disse sentir a pressão nos Estados pela indicação do nome para a construção de alianças regionais. &quot;Os entendimentos regionais, estaduais dependem de alguma forma de uma palavra do eventual futuro presidente da República, pelo menos na expectativa dos nossos companheiros. E, portanto, isso tem feito falta.&quot;, disse o governador ontem, em Juiz de Fora, Minas Gerais.
</p>    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3135</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Oposição cobra entrega de Battisti</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3132</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Rosa Costa<br />
A oposição diz que o presidente Lula deve seguir a orientação do STF e entregar Cesare Battisti ao governo da Itália. Para o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Eduardo Azeredo (PSDB-MG), Lula tem de respeitar o tratado de extradição com a Itália e não duvidar da democracia naquele país. &quot;O funcionamento da Justiça italiana é absolutamente normal&quot;, afirma.<br />
O líder do DEM, senador José Agripino (RN), diz que, se Lula ignorar o STF, deixará de lado os aspectos jurídicos da questão. &quot;E o presidente estará agindo de forma política e ideológica.&quot; O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) lembra que Lula afirmou que acompanharia a orientação do STF. &quot;Fica a impressão que ele vai atender ao tribunal, decidindo pela extradição&quot;, prevê<br />
Na base aliada, prevalece tese da não extradição. O líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), diz que é prerrogativa do presidente decidir sobre a relação com Estados estrangeiros. Para o deputado Ricardo Barros (PP-PR), o STF &quot;interpretou&quot; a Constituição: &quot;A decisão era do Executivo e só foi levada ao tribunal porque os advogados da Itália recorreram.&quot;    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 19 Nov 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3132</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Aécio recebe Ciro e irrita o PSDB</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3130</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Deputado volta a dizer que desiste se o tucano de Minas for o candidato
<p>
Fábio Fabrini, Gerson Camarotti e Adriana Vasconcelos
</p>
<p>
BELO HORIZONTE e BRASÍLIA. Num encontro que causou constrangimento à cúpula do PSDB, o governador tucano de Minas, Aécio Neves, trocou afagos, ontem, com o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), um dos principais desafetos do governador paulista José Serra. Os dois posaram juntos no lançamento de um projeto em Belo Horizonte e almoçaram no Palácio das Mangabeiras. Ciro reafirmou que desiste de concorrer ao Planalto caso Aécio seja o candidato tucano à Presidência.<br />
- Se Aécio se viabilizar candidato, penso que sua presença é tão importante para o Brasil que minha candidatura não é necessária mais - disse, acrescentando que o mineiro acabaria com a &quot;radicalização paroquial&quot; entre PT e PSDB em São Paulo: - O Aécio encerra esse provincianismo. Pode convocar todos os brasileiros decentes, de todos os partidos, como faz em Minas, e celebrar um projeto de país que dê avanço ao que o presidente Lula representou.<br />
Ao lado de Aécio, Ciro não citou Serra, mas, numa provável referência, chamou-o de &quot;coiso&quot;, quando perguntado sobre a transferência de seu domicílio eleitoral para São Paulo:<br />
- Havia um parecer jurídico que dizia, pelo fato de eu ser irmão do governador do Ceará (Cid Gomes, PSB), que o &quot;coiso&quot;, com os seus aliados, poderiam tentar uma impugnação.<br />
Ele se referia a uma advertência do partido de que uma candidatura majoritária no mesmo estado de um parente de primeiro grau poderia ser alvo de questionamentos judiciais.<br />
A aproximação gerou desconforto e reclamações.<br />
- Ele (Ciro) é um desafeto do PSDB. Esteve no meu estado há 20 dias e disse que o PSDB significa atraso. Faz uma campanha nacional contra o partido - disse a vice-presidente do PSDB, Marisa Serrano (MS).<br />
À saída, Aécio rebateu:<br />
- Da minha parte, não há desconforto. Tenho uma relação com o Ciro que se iniciou com o próprio PSDB, onde ele foi uma das principais figuras. Respeito a posição daqueles que divergem de mim; não tenho que achar que todos têm de ter a mesma opinião. Ao contrário, faço política numa dimensão maior.<br />
E, antes do almoço, chamou Ciro de &quot;amigo de uma vida&quot;:<br />
- Se pudéssemos estar juntos, seria extraordinário.
</p>
<p>
&quot;Esse encontro foi uma provocação&quot;, diz Fruet<br />
A aproximação entre Aécio e Ciro incomoda Serra e seus aliados. O encontro foi encarado como gesto de hostilidade. Ciro tem sido um crítico implacável do ex-presidente Fernando Henrique e de Serra, além de ter atuado como um aliado do presidente Lula. É a aposta do presidente para disputar o governo paulista, com o apoio do PT.<br />
- A movimentação de Aécio favorece o partido. Mas seu envolvimento com Ciro preocupa. Parece uma estratégia deliberada do PT e dos coordenadores da campanha da ministra Dilma Rousseff para tumultuar a estratégia do PSDB para 2010. Fica difícil acreditar na sinceridade dos propósitos de Ciro, se ele também faz declarações de amor ao presidente Lula - avaliou o Senador Álvaro Dias (PSDB-PR).<br />
- Como construir alguma coisa para 2010 se Ciro é o maior crítico do governo Fernando Henrique e Aécio foi líder do PSDB no governo? Aécio está na oposição e o Ciro na base do governo. Será que o PSB apoiará Aécio? E se o Ciro for candidato a presidente, será que Aécio apoiaria o candidato do PSB? - diz Arnaldo Madeira (PSDB-SP), ex-líder do governo Fernando Henrique. - Eles estão criando um factóide.<br />
- Esse encontro foi uma provocação - resumiu Gustavo Fruet (PSDB-PR).<br />
Já o presidente do PSDB, Senador Sérgio Guerra (PR), tentou minimizar:<br />
- Aécio tem o apoio do PSB em Minas. Acho natural que, como pré-candidato, procure apoio em todo lugar. E o Ciro está sinalizando que pode votar nele. Não vejo problema.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3130</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>O filme no Senado</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3131</link>
    <description>
    <![CDATA[
    COLUNA - Ancelmo Gois
<p>
Lula, filho de Barretão<br />
O filme &quot;Lula, filho do Brasil&quot;, que teve estreia tumultuada ontem à noite em Brasília, sofreu um corte esta semana.<br />
Por recomendação de advogados, a cópia que vai para os cinemas em janeiro não terá uma fala do então presidente João Figueiredo condenando as greves no ABC.
</p>
<p>
O filme no Senado<br />
O senador tucano Álvaro Dias foi à tribuna do Senado questionar o filme de Luiz Carlos Barreto:<br />
- É preciso saber como o filme foi produzido, de onde vieram os recursos e quais são os seus objetivos no ano eleitoral. Não seria uma afronta à legislação eleitoral?
</p>
<p>
Aliás...<br />
Na verdade, até que demorou a reação dos políticos da oposição em relação ao longa.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3131</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>ARI CUNHA - Visto, Lido e Ouvido</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3121</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Nós<br />
Quando a oposição se torna oposição da própria oposição, a meada perde o fio. A senadora Ideli Salvatti aproveitou para questionar a real motivação político-eleitoral do pedido de instalação da CPI da Petrobras. A pergunta foi feita depois que os sete integrantes da comissão que apoiavam as investigações sumiram. O senador Álvaro Dias explicou que a debandada era contra a encenação preparada pelo governo.    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 12 Nov 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3121</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Irritada com Tarso, oposição ataca</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3122</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Luciana Abade 
<p>
BRASÍLIA - A declaração do ministro da Justiça, Tarso Genro, classificando o apagão que atingiu 18 estados brasileiros na terça-feira de &quot;microproblema&quot; irritou a oposição tanto quanto a falta de energia. Tarso reconheceu que energia não é sua área de atuação, mas ainda assim arriscou dizer que o problema era ínfimo perto das grandes questões que já foram solucionadas pelo país. Ao mesmo tempo em que reagia às declarações, a oposição diagnosticava o apagão: na sua visão, má gestão. Causada, principalmente, pelo mapeamento político feito nos órgãos de energia do Brasil.<br />
- Tarso diz que é um microproblema porque ele deve ter uma bela guarda da Polícia Federal para protegê-lo - afirmou da tribuna o líder do PSDB na Câmara, José Aníbal (SP). - Porque para quem precisou voltar para casa em transportes públicos, ou estava em hospitais, o problema foi grande. Foi uma declaração irresponsável de quem não tem a percepção porque estava no bem bom. As declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva também irritaram o líder tucano:<br />
- O presidente da República diz que o problema é só de transmissão. Depois diz que não pode ser descartada problemas na geração. O governo tem que deixar esta arrogância. A Dilma, por exemplo, trata os adversários como inimigos. Convocação<br />
Enquanto o governo emitia declarações polêmicas para diminuir a gravidade do blecaute, a oposição se articulou e apresentou na Câmara dos Deputados e no Senado requerimentos de convocação dos ministros de Minas e Energia, Edson Lobão e da Casa Civil, Dilma Rousseff, para esclarecerem os fatos. Se o diagnóstico é unânime entre DEM, PSDB e PPS, o mesmo não pode ser dito sobre as convocações. Para alguns parlamentares elas são precoces. Para outros, &quot;absolutamente desnecessárias&quot;.<br />
- É bobagem. Os ministros não entendem nada. O que é que vão fazer aqui? - dispara o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA). - O que aconteceu foi uma barbeiragem. Colocam sindicalistas que não entendem nada em cargos técnicos que deveriam estar sendo ocupados por engenheiros competentes. O governo precisa deixar a arrogância de lado porque o que não falta é oferta de energia. A preocupação do Senador Álvaro Dias (PSDB-PR) segue a mesma linha: - Está havendo um incentivo a aposentadoria em Furnas e os melhores técnicos não estão sendo substituídos à altura. Em Furnas, Eletrobrás e Itaipu a situação é a mesma. Os espaços administrativos das empresas estão sendo ocupados por apadrinhados políticos do governo.<br />
Segundo Dias, além de priorizar as indicações políticas em cargos técnicos, o governo está direcionando as conexões elétricas para as regiões Norte e Nordeste, em detrimento das regiões Sul e Sudeste, que estão operando no limite. Para o presidente do PPS, Roberto Freire, o apagão de terça-feira é muito grave porque já haviam ocorridos pequenos blecautes no sistema elétrico brasileiro nos últimos cinco anos e, mesmo assim, o governo deixou de investir no setor. Freire acredita que nada pode justificar um blecaute que afete metade de um país, principalmente os estados com maior parques industriais e concentração populacional.<br />
- Na ditadura diziam que o último que saísse do Brasil apagasse a luz. Agora, com Lula temos que dizer: o último que sair acende a luz - ironizou Freire. O líder do Democratas na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), autor do requerimento de convocação de Lobão, disse que o governo não tem tem desculpas para o apagão porque os reservatórios estão lotados e a capacidade de gerar energia é máxima, diferente do que houve em 2001.<br />
- Dizem que Lula elege até poste. Será que elege poste apagado? - alfinetou Caiado.<br />
Segundo o deputado Rodrigo de Castro (PSDB-MG), o partido não vai esperar de braços cruzados as explicações do governo para o apagão. Além das convocações, a legenda está fazendo uma consulta independente com técnicos qualificados para descobrir os motivos da falta de energia.<br />
Ministro das Minas e Energia em 2001, o conselheiro do Tribunal de Contas da União (TCU), José Jorge, se eximiu de fazer uma análise política porque a &quot;história ainda pode parar lá&quot;. O ministro, no entanto, destacou que apesar do sistema elétrico estar suscetível a acidentes, a energia demorou muito a voltar na terça-feira.
</p>    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 12 Nov 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3122</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Oposição abandona CPI da Petrobras e apresenta relatório paralelo ao MP</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3119</link>
    <description>
    <![CDATA[
    PSDB e DEM acusam governo de recusar requerimentos e impedir investigação 
<p>
Leila Suwwan 
</p>
<p>
BRASÍLIA. Frustrada com o trator governista, a oposição anunciou ontem o encerramento de sua participação na CPI da Petrobras. O PSDB e o DEM pretendem apresentar hoje ao Ministério Público Federal um relatório final paralelo, na realidade um conjunto de 18 representações sobre irregularidades na estatal - desde o superfaturamento na refinaria Abreu e Lima até crimes de poluição ambiental. <br />
De acordo com o PSDB e o DEM, o governo, já experiente em matéria de CPIs, montou um plano para abafar a investigação e evitar a descoberta de supostos rombos bilionários com ligações diretas com a cúpula do governo federal - mas não apresentou indícios de ligações políticas com eventuais desvios. A estratégia, segundo democratas e tucanos, incluiu uma campanha de difamação contra o Tribunal de Contas da União (TCU), principal fiscalizador da Petrobras e hoje alvo de críticas de ministros por atrasar e parar obras. <br />
- A CPI virou um palco de narrativas técnicas, distante das denúncias, feitas por pessoas escaladas pelo governo. Virou uma encenação. Não podemos compactuar com essa farsa - disse o Senador Álvaro Dias (PSDB-PR). - Com certeza, o escritório da Petrobras em Brasília vai elaborar o relatório final. O comando e a relatoria da CPI é da própria Petrobras. 
</p>
<p>
&quot;A Petrobras tem um poder enorme&quot;, diz Sérgio Guerra 
</p>
<p>
Segundo dados da comissão, todos os 57 requerimentos aprovados são do presidente da CPI, Senador João Pedro (PT-AM), ou do relator, Senador Romero Jucá (PMDB-RR). Em contrapartida, todos os 75 requerimentos rejeitados e 20 não apreciados são de autoria da oposição. Nenhum depoente foi convocado - todos foram ouvidos a convite. Nenhum sigilo bancário ou telefônico foi quebrado. <br />
Segundo o presidente do PSDB, Senador Sérgio Guerra, a oposição &quot;não tem massa&quot; para se defender da acusação de que está prejudicando os negócios da empresa e do país: <br />
- A Petrobras tem um poder enorme. Isto é importante para o país, mas também é perigoso se não for transparente. <br />
O relator, Senador Romero Jucá (PMDB-RR), considerou que sua atuação impediu que ocorresse uma partidarização da CPI e ironizou a oposição. <br />
- Eles se retiraram porque teriam que elogiar meu relatório. Para mim, quem cala consente. O que não aconteceu foi a partidarização das convocações. A CPI não é para isso, muito menos a da Petrobras. 
</p>
<p>
DESCONTRAÇÃO: sem a oposição, Gabrielli ri ao depor na CPI, entre os governistas Jucá e Mercadante 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 11 Nov 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3119</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Gabrielli diz à CPI que quadrilha atuava na Petrobras</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3120</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Cristiane Agostine, de Brasília
<p>
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras no Senado terminou ontem sem a oposição. Senadores do PSDB e do DEM desligaram-se formalmente do grupo e apresentaram 18 representações com denúncias contra a estatal ao Ministério Público Federal. O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, prestou o último depoimento previsto pela comissão e o relator da CPI, Romero Jucá (PMDB-RR), apresentará o relatório com a conclusão das investigações na próxima semana. <br />
Sem a presença da oposição, Gabrielli disse que a Petrobras identificou uma &quot;quadrilha&quot; atuando na estatal em projeto de reforma das plataformas de exploração de águas profundas. &quot;Tomamos providências para que a quadrilha não pudesse continuar. Os responsáveis foram punidos&quot;, afirmou ontem. A irregularidade foi investigada pela Polícia Federal na &quot;Operação Águas Profundas&quot;. O presidente da estatal negou as irregularidades citadas no requerimento de criação da CPI, como o superfaturamento na construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Gabrielli evitou detalhar as denúncias e disse que a Petrobras realizou 2.486 auditorias internas em dez anos. No mesmo período, a Controladoria Geral da União fez 85 auditorias na empresa e o Tribunal de Contas da União, 413. <br />
Os poucos Senadores da base governista que assistiram ao depoimento de Gabrielli evitaram questionamentos sobre as denúncias de irregularidades envolvendo a Petrobras e aproveitaram a sessão para fazer elogios à estatal. &quot;A Petrobras fatura R$ 250 bilhões ao ano; paga R$ 90 bilhões ao ano de impostos&quot;, citou o líder do PT, Aloizio Mercadante (SP), em sua primeira participação na CPI. &quot;Evitamos que a oposição transformasse a comissão em palco&quot;, registrou Inácio Arruda (PCdoB-CE). <br />
Duas horas antes do depoimento de Gabrielli à CPI, os Senadores do PSDB e do DEM anunciaram a saída da comissão e avisaram que não participariam do último depoimento à comissão. Em meio a críticas ao governo federal, reclamaram que foram impedidos de aprofundar a investigação da estatal. A oposição apresentou um documento com as denúncias que serão apresentadas ao Ministério Público e disse que continuará a apurar denúncias de irregularidades envolvendo a estatal.&quot; A CPI dos Correios ensinou muito ao governo&quot;, comentou Antonio Carlos Magalhães Junior (DEM-BA).&quot;O governo blindou a empresa para que não houvesse vazamento de denúncias&quot;, disse. Para o autor do pedido de criação da CPI, Álvaro Dias (PSDB-PR), foi a &quot;consagração da imoralidade na administração pública&quot;. Dos onze integrantes da CPI, três são da oposição. <br />
O relator da CPI da Petrobras disse que apresentará na próxima semana seu relatório, com a conclusão dos trabalhos de investigação da comissão. Depois da votação, a CPI será encerrada. Jucá apresentará também dois projetos de lei. Um estabelecerá regras para o regime de recolhimento de impostos, para evitar novas polêmicas como a que envolveu a estatal , quando foi acusada de manobra contábil para deixar de pagar imposto. A empresa poderá mudar o regime de caixa em qualquer momento do ano. A mudança valerá por 12 meses. O outro projeto de lei tratará das regras para licitações feitas pela estatal. Segundo Gabrielli, há divergência entre a estatal e o TCU quanto às regras que a Petrobras deve seguir nas licitaçõesÇ: o TCU diz que a estatal deve seguir a Lei de Licitações (número 8.666), mas a estatal segue a Lei do Petróleo, estabelecida no governo de Fernando Henrique Cardoso. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 11 Nov 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3120</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Crise traz benefícios a Chávez e Uribe em casa</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3098</link>
    <description>
    <![CDATA[
    No Brasil, oposição tenta adiar votação de adesão da Venezuela ao Mercosul. País está disposto a ser mediador
<p>
Cristina Azevedo
</p>
<p>
Se a tensão crescente entre Venezuela e Colômbia já prejudica a economia entre os dois países, por outro lado ela pode beneficiar a popularidade dos presidentes Hugo Chávez e Álvaro Uribe. Segundo alguns analistas dos dois lados da fronteira, a crise pode desviar a atenção de problemas nos dois países e ajudar a reunir o apoio da população em torno dos governantes.<br />
Rica em petróleo, a Venezuela enfrenta uma grave crise de energia, racionamento de água, violência e inflação de quase 30%. Para Hernán Castillo, professor de pós-graduação de Ciências Políticas da Universidade Simon Bolívar, de Caracas, razões de sobrevivência interna alimentam a crise política: - Na América Latina, quando há uma crise interna muito forte, apelam para um conflito com outro país. Foi assim com a Argentina na Guerra das Malvinas, quando a ditadura militar vivia seu pior momento - disse Castillo.<br />
- Chávez dificilmente conseguirá os dois terços do Parlamento nas próximas eleições.<br />
Popularidade de Uribe tem o nível mais baixo em 7 anos Rusgas entre Chávez e Uribe são antigas, mas desde o acordo para o uso de bases colombianas pelos EUA, a tensão aumentou.<br />
No domingo, Chávez pediu aos venezuelanos que se &quot;preparem para a guerra&quot;. O governo colombiano anunciou que levará as ameaças ao Conselho de Segurança da ONU e à OEA, e convocou uma reunião de sua Comissão de Relações Exteriores.<br />
&quot;A Colômbia não fez nem fará um só gesto de guerra à comunidade internacional&quot;, afirmou Uribe. As farpas não pararam, e ontem o vice-chanceler Francisco Arias acusou Uribe de assinar o acordo com os EUA em busca de apoio à reeleição.<br />
Gabriel Misas, diretor do Instituto de Estudos Políticos e Relações Internacionais da Universidade Nacional da Colômbia, observa que a crise pode trazer um lado positivo para Uribe, cuja popularidade está em 64%, o nível mais baixo em sete anos: - Vai haver o referendo sobre a segunda reeleição, e essa crise pode ajudar a capitalizar as atenções, mostrar que Uribe está sendo atacado.<br />
Já Marcelo Coutinho, coordenador do Observatório Político Sul-Americano, no Rio, acha que os dois governantes podem perder apoio com a crise, e que o Brasil acabará se envolvendo.<br />
- O Brasil tem diálogo com os dois países. Terá que pairar sobre as diferenças ideológicas.<br />
Perguntado pela agência EFE, o chanceler Celso Amorim disse que o Brasil está disposto a atuar como mediador, caso as duas partes lhe peçam.<br />
Em Brasília, o presidente do Senado, José Sarney, criticou a declaração de Chávez, mas acha que ela não vai interferir no resultado da votação em plenário da adesão do país ao Mercosul, que pode ocorrer quarta-feira.<br />
- (A declaração) É tão despropositada que não será levada em consideração.<br />
A oposição avisa que vai tentar adiar a votação.<br />
- A declaração prejudica a Venezuela, pois sinaliza os seus propósitos. Não podemos ficar sujeitos a bravatas como essa no Mercosul - disse o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 10 Nov 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3098</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Oposição acusa governo de interferência e deixa CPI da Petrobras</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3103</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Cristiane Agostine, de Brasília
<p>
A oposição deixará hoje a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, instalada no Senado, quatro meses antes do prazo final para a investigação. O desligamento formal da comissão será feito no mesmo dia em que o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, prestará depoimento aos parlamentares. Sem sucesso nas apurações no Congresso, PSDB e DEM encaminharão denúncias contra a Petrobras ao Ministério Público.<br />
Senadores do PSDB e do DEM alegam que o governo impediu as investigações sobre a estatal e justificam que o desligamento será uma forma de protesto. Minoria na comissão, a oposição indicou três dos onze integrantes da da CPI. &quot;Não houve investigação. A comissão foi um palco para discursos técnicos. Essa CPI foi a que o governo mais se interessou e mais impediu a apuração. Os fatos são gravíssimos&quot;, disse Álvaro Dias (PSDB-PR), autor do requerimento da comissão.<br />
A CPI da Petrobras poderia funcionar até 9 de março de 2010, com a possibilidade de prorrogação, de acordo com informações da secretaria da CPI. Parlamentares do PSDB e do DEM, no entanto, reclamaram que o governo impediu a aprovação de pedidos de informação, de documentos e a convocação de dirigentes da estatal, e que, por isso, não poderiam continuar na comissão. &quot;Continuar seria compactuar com essa encenação&quot;, comentou Dias. Logo no início dos trabalhos da CPI, em agosto, o governo impediu a aprovação de 68 requerimentos com pedidos de depoimentos e de informações feitos pela oposição. O descontentamento dos Senadores do PSDB e do DEM aumentou há duas semanas, quando o comando da comissão alterou o roteiro de trabalho aprovado e trocou os dirigentes que iriam depor aos parlamentares. Senadores da oposição retiraram-se da reunião, já esvaziada, e anunciaram que não participariam mais das sessões da CPI.<br />
Mesmo com o anúncio da saída da oposição, o governo manteve o depoimento de Gabrielli para a tarde de hoje. O relator da CPI, Romero Jucá (PMDB-RR), deve apresentar a conclusão das investigações até o próximo mês, para encerrar a comissão antes de 2010, ano eleitoral.<br />
Com apoio do PMDB, o PT blindou a Petrobras na CPI. Os dois partidos ocupam diretorias e gerências estratégicas na estatal e dividiram o comando da comissão - Jucá na relatoria e João Pedro (PT-AM) na presidência. A comissão foi esvaziada e os trabalhos de investigação duraram cerca de três meses.<br />
A CPI da Petrobras foi criada em julho para investigar denúncias de irregularidades apresentadas pelo Tribunal de Contas da União, Ministério Público Federal e Polícia Federal envolvendo a estatal e a a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Entre as denúncias estão indícios de superfaturamento na construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco; indícios de fraudes nas licitações para reforma de plataformas de exploração; denúncias de desvios de dinheiro dos royalties; pagamentos, acordos e indenizações feitos pela ANP a usineiros; uso de artifícios contábeis para reduzir o recolhimento de impostos e irregularidades no pagamento de patrocínios. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 10 Nov 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3103</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Tucanos defendem senador</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3084</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Azeredo evita comentar voto de Joaquim: &quot;Decisão ainda é parcial&quot;
<p>
Maria Lima
</p>
<p>
BRASÍLIA. O Senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) disse que vai esperar a conclusão do voto e a deliberação dos demais ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para se manifestar. Ele disse ainda acreditar numa mudança da situação, com a conclusão do voto e a posição dos demais ministros:<br />
- A decisão ainda é parcial. O ministro Joaquim Barbosa ainda nem terminou o voto dele, e então não sou eu que vou me manifestar agora.<br />
Líderes tucanos tentam evitar que os adversários associem o voto do ministro Joaquim Barbosa, no julgamento do mensalão mineiro, ao escândalo do mensalão do PT. O presidente do PSDB, Senador Sérgio Guerra (PE), disse que há uma tentativa dos petistas de usar o caso para desviar o foco do que chamou de verdadeiro mensalão.<br />
- Não concordo com a decisão. Reitero minha confiança na integridade do Senador Azeredo. Não conheço ninguém mais honrado do que o Senador. Digo e repito isso 20 vezes .<br />
O tucano disse que não se pode dizer que Azeredo fez em Minas o que o PT fez no mensalão:<br />
- Basta apurar o que o Senador Azeredo faz no seu mandato, e o que o Zé Dirceu faz pelo país. O PT não pode usar isso na campanha, comparar. Esse é o principal argumento do PT para tirar o mensalão de suas costas.<br />
Já o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), disse que o PSDB agora está na mesma situação dos que tiveram que se defender no mensalão do PT, que ele atribui a um vício do sistema de financiamento das campanhas no Brasil.<br />
- Não vou dizer que o PSDB está provando do próprio veneno. Isso ia parecer uma rixa. O sistema de financiamento privado coloca todos os partidos em permanente risco de deslize de pessoas que acabam contaminando o partido - disse Berzoini.<br />
O Senador Álvaro Dias (PSDB-PR) também rechaçou a comparação:<br />
- É uma coisa completamente diferente do mensalão do PT. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 05 Nov 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3084</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Festa a Toffoli constrange STF</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3081</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Homenagem de associações ao novo ministro teve patrocínio da Caixa
<p>
Mal tomou posse no Supremo Tribunal Federal (STF), José Antonio Dias Toffoli já provoca constrangimentos à instituição por conta do patrocínio de R$ 40 mil da Caixa Econômica Federal a sua festa de posse.<br />
- É claro que é um desgaste para ele e para a instituição também, mas só posso presumir que ele não estava a par disso - afirma o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, ao destacar que é comum a Associação dos Juízes Federais (Ajufe) oferecer coquetéis para saudar a posse de magistrados em tribunais.<br />
- Isso desvaloriza o Supremo, que deveria ser preservado como uma instituição acima de qualquer suspeita - diz o Senador Álvaro Dias (PSDB-PR), um dos maiores críticos da indicação do Planalto para o STF.<br />
Em sua defesa, Toffoli afirma que não tinha conhecimento do patrocínio da Caixa à recepção feita por associações ligadas à magistratura.<br />
- A festa não foi iniciativa minha nem do Supremo. Eu fui apenas um convidado - diz o ministro, salientando que o evento foi uma &quot;oferta&quot; de várias associações para homenageá-lo.<br />
E prosseguiu:<br />
- Não pedi festa nenhuma e não sei onde obtiveram o dinheiro. Supus que os recursos vieram dos associados, mas de onde veio o dinheiro não é problema meu. É problema de quem ofertou.<br />
Toffoli queixou-se a amigos do desconforto provocado pelo patrocínio de um banco federal.<br />
- É uma situação chata. Fica parecendo que eu fui atrás de recurso público para dar recepção, quando eu não pedi festa nenhuma - teria confidenciado.<br />
Embora Toffoli não seja obrigado a dar explicações aos colegas e o Supremo não tenha que prestar esclarecimentos a nenhum órgão de controle, o ministro Marco Aurélio lembra que o maior questionamento é por parte da sociedade.<br />
Brasília
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 03 Nov 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3081</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Ficará fácil retomar imóvel</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3059</link>
    <description>
    <![CDATA[
    LOCAÇÃO<br />
Pela nova lei, que vai à sanção do Presidente, se houver atraso de um mês no aluguel, o inquilino sem fiador poderá ser despejado
<p>
O projeto do deputado José Carlos Araujo (PR-BA), que altera a Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/91), foi aprovado ontem, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. &quot;Era preciso modernizar&quot;, disse a líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (PT-SC), referindo-se ao tempo de vigência da lei - foram 18 anos sem passar por nenhuma alteração. A matéria vai à sanção do Presidente da República, que pode vetar total ou parcialmente o projeto.<br />
Entre as mudanças, estão a desobrigação do fiador e a criação de regras para a mudança de fiador durante o contrato. Atualmente, a Lei do Inquilinato não trata do assunto, que vem sendo analisado com base no Código Civil. O fiador pode desistir da função, ficando apenas responsável pelos efeitos da fiança durante 120 dias depois de o locador ter sido notificado. O proprietário também vai poder exigir um novo fiador, caso o antigo ingresse no regime de recuperação judicial. Com isso, pretende-se dar mais garantias ao proprietário e exonerar a empresa fiadora que passe por crise econômico-financeira.<br />
E, em caso de despejo, a ação é suspensa se, em 15 dias, o inquilino quitar integralmente a dívida com o proprietário ou a imobiliária. Com isso, não fica mais valendo a apresentação de um simples requerimento em que o locatário atesta a intenção de pagar a dívida - algo que tem atrasado em mais de quatro meses as ações de despejo. Fica adotado também o mandado único de despejo. Cai, portanto, a prática atual de dois mandados e duas diligências, entre outros procedimentos que atrasam o processo.<br />
A proposta também adepta ao novo Código Civil a proposta que mantém a proporcionalidade da multa rescisória se houver devolução antecipada do imóvel locado. Em caso de divórcio ou morte do locatário, a nova lei cria regras para a manutenção ou substituição do fiador.<br />
Se, por um lado, a nova lei protege o proprietário, dando mais agilidade às ações de despejo, também dá mais garantias ao inquilino. Ideli Salvatti explicou que, em caso de bons pagadores, a imobiliária vai poder dispensar algumas exigências no contrato. Mas, se houver atraso de apenas um aluguel, o despejo é sumário.<br />
A proposta teve o apoio dos líderes do PMDB, Renan Calheiros (AL); do DEM, José Agripino (RN); e do PSDB, Arthur Virgílio (PSDB). Apoiaram, ainda, os senadores Romeu Tuma (PTB-SP), Álvaro Dias (PSDB-PR), Osmar Dias (PDT-PR), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Antonio Carlos Valadares (PSB-SE).
</p>
<p>
<br />
O que muda
</p>
<p>
FIADORES E GARANTIAS<br />
- Em caso de imóvel residencial, qualquer que seja o tipo de garantia da locação, sua vigência será prorrogada automaticamente até a devolução efetiva do imóvel<br />
- O fiador poderá pedir o encerramento de seu compromisso, mas ainda responderá pela fiança por um prazo de 120 dias<br />
- O locador poderá exigir a substituição do fiador que estiver em regime de recuperação judicial. O inquilino tem 30 dias de prazo para apresentar um substituto. Caso contrário, poderá ser efetuado o encerramento do contrato<br />
- Para imóveis comerciais, o dono do imóvel poderá solicitar a comprovação da idoneidade financeira do fiador quando do momento da renovação do contrato
</p>
<p>
TRANSFERÊNCIA DE INQUILINO<br />
- A transferência só será automática nos casos de separação, divórcio ou fim de união estável para o cônjuge que permanecer no local para os imóveis residenciais.
</p>
<p>
DEVOLUÇÃO DO BEM<br />
- Durante a vigência do contrato, o dono do imóvel não poderá recusar a restituição do bem por parte do inquilino. Mas quem aluga deverá pagar a multa estabelecida no contrato
</p>
<p>
RENOVAÇÃO DE CONTRATO<br />
- Durante a revisão do contrato na Justiça, o valor do aluguel provisório será equivalente a 80% do valor pedido pelo proprietário se a ação for proposta pelo dono do imóvel; e de 80% do aluguel vigente se a ação for proposta pelo morador
</p>
<p>
AÇÕES DE DESPEJO<br />
- Em caso de contratos sem fiador, a ação de despejo será suspensa se, no prazo de 15 dias, o inquilino quitar a dívida. Deixará de valer o requerimento em que o locatário manifesta intenção de pagar a dívida<br />
- Para imóveis comerciais, o locador tem direito a obter liminar para retirar o inquilino em 15 dias, caso ele se recuse a renovar o contrato por preço superior à melhor proposta feita por um terceiro interessado. Nessa situação, o inquilino terá o direito de acionar o locador na Justiça em ação de indenização.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 29 Oct 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3059</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Irritada, oposição estuda abandonar CPI da Petrobras</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3060</link>
    <description>
    <![CDATA[
    BRASÍLIA - A oposição abandonou quarta-feira a reunião CPI da Petrobras convocada para ouvir Erardo Barbosa Filho, gerente da área de exploração e produção da estatal. Irritados com a demora dos Senadores governistas em marcar uma reunião da CPI para votar requerimentos e discutir os próximos passos da comissão, Senadores do DEM e PSDB se retiraram da reunião - e impediram que representantes da Petrobras fossem ouvidos.<br />
DEM e PSDB estudam abandonar a CPI em definitivo. Os Senadores oposicionistas acusam o governo de utilizar sua maioria na comissão para impedir as investigações, marcando depoimentos de acordo com a sua conveniência e manipulando a votação de requerimentos de acordo com seus interesses em proteger a estatal.<br />
- A minha proposta é a gente se retirar da CPI e encaminhar o que consideramos grave para o Ministério Público. Os depoimentos que queremos realizar são negados. Prosseguir é compactuar com essa farsa do governo. Vamos nos reunir para ver o que fazer, mas prosseguir nessa comissão, só se for em outras condições - explicou o Senador Álvaro Dias (PSDB-PR).<br />
A polêmica começou depois que o Senador João Pedro (PT-AM), presidente da CPI, marcou o depoimento de Barbosa Filho para quarta-feira sem o conhecimento da oposição - que reivindica uma reunião administrativa para a análise de requerimentos. Ao lado do Senador Sérgio Guerra (PSDB-PE), Dias anunciou que não compactuaria com a manobra do governo e anunciou a saída da reunião. A oposição se irritou mais ainda depois de constatar que Barbosa Filho, convidado para depor, enviou outros representantes da Petrobras no seu lugar para prestar esclarecimentos sobre a estatal.<br />
- O convidado não veio, vieram dois substitutos. Isso desmoraliza a comissão, não podemos compactuar com isso. Eles querem fazer exposições técnicas sem investigar falcatruas - acusou Dias. (Com agências)<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 29 Oct 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3060</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Oposição se rebela na CPI da Petrobras</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3068</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Senadores ameaçam se retirar e protestam contra rolo compressor do governo
<p>
Bernardo Mello Franco
</p>
<p>
BRASÍLIA. A oposição ameaçou ontem abandonar a CPI da Petrobras em protesto contra o rolo compressor do governo, que controla oito das 11 vagas na comissão.<br />
O motim foi iniciado pelo Senador Álvaro Dias (PSDBPR).<br />
Ele se retirou da sessão, seguido por Sergio Guerra (PSDBPE) e ACM Junior (DEM-BA), acusando os governistas de agirem em parceria com a estatal para travar as investigações. O relator, Romero Jucá (PMDBRR), líder do governo, rebateu as críticas e disse que a CPI continuará com ou sem a minoria.<br />
Dias defendeu que nenhum deles volte à CPI: - Nunca houve CPI como essa, que não investiga. Há casos inquestionáveis de superfaturamento e desvios. Não podemos ser cúmplices dessa farsa.<br />
A proposta será discutida pelo DEM e pelo PSDB.<br />
A líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (PT-SC), ironizou as queixas. Fez piada com o naufrágio da plataforma P-36, que chamou de P-56. A tragédia matou 11 petroleiros em 2001.<br />
- Fui oposição por muito tempo, mas hoje sou governista de carteirinha, animada.<br />
Quando a P-56 (sic) afundou, era mais fácil fazer oposição.<br />
O estopim para a rebelião foi a decisão da estatal de enviar à CPI dois técnicos, Antônio Carlos Alvarez Justi e Antônio Gomes Moura, que não haviam sido convidados a depor. Os Senadores esperavam ouvir o gerente Erardo Gomes Barbosa Filho sobre a Operação Águas Profundas da Polícia Federal.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 29 Oct 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3068</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Esvaziada pelo governo, CPI da Petrobras é abandonada pela oposição</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3069</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Cristiane Agostine, de Brasília
<p>
O governo pretende encerrar no próximo mês a CPI da Petrobras, instalada no Senado. A etapa de tomada dos depoimentos terminou ontem e no dia 10 de novembro o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, deverá prestar os últimos esclarecimentos sobre a estatal à comissão. A oposição desistiu de investir na CPI como forma de tentar atingir o governo federal e poderá deixar a comissão, sob a alegação de que os governistas impediram a investigação de supostas irregularidades cometidas pela empresa.<br />
O esvaziamento da comissão, articulado pelo PT e PMDB, deu certo e irritou os senadores do PSDB e do DEM. &quot;Não há mais sentido em continuar na CPI. Os governistas controlam a comissão e nos colocaram algemas&quot;, reclamou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), autor do pedido de criação da comissão de inquérito. &quot;O governo dominou completamente a CPI e &quot;matou&quot; a investigação&quot;, disse Tasso Jereissati (PSDB-CE). &quot;Não deixam nem a transmissão das sessões pela televisão&quot;, completou Tasso.<br />
Pouco mais de dois meses depois do início das investigações da CPI, senadores da oposição declararam ontem que poderão recuar ainda mais nas investigações. Ao tomarem conhecimento de que o gerente-executivo de Serviços da Área de Exploração e Produção da Petrobras, Erardo Gomes Barbosa, não participaria da sessão de ontem, contrariando o roteiro de trabalho aprovado, Álvaro Dias, Sérgio Guerra (PSDB-PE) e Antonio Carlos Magalhães Júnior (DEM-BA) retiraram-se da reunião. &quot;Nós só podemos ouvir os dirigentes que a Petrobras deixa&quot;, reclamou Dias. &quot;Isso aqui é uma encenação, não é uma CPI. Nos retiramos para denunciar a farsa&quot;, disse.<br />
A Petrobras indicou outros dois diretores para defender a estatal de acusações de indícios de fraude nas licitações para a reforma de plataformas de exploração de petróleo, apontadas pela Operação Águas Profundas, da Polícia Federal, e de irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União nos contratos de construção de plataformas.<br />
Não compareceram à CPI o diretor Guilherme Estrela, da área de Exploração e Produção da Petrobras; o ministro-chefe da Controladoria Geral da União, Jorge Hage, que também estava previsto no cronograma elaborado pelo relator da comissão; e outro diretor importante da empresa, Paulo Roberto de Costa.<br />
A reunião de ontem, depois de três semanas sem encontros da comissão, repetiu o cenário observado nas últimas sessões da CPI: plenário vazio, atraso para o início dos depoimentos e ausência até mesmo de senadores da oposição. A reunião começou sem o presidente da CPI, João Pedro (PT-AM), e com apenas Álvaro Dias. Dos onze titulares da comissão, oito são do governo. Os dois suplentes da oposição, Heráclito Fortes (DEM-PI) e Tasso Jereissati, não foram os mais assíduos nas sessões. A comissão foi instalada em 14 de julho, mas os trabalhos de investigação só começaram mesmo em meados de agosto. O relator, Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo, derrubou 68 requerimentos com pedidos de depoimentos e de informações da oposição.<br />
O governo descarta a possibilidade de prorrogar a CPI . Para a líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (PT-SC), todas as denúncias já foram investigadas &quot;exaustivamente&quot;. O comando da CPI evita falar publicamente que encerrará a comissão em novembro. &quot;Vamos combinar com o PSDB e DEM&quot;, disse João Pedro. A duração da CPI é de 180 dias e pode ser prorrogada pelo mesmo prazo. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 29 Oct 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3069</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Lincoln do Piauí</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3055</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Do senador Mão Santa, ontem, para os irmãos Álvaro e Osmar Dias, seus colegas e pré-candidatos ao governo do Paraná: - De irmão para irmãos. Permitamme lembrar Abraham Lincoln, que dizia que a casa dividida será facilmente derrubada.<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 28 Oct 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3055</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>JÁ É 2010 - Nem com a graça de Deus</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3042</link>
    <description>
    <![CDATA[
    <p>
Jornal de Brasília<br />
<br />
Lula diz que se Jesus governasse o Brasil teria que fazer acordo com Judas
</p>
<p>
A afirmação do presidente Lula de que, &quot;se Jesus Cristo fosse governante do Brasil, teria de fazer coalizão com Judas&quot;, foi duramente criticada pela oposição. &quot;A declaração de Lula é uma ofensa grave aos aliados&quot;, disse o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgilio (AM), que levantou a questão: &quot;Quem é Jesus? Ele? Não é demais ele se comparar a Cristo?&quot; A polêmica acontece dois dias após o jantar que selou a adesão do PMDB à candidatura da ministra- chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à sucessão presidencial. Maior aliado do governo Lula, o partido tem as maiores bancadas da Câmara, com 92 deputados, e do Senado, com 17 parlamentares, além de presidir as duas Casas do Congresso e comandar seis ministérios. Pré-candidata do PV à Presidência, a senadora Marina Silva (AC) questionou a aliança entre PT e PMDB. Para a ex-ministra do Meio Ambiente de Lula, o compromisso entre os dois partidos &quot;consolida a visão de política que não se alinha de forma programática, mas pragmática&quot;. Ela criticou o presidente, dizendo que &quot;já está fazendo campanha, sim, e há muito tempo&quot;.
</p>
<p>
SENSO DA REALIDADE<br />
O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, avalia que a alta popularidade de Lula, aferida em pesquisas, o fez &quot;perder o senso de realidade&quot;, chegando ao &quot;cúmulo de justificar suas alianças escusas colocando Jesus e Judas em conluio&quot;. A entrevista na qual Lula diz que Jesus teria de se aliar a Judas foi publicada ontem no jornal Folha de S Paulo. &quot;Qualquer um que ganhar as eleições, pode ser o maior xiita deste País ou o maior direitista, não conseguirá montar o governo fora da realidade política. Entre o que se quer e o que se pode fazer tem uma diferença do tamanho do Oceano Atlântico. Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão&quot;, disse Lula, ao defender suas atuais alianças políticas. &quot;Jesus se aliar a Judas para fazer política soa como uma blasfêmia&quot;, disse o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, após evento sobre pré-sal no instituto que leva seu nome. &quot;Não foi isso que a gente aprendeu na escola, nas aulas de religião&quot;. O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) considera que, ao fazer essa analogia, Lula &quot;defende a promiscuidade&quot;. Para o tucano, &quot;a empáfia do presidente está pior&quot;. &quot;Ele mostra cada vez mais vocação autoritária. Despreza a questão ética e defende a promiscuidade.
</p>
<p>
 
</p>    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Fri, 23 Oct 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3042</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Lula ofende aliados, afirma Virgílio</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3043</link>
    <description>
    <![CDATA[
    O Estado de S. Paulo<br />
No Brasil, Jesus se aliaria a Judas, disse presidente em entrevista<br />
Carol Pires<br />
BRASÍLIA 
<p>
A afirmação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que, se Jesus Cristo fosse governante do Brasil, teria de fazer coalizão com Judas, foi duramente criticada pela oposição. &quot;A declaração de Lula é uma ofensa grave aos aliados&quot;, disse o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM). &quot;Quem é Jesus? Ele? Não é demais ele se comparar a Cristo?&quot;<br />
A entrevista na qual Lula diz que Jesus teria de se aliar a Judas foi publicada ontem no jornal Folha de S. Paulo. &quot;Qualquer um que ganhar as eleições, pode ser o maior xiita deste país ou o maior direitista, não conseguirá montar o governo fora da realidade política. Entre o que se quer e o que se pode fazer tem uma diferença do tamanho do Oceano Atlântico. Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão&quot;, declarou Lula, ao defender suas atuais alianças.<br />
A polêmica acontece dois dias após o jantar que selou a adesão do PMDB à candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à sucessão presidencial. Maior aliado do governo, o partido tem as maiores bancadas da Câmara, com 92 deputados, e do Senado, com 17 parlamentares, além de presidir as duas Casas e comandar seis ministérios.<br />
EM CAMPANHA<br />
&quot;Foi uma metáfora infeliz, pois Jesus já nos mostrou que a aliança com Judas, quando a gente já sabe que ele é Judas, não deve ser feita&quot;, reagiu a pré-candidata do PV à Presidência, senadora Marina Silva (AC). A ex-ministra do Meio Ambiente criticou a aliança entre PT e PMDB. &quot;Consolida a visão de política que não se alinha de forma programática, mas pragmática.&quot;<br />
O presidente do PPS, Roberto Freire, avalia que a alta popularidade de Lula, aferida em pesquisas, o fez &quot;perder o senso de realidade&quot;, chegando ao &quot;cúmulo de justificar suas alianças escusas colocando Jesus e Judas em conluio&quot;.<br />
&quot;Jesus se aliar a Judas para fazer política soa como uma blasfêmia&quot;, disse o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, após evento sobre pré-sal no instituto que leva seu nome. &quot;Não foi isso que a gente aprendeu na escola, nas aulas de religião.&quot;<br />
O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) declarou que &quot;a empáfia do presidente está pior&quot;. &quot;Ele mostra cada vez mais vocação autoritária. Despreza a questão ética e defende a promiscuidade que levou o partido dele a responder pelo mensalão. É pagar um preço muito elevado. Ele mostra, ao dizer isso, que não tem projeto de País, só projeto de poder.&quot;<br />
&quot;UMA AULA&quot;<br />
O vice-líder do governo no Senado, Gim Argello (PTB-DF), defendeu o presidente Lula, afirmando que ele &quot;deu uma aula&quot; sobre a política brasileira. &quot;Lula falou o que é a realidade do País.&quot;<br />
Argello, que também é líder do PTB, partido aliado ao governo, disse não ter se ofendido com a comparação do presidente usada para justificar suas alianças políticas. &quot;O ideal é um presidente popular, bem avaliado, com credibilidade no Brasil e no mundo. Não sou PT, eu sou Lula - que é o animal político que mais conhece o sentimento do povo.&quot;<br />
Provável candidato do PSDB à Presidência em 2010, o governador de São Paulo, José Serra, também repercutiu o fato. &quot;Quem fala com Cristo pode perguntar a ele&quot;, ironizou, sobre a declaração do presidente.<br />
&quot;A entrevista mostra bem, de ponta a ponta, o que é o Lula na forma e no conteúdo. Nesse sentido é uma entrevista bem interessante&quot;, afirmou o tucano, sem explicar a quais características do presidente estava fazendo referência.<br />
COLABORARAM SILVIA AMORIM, ROBERTO ALMEIDA e ANDREA VIALLI 
</p>    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Fri, 23 Oct 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3043</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Manobra do governo barra convocação de Lina e Dilma</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3031</link>
    <description>
    <![CDATA[
    BRASÍLIA. O governo aproveitou ontem a ausência do presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Demóstenes Torres (DEM-GO), para barrar uma articulação da oposição para convocar a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira. Sob o comando do senador Wellington Salgado (PMDB-MG) - um dos principais integrantes da tropa de choque do líder peemedebista, Renan Calheiros (AL), e vicepresidente da CCJ -, foram colocados em votação três requerimentos apresentados pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR): um convite e uma convocação para ministra Dilma e outro convite para Lina Vieira. Os três acabaram rejeitados por nove votos a quatro, sob os protestos da oposição.<br />
- Vossa Excelência comandou a reunião com mão de ferro, como se estivesse num regime ditatorial - reclamou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).<br />
- Sou um escravo do regimento.<br />
Esse jogo regimental tanto pode ser feito pelo governo como pela oposição.- rebateu Salgado.<br />
A expectativa de PSDB e DEM era garantir pelo menos a aprovação do convite de Lina Vieira, para que ela exibisse a agenda que comprovaria o encontro que a ministra Dilma nega ter tido, no qual teria sido discutida a investigação da Receita em relação ao empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney.<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 22 Oct 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3031</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Governistas impedem convocação de Dilma e Lina</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3032</link>
    <description>
    <![CDATA[
    RIO - O governo mobilizou a base aliada nesta quarta-feira no Senado e conseguiu rejeitar, na Comissão de Constituição e Justiça, os requerimentos de convite e de convocação da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, explicar o suposto encontro com Lina Vieira, ex-secretária da Receita Federal. A comissão também rejeitou requerimento com o convite à ex-secretária, que disse ter encontrado a agenda em que teria registrado a reunião com a ministra.<br />
Presentes em maioria à sessão, os governistas rejeitaram os requerimentos por 9 votos favoráveis e 4 contrários, num esforço para evitar novos desgastes à ministra. O líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), disse que Lina já prestou esclarecimentos à comissão e que por isso não haveria necessidade de seu retorno à CCJ.<br />
- A oportunidade foi dada à doutora Lina, ela mesma não viu gravidade, só achou estranho (o pedido). A oposição tem que achar outra agenda - ironizou o petista. O Senador Lobão Filho (PMDB-MA) chegou a trocar farpas com o Senador Álvaro Dias (PSDB-PR) sobre a convocação.<br />
- Esse debate é ridículo - afirmou Lobão.<br />
O tucano, por sua vez, reagiu.<br />
- Ridículo é a mentira - disparou Dias.
<p>
(Com agências) 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 22 Oct 2009 00:00:00 -0200</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3032</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Comissão restringe idade para venda de jogadores</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3000</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Atletas não poderão sair do Brasil com menos de 18 anos
<p>
Jailton de Carvalho
</p>
<p>
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou ontem projeto do Senador Demóstenes Torres (DEM-GO) que proíbe a venda de jogadores de futebol menores de 18 anos de idade para clubes no exterior. Uma antiga reivindicação de dirigentes de times de futebol do país, a proposta modifica pontos centrais da 9.615, a chamada Lei Pelé. A proposta aprovada, com parecer favorável do Senador Álvaro Dias (PSDB-PR), terá que passar ainda pelas comissões de Educação e de Assuntos Sociais do Senado antes de ser enviada à Câmara dos Deputados.<br />
Projeto aumenta ainda tempo dos contratos O projeto também aumenta de dois para quatro anos o prazo máximo para renovação do primeiro contrato profissional de cada jogador de futebol.<br />
&quot;As medidas sugeridas proporcionarão estímulo e segurança jurídica aos clubes que investem em novos talentos e evitarão transferências precoces para o exterior&quot;, sustenta Dias no relatório favorável ao projeto de Torres. A proposta pode esbarrar em forte resistência de jogadores e de empresários de atletas em início de carreira.<br />
O projeto foi aprovado em votação simbólica na CCJ, cinco anos depois de ter sido apresentada. Segundo o Senador, &quot;muitas vezes, os atletas, ainda adolescentes, são induzidos por empresários a verdadeiras aventuras no exterior, onde desperdiçam seu talento&quot;.<br />
Álvaro Dias endossou a explicação. Segundo ele, as restrições &quot;garantirão a jovens atletas a oportunidade de exercer seu potencial por mais tempo no Brasil e de adquirir a maturidade necessária para avaliar a confiabilidade e conveniência de contratos de trabalho em países distantes e com idioma distinto&quot;.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 15 Oct 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/3000</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Toffoli 10, Senado 0</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2958</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Com uma explanação inicial bem ensaiada sobre o papel do Supremo Tribunal Federal, gestos de bom efeito - como levantar um exemplar da Constituição ao molde de bíblia e fartos elogios ao Congresso -, esquivando-se da essência das perguntas mais complicadas ao ponto de &quot;esquecer&quot; se havia ou não orientado a defesa do ex-ministro Silas Rondeau, o novo ministro do STF, José Antônio Toffoli, saiu-se a contento da sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.<br />
Não sofreu as prometidas contestações, não enfrentou questionário rigoroso, foi irrepreensível na observância do manual do bom candidato e absolutamente profissional no treinamento e na montagem do lobby direcionados ao resultado pretendido, alcançado com larga margem de vantagem.<br />
Isso, a despeito de todas as restrições existentes ao nome dele, numa conjugação de fatores adversos inédita. Toffoli - do ponto de vista dele - merece, portanto, nota 10.<br />
Já o Senado ficou no zero a zero de sempre. Desincumbiu-se da função de submeter o indicado à sabatina como quem carimba um requerimento emitido pelo presidente da República, mas não permitiu ao público saber se o novo ministro é ou não adequado para o cargo.<br />
Tomara que brevemente venha a demonstrar que seja, pois o Senado não deu a chance ao País nem cumpriu o seu dever de esclarecer a questão antes do fato consumado. Não pôs a prova o exigido notório saber, a reputação ilibada e a independência do indicado.<br />
À exceção dos senadores Álvaro Dias, Pedro Simon e mais um ou outro, não se fez referência às restrições que nos dias anteriores à sabatina suscitaram polêmica e justificaram o lobby, cuja organização incluiu a contratação de empresa de comunicação especializada.<br />
Mesmo os questionamentos sobre os assuntos em pauta ocorreram como se fossem parte de um roteiro preestabelecido, para constar. Os senadores aceitaram passivamente o alegado &quot;esquecimento&quot; sobre o caso Rondeau, a afirmação de que as condenações na Justiça do Amapá por recebimento indevido de recursos públicos foram equivocadas, o juramento de que as ligações estreitas com o PT, Lula e José Dirceu são &quot;páginas viradas&quot;, bem como o compromisso com a independência nos julgamentos do STF.<br />
Palavra contra palavra, valeu a do questionado. Ao aprová-lo sem questionamento o Senado deu um voto de confiança, quando o que se esperava era que desse um voto consciente.<br />
De preferência, evitando cenas como a do líder do PSDB, Artur Virgílio, dizendo que seu voto a favor havia sido recomendado por um advogado amigo em comum.<br />
Um espetáculo tosco. Não por causa de Toffoli. Mas pelo conjunto da obra de subserviência e displicência do Legislativo para com as suas prerrogativas.<br />
Por isso é um equívoco achar que o erro está no fato de o presidente da República indicar os ministros do Supremo, porque a deformação é de quem aceita as coisas sem discutir.    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Fri, 02 Oct 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2958</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Com folga, Senado aprova Toffoli para o STF</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2950</link>
    <description>
    <![CDATA[
    &quot;Não haverá vínculo político ou partidário&quot;, diz advogado da União, que teve 58 votos a favor, 9 contra e 3 abstenções
<p>
Carolina Brígido
</p>
<p>
BRASÍLIA. O plenário do Senado aprovou ontem com folga a indicação do advogado-geral da União, José Antonio Toffoli, de 41 anos, para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram 58 votos a favor, nove contra e três abstenções.<br />
Antes disso, Toffoli passara por sete horas de sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que também legitimou a indicação, com placar de 20 votos a três.<br />
Antes de começar a ser interrogado pela comissão, o advogado ergueu um exemplar da Constituição federal e declarou que, se fosse aprovado para o cargo, obedeceria apenas aos princípios constitucionais. Como ele foi advogado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a oposição teme que Toffoli continue levantando a bandeira governista como ministro da mais alta Corte do país.<br />
- Se o Senado me der a honra de ir para o STF, serei juiz da nação brasileira, da Constituição brasileira. Não haverá mais nenhum vínculo político ou partidário - disse o advogado.<br />
Tucano questionou currículo e condenações no Amapá Na sessão da CCJ, a oposição concentrou-se na voz solitária do Senador Álvaro Dias (PSDB-PR). O tucano tocou em pontos polêmicos sobre a indicação, como o fato de Toffoli não ter pós-graduação, não ter publicado livros, ter sido reprovado em dois concursos para juiz e ter sido condenado em primeira instância pela Justiça do Amapá.<br />
- O Supremo Tribunal não pode ser um cabide para nomear pessoas alinhadas com o governo. Vamos dar a Vossa Excelência tempo para se preparar melhor e dar agora chance a notáveis juristas brasileiros que honrariam o STF se tivessem sido indicados pelo presidente da República - disse o Senador.<br />
Em sua defesa, Toffoli disse que optou pela advocacia e não pela vida acadêmica. Citou também texto do jurista Paulo Bonavides dizendo que a aprovação ou não em concurso público não é capaz de aferir o saber jurídico de uma pessoa. O advogado também afirmou que seu aprendizado como assessor jurídico da bancada do PT na Câmara foi tão efetivo quanto uma pósgraduação.<br />
Os ataques de Dias não encontraram eco nem mesmo entre os tucanos. O líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), fez elogios tão veementes a Toffoli que o levou às lágrimas.<br />
- Apesar de ter recebido manifestações contrárias em meu gabinete contra a sua indicação, reconheço que Vossa Excelência conhece o Direito.<br />
Não tenho dúvida de que o meu voto será pela sua indicação - declarou o tucano.<br />
Os elogios da oposição silenciaram até mesmo o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR).<br />
- Nem vou fazer defesa dele.<br />
Já tem tanta gente fazendo isso... Vai ficar over - disse, enquanto deixava o plenário da CCJ para fazer um lanche.<br />
Novato ganha elogios dos agora colegas de STF Após a sabatina, o presidente do Supremo, ministro Gilmar Mendes, elogiou o futuro colega: - Seguramente ele é uma pessoa qualificada. Vem exercendo a função de advogadogeral da União com grande responsabilidade e mantendo um diálogo altivo com o Supremo. Vai dar continuidade ao esforço que estamos fazendo de modernização do STF para transformá-lo numa autêntica corte constitucional do Brasil.<br />
Ayres Britto concordou, dizendo que a juventude de Toffoli qualificará os debates e vai arejar a corte.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 01 Oct 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2950</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Novo ministro pode mudar rumos do caso Battisti</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2951</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Toffoli diz que está apto para votar e consultará colegas; votação está em 4 a 3 pela extradição
<p>
BRASÍLIA. José Antonio Toffoli admitiu ontem a possibilidade de votar no processo de extradição do ex-ativista italiano Cesare Battisti quando tomar posse como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o advogado disse que não está impedido de votar, já que não se manifestou como advogado-geral da União no processo.<br />
A tarefa coube a uma advogada pública.<br />
Toffoli disse que consultará os futuros colegas para decidir se participará ou não do julgamento.<br />
- Na Advocacia Geral da União (AGU), não fui consultado sobre o assunto.<br />
Ouvirei os ministros e me aconselharei com eles sobre se é possível ou não julgar.<br />
Não posso me adiantar em relação ao meu comportamento em causas concretas.<br />
O julgamento foi interrompido por um pedido de vista quando o placar estava 4 a 3 pela extradição.<br />
Dois ministros ainda não votaram: Marco Aurélio Mello e Gilmar Mendes.<br />
O primeiro declarou que votará pela permanência de Battisti no Brasil. A expectativa é que Gilmar vote pela extradição.<br />
O placar ficaria então em 5 a 4 contra Battisti. Se Toffoli votar contra o refúgio, daria empate. O Planalto conta com o voto do novo ministro pela permanência do italiano no Brasil.<br />
Para resolver o impasse, o STF teria duas soluções: convocar um ministro do Superior Tribunal de Justiça para desempatar ou adotar o procedimento de julgamentos de habeas corpus - nos quais, em caso de empate, o réu é beneficiado.<br />
Battisti foi condenado na Itália à prisão perpétua pelo assassinato de quatro pessoas na década de 1970. O governo italiano pediu sua extradição. O governo brasileiro deu a Battisti a condição de refugiado, pois entendeu que os crimes foram políticos.<br />
Toffoli afirmou que, como ministro do STF, não votará em causas nas quais atuou como advogado-geral da União, porque estaria impedido. Isso vale para o processo que discute a política de cotas raciais em universidades públicas, no qual emitiu parecer favorável. Também vale para o processo sobre uniões homossexuais, que Toffoli defende. O advogado também emitiu parecer afirmando que a Lei de Anistia é para todos, inclusive torturadores.<br />
O tema será julgado pelo STF.<br />
- São tantos casos que Vossa Excelência ficará de férias no Supremo - alfinetou o Senador Álvaro Dias (PSDB).<br />
Quatro dos nove irmãos de Toffoli assistiram à sabatina.<br />
O mais novo, José Eduardo Toffoli, portador de Síndrome de Down, foi ao encontro do irmão antes de terminar a sabatina e deu-lhe um beijo no rosto. Foi aplaudido. Os dois deixaram o plenário da CCJ abraçados, sorrindo
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 01 Oct 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2951</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Senado aprova Toffoli para o Supremo</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2952</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Juliano Basile, de Brasília
<p>
Aprovado, ontem, pelo Senado para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), José Antonio Dias Toffoli prometeu que vai adotar um distanciamento do PT e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. &quot;Eu não atuarei como advogado no STF. Atuarei como juiz togado&quot;, afirmou o advogado-geral, que deve ser empossado nos próximos dias como ministro do STF. Ele conseguiu 58 votos favoráveis no plenário do Senado, onde precisava de, no mínimo, 41 votos. Houve 9 votos contrários e 3 abstenções.<br />
Toffoli utilizou uma estratégia cautelosa durante a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça, onde, após falar por sete horas, obteve 20 votos favoráveis e 3 contrários. Ao mesmo tempo em que prometeu virar a página com relação aos seus anos como advogado do PT e na assessoria jurídica do presidente Lula, ele procurou apresentar o seu passado no comando da AGU como credencial para o que chamou de &quot;atuação em defesa do Estado Brasileiro&quot;. &quot;É uma página nova que se abre e a minha ligação com a defesa de causas do presidente Lula é uma fase encerrada da minha vida&quot;, enfatizou.<br />
Toffoli citou o exemplo da discussão da Lei da Anistia em que adotou posição contrária à do ministro da Justiça, Tarso Genro, que defendeu a punição para os torturadores do regime militar. Toffoli ressaltou que, ao se manifestar , foi contrário à opinião do ministro porque considerou a lei como &quot;um pacto social e político que pôs fim a uma situação para que o país pudesse superar aquilo e olhar para frente&quot;. &quot;Na AGU, procurei uma atuação como advogado de Estado, e não emiti opiniões partidárias ou de governo&quot;, resumiu.<br />
Além das ligações com Lula e o PT, as principais oposições à indicação de Toffoli foram resumidas nas perguntas do senador Álvaro Dias (PSDB-PR). Ele questionou o fato de o futuro ministro não ter mestrado, doutorado, nem livros publicados e ainda as condenações que sofreu no Amapá quando era advogado de políticos na Justiça Eleitoral. &quot;A trajetória de vossa excelência é extremamente ligada à pessoa do presidente da República e ao PT&quot;, acusou Dias. &quot;Eu poderia dizer que o PT quer estatizar o seu advogado mandando-o para o STF&quot;, completou.<br />
&quot;O meu compromisso é com a Constituição da República Federativa do Brasil&quot;, respondeu Toffoli erguendo um exemplar da Carta como se fosse um escudo. &quot;A minha atuação como advogado-geral em nada vai refletir na impessoalidade para julgar qualquer causa.&quot;<br />
Com relação à ausência de diplomas de pós-graduação, Toffoli disse ter feito uma opção pela advocacia, e não pela academia. &quot;Eu chefiei 8 mil advogados espalhados pelo Brasil em quatro carreiras distintas e conseguimos vitórias fabulosas no STF.&quot; Ele ainda reiterou que o fato de ter atuado como assessor parlamentar foi o equivalente a uma &quot;pós-graduação extraordinária&quot;, onde teve a oportunidade de discutir leis e emendas à Constituição, inclusive a emenda que permitiu a reeleição, na qual afirmou ter atuado para impedir um eventual terceiro mandato.<br />
Sobre as condenações no Amapá, onde há um questionamento a respeito dos procedimentos de licitação para a contratação de seu escritório, em 2001, o advogado-geral afirmou que essas decisões foram suspensas e que espera que, ao fim, sejam julgadas improcedentes. E a respeito de não ter passado em dois concursos para juiz, Toffoli reiterou a sua opção por advogar.<br />
Outro momento delicado da sabatina foi quando o senador Pedro Simon (PMDB-RS) mostrou-se preocupado com o fato de Toffoli ter trabalhado na Casa Civil sob o comando de José Dirceu. Simon lembrou que Dirceu foi cassado por causa do escândalo do mensalão e que é réu no STF. &quot;O homem foi cassado por isso e vossa excelência estava ao lado do chefe da Casa Civil.&quot; Toffoli respondeu que nunca ouviu a palavra mensalão e também não foi citado durante as investigações.<br />
O indicado não esclareceu se votará o pedido de extradição do italiano Cesare Battisti. Toffoli advertiu que não assinou manifestações ao STF sobre o assunto, onde há quatro votos pela extradição, três contrários e o julgamento deve ser retomado nos próximos dias. Ele se comprometeu a examinar com rigor se estará impedido de atuar nos casos da AGU. Nesse momento, o presidente da CCJ, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), perguntou se poderia considerar que ele não votará e Toffoli saiu com a resposta de que, como ainda não era ministro do STF, não poderia se manifestar conclusivamente sobre o tema.<br />
Toffoli utilizou o fato de ter se manifestado em diversas causas pela AGU como impedimento para que pudesse se pronunciar a respeito das principais polêmicas em tramitação no STF. Com isso, evitou polemizar junto aos senadores a respeito de diversas questões que lhe foram feitas, como cotas para negros em universidades, a possibilidade de redução da maioridade penal e a adoção de filhos por casais homossexuais.<br />
No campo econômico, Toffoli afirmou que a grande função do Supremo é garantir a segurança jurídica para que as empresas possam investir. &quot;O Brasil, com estabilidade institucional, conseguiu superar as dificuldades políticas e econômicas, garantiu a alternância no poder sem rupturas. O país foi visto pela sociedade internacional como um local seguro no qual as instituições funcionam. É nessa perspectiva de desenvolvimento nacional que eu entendo que está o grande papel que podemos levar ao STF: uma visão conciliadora.&quot;<br />
O indicado se emocionou durante a sabatina e chegou a chorar quando o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) lhe informou que um advogado do PSDB, Tom Villas Boas, que atuou contra Toffoli, em 1998, no Tribunal Superior Eleitoral, durante aquela campanha presidencial, manifestou posição favorável à indicação para o STF. &quot;Apesar de toda adversidade política passada, estou diante de alguém que conhece o direito. Darei o voto a vossa excelência&quot;, disse Virgílio. &quot;Estou emocionado com esse depoimento&quot;, respondeu Toffoli, com a voz embargada.<br />
Após a aprovação, o presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, afirmou que Toffoli é &quot;seguramente uma pessoa qualificada&quot;. &quot;Ele vem para qualificar os debates e arejar a Corte com a sua juventude&quot;, completou o ministro Carlos Ayres Britto.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 01 Oct 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2952</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>STF terá ex-advogado do PT</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2954</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Apesar da contrariedade da oposição, José Antonio Toffoli foi aprovado por larga margem no Senado
<p>
O mais jovem entre os oito indicados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o Supremo Tribunal Federal (STF) em sete anos de mandato foi aprovado ontem pelo plenário do Senado. José Antonio Toffoli, 41 anos, ocupará a cadeira que pertenceu a Menezes Direito, que morreu em 1º de setembro.<br />
Além de ser o mais jovem, Toffoli foi também o nome mais controverso indicado para a Corte nos últimos anos. Alvo de críticas da oposição por ter advogado em defesa de Lula e do PT nas campanhas presidenciais de 1998, 2002 e 2006 e por ter sido condenado pela Justiça do Amapá em razão de um contrato que seu escritório de advocacia assinou com o governo daquele Estado, Toffoli chegou à sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aparentando tranquilidade. Antes do início da audiência, ele beijou no rosto seu irmão José Eduardo Toffoli, que o acompanhou.<br />
Toffoli não se furtou a responder questões polêmicas. Discorreu sobre temas como aborto e casamento entre pessoas do mesmo sexo. De modo geral, demonstrou-se conservador. Se disse contra o aborto e não imagina que alguém possa ser favorável a isso. Sobre a união homossexual, Toffoli afirmou se tratar de &quot;um fato social&quot;, que deveria ser reconhecido pelo Estado - mas a possibilidade de adoção por casais do mesmo sexo, porém, seria &quot;um segundo debate&quot;.<br />
Em um dos momentos mais emocionantes, o advogado quase chegou às lágrimas ao receber elogios públicos do líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), pela sua indicação. Toffoli ficou emocionado e embargou a voz ao dirigir-se ao tucano - depois que Virgílio leu trecho de um e-mail enviado pelo advogado do PSDB, Tom Villas Boas, com elogios a ele.<br />
- Me emocionei com o depoimento de Vossa Excelência e do Tom Vilas Boas - admitiu Toffoli.<br />
No e-mail, o advogado do PSDB recomendou que Virgílio aprovasse a indicação de Toffoli ao STF ao afirmar que nunca conheceu &quot;pessoa tão correta&quot; quanto o advogado. Toffoli e Villas Boas se enfrentaram no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições de 2006, quando um advogava para o PT, e o outro, para os tucanos.<br />
As críticas mais duras partiram de Álvaro Dias (PSDB-PR). Para o tucano, o notório saber jurídico de Toffoli pode ser questionado, já que ele não possui livros publicados, não foi aprovado em concursos para juiz, não possui cursos de mestrado ou doutorado e nem atuou em grandes questões jurídicas.<br />
- Optei pela advocacia. A minha formação profissional se fez na advocacia. A advocacia é uma atividade nobre, honrosa, está na Constituição como função auxiliar à Justiça. É defensora da aplicação do direito - respondeu Toffoli.<br />
Ao final da sabatina, a indicação foi aprovada com facilidade, por 20 votos a três. O resultado positivo encorajou a base do Planalto a encaminhar ontem mesmo a votação em plenário, onde Toffoli foi confirmado por 58 votos a favor, nove contra e três abstenções. O líder do DEM, Agripino Maia (RN), liberou a bancada para votar como quisesse.<br />
- Assistimos com muito respeito à sabatina do ministro Toffoli e a bancada está liberada para votar de acordo com sua consciência - disse Maia.<br />
A data da posse ainda não está marcada. O Senado agora mandará de volta ao presidente da República a mensagem com a aprovação do nome.<br />
Depois disso, Lula deverá enviar a indicação para o Supremo. O STF é que se encarregará de marcar a data para a posse do novo ministro.<br />
Brasília
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 01 Oct 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2954</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Amorim diz que negou avião a Zelaya</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2940</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Segundo chanceler, presidente deposto teria solicitado, sem sucesso, ajuda do Itamaraty para voltar a Honduras<br />
João Domingos<br />
BRASÍLIA
<p>
O ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou ontem que a presença de Manuel Zelaya na embaixada brasileira, apesar dos problemas que causou, acabou tendo um efeito prático: obrigar o governo de facto a aceitar o início do diálogo que pode levar a uma solução para a crise em Honduras.<br />
A declaração de Amorim foi feita durante audiência na Comissão de Relações Exteriores do Senado. Ele justificou o abrigo a Zelaya: &quot;O que iríamos fazer? Pô-lo na rua para ser preso, morto ou ir para a montanha organizar a guerrilha?&quot;<br />
Demonstrando tensão em alguns momentos, Amorim disse que o Brasil está empenhado em evitar mortes e tem obtido êxito nisso. &quot;Da parte dos zelaystas não há violência. As mortes que ocorreram na semana passada foram causadas pela repressão dos golpistas.&quot;<br />
O ministro reiterou que o Brasil não teve participação na volta de Zelaya a Tegucigalpa. E acrescentou que, no momento, não interessa saber quem esteve por trás da ação. Para reforçar suas palavras de que o Brasil nada teve a ver com a volta de Zelaya a Honduras - e de que ele e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva só ficaram sabendo que Zelaya estava em Tegucigalpa meia hora antes de ele se apresentar à embaixada -, Amorim citou um caso ocorrido três meses atrás, logo depois do golpe de Estado.<br />
&quot;Por telefone, Zelaya pediu que arranjássemos um avião para ele voltar a Honduras. Eu neguei. Depois, informei o presidente Lula.&quot; Amorim disse que nem deveria revelar esse segredo, mas o fez para dar mostras de que não estava escondendo nada.<br />
Ele disse que, no dia 2, uma missão precursora da OEA irá a Tegucigalpa e, no dia 7, chegará o secretário-geral José Miguel Insulza, além de chanceleres de outros países da América. Amorim disse que, embora reconheça o teor emocional do momento, o Brasil tem feito seguidos apelos para que Zelaya evite manifestações políticas no interior da embaixada. Mesmo assim ele voltou ontem a convocar um protesto do local. O chanceler também afirmou ter pedido ao presidente deposto que reduza o número de seus partidários que permanecem na sede da missão.<br />
Os senadores José Agripino Maia (DEM-RN), Heráclito Fortes (DEM-PI), Sérgio Guerra (PSDB-PE) e Álvaro Dias (PSDB-PR), além do deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), insistiram em tirar de Amorim algum tipo de condenação ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Este se gabou de saber da volta de Zelaya e, de acordo com informações que circulam no governo, foi o responsável por enviar Zelaya à embaixada brasileira. Em nenhum momento, porém, Amorim citou o nome de Chávez nem deixou o assunto se prolongar.
</p>
<p>
NO JURÍDICO<br />
Possibilidades para Brasil regularizar situação de Zelaya
</p>
<p>
Asilo diplomático<br />
Zelaya fica na embaixada, mas não pode fazer declarações políticas
</p>
<p>
Asilo territorial*<br />
Presidente tem de ser retirado de Honduras e trazido ao Brasil
</p>
<p>
Refugiado*<br />
Para obter status, Zelaya tem de vir ao País e se submeter a comitê
</p>
<p>
&quot;Hóspede&quot;<br />
Presidente permanece em limbo jurídico, sem status definido 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 30 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2940</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Advogado escala tropa de toga para sessão</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2941</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Acusado pelos adversários por causa da reprovação em dois concursos para juiz e por ter carreira vinculada ao PT, José Antonio Dias Toffoli convidou uma verdadeira &quot;tropa de toga&quot; para assistir à sua sabatina, hoje, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.<br />
A lista dos mais novos &quot;aliados&quot; inclui o jurista Yves Gandra, dois ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) - Maurício Correa e Sepúlveda Pertence -, o presidente da OAB, Cesar Britto, e o ex-deputado Sigmaringa Seixas (PT-DF).<br />
&quot;Por que tudo isso? É um lobby qualificado, que revela que há uma rejeição grande a essa indicação&quot;, afirmou ontem o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que assume ser contra a indicação.<br />
Para dobrar as resistências a seu nome, Toffoli até visitou os gabinetes de senadores, tanto de oposição quanto governistas. Apesar dos esforços, a pressão teria crescido nas últimas horas entre integrantes do Poder Judiciário. Só no gabinete do presidente da CCJ do Senado, Demóstenes Torres (DEM-GO), chegaram mais de mil mensagens contrárias à nomeação.<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 30 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2941</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Toffoli, sabatinado hoje, faz campanha na CCJ</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2942</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Candidato de Lula a ministro do STF volta a visitar senadores para garantir mínimo de 12 apoios em votação secreta
<p>
Carolina Brígido
</p>
<p>
BRASÍLIA. Na véspera da sabatina a que será submetido hoje na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ), o advogado geral da União, José Antonio Toffoli, aumentou ontem o ritmo de visitas aos senadores.<br />
Repetiu o percurso aos gabinetes de governistas e opositores para tentar convencêlos de que é uma pessoa qualificada para ser ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), função para a qual foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.<br />
Para ajudá-lo na tarefa, um grupo de procuradores da Advocacia Geral da União (AGU) também visitou senadores.<br />
Mas, na AGU, a popularidade de Toffoli não é unanimidade: um grupo de servidores programa para hoje uma manifestação na CCJ, com direito a faixa de protesto contra a indicação de Toffoli para o STF.<br />
Entre os 23 integrantes da CCJ, só quem deve fazer discurso contra Toffoli é Álvaro Dias (PSDB-PR). Ontem, Dias admitiu que não há outros senadores dispostos a ser mais rigorosos na sabatina ao candidato.<br />
Mas, como a votação é secreta, ele tem esperança de que o placar seja apertado, apesar de provavelmente favorável a Toffoli.<br />
O governo precisa obter pelo menos 12 votos na CCJ para garantir a aprovação dele.<br />
- Vou me posicionar na sabatina.<br />
Não creio que a oposição vá fazer o mesmo. Ninguém quer se manifestar publicamente.<br />
Mas, na hora de votar, é diferente - disse Dias.<br />
Ontem, de passagem pela Câmara dos Deputados, o secretáriogeral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Dimas Lara Barbosa, declarou apoio a Toffoli: - Ele tem sempre declarado ser pessoa católica. Temos testemunho não só de sua competência mas também do seu proceder ético. Nesse sentido, esperamos sim que o Poder Judiciário possa cada vez mais exercer sua função, agora com a colaboração do futuro ministro Toffoli, para fazer a Justiça acontecer.<br />
Toffoli é católico praticante.<br />
O irmão dele, José Carlos Dias Toffoli, é cônego em Marília, em São Paulo, e já foi secretárioexecutivo da Campanha da Fraternidade, da CNBB.<br />
Toffoli pediu à CCJ que reserve lugares para convidados dele: os ex-ministros do STF Sepúlveda Pertence e Maurício Corrêa, o advogado petista Sigmaringa Seixas e o jurista Ives Gandra Martins. Também incluiu na lista um filho do ministro do STF Carlos Alberto Direito. O ministro morreu no dia 1º e Toffoli foi indicado para substituí-lo.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 30 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2942</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Amorim diz que sem abrigo Zelaya seria morto</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2943</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Segundo o chanceler, há 3 meses, Brasil negou avião para o regresso de presidente deposto a Honduras
<p>
Bernardo Mello Franco
</p>
<p>
BRASÍLIA. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou ontem que o presidente deposto de Honduras Manuel Zelaya poderia ter sido morto, caso não tivesse obtido abrigo na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa. O chanceler disse que o fim da proteção levaria o país a uma guerra civil, e sustentou que o Brasil &quot;não tem muito o que fazer&quot; enquanto as entidades internacionais não conseguirem negociar uma saída pacífica para a crise. Amorim revelou que, no início da crise, o Brasil negou um avião para levar Zelaya de volta a Honduras. Disse ter negado pessoalmente o pedido, que teria sido feito dias depois do golpe, quando o presidente deposto estava em El Salvador: - Foi pedido um avião brasileiro para que o presidente Zelaya voltasse, e nós negamos.<br />
Como tínhamos emprestado um avião para o secretáriogeral da OEA, o presidente Zelaya se entusiasmou. Eu avisei ao presidente Lula e disse não. A FAB não foi sequer consultada.<br />
&quot;Brasil não pode calar Zelaya&quot;, diz chanceler As declarações foram feitas em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado. Segundo Amorim, o Brasil não teve escolha ao receber o pedido de abrigo a Zelaya: - Não sei o que teria acontecido se o Brasil não tivesse aceito. Ele teria sido preso, e talvez morto, se resistisse à prisão. Ou então estaria numa serra planejando uma revolução.<br />
Nós estamos contribuindo para o diálogo.<br />
Após ouvir cobranças para impedir o uso político da embaixada brasileira, o ministro afirmou que tem pedido moderação a Zelaya, mas disse que o Brasil não pode calá-lo.<br />
Ele confirmou que o Itamaraty tem permitido alguns tipos de atividade política do presidente deposto, como reuniões com enviados da OEA e do governo interino. Mas disse que conseguiu demovê-lo de usar o mote &quot;Restituição, pátria ou morte&quot;.<br />
- Não podemos cercear totalmente um presidente legítimo de fazer manifestações, mas temos feito um apelo à calma e à moderação. É uma situação muito emotiva, e eu não tenho poderes de coerção.<br />
O único (meio) seria colocálo na rua, o que significaria a sua prisão e talvez a sua morte e uma guerra civil em Honduras.<br />
O chanceler também disse que não poderia conceder salvo-conduto para retirar Zelaya de Honduras, já que o presidedente quer ficar no país: - Não temos muito o que fazer, a não ser aguardar o resultado de negociações com a Organização dos Estados Americanos e a Organização das Nações Unidas. A presença do presidente Zelaya no país é um elemento propício ao diálogo, que não estava ocorrendo.<br />
&quot;Democracia na região está em jogo&quot; Em resposta ao líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), o ministro admitiu a preocupação de que a diplomacia brasileira fique refém da crise em Honduras, que o tucano definiu como &quot;um pequeno país&quot;: - naturalmente é um a preocupação nossa. Mas o que está em jogo não é só um pequeno país da América Central, mas o destino da democracia na região. A tolerância a um golpe de Estado poderia inspirar outros golpes.<br />
Amorim foi questionado insistentemente sobre o status político de Zelaya na embaixada brasileira, mas se recusou a classificá-lo como asilado, refugiado ou hóspede oficial. Ao se justificar, alegou que a situação de Honduras não teria precedentes nas relações internacionais.<br />
A oposição disse repudiar o golpe em Honduras, mas fez provocações ao ministro e aproveitou para criticar o alinhamento do Brasil com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Amorim se irritou quando Álvaro Dias (PSDB-PR) insinuou que o país saberia da volta de Zelaya ao país, como acusa o governo interino: - Tenho 50 anos de vida pública. Se Vossa Excelência preferir acreditar nas palavras de um golpista, não posso faO zer nada.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 30 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2943</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Entidades empresariais engrossam pressão pela aprovação de Toffoli</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2926</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Juliano Basile e Cristiane Agostine, de Brasília
<p>
Apesar de vencer as principais causas tributárias julgadas nos tribunais superiores nos últimos dois anos e, com isso, sangrar os cofres das empresas em bilhões de reais, o advogado-geral da União, ministro José Antonio Dias Toffoli, conta com o apoio de diversas entidades do setor privado em sua campanha para o Supremo Tribunal Federal (STF).<br />
Os senadores estão recebendo pedidos favoráveis a Toffoli da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio) e de integrantes da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF). Esse apoio surgiu um mês e meio depois de, sob o comando de Toffoli, a AGU ter imposto às empresas a maior derrota tributária da história do Supremo: a declaração do fim do crédito de IPI à exportação, uma causa estimada em R$ 270 bilhões julgada a favor do governo em 13 de agosto.<br />
O Senado sofre uma pressão sem precedentes para aprovar o ministro. A sabatina será realizada amanhã na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, hoje, Toffoli dará continuidade às visitas aos senadores. Eles estão recebendo também um kit com o currículo do advogado-geral e informações a respeito de ministros do STF que não concluíram pós-graduação ou que tiveram militância político-partidária e, depois, se tornaram &quot;expoentes&quot; na Corte. Uma das principais restrições ao advogado-geral de 41 anos é que toda sua atuação, até agora, foi como advogado do PT e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em campanhas eleitorais.<br />
Toffoli contratou ainda o grupo CDN de comunicação para fazer assessoria de imprensa e treinamento (&quot;media training&quot;). Contratou também seu assessor especial Adão Paulo Oliveira, que desligou-se da função na AGU para ajudá-lo na campanha pela aprovação. O indicado tem ensaiado respostas aos possíveis questionamentos da sabatina, em especial quanto à sua ligação com o PT, com o ex-ministro José Dirceu e com o presidente Lula. senadores como Álvaro Dias (PSDB-PR), contrário à indicação, questionarão a condenação de Toffoli em primeira instância da Justiça do Amapá - decisão suspensa por recurso.<br />
Toffoli convidou ilustres magistrados para compor a plateia da sabatina, na CCJ. Entre eles estão os ex-presidentes do Supremo Sepúlveda Pertence e Maurício Correa, além de Carlos Alberto Menezes Direito, homônimo e filho do ministro do STF que morreu dia 1º e cuja vaga será ocupada por Toffoli.<br />
Os governistas são maioria na comissão: dos 23 titulares, apenas oito são do PSDB e do DEM. A maioria deve votar com o relator Francisco Dornelles (PP-RJ), cujo parecer é favorável a Toffoli. Se aprovada na comissão, a indicação vai ao plenário.<br />
Na internet, os apoiadores de Toffoli se articulam e em blogs como &quot;toffolistf.blogspot.com.br&quot; há dezenas de manifestações. Até o fim da tarde de ontem, 134 pessoas haviam assinado a lista de apoiadores, entre eles Ronald Christian Bicca, presidente da Associação Nacional dos Procuradores de Estado.<br />
Além do crédito-prêmio do IPI, Toffoli foi vitorioso na cobrança de Cofins junto às sociedades civis (profissionais liberais, como escritórios de advocacia ) e obteve liminar no STF para suspender os processos em que se discutia a cobrança do ICMS na base de cálculo da Cofins. A primeira causa envolve R$ 126 bilhões e a segunda, R$ 80 bilhões.<br />
No Senado, as derrotas das empresas não estão gerando queixas do setor privado ao advogado-geral. Pelo contrário, os principais interlocutores entre o Legislativo e o setor empresarial estão elogiando o indicado para o STF. O discurso é o de que Toffoli tem um perfil institucional, que foi um defensor do Estado brasileiro, e não do governo Lula ou do PT. Como titular da AGU, ele assinou várias súmulas para que a União deixasse de recorrer em causas perdidas e essa atuação foi bem vista no empresariado. Assim, o advogado-geral seria um ministro a favor da manutenção de regras claras e seguras para o Estado. Esse discurso se encaixa naquilo que o empresariado precisa com relação ao Judiciário: regras previsíveis para dar a segurança necessária para os investimentos.<br />
&quot;O nosso juízo não pode ser meramente corporativo&quot;, afirmou ao Valor o presidente da CNI, Armando Monteiro Neto. Para ele, a indicação do advogado-geral não significa que o STF contará com um ministro pró-Fisco : &quot;As lideranças empresariais que estão ligadas ao ambiente institucional sabem que o ministro Toffoli estará sempre aberto ao diálogo. Ele se revelou uma pessoa equilibrada e serena e um magistrado precisa dessas qualidades.&quot;<br />
A Fecomércio enviou cartas para os senadores oposicionistas manifestando apoio a Toffoli. &quot;O exercício da advocacia-geral da União, ao lado da discrição e do equilíbrio existentes nas atividades desempenhadas demonstram que ele perfaz todos os requisitos exigidos para ocupar a vaga deixada por seu notável antecessor&quot;, escreveu o presidente da entidade, Abram Szajman, em carta enviada ao líder do DEM, senador Agripino Maia (RN).<br />
Com relação aos bancos, advogado-geral se manifestou favoravelmente à ação proposta por instituições financeiras no Supremo contra a cobrança de expurgos dos planos econômicos. Nesse caso, os bancos tentaram obter a assinatura de Lula na ação. O presidente recusou, pois a medida afetaria milhões de correntistas e seria impopular. A saída dada por Toffoli foi a de redigir manifestação técnica favorável aos atos tomados por governos anteriores na instituição dos planos econômicos.<br />
&quot;Ele convergiu com a nossa posição nos planos econômicos e sempre foi isento e bem fundamentado&quot;, disse José Ricardo Alves, vice-presidente de Relações Institucionais da CNF, que engloba a Febraban, a Andima (Instituições do Mercado Financeiro) e a Anbid (Bancos de Investimento), entre outras. Alves lembrou que, no julgamento da cobrança da comissão de permanência no Superior Tribunal de Justiça (STJ), Toffoli foi contrário aos bancos. &quot;Mas não é alguém que defende cegamente o governo&quot;, completou.<br />
O movimento das empresas coincide com o que ocorre internamente no próprio STF: antes da indicação havia tanto elogios quanto restrições a Toffoli; depois, todos passam a elogiá-lo por verificar que dificilmente o Senado deixará de aprovar o seu nome.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 29 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2926</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Na CPI, o controle é do governo</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2923</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Com ajuda de funcionários da estatal, aliados neutralizam investigação
<p>
BRASÍLIA. Com a presidência, a relatoria e a maioria dos votos, os governistas conseguiram até o momento neutralizar qualquer pretensão investigativa da oposição na CPI da Petrobras. Ainda que a estatal mantenha em alerta um pequeno batalhão de assessores, a base aliada já não disfarça o sucesso da estratégia e mal se faz presente nos depoimentos. Sem a esperada repercussão ou fatos novos, restou à oposição reconhecer, por enquanto, que a comissão dificilmente conseguirá quebrar sigilos ou convocar personagens para detalhar as irregularidades já conhecidas que resvalam no governo e no PT.<br />
A estratégia de controle tem três eixos: ritmo rápido, escopo limitado e pouca visibilidade. O resultado faz a CPI se assemelhar a um grupo de trabalho técnico, não fossem os insistentes protestos dos três oposicionistas: Álvaro Dias (PSDB-PR), Sérgio Guerra (PSDB-PE) e Antonio Carlos Magalhães Júnior (DEM-BA).<br />
Para lidar com o trio, o governo escalou o líder Romero Jucá (PMDB-RR), que baniu a hipótese de reação dos adversários: cada reunião é arquitetada previamente e os depoimentos contam com blindagem.<br />
Já viraram motivo de ironia as interrupções de Jucá, no meio de uma inquirição de outro senador, para &quot;explicar melhor&quot; o que o convidado está querendo dizer. Quando Jucá tentou censurar questionamentos mais espinhosos de Álvaro Dias, foi acusado de falta de isenção pelo senador:<br />
- O senhor está tentando cassar o meu mandato! Tenho direito de fazer as perguntas que quiser. Já sabemos que não constará em seu relatório nada que não interesse ao governo.<br />
Jucá traçou um plano de trabalho que segue à risca - independentemente da chegada da documentação que embasa cada assunto. Cada reunião é precedida por uma preparatória e a Petrobras participa. A proximidade não causa constrangimento: gerentes da estatal que depuseram na semana passada recusaram a sala de espera e utilizaram a da liderança do PT.<br />
Quando a oposição utilizou outra comissão para perturbar o Planalto - ao convocar, sorrateiramente, a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira, para falar sobre seu encontro secreto com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff -, Jucá deu o troco. Derrubou de uma só vez um bloco de 70 requerimentos da oposição na CPI.<br />
A visibilidade foi restringida pelo horário das sessões. Nas tardes de terça não há cobertura pela TV Senado e a reunião é obrigatoriamente interrompida por votações no plenário. Com audiência baixa, nem a maioria aliada faz muita questão de comparecer.<br />
A cobertura jornalística é monitorada por assessores da Petrobras, que acompanham conversas entre repórteres e fontes. 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 28 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2923</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Siameses</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2921</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Ilimar Franco - Panorama Político <br />
<br />
Com Fernanda Krakovics, sucursais e correspondentes
<p>
Meirelles no PMDB<br />
O presidente do BC, Henrique Meirelles, bateu o martelo. Vai se filiar ao PMDB. Ele comunicou sua decisão ontem ao presidente do PMDB, deputado Michel Temer (SP), em almoço na casa do presidente da Câmara. A filiação será terça-feira, um dia antes dele embarcar para a reunião do COI em Copenhague. Se decidir concorrer ao governo ou ao Senado por Goiás, ele terá de deixar o cargo em 31 de março. Seu nome passa também a ser uma alternativa para vice da ministra Dilma Rousseff.
</p>
<p>
Iris: &quot;O PMDB está de portas abertas&quot;<br />
O prefeito de Goiânia, Iris Resende, foi o primeiro a saber da decisão de Meirelles.<br />
Ele foi informado por Temer. O prefeito falou sobre os entendimentos: &quot;Conversei com Meirelles há dois meses, por iniciativa dele, e disse: ‘Henrique, o PMDB está de por tas abertas. Entrando, você pode ser candidato a governador, a Senador, a vice, contanto que esteja filiado. O PMDB de Goiás não pode apoiar você em outro partido.<br />
Você não vai querer ser candidato para perder. Você vai decidir a sua vida. Eu tenho três anos de mandato na prefeitura, acabo de ser reeleito, e só sairei se o partido não tiver um nome forte para competir'&quot;.
</p>
<p>
Vou entrar no PMDB, mas antes vou falar com o presidente Lula, na segunda-feira&quot; - Henrique Meirelles, presidente do BC, no almoço com o presidente do PMDB, deputado Michel Temer (SP)
</p>
<p>
MENSALÃO. O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) prestou depoimento anteontem no processo do mensalão. Disse que foi procurado no Ministério da Integração pelo presidente do PTB, Roberto Jefferson, um ano antes de estourar o escândalo.<br />
Jefferson lhe relatou tentativas de suborno para troca de partido.<br />
Ciro o aconselhou a aproveitar a imunidade parlamentar para denunciar o caso, além de procurar o presidente Lula.
</p>
<p>
Ciro Gomes namora o PTB<br />
O PSB negocia aliança com o PTB para aumentar o tempo de TV da campanha de Ciro Gomes para presidente da República. As conversas têm sido feitas com o ex-ministro de Relações Institucionais, José Múcio, indicado para o Tribunal de Contas da União. E Ciro tem discutido o assunto com o presidente do PTB, Roberto Jefferson, com quem tem uma boa relação desde a campanha presidencial de 2002, quando estiveram juntos. Ciro concorreu pela coligação PPS-PTB-PDT.
</p>
<p>
O PSDB às turras com o DEM<br />
Os tucanos pressionam o DEM nos estados. O DEM está com Osmar Dias (PDT) para o governo do Paraná, enquanto o PSDB nacional apoia o prefeito de Curitiba, Beto Richa. O DEM está com Ricardo Ferraço (PMDB) no Espírito Santo e o PSDB apoia o deputado Vellozo Lucas.<br />
O DEM está com o prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho (PSB), e o PSDB está dividido. O DEM diz que não sacrificará sua política de reconstrução partidária.
</p>
<p>
Um novo rumo<br />
Vetado por Orestes Quércia (PMDB), o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, deve se filiar ao PR para concorrer ao governo de São Paulo.<br />
Os entendimentos estão sendo feitos com a participação de Dilma Rousseff e Gilberto Carvalho.
</p>
<p>
SIAMESES<br />
Sobre as eleições para o governo do Paraná, o Senador Osmar Dias (PDT) tem dito: &quot;Se eu for, meu irmão não será candidato&quot;. O Senador Álvaro Dias (PSDB) costuma dizer o mesmo: &quot;Se eu concorrer, meu irmão não vai disputar&quot;.
</p>
<p>
A EXPECTATIVA do PV é que Marina Silva atinja 10% nas pesquisas até o fim do ano. No último Ibope, ela variou entre 6% e 11%, dependendo do cenário.
</p>
<p>
DO LÍDER do PMDB, Henrique Alves (RN), sobre a filiação de Meirelles: &quot;Isso é muito bom, porque é uma demonstração de qualidade do PMDB&quot;.
</p>
<p>
EMBOLOU a eleição para o Senado no Amazonas.<br />
Pesquisa do instituto Perspectiva com 800 eleitores dias 17 e 18: Eduardo Braga (PMDB), 39%; Vanessa Grazziotin (PCdoB), 21%; Arthur Virgílio (PSDB), 19%.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Fri, 25 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2921</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Toffoli: governistas temem reprovação em plenário</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2917</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Advogado fez nova romaria pelo Senado; na CCJ, relator apresentou indicação, e sabatina foi marcada
<p>
BRASÍLIA. O governo está preocupado com o risco de reprovação em plenário do Senado do nome do advogadogeral da União, José Antonio Toffoli, para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Até terça-feira, as atenções do governo - e do próprio Toffoli - estavam mais voltadas para a sabatina que o candidato enfrentará no próximo dia 30 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.<br />
Agora, os governistas têm trabalhado para fortalecer Toffoli diante de todos os Senadores. O advogado, que só estava visitando gabinetes de integrantes da CCJ, abriu o leque. Quer atingir a meta de conversar com todos os Senadores até a próxima semana.<br />
- É preciso fazer um trabalho dedicado em todo o Senado, senão ele corre o risco de ser reprovado no plenário - alertou um Senador da bancada governista.<br />
Toffoli começou o dia em audiência com Tião Vianna (PT-AC) e, até a noite, tinha conversado com boa parte dos 81 Senadores. Para ser aprovado na CCJ, Toffoli precisa convencer 12 dos seus 23 integrantes. No plenário, precisará dos votos de 41 Senadores.<br />
Ontem, na CCJ, o Senador Francisco Dornelles (PP-RJ) leu seu relatório sobre a indicação de Toffoli. O parlamentar resumiu o currículo de Toffoli e mencionou que ele responde a dois processos no Amapá por suposta contratação ilegal como advogado do estado.<br />
Não comentou que Toffoli foi advogado das campanhas do presidente Lula em 1998, 2002 e 2006. Antes da votação, houve pedido de vista coletivo, e a sabatina, seguida da votação, foi marcada para o dia 30.<br />
Na sessão, houve uma demonstração do clima que deverá envolver a CCJ no dia da sabatina. O Senador Álvaro Dias (PSDB-PR) protestou contra a indicação e lembrou que a Constituição exige do candidato à vaga &quot;notável saber jurídico&quot;.<br />
- Não foi a melhor escolha. Não há mestrado, não há doutorado, não há livros escritos. Quantos juristas se dedicaram aos estudos, são talentosos e são preteridos neste momento? - disse Virgílio.<br />
Aloizio Mercadante (PT-SP) defendeu Toffoli, dizendo que ele fez ótima gestão à frente da Advocacia Geral da União (AGU). (Carolina Brígido)
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 24 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2917</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Parecer sobre Toffoli acirra ânimos</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2918</link>
    <description>
    <![CDATA[
    BRASÍLIA - Numa sessão marcada por debates acirrados entre senadores da base e da oposição, os integrantes da Comissão de Constituição e Justiça cumpriram o acordo fechado pelos líderes partidários e concederam vista ao relatório do senador Francisco Dornelles (PP-RJ) sobre a escolha do advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, para ocupar uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal. Com isso, a sabatina de Toffoli ficará para o dia 30, como estava previamente negociado entre os líderes.<br />
O texto de Dornelles é positivo à indicação de Toffoli. Não traz críticas ao advogado nem faz referência às polêmicas lançadas contra a indicação dele para o cargo. O parecer - que tem seis páginas e expõe o currículo do advogado-geral - não cita, por exemplo, o fato de Toffoli ter sido advogado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa eleitoral de 1998, 2002 e 2006, nem o fato de ter sido reprovado em dois concursos públicos. Toffoli acompanhou a leitura do relatório em uma sala próxima da CCJ.<br />
Pelas regras do senado, como a votação será secreta, o relatório não pode recomendar como os senadores devem votar, mas o parecer de Dornelles aponta que o advogado-geral preenche os requisitos para ocupar uma vaga na Suprema Corte. Se for aprovado pela CCJ, o nome de Toffoli terá ainda que ser referendado pelo plenário do senado com o apoio de pelo menos 41 senadores. No relatório, o senador afirma que Toffoli entregou a relação de ações judiciais que figura como réu e a tramitação atualizada de cada uma, mas não faz nenhuma referência sobre o caso. Na segunda-feira, a Justiça do Amapá suspendeu temporariamente uma sentença que condenou o ministro de devolver R$ 420 mil aos cofres do Estado. Toffoli é suspeito, juntamente com outras três pessoas, de ter ganhado licitação supostamente ilegal em 2001 para prestar serviços advocatícios ao governo estadual.<br />
O vice-líder do PSDB, Álvaro Dias (PR), criticou o parecer de Dornelles. - Eu não posso aplaudir a indicação do presidente. Foi uma escolha atrapalhada. Não há como não considerar ser insuficiente sua trajetória jurídica se compararmos com outros nomes a disposição. O relator se esforçou em elaborar parecer maximizando alguns pontos, mas não me parece que essas atividades sejam suficientes. Não há mestrado, não há livros escritos. Há a reprovação em dois concursos públicos. Não seria esse momento de valorizar o preparo? A escolha não valoriza, desestimula - disparou.<br />
O líder do PT no senado, Aloizio Mercadante (SP), saiu em defesa de Toffoli. - As ações de Toffoli à frente da AGU já foram questionadas alguma vez? Não. Como pode alguém ter ganho tantas causas complexas, contar com o reconhecimento dos ministros do STF e não preencher os requisitos para ocupar uma vaga no Supremo? Ele tem ligação política sim, mas isso não é problema. Estamos cheios de exemplos de pessoas que serviram o Estado e não trouxeram prejuízos. Essa militância de defesa do Estado tem um papel essencial - afirmou.
<p>
Reajuste<br />
A Comissão de Constituição e Justiça também aprovou, quarta-feira, o reajuste para os ministros do Supremo Tribunal Federal. Após a votação, contudo, um grupo de senadores cobrou que o Legislativo coloque em discussão a equiparação dos salários dos três Poderes. O líder do governo no senado, Romero Jucá (PMDB-RR), por exemplo, disse que a equiparação está prevista na Constituição. - Todos os anos reajustamos o teto do Judiciário e congelamos o Executivo e o Legislativo. Não faz sentido um ministro ganhar mais do que o presidente da República, do que um senador e um deputado. Temos que ter coragem de colocar isso em discussão. Poderia se fazer um equacionamento da remuneração, não seria do dia para a noite, seria um esca lonamento, mas temos que fazer com que os tetos sejam equiparados para os três Poderes - disse Jucá.<br />
O senador Wellington Salgado (PMDB-MG) reforçou o pedido: - Por que não corrigimos os nossos? Eu não consigo entender. O critério tem de ser único. Não há razão para distorções - defendeu.<br />
O aumento do STF aprovado quarta-feira segue agora para sanção presidencial. Se for sancionado como está, os ministros vão passar a ganhar R$ 25.725 - logo após a sanção - e R$ 26.723 a partir de fevereiro de 2010. Atualmente, o salário dos ministros é de R$ 24.500, uma diferença de R$ 7.988 para o salário dos deputados, que é de R$ 16.512, e de R$ 13.080 para o vencimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que é de R$ 11.420. (Com agências)
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 24 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2918</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Oposição promete uma sabatina rigorosa</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2898</link>
    <description>
    <![CDATA[
    BRASÍLIA - A decisão da Justiça do Amapá de suspender temporariamente a condenação ao advogado-geral da União, ministro José Antonio Dias Toffoli, de devolver R$ 420 mil aos cofres do Estado não mudou a ofensiva da oposição preparada para a sabatina do advogado, indicado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. O vice-líder do PSDB no senado, Álvaro Dias (PR), disse segunda-feira que o que mais pesa contra a escolha de Toffoli é a falta de &quot;notório saber jurídico&quot; e a reprovação em dois concursos para a magistratura, um em 1994 e outro em 1995.<br />
- Isso não esgota o assunto. Toda vez que alguém tem que dar explicações sobre conduta ética já está comprometido. A condenação ter sido anulada não muda nada. Há indícios de conduta não recomendada. E temos ainda que verificar se há ou não notório saber jurídico. E ao que me parece neste caso não há. Temos outros juristas brasileiros que se encaixam no requisitos mínimos exigidos para um representante do STF - afirmou Dias.<br />
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Demóstenes Torres (DEM-GO), que vai comandar a sabatina de Toffoli - marcada para o dia 30 de setembro - revelou que pretende solicitar cópia da condenação e do recurso apresentado pela defesa do advogado-geral para distribuir aos integrantes da comissão.<br />
- É importante que esse material sirva de consulta - explicou.<br />
O líder do PSDB no senado, Arthur Virgílio (PSDB-AM), também antecipou que está disposto a cobrar informações detalhadas de Toffoli sobre o processo a que responde no Amapá.<br />
- Ele precisa dizer aos senadores dos seus compromissos, que virou a página, que não advoga mais para o PT. Vou ouvir minha bancada, meu partido e analisar criteriosamente o currículo e a exposição que ele fará aos senadores - promete Virgílio.<br />
Para o tucano, até agora, o presidente Lula não errou na escolha de seus indicados para o STF.<br />
- Se tem um ponto em que o presidente Lula não merece críticas minhas é o seu tratamento com tribunais superiores. O Supremo é independente. Se percebemos que a indicação (de Toffoli) tem critério político, aí sim vamos reagir.<br />
Virgílio ainda rebateu a comparação entre Toffoli e o presidente do STF, Gilmar Mendes, que também ocupava a Advocacia-Geral da União no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) no período em que foi indicado para o STF. - O ministro Gilmar Mendes nunca foi advogado do PSDB - ressaltou o tucano. (Com agências)<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 22 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2898</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Estratégia de governistas esvazia depoimento à CPI</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2903</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Cristiane Agostine, de Brasília
<p>
A base governista no Senado fez mais uma manobra para esvaziar a CPI da Petrobras e marcou para o mesmo horário depoimentos de dois diretores estratégicos da estatal. No início da tarde de hoje, o gerente executivo de comunicação da estatal, Wilson Santarosa, deverá participar de oitiva na comissão que investiga denúncias contra a Petrobras. Ao mesmo tempo, Senadores ouvirão o diretor de Exploração e Produção, Guilherme Estrella, e o diretor financeiro e de relações com investidores, Almir Guilherme Barbassa, na Comissão de Assuntos Econômicos.<br />
A oposição reclama do enfraquecimento da comissão que investiga a Petrobras, mas ainda não traçou uma estratégia para tentar reverter a situação. Senadores do PSDB e do DEM demonstram desânimo até mesmo em relação ao depoimento de hoje, de Wilson Santarosa, e da investigação de contratos de patrocínio da estatal com ONGs. Para o autor do requerimento de abertura da CPI, Álvaro Dias (PSDB-PR), a denúncia de supostas irregularidades em contratos da Petrobras com ONGs e prefeituras não deve ser suficiente para pressionar o governo. &quot;Isso (as denúncias) já apareceu muito na mídia e para os jornalistas já não interessa tanto. Batemos nisso desde a CPI das ONGs&quot;, afirmou ontem. &quot;Estamos desarmados e não temos muitas informações para confrontar a Petrobras com as denúncias&quot;, explicou. &quot;O que podemos perguntar é o que saiu na imprensa.&quot;<br />
Na CPI deverão prestar depoimentos, além de Santarosa, o gerente de Responsabilidade Social, Luís Fernando Maia Nery e a gerente da área de Patrocínios, Eliane Sarmento Costa.<br />
A CPI, esvaziada nas últimas sessões, poderá ter um quórum ainda mais baixo: parlamentares governistas devem participar de audiência com o diretor Guilherme Estrella sobre o marco regulatório do petróleo da camada do pré-sal e a capitalização da Petrobrás. &quot;A CPI deixou de ser um instrumento forte no Congresso&quot;, disse ontem o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM). Na semana passada, a reunião foi adiada sem resistência da oposição. Com controle do governo, a CPI não gerou o constrangimento nem a preocupação que o governo temia.<br />
Os contratos do governo com ONGs foi examinado pela CPI das ONGs, sem funcionamento desde que a CPI da Petrobras teve início. Outra comissão de inquérito foi protocolada também para investigar contratos do governo com entidades sociais, a CPI do MST. &quot;Essa pulverização gera um esvaziamento das investigações&quot;, constatou Heráclito Fortes, presidente da CPI das ONGs.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 22 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2903</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>O oitavo de Lula no STF</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2893</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Marcelo Rocha e Matheus Leitão
<p>
Ex-advogado do presidente e do PT, o advogado-geral da União, José Antonio Toffoli, é a mais polêmica indicação de Lula ao Supremo Tribunal Federal
</p>
<p>
DESTINO
</p>
<p>
O advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, não tem um currículo vistoso, mas pode ser ministro da mais alta Corte do país<br />
Com a escolha de José Antonio Dias Toffoli, de 41 anos, para ocupar a cadeira deixada pelo ministro Carlos Alberto Direito no Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente Luiz Inácio Lula se iguala, em número de indicações, ao marechal Humberto Castello Branco, primeiro presidente sob o regime militar de 1964. São oito. Considerando a aposentadoria de Eros Grau, que, em maio do próximo ano, completará 70 anos, idade-limite para a atuação no Tribunal, Lula poderá encerrar o mandato com nove ministros no currículo. Seria o mesmo número de indicações feitas pelo general João Figueiredo, último presidente do regime militar. Quem mais indicou ministros à corte foi Getúlio Vargas. Entre 1930 e 1945, Getúlio fez 21 indicações.<br />
Ao contrário das indicações anteriores feitas por Lula, a de Toffoli é a mais carregada de polêmica. Advogado-geral da União, ele é jovem para os padrões do Supremo, não tem um currículo vistoso e possui fortes ligações políticas. Toffoli foi advogado do PT, do presidente Lula em duas campanhas eleitorais e foi assessor do ex-ministro José Dirceu na Casa Civil. &quot;Há caráter político nessa nomeação&quot;, diz o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), da Comissão de Constituição e Justiça.<br />
A estreita ligação política de Toffoli com o PT deve ser o principal flanco de ataque da oposição, que tem algo como 30 dos 81 senadores. De acordo com a procuradora regional da República em São Paulo, Janice Ascari, Toffoli é visto na comunidade jurídica como o advogado do PT. &quot;Aos olhos da comunidade jurídica, ele pode até reunir as qualidades necessárias ao desempenho das funções de ministro do Supremo&quot;, diz Janice Ascari. &quot;Mas, dada sua atuação no governo e como advogado do PT, parece mais uma indicação por amizade, por afinidade política.&quot;<br />
O debate sobre a influência política é antigo. O atual presidente do Supremo, Gilmar Mendes, também estava na Advocacia-Geral da União (AGU) quando o presidente Fernando Henrique Cardoso o indicou para o tribunal. Na ocasião, os petistas espernearam. Puseram o rótulo de tucano nas togas de Mendes - numa atitude agressiva que, hoje, provoca constrangimento em boa parte da bancada governista, temerosa de experimentar o mesmo veneno.<br />
A comparação dos currículos de Toffoli e de Mendes, no entanto, mostra diferenças. Gilmar Mendes tem mestrado e doutorado em Direito pela Universidade de Münster, na Alemanha. Toffoli é apenas bacharel em Direito, com especialização na área eleitoral. Não tem título de mestre ou doutor. Outro fato apontado como despreparo técnico é que Toffoli foi reprovado duas vezes em concurso para juiz estadual em São Paulo.<br />
Se for aprovado na sabatina do Senado, no fim do mês, Toffoli chegará ao Supremo festejado por Lula. No último ano, Lula anunciou em duas ocasiões que já escolhera seu nome para a próxima vaga que fosse aberta. Toffoli recebeu a bênção do ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos e superou candidatos fortes, como o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Cesar Asfor Rocha, que tem bons padrinhos na política, e o advogado Luís Roberto Barroso. Na semana passada, Thomaz Bastos disse a um interlocutor que considera a juventude de Toffoli uma vantagem, pois ela contribui para renovar o ambiente tradicional do Supremo.<br />
Toffoli ganhou credibilidade para o cargo no STF por sua gestão na AGU, onde trabalham cerca de 8 mil advogados. Entre 2007 e 2009, a AGU economizou R$ 470 bilhões para os cofres públicos com as ações em que atuou para cobrar tributos devidos e outras pendências. Em sua gestão, a AGU venceu disputas importantes no Supremo, como a importação de pneus usados, declarada inconstitucional pela Corte. Também venceu o debate sobre créditos-prêmio do IPI, que poderiam representar um imenso prejuízo ao Erário. Alinhado com Lula, Toffoli afastou-se do ministro da Justiça, Tarso Genro, e do secretário de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, ao se opor à abertura de processos contra oficiais acusados de tortura de presos políticos durante o regime militar.<br />
A juventude de Toffoli é relativa. Apesar de ter apenas 41 anos, ele tem um longo histórico de tribunais superiores, em contatos com ministros e juízes iniciados em 1995, quando foi nomeado para atuar como assessor jurídico da bancada do PT na Câmara. Naquele período, portou-se como um guerrilheiro de tribunais: iniciou 27 ações diretas de inconstitucionalidade contra projetos do governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB).<br />
A combatividade rendeu a Toffoli a defesa de Lula nas campanhas presidenciais de 1998 e 2002. Ele chegou ao governo levado pelo então ministro José Dirceu. Ocupou a subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil. Saiu depois da substituição de Dirceu por Dilma Rousseff, que lhe deu dois chás de cadeira quando foi procurá-la para debater seu futuro.<br />
Toffoli voltou a advogar em 2006. Defendeu algumas causas ao lado da advogada Roberta Maria Rangel, hoje sua namorada. Pai de uma menina, separado, Toffoli tem oito irmãos. Cuida de um deles, José Eduardo, portador da síndrome de Down, que mora com ele em Brasília. Toffoli nasceu em Marília, em São Paulo, e foi caixa de uma pizzaria na capital paulista para bancar os estudos. Sua mais conhecida extravagância é colecionar armações de óculos de várias cores e formatos.<br />
Toffoli foi duas vezes reprovado no concurso para juiz e é visto como advogado do PT
</p>
<p>
PADRINHO
</p>
<p>
Toffoli com o presidente Lula. Ele foi assessor jurídico do PT e defendeu Lula em duas campanhas presidenciais<br />
Para ser confirmado no Supremo, Toffoli terá de ser sabatinado pelo Senado. Poderia ser o momento correto para Toffoli mostrar se está à altura da responsabilidade que o presidente quer lhe conferir. Mas os anais do Senado revelam que são pequenas as chances de isso acontecer. Não há registro, em 180 anos de história do Senado, que um postulante a uma vaga no Supremo tenha sido rejeitado. &quot;O Senado tem sido um homologatório das vontades presidenciais&quot;, diz o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto. Em vez de ser uma oportunidade para testar a capacidade do indicado, as sabatinas são sessões de elogios.<br />
Há explicações para que seja assim. Para o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde Toffoli será arguido antes da votação em plenário, as sabatinas são &quot;laudatórias&quot;. &quot;A capacidade do Senado de sabatinar é francamente questionável&quot;, afirma Torres. &quot;Os senadores são despreparados. Não sabem o peso de uma Corte como o STF. Muitos têm processos espinhosos e não querem se indispor com um futuro ministro&quot;, diz um ministro do Supremo. Ainda que o voto seja secreto, nenhum senador quer se arriscar: os ministros do Supremo são responsáveis por inquéritos e ações penais contra os próprios senadores. Cerca de 25% dos 81 senadores respondem a processos no STF.<br />
Comparadas com as sabatinas feitas no Senado dos Estados Unidos, as brasileiras parecem exame oral da Escolinha do professor Raimundo. A juíza Sonia Sotomayor, que tomou posse na Suprema Corte americana no início do mês, foi submetida a uma semana de perguntas constrangedoras sobre sua vida financeira, sua ligação com o governo democrata Barack Obama, sua nacionalidade porto-riquenha e sua vida pessoal. Só depois disso conseguiu ser aprovada, graças à maioria democrata no Senado, de 60 contra 40. Em 1987, o jurista conservador Robert Bork, indicado à Suprema Corte pelo presidente Ronald Reagan, foi reprovado por 58 votos a 42, após duas semanas de escrutínio público. &quot;Eles são muito mais rigorosos. Mas há uma melhora na sabatina brasileira. Apesar de não ter tido nenhum voto contra, fui submetido a perguntas pertinentes&quot;, afirma o ministro Carlos Ayres Britto.<br />
Caso venha a ser confirmado, Toffoli poderá passar os próximos 28 anos na corte, consumando uma das mais prolongadas carreiras da história do Supremo. Em meados de 2003, horas antes de indicar o ministro Joaquim Barbosa para o Supremo, Lula disse a ele na frente de várias testemunhas: &quot;Não vou te indicar. Você tem uma cara de menino&quot;. Na época, Joaquim tinha 48 anos e Lula lembrou aos presentes um caso semelhante. Contou que em junho de 1975, ao indicar o antecessor de Joaquim, José Carlos Moreira Alves, o presidente Ernesto Geisel ficou incomodado com a jovialidade do novo ministro, então com 43 anos. &quot;Em um ano o tribunal vai enjoar de você. E depois?&quot;, disse Geisel. Moreira Alves, tido como o mais conservador na história do Supremo, ficou 27 anos na corte.<br />
O indicado de Lula Toffoli chega ao Supremo graças a sua ligação com o presidente
</p>
<p>
A FAVOR<br />
Sob seu comando, a Advocacia-Geral da União (AGU) economizou R$ 470 bilhões para o governo<br />
Na AGU, venceu causas difíceis, como o caso da importação de pneus usados, considerada inconstitucional pelo Supremo<br />
Tem bom trânsito entre ministros e juízes de Brasília
</p>
<p>
CONTRA<br />
Seu currículo é fraco: não tem mestrado, doutorado e foi reprovado duas vezes no concurso para juiz em São Paulo<br />
Tem fortes ligações políticas: foi advogado do PT e do presidente Lula e trabalhou com o ex-ministro José Dirceu na Casa Civil<br />
Aos 41 anos, é muito jovem e inexperiente para os padrões do STF 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Mon, 21 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2893</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Congresso reage à indicação de Toffoli para STF</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2870</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Indicado por Lula, advogado-geral da União recebe críticas de Senadores da oposição por ter ligações com o PT
<p>
Maria Lima
</p>
<p>
BRASÍLIA. A confirmação da indicação ontem do advogado-geral da União, José Antonio Toffoli, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para substituir o ministro Carlos Alberto Direito no Supremo Tribunal Federal (STF), provocou forte reação no Congresso, onde Toffoli será sabatinado.<br />
O vínculo com o PT, com o ex-ministro José Dirceu e com o próprio Lula, além da pouca idade (41 anos) e do exíguo currículo na área jurídica, são apontados por Senadores, principalmente do PSDB, como elementos que podem lhe criar constrangimentos na sabatina e dificultar a aprovação da indicação no plenário da Casa.<br />
Para evitar uma disputa entre oposição e governistas, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Demóstenes Torres (DEM-GO), escolheu Francisco Dornelles (PP-RJ), considerado neutro, como relator da indicação. Segundo Álvaro Dias (PSDB-PR), há um clima de rejeição a Toffoli, não só no PSDB. Ele diz que, diferentemente de outras indicações de ministros feitas por Lula, Toffoli não atende aos requisitos de competência, reputação ilibada, qualificação profissional, lisura, independência e histórico exemplar nas funções desempenhadas:<br />
- Temos brecado aqui várias indicações de Lula e podemos brecar essa também. Neste caso, a indicação é político-partidária, de um mero cumpridor das ordens de Lula. Para ser ministro do STF, o requisito básico é a independência. Com tantos outros concorrentes brilhantes, Toffoli não tem uma trajetória que avalize sua indicação.<br />
No DEM, segundo Demóstenes Torres, há Senadores que aceitam a indicação de Toffoli, e outros que concordam com a posição do PSDB.<br />
- Escolhi o Dornelles porque ele é neutro e para que o Toffoli não tenha nem o conforto da indicação fácil nem o desconforto da oposição sistemática, como houve com a indicação do ministro Gilmar Mendes, no governo Fernando Henrique Cardoso - disse Demóstenes.<br />
O Senador Cristovam Buarque (PDT-DF) elogiou a competência de Toffoli, mas disse que sua ligação com Lula e o PT pode lhe criar problemas na Casa:<br />
- O que me preocupa é que o escolhido é muito partidário e ligado ao presidente Lula. É possível que tenha dificuldades no Senado por isso.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Fri, 18 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2870</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Nome de ex-advogado do PT recebe críticas</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2871</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Ligado a Lula e Dirceu, José Antonio Toffoli sofre resistências da oposição
<p>
Ainda que espere uma aprovação tranquila na sabatina do Senado, o mais recente indicado pelo Planalto a uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) já é o mais polêmico dos oito apontados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde 2003. Ligado ao PT, o advogado-geral da União, José Antonio Toffoli, foi assessor jurídico de Lula em três corridas presidenciais e assessorou José Dirceu na Casa Civil. Sua indicação atraiu críticas de Senadores de oposição.<br />
Os questionamentos mais duros devem vir dos tucanos. O vice-líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), considera política a escolha do Planalto:<br />
- A indicação é política, o presidente indica um cumpridor de suas ordens. Ele não tem trajetória jurídica que justifique sua indicação.<br />
Já o Senador governista Valdir Raupp (PMDB-RO) acredita que a indicação de Toffoli não deve enfrentar problemas no Senado.<br />
- O presidente já escolheu ministros de todas as áreas. Uma mulher e um negro, o que não havia no tribunal. Agora chegou a vez dos jovens - disse.<br />
O ponto que pode facilitar a sabatina para Toffoli é a disposição dos adversários do governo de não repetir o que ocorreu na sabatina do ministro Gilmar Mendes, atual presidente do tribunal, em 2002. Na época, Mendes foi bombardeado com perguntas sobre sua ligação com o PSDB. Além disso, o fato de Toffoli ser novo e poder ficar até 29 anos no STF levará a oposição a adotar tom moderado: nesse período o indicado de Lula poderá ser relator de inquéritos contra muitos parlamentares ao longo do tempo.<br />
Mendes disse ontem aprovar a indicação de Toffoli , a quem considera &quot;qualificado&quot; para compor a Corte e com &quot;bom diálogo no tribunal&quot;. As críticas ao advogado-geral da União foram veementes na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O presidente da entidade, Cezar Britto, defendeu ontem que o regimento do Senado seja alterado, permitindo que todas as indicações feitas pelo presidente da República a serem apreciadas pelos Senadores possam ser questionadas e até impugnadas pelos cidadãos. Sobre Toffoli, Britto foi sucinto:<br />
- Essa é uma escolha privativa do presidente da República, e Toffoli preenche requisitos constitucionais para a escolha, que hoje é técnico-política.<br />
O presidente indicou ainda o ministro de Relações Institucionais, José Múcio, para uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU). A Advocacia-Geral da União (AGU) será chefiada interinamente por Evandro Costa Gama e a Secretaria de Relações Institucionais por Alexandre Padilha, também em caráter interino.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Fri, 18 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2871</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Ayres Britto e Jobim discordam sobre regras para doação eleitoral</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2881</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Juliano Basile e Cristiane Agostine, de Brasília
<p>
A aprovação da minirreforma eleitoral pela Câmara dos Deputados desagradou o Senado e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os senadores rebelaram-se, ontem, contra o veto da Câmara a quase todas as modificações feitas no texto original que foi aprovado por eles. O presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Britto, criticou as restrições à campanha pela internet, o voto impresso e a possibilidade de &quot;doações ocultas&quot;.<br />
Para Ayres Britto, o ponto mais grave é a permissão de doações ao caixa geral dos partidos, e não diretamente aos candidatos. &quot;O trabalho da Justiça Eleitoral ficou extremamente dificultado&quot;, disse Britto. &quot;Nós queríamos uma lei que nos possibilitasse fazer um caminho do dinheiro, desde o primeiro doador até o último destinatário.&quot; O TSE adotou, nos últimos anos, um rigor maior na prestação de contas dos candidatos e está procurando verificar justamente de onde vem o dinheiro que eles recebem de seus partidos. Pelo texto da Câmara fica praticamente impossível fazer essa identificação já que o montante será primeiro recebido pelos partidos e de lá para os candidatos. &quot;Esperávamos que a lei investisse em mecanismos coibitivos de caixa dois e doação oculta&quot;, lamentou Britto.<br />
Neste ponto, a reforma eleitoral foi amplamente defendida pelo ministro da Defesa e ex-presidente do TSE, Nelson Jobim. Para ele, a concentração das doações nos partidos fortalece as legendas e fará com que os candidatos se reúnam em torno delas para obter recursos para a campanha. &quot;O TSE quer saber, em sua burocracia, o dinheiro para cada candidato&quot;, apontou Jobim. &quot;Mas, nós temos que privilegiar os partidos e fazer com que os candidatos dependam dos partidos&quot;, completou.<br />
Por outro lado, Jobim disse que vai recomendar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o veto em dois pontos do projeto que também foram criticados por Britto. São: o voto impresso e o voto em trânsito. O primeiro já foi testado nas eleições de 2002, quando Jobim era presidente do TSE, e resultou em atrasos de horas no sistema de votação porque muitas máquinas impressoras quebraram e os eleitores demoraram a obter o papel impresso com o voto. &quot;É um retrocesso&quot;, afirmou Britto. &quot;Onera a eleição e, para nós, não tem sentido&quot;, completou. Já o voto em trânsito é positivo na teoria, porém, muito difícil de ser implementado na prática. &quot;O voto em trânsito exigiria um sistema integrado em rede, logo, há impossibilidade técnica para que seja adotado&quot;, explicou Jobim. Britto disse que o TSE vai trabalhar para implementá-lo, mas reconhece que será difícil construir esse sistema integrado para permitir ao eleitor votar em qualquer lugar do país.<br />
O presidente do TSE contestou ainda o fato de a Câmara ter equiparado a internet ao rádio e à TV na campanha do próximo ano. &quot;A comparação da internet com mídias que dependem da concessão do Poder Público prejudica esse dinamismo que queremos para o processo eleitoral&quot;, disse Britto. Para ele, a internet deve ser um espaço maior para o debate, sem as limitações impostas às emissoras que possuem concessões públicas para funcionar e que são obrigadas, por exemplo, a fazer o convite para debates de todos os candidatos de partidos com representação na Câmara.<br />
&quot;Achamos que qualquer analogia cabível só poderia ser com a mídia impressa ou escrita&quot;, resignou-se.<br />
Relator do projeto de lei no Senado, Eduardo Azeredo (PSDB-MG) queixou-se da interferência da Câmara e disse que a proposta de modificação da Lei Eleitoral, aprovada na noite de quarta-feira, &quot;está prejudicada em seu mérito&quot;. Azeredo contestou o fato de o relator do projeto na Câmara, Flávio Dino (PDT-MA), ter acompanhado a discussão da matéria no Senado e, depois, ter surpreendido os senadores com a derrubada das emendas.<br />
Segundo Azeredo, a Câmara acertou ao manter a proposta feita pelos senadores de liberdade à manifestação do pensamento na internet, vedado o anonimato, mas errou ao aprovar o voto impresso a partir de 2014 - &quot;um retrocesso, desnecessário&quot; - e o voto em trânsito para presidente -&quot;impraticável&quot;, segundo o senador.<br />
Esses itens haviam sido retirados do texto no Senado. Azeredo criticou outros dois pontos vetados pela Câmara: a possibilidade de propaganda paga de candidatos à Presidência em sites noticiosos e a proibição de propaganda institucional e de participação de governantes na inauguração de obras e no lançamento de pedra fundamental quatro meses antes da eleição. Ao derrubar esse último item os deputados mantiveram a atual regra, que é a proibição três meses antes da eleição.<br />
Correligionário de Azeredo, o senador Álvaro Dias (PR) também contestou a atuação da Câmara. &quot;Acho inexplicável. É impossível que haja tantos obstáculos para aprovar o que o Senado fez. Passa a ideia de revanchismo&quot;, considerou.<br />
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), saiu em defesa do texto aprovado pelos senadores. &quot;Era bem melhor&quot;, disse.<br />
Para o senador Agripino Maia (RN), líder do DEM, &quot;o texto do Senado era melhor do que o da Câmara&quot;. Ele rebateu as críticas feitas por deputados, de que o papel do Senado é de apenas revisar, não de criar tantas emendas. &quot;Nós revisamos e alteramos para melhorar o texto, sem o sentido de fazer concorrência&quot;, comentou.<br />
Um dos deputados que argumentava que o papel o Senado não é o de fazer as 67 emendas que os senadores fizeram foi o correligionário de Maia, o líder do DEM na Câmara, Ronaldo Caiado (GO). &quot;Nosso texto é melhor. Não há nada de relevante no que foi feito pelo Senado&quot;, disse Caiado.<br />
Na análise do advogado Alberto Rollo, especialista em direito eleitoral, o texto aprovado pelo Congresso tem brechas jurídicas &quot;para que o Judiciário invada o espaço que era para ser ocupado pelo Legislativo&quot;. Um desses pontos é a doação oculta. O TSE pode continuar a exigir o caminho do doador ao candidato, mesmo com o texto prevendo que os recursos irão diretamente para o cofre dos partidos.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Fri, 18 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2881</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Toffoli vai enfrentar sabatina dura no Senado</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2882</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Juliano Basile, de Brasília
<p>
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva formalizou, ontem, a indicação do advogado-geral da União, ministro José Antonio Dias Toffoli, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, Toffoli será submetido à sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde terá de responder a uma série de perguntas para obter a aprovação para a vaga que foi aberta com a morte de Carlos Alberto Menezes Direito, no dia 1º . Além da CCJ, ele precisa ser aprovado pelo plenário do Senado para, somente depois, ser nomeado efetivamente por Lula e, enfim, empossado no cargo. Em seu lugar assume interinamente a Advocacia Geral da União o advogado substituto Evandro Costa Gama.<br />
As principais críticas a Toffoli são: a sua pouca idade (41 anos), a sua ligação com o PT, o fato de ter sido reprovado em dois concursos para juiz e, por fim, não ter mestrado nem doutorado. Hoje, o advogado-geral entra em férias justamente para se preparar para a sabatina.<br />
Toffoli advogou para três campanhas de Lula, em 1998, 2002 e 2006. Ele é próximo do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), quando atuou para a liderança do partido na Casa, nos anos 90, e também de José Dirceu de quem foi chefe-jurídico na Casa Civil, entre 2003 e 2005. No Senado, apesar de manter um diálogo com diversos líderes, Toffoli tem em Aloizio Mercadante (SP), o líder do PT, um de seus principais interlocutores. Essa ligação com o partido, aliada ao fato de Lula ter feito a sua oitava indicação para o STF, deverá ser bastante explorada na sabatina. Ao todo, Lula terá indicado sete dos onze ministros do Supremo.<br />
Parlamentares de oposição no Senado pretendem criar constrangimentos à aprovação de Toffoli para o Supremo exatamente por sua ligação com o presidente, José Dirceu e o PT. Para Álvaro Dias (PSDB-PR), o indicado &quot;não está suficientemente qualificado para a vaga&quot;. &quot;O essencial é ter certeza do notório saber jurídico dele. Há pessoas com uma trajetória mais notável que a dele, com mais experiência. Fica difícil justificar uma indicação quando sabemos que ele tem essa relação política&quot;, disse.<br />
Segundo o tucano, o advogado-geral da União deve ser aprovado na sabatina a ser realizada na Comissão de Constituição e Justiça, mas sofrerá constrangimentos no plenário, onde o governo tem mais dificuldade para aprovar propostas. O relator do caso deverá ser o senador Francisco Dornelles (PP-RJ).<br />
Para o líder do DEM no Senado, Agripino Maia (RN), a trajetória de Toffoli &quot;não impõe veto, nem obriga ao voto. Há uma sabatina no meio do caminho&quot;.<br />
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), saiu em defesa da indicação do presidente Lula. &quot;É uma grande escolha e trata-se de um jurista competente&quot;, afirmou.<br />
Toffoli deverá dizer na sabatina que procurou voltar a AGU para uma atuação em defesa do Estado, e não do governo do PT. Esse discurso faz parte da concepção do advogado-geral, desde que ele assumiu o cargo, em 2007, e o fez defender, inclusive, pareceres da AGU assinados durante a gestão do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Esse é o caso, por exemplo, do parecer que retira do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a competência para julgar fusões de bancos, dando exclusividade ao Banco Central para essa função. O texto foi assinado por FHC, em 2001, quando Gilmar Mendes era advogado-geral. Toffoli defende essa posição sob a alegação técnica de que o parecer não foi revogado por Lula. A concepção é a de que, se o texto vale até hoje, deve ser defendido pela AGU independentemente do presidente que o assinou.<br />
Com relação à pouca idade, Toffoli deve alegar que os dois ministros que atuam há mais tempo no STF (Celso de Mello e Marco Aurélio Mello) também foram nomeados com pouco mais de 40 anos. Celso foi nomeado por José Sarney, em 1989, quando tinha 43 anos. Marco Aurélio foi nomeado por Fernando Collor, em 1990, com a mesma idade. Mas nenhum tinha sido advogado de partido político como atividade principal. Ontem, o ministro Carlos Ayres Britto defendeu Toffoli dizendo que a sua juventude será boa para o Supremo. &quot;Sangue novo é bom. Oxigena o tribunal.&quot; Britto enfatizou ainda que a Constituição estabelece que os indicados para o STF devem ter mais de 35 anos. &quot;A idade não me preocupa em nada porque está dentro do parâmetro da Constituição.&quot;<br />
O advogado-geral não deverá enfrentar problemas com relação a outro requisito na Constituição: reputação ilibada. Ele não responde a nenhuma denúncia grave no meio jurídico ou político. Por outro lado, o indicado deverá ser questionado com relação a um terceiro requisito: notório saber jurídico. É neste ponto que os senadores deverão perguntar a Toffoli a respeito da reprovação em concursos para juiz, da ausência de pós-graduação e de livros em seu currículo. Toffoli deverá rebater essas questões citando as várias ações em que atuou como advogado-geral, como a defesa da lei que permitiu as pesquisas com células-tronco e da demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Deverá sustentar ainda que assinou mais de três mil peças ao STF em pouco mais de dois anos na AGU e acompanha de perto os principais debate na Corte.<br />
Ontem, o presidente do STF, Gilmar Mendes, elogiou Toffoli. &quot;É uma pessoa qualificada. Tem um bom diálogo com o tribunal e tem feito um bom trabalho na AGU.&quot; Esse discurso é o que tem prevalecido no Supremo após a indicação e faz parte da liturgia da Corte na qual os ministros atuais evitam criticar o futuro colega, pois sabem que as chances de aprovação de seu nome no Senado são muito grandes. Uma vez empossado, no entanto, Toffoli não deve escapar de outra liturgia que os ministros mais antigos do STF reservam ao mais novo: as sucessivas críticas nos primeiros dias de plenário. Só que, quando forem feitas, ele já estará empossado.
</p>
<p>
(Colaboraram Paulo de Tarso Lyra e Cristiane Agostine) 
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Fri, 18 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2882</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Governo corre para votar taxação da poupança</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2869</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Cristiane Agostine, de Brasília
<p>
Em véspera de ano eleitoral, o governo enfrentará dificuldade no Congresso para aprovar a proposta de tributar em 22,5% o rendimento da caderneta de poupança com saldo acima de R$ 50 mil. A oposição aposta na firmeza do Senado, onde a base governista tem mais dificuldade para ter maioria, para derrubar o projeto. PSDB e DEM criticarão o governo por criar nova taxa e aumentar a cobrança aos poupadores. Os governistas rebaterão as acusações ao divulgar que a medida reduzirá os juros e beneficiará os mais pobres.<br />
O texto deve chegar até amanhã ao Congresso. O governo quer aprovar a proposta até o fim deste ano, para que passe a valer a partir de 1º de janeiro de 2010. A avaliação de governistas é que no próximo ano, com as eleições, será ainda mais difícil votar o texto.<br />
A base do governo no Congresso afina o discurso para defender o projeto, que enfrentará resistências. &quot;Quem for a favor da queda dos juros tem que votar pela aprovação da proposta&quot;, enfatizou ontem o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). &quot;A taxação é necessária para poder diminuir os juros. Isso beneficia dos mais pobres aos ricos. Quem não aceitar que apresente outra proposta&quot;, disse ontem Jucá. A proposta, entretanto, surpreendeu alguns líderes partidários, como o do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP). &quot;Conversei sobre isso com o ministro [Guido] Mantega há quatro meses. Tenho de falar com ele ainda para saber o que virá&quot;, comentou ontem Mercadante. O líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), disse que também pedirá informações ao ministro da Fazenda.<br />
PSDB e DEM já anunciam que vão votar contra. &quot;Não temos outra proposta, mas não vamos aprovar essa&quot;, disse ontem o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE). &quot;Vamos debater com o DEM, mas não deixaremos aprová-la&quot;, comentou o líder do DEM, senador José Agripino (RN). &quot;O povo já trabalha cinco meses para sustentar o governo, com impostos. Não há como admitir qualquer taxação extra&quot;, reclamou ontem o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).<br />
Na Câmara, onde o governo tem mais facilidade para aprovar projetos, a oposição começou a se articular para atrasar a tramitação da proposta. Segundo o deputado Antônio Carlos Pannunzio (PSDB-SP), a ordem é &quot;não votar&quot;. &quot;Ter R$ 50 mil na poupança não é sinal de que uma pessoa é rica. Pode ser a economia de uma vida toda, uma herança ou o dinheiro de uma casa que foi vendida&quot;, afirmou ontem. &quot;É um risco aprovar esse projeto: vai mostrar que sempre que o governo precisar de mais recursos vai criar novas taxas&quot;, disse.<br />
Segundo o governo federal, a proposta atingirá apenas os grandes poupadores, que correspondem a 1% dos investidores na poupança. Para quem tem investimentos acima de R$ 50 mil, a cobrança do imposto se dará apenas sobre o rendimento da parcela que ultrapassar esse valor. Com a tributação, o governo quer evitar que os investidores migrem dos fundos de renda fixa para a poupança, que não é taxada nem tem taxa de administração.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Thu, 17 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2869</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Internet liberada nas eleições</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2857</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Senado retira restrições à cobertura jornalística na rede, mas mantém doação oculta a partidos
<p>
Maria Lima e Adriana Vasconcelos<br />
BRASÍLIA
</p>
<p>
O Senado concluiu ontem a votação da reforma eleitoral e decidiu derrubar completamente a censura na cobertura da campanha eleitoral na internet, mas manteve a doação oculta a partidos e candidatos. Pelo texto, aprovado por voto simbólico e que ainda precisa passar por nova votação da Câmara até o fim do mês para vigorar nas eleições do ano que vem, é livre a manifestação de pensamento na rede mundial de computadores durante a campanha, vedado o anonimato.<br />
O relator Eduardo Azeredo (PSDB-MG), porém, não conseguiu compatibilizar essa liberdade no artigo 46, que fora votado antes e que limita a realização de debates nas webtvs. Essa restrição, que exige convite a 2/3 dos candidatos cujos partidos tenham no mínimo 10 deputados, deve ser disciplinada pela Câmara.<br />
No último minuto antes da votação relativa à campanha na internet, quando os senadores se preparavam para votar emenda de Álvaro Dias (PSDB-PR) e Aloizio Mercadante (PT-SP) derrubando a censura, Azeredo apresentou emenda de plenário que foi aceita por todos.<br />
As emendas de Dias e Mercadante suprimiam todo o artigo 57-D (que tratava das restrições), deixando no lugar apenas o direito de resposta. Mas Azeredo argumentou que a omissão levaria o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a legislar sobre questionamentos em relação à matéria. Por isso, deixou claro no texto aprovado que &quot;é livre toda a manifestação de pensamento, vedado o anonimato, sendo que utilização indevida e abusos serão apreciados na forma da lei&quot;.<br />
- Sou contra a censura. Mas não podemos aceitar a tese de que a internet é terra de ninguém - justificou Azeredo.<br />
Outro ponto que provocou debate acalorado no Senado foi a regulamentação da substituição de governadores e prefeitos em caso de cassação de mandatos dos titulares. Pelo acordo aprovado, em qualquer momento da vacância, mesmo que no último ano do mandato, os tribunais marcarão nova eleição direta para a escolha do substituto. Mas os senadores admitem que foi uma decisão política, pois a medida deveria ocorrer por meio de emenda constitucional e deve cair na votação na Câmara.<br />
- Foi uma manifestação política para mostrar a insatisfação do Senado com as interpretações desencontradas que têm sido dadas pelo TSE nas cassações. O objetivo é estar em sintonia com a sociedade - afirmou Renato Casagrande (PSB-ES).<br />
Relator da proposta de reforma eleitoral na Câmara, o deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) adianta que a decisão do Senado contraria o entendimento da Câmara.<br />
- Na Câmara, o entendimento é que qualquer regulação sobre isso depende de mudança constitucional. Lá a gente tende a ser coerente com o que aprovamos - disse Flávio Dino.
</p>
<p>
PSOL já ameaça ir ao STF contra regra para debates
</p>
<p>
Mesmo ameaçando recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), não surtiu efeito o apelo do líder do PSOL, José Nery (PA), para que fosse feita emenda de redação que acabasse com as restrições à participação dos pequenos partidos nos debates eleitorais promovidos por emissoras de rádio, TV e internet.<br />
- Seremos mais uma vez obrigados a ir ao STF para arguir a inconstitucionalidade desse dispositivo, que caracteriza uma cláusula de barreira, que impede os pequenos partidos de participar dos debates eleitorais - anunciou Nery.<br />
Pela segunda vez, durante a votação da reforma, o presidente José Sarney (PMDB-AP), desceu ontem da Mesa para debater. Desta vez, para elogiar o acordo garantido em plenário que derrubou todas as restrições à cobertura jornalística das eleições na internet: - Este é um assunto sobre o qual desejo me manifestar. Por isso voltei ao plenário. A internet é uma tecnologia que veio para ficar e deve ser totalmente livre.<br />
Também foi polêmico o debate sobre doação oculta. Eduardo Suplicy (PT-SP) tentou derrubar a manutenção da regra que permite a empresas doarem diretamente a partidos, no primeiro momento, de forma que os candidatos beneficiados com os recursos não sejam identificados. Sem sucesso. O argumento do PSDB é que os doadores, temendo perseguição do governo, não doariam a candidatos que não fossem aliados se identificados antes. Os doadores só precisam ser identificados seis meses após a eleição.<br />
- Por que só seis meses depois da eleição o eleitor pode ficar sabendo que empreiteira tal deu R$ 500 milhões para um candidato e R$100 milhões para outro? Essa é a emenda mais séria que estamos votando - defendeu Pedro Simon (PMDB-RS), antes da emenda ser derrotada.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 16 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2857</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>A engenharia de uma nova eleição</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2858</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Senado vota polêmica da reforma e flexibiliza regras para internet
<p>
BRASÍLIA - Em uma sessão longa e marcada por bastante discussões, o Senado aprovou em votação no Plenário ontem alguns dos pontos polêmicos que ainda emperravam o retorno da proposta para a apreciação dos deputados. Um dos principais impasses entre os Senadores, as restrições à campanha e cobertura jornalística na internet, foi superado pelos parlamentares, que aprovaram o fim das medidas mais controladoras da rede mundial de computadores.<br />
Os parlamentares aprovaram emenda que libera a atuação de sites jornalísticos, blogs e sites de relacionamentos durante as campanhas, mas mantém apenas duas limitações à rede de computadores durante as eleições - a proibição do anonimato aos jornalistas e a garantia de direito de resposta aos candidatos que se sentirem ofendidos. O Senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), um dos relatores da reforma eleitoral, acatou emendas dos Senadores Aloizio Mercadante (PT-SP) e Álvaro Dias (PSDB-PR) com a proposta de liberação total à internet nas eleições. Inicialmente, Azeredo e o Senador Marco Maciel (DEM-PE), relatores da reforma, haviam mantido algumas restrições à rede mundial de computadores, mas acabaram acatando a &quot;livre manifestação do pensamento na internet&quot; no período de disputa eleitoral.<br />
Os Senadores rejeitaram, contudo, emenda do Senador Álvaro Dias que autorizava o uso de outdoors nas campanhas eleitorais. Por 39 votos a 27, os Senadores mantiveram as regras previstas na legislação atual que impedem o uso de outdoors pelos políticos em campanha.<br />
Também foi rejeitada emenda do Senador Eduardo Suplicy (PT-SP) que obrigava os candidatos a divulgarem na internet, nos dias 6 e 30 de setembro, relatório discriminando os recursos recebidos para o financiamento das campanhas e seus respectivos doadores. Por 39 votos contra 23, os parlamentares rejeitaram a sugestão do petista e mantiveram a regra atual - que obriga a prestação de contas nos dias 6 de agosto e 6 de setembro antes das eleições. Os Senadores ainda rejeitaram outra emenda do petista que obrigava a identificação dos doadores de campanha aos partidos - que teriam que informar, no momento da distribuição dos recursos, quem é o doador original, bem como os critérios definidos pelos respectivos órgãos de direção do partido e pelas normas estatutárias.<br />
A regra acabava com as chamadas &quot;doações ocultas&quot; aos partidos políticos, mas não teve apoio dos parlamentares para mudar a regra em vigor. No modelo atual, os candidatos não são obrigados a divulgar aos eleitores quem são os financiadores de suas campanhas antes da disputa. A proposta de Suplicy previa a prestação de contas antecipada dos candidatos como forma de ajudar os eleitores na sua escolha.<br />
O Senado ainda rejeitou a emenda que estabelecia o chamado &quot;voto impresso&quot; como forma de assegurar a credibilidade da disputa. Pelo texto, encerrada a votação, a urna eletrônica apuraria os votos automaticamente a partir do arquivo de registro digital dos votos, gravando arquivo de resultado e imprimindo boletim de urna com o resultado da votação para todos os cargos e respectivos candidatos votados. Com a rejeição da emenda, o Senado manteve o texto-base da reforma eleitoral, que prevê o armazenamento, por seis meses, dos dados eletrônicos referentes ao resultado das eleições - sem a necessidade de impressão do resultado das urnas.<br />
Também foi considerada prejudicada emenda do Senador Renato Casagrande sobre as regras para debates no rádio, na televisão e na internet. Como a emenda repetia o texto-base da reforma eleitoral já aprovada no Senado, o texto acabou prejudicado. Pelo texto, as emissoras de rádio e televisão devem assegurar a presença de, pelo menos, dois terços dos candidatos nos debates.<br />
A reforma também obriga a presença nos debates apenas de candidatos filiados a partidos que tenham, no mínimo, dez representantes na Câmara dos Deputados. O Senador José Nery (PSOL-PA) tentou mudar a regra, mas acabou derrotado pelos colegas. Como o PSOL não tem dez parlamentares no Congresso, o Senador teme que a pré-candidata do partido à Presidência da República, Heloísa Helena (AL), não tenha assegurada a sua participação nos debates. O Senado decidiu, contudo, mudar as regras de escolha dos substitutos de prefeitos, governadores e presidente da República cassados por crimes eleitorais. O Plenário da Casa aprovou emenda à reforma que determina a realização de eleições diretas para a escolha do substituto dos titulares em caso de vacância - em qualquer que seja o período da cassação.<br />
A emenda à lei eleitoral que permite aos candidatos manter os sites de campanha no ar nas 48 horas que antecedem a disputa nas urnas também foi aprovada. De acordo com a proposta, os sites podem ficar no ar 24 horas depois do pleito - o que modifica as regras atuais. Pelas regras em vigor, estão vedadas desde as 48 horas antes até as 24 horas depois da eleição a veiculação de qualquer propaganda política na internet. Com a mudança, os candidatos estarão livres para fazer campanhas em seus sites pessoais durante a disputa nas urnas. (Com agências)
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 16 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2858</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Governo federal propõe taxar a poupança em 22,5%</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2859</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Medida será para quem tiver aplicação acima de R$ 50 mil, mas Congresso precisa ainda aprovar
<p>
O governo federal alterou a proposta de tributação da caderneta de poupança a partir de 2010, tornando-a mais simples, mas também mais cara para os grandes aplicadores.<br />
O novo modelo, que deve ser proposto ainda esta semana ao Congresso Nacional, mantém a isenção de Imposto de Renda (IR) para investimentos de até R$ 50 mil, mas institui uma taxação de 22,5%, cobrada na fonte sobre o rendimento relativo à parcela que exceder este valor.<br />
- Em uma caderneta no valor de R$ 52 mil, o rendimento dos R$ 2 mil (valor que excede os R$ 50 mil) é que será taxado em 22,5% - explicou o ministro da Fazenda, Guido Mantega.<br />
Antes, a ideia era taxar as aplicações com base em uma fórmula que definia a tributação conforme o nível da taxa de juros. A proposta era mais difícil de entender, mas também implicava custo menor para os poupadores.
</p>
<p>
Arrecadação poderá chegar a R$ 1 bilhão
</p>
<p>
A tributação da poupança será adotada para permitir a continuidade da queda das taxas de juros, sem que isso acarrete migração maciça de recursos de aplicações como fundos de investimento para a poupança. O governo estima que, se for aprovada pelo Congresso, a nova fórmula pode render algo entre R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão aos cofres do governo em 2010. Essa estimativa, entretanto, deve ser vista com a ressalva de que não se sabe se em 2010 haverá ingresso maciço ou saída de recursos da caderneta.<br />
Mantega disse ainda que o governo desistiu de reduzir a tributação sobre os fundos de renda fixa este ano, outra ideia anunciada em maio:<br />
- Não haverá necessidade porque o mercado ficou estável, e não houve migração das aplicações dos fundos de investimentos para a poupança.<br />
Responsável pela nova proposta, o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou que a tributação, se aprovada, valerá tanto para as contas novas quanto para as antigas. Barbosa explicou que a decisão de tributar com apenas uma alíquota e com valor igual ao da mais alta dos fundos de investimentos se justifica pelo fato de a poupança ser um investimento de curto prazo. Nos fundos com resgate em até seis meses, o IR é de 22,5%.<br />
Lideranças da oposição afirmaram que tentarão barrar a aprovação, no Congresso, da projeto. Deputados e Senadores de PSDB, DEM e PPS classificaram a ideia de &quot;absurda&quot;. Para o Senador Álvaro Dias (PSDB-PR), a taxa proposta vai trazer &quot;penalidade a todos os contribuintes&quot;.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Wed, 16 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2859</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Governistas esvaziam CPI da Petrobras</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2847</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Cristiane Agostine, de Brasília
<p>
O governo conseguiu esvaziar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga denúncias de irregularidades cometidas pela Petrobras. A reunião prevista para hoje foi adiada para a próxima semana, sem que a oposição esboçasse resistência. Com amplo controle do governo, a CPI não gerou o constrangimento nem a preocupação que o Palácio do Planalto temia. Nos bastidores, a comissão é conhecida como a CPI do senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo e relator da comissão: ele controla as sessões e interfere em todos os depoimentos.<br />
A estratégia do governo de dominar os rumos da CPI deu certo. Até mesmo a oposição tem se ausentado das reuniões. Na terça-feira da semana passada, audiência marcada para debater irregularidades cometidas pela empresa nas obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, começou com mais de meia hora de atraso, por iniciativa do presidente da comissão, senador João Pedro (PT-AM), sem a presença da maioria dos integrantes da comissão. Apenas um senador da oposição estava presente. O mesmo cenário marcou as duas sessões anteriores. Dois meses depois da instalação da CPI, a base governista demonstra que mantém o controle para evitar o desgaste da estatal e do governo.<br />
O esvaziamento político da comissão é percebido não só nas cadeiras vazias da sala de audiências, mas também nos debates e na falta de denúncias apresentadas pelos senadores do PSDB e do DEM contra a estatal. Com ampla maioria na CPI da Petrobras, o governo controlou as seis sessões em que foram investigas supostas irregularidades da estatal e evitou o desgaste da empresa.<br />
Hoje estava prevista a realização da sétima reunião para ouvir depoimentos, mas Jucá (PMDB-RR), adiou o encontro para a próxima semana. O líder do governo passou o dia de ontem em atividades com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Roraima e pediu &quot;a compreensão&quot; dos senadores na semana passada, pois acreditava que não conseguiria chegar em tempo a Brasília para comandar a reunião.<br />
A oposição demonstra desânimo com a comissão. &quot;Temos muita dificuldade em conseguir informações contra a Petrobras&quot;, reclamou o senador Antonio Carlos Magalhães Júnior. (DEM-BA), um dos três titulares da oposição na CPI. &quot;Não temos muitas denúncias concretas contra a Petrobras. Até mesmo o Tribunal de Contas da União ainda está revendo as irregularidades&quot;, comentou ACM Júnior: &quot;Mas ainda não jogamos a toalha&quot;.<br />
Nos bastidores, senadores da oposição creditam ao PSDB a falta de empenho na comissão. &quot;Desde o começo o PSDB estava dividido em relação à CPI. Não queriam&quot;, comentou um oposicionista. &quot;Muitos senadores podem se comprometer ao criticar empresas que financiam campanhas&quot;, explicou outro parlamentar. &quot;Imagina Sérgio Guerra criticar uma refinaria que está sendo construída no Estado dele&quot;, continuou o senador, referindo-se ao presidente do PSDB, eleito por Pernambuco, onde está sendo construída a refinaria Abreu e Lima. Obras de terraplenagem da refinaria são alvo de denúncias de superfaturamento.<br />
Senadores do DEM e do PSDB apostam na próxima fase da comissão, na investigação de patrocínios e contratos com ONGs para retomar as denúncias contra a Petrobras. ´São denúncias que têm mais visibilidade política, apesar de não serem tão graves quanto o superfaturamento na refinaria Abreu e Lima&quot;, explicou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), na semana passada, ao sair da comissão. Na próxima fase, com início no dia 22, deverá ser ouvido o gerente de Comunicação Wilson Santarosa. &quot;Vamos acabar ´mordendo´ alguma coisa nessa fase&quot;, disse ACM Jr. &quot;Os patrocínios são muito pulverizados, o que dificulta o controle da Petrobras, disse. O senador explicou que a oposição contava com a &quot;colaboração da imprensa&quot;, para fazer novas denúncias e que sem isso &quot;fica difícil surgir mais informações contra a estatal&quot;. &quot;Botamos fé na imprensa&quot;, comentou.<br />
Os governistas comemoram o resultado da CPI. &quot;O governo estava preparado e demonstrou que os instrumentos usados até agora foram corretos&quot;, comentou Delcídio Amaral (PT-MS), ex-diretor da Petrobras. A base governista, além de ter maioria, comanda a comissão. O presidente da CPI é o senador João Pedro (PT-AM) e o relator é Romero Jucá. O controle do líder do governo na comissão é tamanho que nos bastidores a comissão chegou a ser conhecida como a &quot;CPI do Jucá&quot;: o pemedebista aprovou seu plano de governo na primeira reunião e rejeitou quase todos os requerimentos da oposição.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 15 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2847</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Sarney recua e aceita eleição para substituir cassados</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2848</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Cristiane Agostine, de Brasília
<p>
Os senadores devem votar hoje os temas polêmicos do projeto de lei de reforma eleitoral, em tramitação no Congresso. Sob pressão do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), os parlamentares negociam emenda que prevê novas eleições se um governante for cassado e devem aprovar proposta que determina eleição direta em casos de vacância.<br />
A votação foi iniciada na semana passada, mas teve de ser adiada para amanhã por falta de acordo sobre a emenda apresentada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que proibe que o segundo colocado nas eleições para prefeito, governador e presidente assuma o cargo no caso de o eleito ter o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral. Nesses casos, se a decisão da Justiça Eleitoral se der na primeira metade do mandato, haverá nova eleição direta. Se for nos dois últimos anos, haverá eleição indireta e a escolha será feita pela Câmara Municipal ou Assembleia Legislativa. Sarney discordou e articulou a mudança. Ontem, sua assessoria divulgou que ele é a favor da aprovação de eleição direta, em qualquer período que o governante for cassado.<br />
A mudança foi articulada já na semana passada, pelo PMDB, com um grupo de senadores. &quot;Ainda estamos estudando para ver se juridicamente ela é viável&quot;, explicou ontem o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), um dos relatores do projeto de lei no Senado. Há pressão de aliados de Sarney para derrubar a emenda e evitar alterações na a legislação eleitoral. As regras atuais legitimaram a ascensão da filha de Sarney, Roseana Sarney, ao governo do Maranhão neste ano. O governador eleito, Jackson Lago (PDT), foi cassado neste ano, na segunda metade de seu governo, sob acusação de abuso de poder econômico em 2006. Há denúncias também contra Roseana, que assumiu o governo como segunda colocada, mas a decisão de ontem no Supremo Tribunal suspendeu todos os processos que tratam de substituição de cassados.<br />
A pressão de Sarney pela manutenção das decisões do Tribunal Superior Eleitoral se dá em um momento em que senadores debatem uma proposta para regular decisões da Justiça Eleitoral, no caso de cassação de governadores e prefeitos. Não é a primeira vez que uma decisão da Justiça Eleitoral favoreceu o grupo de Sarney. O maranhense ganhou a briga por uma hegemonia política no Amapá contra João Capiberibe e conseguiu a exclusão do ex-governador da cena institucional por meio de uma ação na justiça eleitoral semelhante à que agora deu o governo do Maranhão à sua filha. Capiberibe teve o seu mandato de senador cassado em 2005. Ele e sua mulher, a então deputada federal Janete Capiberibe, foram os primeiros dessa leva da chamada Lei do Bispo, criada a partir de uma emenda popular coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), de 1998. Capiberibe foi acusado de comprar dois votos por R$ 26 reais. Assumiu no lugar dele o senador ligado ao grupo dos Sarney Gilvan Borges, do PMDB, que perdeu nas urnas a disputa para o Senado para o ex-governador do Amapá, em 2002.<br />
Há outras divergências no texto que trata da reforma eleitoral, além da realização de eleições diretas ou indiretas no caso de cassações. O controle sobre a internet é outro ponto de discordância entre senadores. Os senadores negociam a aprovação de emenda para liberar o conteúdo jornalístico da internet. Os senador Álvaro Dias (PSDB-PR) e o líder do PT, Aloizio Mercadante (SP) apresentaram propostas nesse sentido.<br />
Outra divergência é sobre a manutenção das chamadas &quot;doações ocultas&quot;. O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) apresentou emenda propondo que sejam divulgados durante a campanha o nome dos doadores de campanha e que não seja permitido o repasse de recursos a partidos, para distribuição aos candidatos, sem que os financiadores de campanha sejam divulgados. A proposta foi rejeitada na Comissão de Constituição e Justiça e na de Ciência e Tecnologia.<br />
Há emenda também para tentar retomar a permissão para o uso de outdoors nas campanhas eleitorais - item vetado durante a tramitação no Congresso.<br />
Na semana passada foi aprovado o texto-base da reforma eleitoral, mas as emendas polêmicas voltarão a debate hoje. Senadores temem que o projeto não seja votado a tempo para valer pra 2010. &quot;Se não for aprovado hoje, não haverá mais tempo&quot;, disse Azeredo. As mudanças na Lei Eleitoral têm de ser feitas até um ano antes das eleições de 03 de outubro de 2010, para poder valer para o próximo ano. Depois da alteração no Senado, o texto segue para a Câmara e segue para sanção presidencial.
</p>
<br />    ]]>
    </description>    
    <pubDate>Tue, 15 Sep 2009 00:00:00 -0300</pubDate>
    <guid>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2848</guid>
  </item>
	  
  <item>
    <title>Votação da reforma eleitoral adiada</title>
    <link>http://www.senadoralvarodias.com/externa/visualizar/2839</link>
    <description>
    <![CDATA[
    Por falta de quorum, o Senado adiou para a próxima semana a votação dos pontos polêmicos da reforma eleitoral. A apreciação da proposta no Plenário da Casa estava prevista para a manhã de ontem, foi adiada para a tarde e, em seguida, transferida para a semana que vem, quando os parlamentares devem analisar mais de 80 emendas ao texto principal da reforma - já aprovado pela Casa.<br />
Senadores favoráveis a mudanças na lei eleitoral criticaram bastante a decisão do Senado de adiar, mais uma vez, a análise dos pontos polêmicos da proposta. Como o texto precisa ser aprovado pela Câmara e o Sen